Somos um “Anão Diplomático” – como proclamou o aspone lá de Israel? Ou somos um “Gigante Corrupto” – como a nossa desclassificada classe política demonstra cotidianamente? O Brasil tem dificuldades de se definir corretamente. Começa pela própria designação. Somos uma República Federativa? Infelizmente, não somos... O desafio é descobrir a real identidade do Brasil. Somos o quê, de verdade? Aparentemente, somos uma gigantesca contradição. O Brasil é uma metamorfose ambulante. Se é anão ou gigante, não importa a estatura. Lamentável é a encrenca sistêmica e cultural, sem tamanho, em um País subdesenvolvido, sob regime Capimunista. A desordem, a ilegalidade, a injustiça, a corrupção e tantos outros males se agigantam. Enquanto valores, princípios e conceitos corretos se apequenam. Épocas de eleição deveriam servir para debatermos o Brasil e pensamos soluções para consertá-lo e melhorá-lo. Infelizmente, o período eleitoreiro se resume menos à discussão de ideias e novos conceitos corretos, e muito mais a um bate boca estéril, entre facções de torcidas organizadas. Somos tomados pelo clima de fanatismo político – com jeito ideológico, fundamentalista ou meramente casuístico. O clima de guerra só gera discursos inúteis que nos conduzem ao mesmo lugar de sempre. Vivemos sob a gênese apocalíptica da sacanagem, da autoilusão e da corrupção. No princípio, no meio ou no fim, os nomes dos vencedores já foram previamente decididos por quem comanda o inconfiável sistema eletrônico de votação do Cassino do Al Capone. O Governo do Crime Organizado apenas finge que troca algumas peças de sua máquina. A politicagem faz sempre a festa e continua reinando. O problema é que as pessoas começam a perder a paciência com esta rotina macabra... O desgoverno petralha já sabe que perdeu a eleição. Só falta definir como será a saída do poder. Uns já pensam na fuga pacífica, fazendo um acordo com o vencedor para que não haja perseguições. Mas muitos preferem a resistência radical, apostando na capacidade de sabotar quem vai vencer, superestimando a capacidade do aparelhamento feito na máquina estatal ao longo de 12 anos. Ao “vencedor”, pior que na ironia do imortal Machado de Assis, sobrarão batatas podres e quentes. Quem conquistar o trono do Palácio do Planalto tem o dever de mudar o Brasil. A pergunta fundamental é: será que está ou estará a fim de fazer isto? Terá competência, coragem e timming para alterar o que não funciona: impostos absurdos, juros altos, gastança da máquina pública, alta especulativa dos preços e corrupção sistêmica – apenas para citar os problemas mais urgentes? O PT já perdeu, previamente, a eleição porque não demonstrou ter solução, capacidade e competência para resolver tais questões básicas. Será que o “vencedor” terá? Ou repetirá a receita petista-petralha, dando continuidade à encrenca ambulante do Brasil? Os brasileiros e brasileiras estão perdendo a paciência. O sinal já foi dado ao PT. Espera-se que o PSDB, favorito para herdar o trono, não repita a dose. O risco da suposta mudança, para ficar tudo do mesmo jeito, é muito alto... Esquizofrenia petista
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva (PT) voltou a defender a necessidade de uma reforma política no País. Em
palestra nesta terça-feira, 22, para cerca de 400 líderes sindicais ligados à
Federação dos Químicos, na Praia Grande (SP), Lula disse que a política
"está desmoralizada". "Eu diria até apodrecida", afirmou,
ressaltando que o Brasil não pode permitir que se criem partidos de aluguel.Comentário JC
A política
brasileira começou apodrecer quando lula se candidatou a primeira vez.
Lula defendeu a candidatura da
presidente Dilma Rousseff à reeleição, argumentando que ainda há muito a ser
feito. "Não me contento com o que a gente fez, numa escala de dez degraus,
subimos só dois", afirmou em palestra no 8º Congresso da Federação dos
Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo
(Fequimfar).
JC > Em 12 anos
os incompetentes conseguiram subir 2
degraus do 10 pretendidos.E querem mais tempo
para realizar o milagre que presidido por petistas só se dariam ao termino de
uma gestão de 60 anos É pedir demais, ou demonstra
que matemática não é a sua praia.Senão, vejamos, 12
anos 2 degraus > 60 anos 10 degraus.Lula vai te catar.
Emplacar a analfabeta, que faliu dirigindo lojinha de 1.99, uma vez foi com
ajuda dos corruptos, duas vezes, jamais!
Segundo Lula, agora é o momento de
pensar "o que queremos ser daqui para frente". "Não existe a
possibilidade de esse País não ir pra frente, de ter retrocesso", afirmou.
"Precisamos levantar a cabeça e fazer reflexão profunda. O País tem que
continuar andando para frente".
JC > Quando esse
país andou pra frente? Respondo: No governo dos militares 11%.
Esse índice,” você vai bater as botas” sem conseguir.“JC >” O que queremos ser daqui para frente”
pergunta o LULARÀPIO?O povo certamente respondera: Presos da papuda e devolvendo o produto do
enriquecimento ilícito da família.
O ex-presidente aproveitou seu
discurso para defender a política econômica do governo petista, mas admitiu que
o crescimento do País é modesto. "É verdade que economia não está
crescendo tanto, eu
JC > Que política
econômica ? Estamos a 12 anos sem essa coisa de controle. Estamos à deriva,
desviando dos escolhos por sorte dos ventos
....gostaria que estivesse
crescendo 4%, 5%", disse. "Mas o comércio do mundo diminuiu, a China,
que crescia 14%, está crescendo 7%", completou.
JC > A china que
crescia 14% está crescendo a metade, 7.
No mesmo raciocínio o Brasil que tem como desejado a insignificância de 4% a 5%,
deveria estar crescendo 2% ou 2.5
%, mais vai chegar ao final da
presidanta com 0, ?,%.Imperícia, imprudência
e desconhecimento de causa da sua “laranja” levou o pais a falência múltipla dos
Órgãos governamentais e arrastou as Estatais.A Petrobrás, Ela
matou de pau, quando comprou a “ PASSAGRANA”.
Fez questão de pagar mais caro do
que lhe foi pedido pelo vendedor. Atestado
de burrice é pouco para Ela. O mais certo é corrupção, crime contra a Patria.
.......Acabo de
tomar conhecimento que o PT mudou para a cor amarela ou seja amarelou, com medo do vermelho. Diz
que voltara a cor original após as eleições, se tiver ajuda da Urnas funerárias
da “democracia” vigente.Vamos lhes fazer a
vontade.
Lula alfinetou, na
fala, os "países ricos" e disse que a crise mundial aconteceu
"no coração" deles. "(Países ricos) Poderiam ter humildade e
perguntar para nós que nós ensinamos (como sair da crise)", afirmou.
Segundo ele, o governo Dilma Rousseff está atento e não deixará a inflação
fugir da meta e que ela está assim "há doze anos". "Quem já
viveu inflação como nós não quer que ela volte. Se tem alguém que perde com a
inflação é quem vive de salário", afirmou. "É por isso que a Dilma
cuida disso (controle da inflação)".
JC > Esse é o “cara” que mente tanto que até se
convence que é verdade.
A Fequimfar, que é ligada à Força Sindical, apoiou Lula e Dilma nas
últimas eleições. Este ano, no entanto, ainda não há uma definição, mas a
diretoria da Força declarou apoio ao candidato Aécio Neves (PSDB). A entidade
representa mais de 180 mil trabalhadores.
JC > Pode-se enganar um grupo de pessoas uma e até duas vezes. Mais no caso de 180 mil trabalhadores sofridos e inteligentes, o engano não mais se repetira. Lula sai de fininho e te esconde no ostracismo. A Polícia está de olho. Perna para que te quero.
Um dos objetivos da presença de
Lula é tentar costurar o apoio da Fequimfar à candidata e atual presidente
Dilma Rousseff. Os dirigentes da Força costumam ressaltar que a entidade é
pluripartidária e já há registro de dissidentes que não estão com o candidato
tucano.Além de Lula, estão presentes
no evento o prefeito de São Bernardo e coordenador da campanha de Dilma em São
Paulo, Luiz Marinho, o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos
Gonçalves, o Juruna, e o presidente da CUT, Vagner Freitas
JC > Como se pode constatar, LULARAPIO está sempre em má
companhia.
"A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam”
Artigo da safra do Gen. Marco Antonio Felício da Silva
Entre as arbitrariedades praticadas pela Comissão Nacional da Verdade, inclusa a de não cumprir o que estabelece a própria lei que a instituiu, buscar a verdade histórica construída pelos antagonistas de então e não por um só lado, está a ameaça de conduzir a força os militares que se recusarem a comparecer, mediante convocação da mesma, para prestar depoimentos sobre possíveis crimes dos quais tenham participado no passado ou deles tenham conhecimento. A agravar, não cabe a tal comissão o poder legal de investigar qualquer cidadão por possíveis e pretensos crimes cometidos, pois, não tem ela, legalmente, caráter jurisdicional, próprio dos juízes, ou persecutório, próprio da Polícia Judiciária. De mais a mais, ainda que não vigorasse a Lei de Anistia, se crimes ocorreram, praticados no passado por militares, durante a luta armada, iniciada pelas organizações subversivas comunistas, eram eles agentes do Estado, militares então em serviço ativo, devendo a Instituição Militar a que pertenciam e, ainda, pertencem, mesmo que reformados, responder inicialmente por tais pretensos crimes, crimes esses de natureza militar e como tal da competência da Justiça Militar.O atual presidente da CNV, buscando a luz dos holofotes da Imprensa, mal que acomete os seus integrantes, tripudiando sobre velhos militares, sem qualquer reação de quem de direito, afirma que o atual Ministro da Justiça está sintonizado com a ameaçadora decisão de conduzir a força os militares que, se convocados, se recusarem a comparecer perante tal comissão, transformada em verdadeiro tribunal de exceção. Mostra total desrespeito ao Estado Democrático de Direito, pois, a vontade política de um ministro não pode se sobrepor ao ordenamento jurídico legal.Assim, o Juiz federal Edilberto Barbosa Clementino, da Terceira Vara Criminal Federal de Foz do Iguaçu, negou pedido da CNV, interposto pelo MPF, para determinar a condução coercitiva de convocados pela CNV. O Juiz afirma que a lei que criou a CNV não possui dispositivo expresso para determinar a condução coercitiva daquele que falta à convocação para depoimento, o que impediria decisão nesse sentido. Há que ressaltar, que a Polícia Federal não pode deter e conduzir, mediante vara, militar do Exército, ainda mais mediante ordem ilegal.Invoca, ainda, o Presidente da CNV o Código Penal, “Art. 330 - Desobedecer a ORDEM LEGAL de funcionário público: Pena - detenção, de quinze dias a seis meses, e multa.”Há que enfatizar que o crime em tela consubstancia-se pelo fato do agente desobedecer a ordem legal de funcionário público. Todavia, há de se observar que o ato de desobedecer consiste em não acatar, não cumprir, não se submeter à ordem de funcionário público, investido de autoridade para imposição de ordem.Pergunta-se: Qual ordem legal está sendo desobedecida já que a malfadada comissão não tem poder jurisdicional ou persecutório? Não podemos deixar de observar que a pessoa que exerce uma função pública – caso dos integrantes da CNV – deve se ater rigorosamente ao que possibilita o texto legal, sob pena de praticar ato de improbidade administrativa.O escabroso em todo esse imbróglio é o gritante silêncio obsequioso, que ensurdece e agride a todos aqueles militares que participaram da luta armada, arriscando a vida em prol da liberdade que, hoje, dela usufruímos, na contramão da verdadeira História, na medida em que a lei e a Instituição são flagrantemente vilipendiadas e antigos camaradas abandonados a própria sorte em nome da reconstrução de uma estória que não passa de revanchismo odioso
Por Luiz Ernesto Magalhães e Rafael Galdo - O Globo - 28/07/14
Manifestantes fizeram teste na Praça Saens Peña, na véspera da finalManifestantes que pretendiam praticar atos de vandalismo no entorno do Maracanã na final da Copa do Mundo, no último dia 13, chegaram a testar, na véspera da partida decisiva, um esquema de esconder coquetéis "molotov" em carros estacionados nos arredores da Praça Saens Peña, na Tijuca. A informação, revelada ontem pelo "Fantástico", na TV Globo, consta na denúncia oferecida pelo Ministério Público à Justiça contra os 23 acusados de incitar atos violentos nos protestos. Segundo a reportagem, o teste tinha o objetivo de avaliar se seria possível evitar a apreensão dos artefatos pela polícia, caso ativistas tivessem as mochilas revistadas. A ideia era, no dia da final, colocar os explosivos em automóveis nas imediações do estádio. O "Fantástico" reproduziu escutas autorizadas pela Justiça, nas quais a coordenadora de pós-graduação em Filsofia da Uerj, Camila Jourdan, conversa com dois ativistas, Rebeca Martins de Souza e Igor D'Icarahy, que, segundo a polícia, foram recrutados para testar o plano de esconder os artefatos nos carros para aquilo que batizaram de "junho negro" (o protesto que seria feito no dia 13). Os três estão entre os ativistas denunciados à Justiça. De acordo com a polícia, na casa de Camila foram encontrados 20 rojões recheados com pregos, 178 ouriços e objetos de ferro pontiagudos. A reportagem ouviu ainda duas testemunhas, que não quiseram ser identificadas e colaboraram com as investigações da operação Fire Wall. Elas contaram que a estratégia de partir para confrontos e depredações em protestos ocorreu em agosto do ano passado. Para isso, aconteceram reuniões numa barraca, em frente ao Palácio Pedro Ernesto, do Ocupa Câmara, movimento iniciado em protesto contra a composição da CPI dos Ônibus. Segundo as investigações, vários acusados de envolvimento com atos violentos nos protestos participaram dos encontros. Entre eles, Igor, Camila, Elisa Quadros (a Sininho) e Luiz Carlos Rendeiro Júnior (o Game Over), incluídos entre os 23 denunciados. — Lá "rolou" a coisa de quererem queimar um ônibus ali na (Avenida) Rio Branco. Aconteceu realmente. Queimaram até um ônibus da polícia — contou uma das testemunhas.
Violência contra jornalistas
A segunda testemunha revelou que os atos violentos eram definidos como "ações diretas": — Ação direta é o ato de confrontar, de quebrar. O programa exibiu ainda vídeo de outra testemunha, que consta na denúncia, no qual detalha como os ativistas se organizavam: — Os mentores são as lideranças. Eles não assumem essa nomenclatura porque ela vai contra a ideologia deles, que é anarquista. Mas eu vi, sei que tem. Tem a função dos atiradores: os caras responsáveis por atirar fogos de artifício, coquetéis "molotov", o que tiver na mão. E a função das mulas: ficam dentro da manifestação com a mochila, preparada para dar (o material) para quem quer que seja. Também ontem, o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Celso Schröder, se encontrou com o cinegrafista Tiago Ramos, do SBT, agredido na última quinta-feira durante a libertação de três ativistas. O tema foi o crescimento da violência contra jornalistas na cobertura de protestos. Para Schröder, os agressores estão legitimados por pessoas e grupos que se sentem à vontade para atacar jornalistas.
O tiro de largada foi dado pela ex-fuzileira clandestina e envergonhada Dilma Rousseff, que transformou o símbolo do PT em um reles pingo no "i", só para disfarçar. Nisso foi seguida pela sua Gilberta Carvalho, Gleisi Hoffmann(PR), que adotou o mesmo estratagema. O símbolo do PT na marca da paranaense também vira um envergonhado pingo no "i". No segundo "i". Tarso Genro(RS), o poeta onanista, então, perdeu completamente o decoro petista: nem mesmo a estrela usa na logomarca da sua campanha. Agnelo(DF), aquele do superfaturamento de mais de R$ 400 milhões no Mané Garrincha, segue na mesma trilha e esconde a estrelinha lá no canto, acima do número. Padilha (SP), o lobista da Labogen, é um primor, coloca a estrela em branco, não em vermelho, dentro de um símbolo geométrico e usa o verde como cor predominante na sua campanha. Lindbergh (RJ), o petista rejeitado pela Dilma, também apaga o nome do partido da sua marca, mas pelo menos bota o 13 dentro de uma estrela. Pimentel (MG), o consultor das consultorias inexistentes, mostra o símbolo do PT de forma microscópica. Sim, na estrelinha do Pimentel tem um PT dentro.O mineiro é o único entre todos que assume bem de leve que é candidato do PT. Tião Viana(AC), que faz contrabando de haitianos para São Paulo, também esconde o partido a que está filiado e nem estrela coloca na sua logo. O mesmo acontece com Camilo(CE) e Rui (BA).
Fica claro que a estratégia dos mensaleiros é esconder o partido do eleitor e apostar tudo no 13. De agora em diante, para manter informado o eleitor brasileiro, usaremos o seguinte slogan: 13 É CORRUPÇÃO, 13 É MENSALÃO.
Quem viu a Alemanha vencer o Brasil por 7 x 1 testemunhou mais que um jogo: foi a vitória da cultura sobre a mediocridade. Os alemães entraram em campo para vencer. Entraram de cabeça erguida e com a frieza e a vontade que só os vencedores possuem. Lá estavam eles, representantes do país mais rico da União Europeia, sem o menor receio da torcida, sem o menor receio do verde-amarelo. Estavam lá, preparados e treinados para vencer.
País que passou por duas guerras mundiais, sendo que na II GM foi quase todo destruído e ainda perdeu quase metade do seu território para a URSS, até a queda do Muro, quando o lado desenvolvido da Alemanha teve que arcar e carregar o lado subdesenvolvido, achatado pelo socialismo marxista da ex-Alemanha Oriental.
Mas lá há um povo de verdade, uma cultura de vencedores. Cultura que fez a Alemanha se tornar a locomotiva da União Europeia. Quantas Alemanhas cabem no Brasil?
Do lado alemão havia soldados do futebol, guerreiros prontos para lutar e vencer. Já do lado brasileiro, somente vedetismo... jogadores com penteados estranhos, disputados pelas atrizes da Globo, representantes dos "heróis do BBB", "ídolos do Galvão Bueno"... retratos de um País de faz de conta, onde nada ou quase nada é levado a sério. Mais de 1000 comerciais gravados por eles, incluindo o Felipão ...circo, puro circo.
Não foi a seleção alemã que venceu a seleção brasileira, mas sim a cultura alemã que venceu a decadente cultura brasileira.
Alguém ouviu falar de treinos táticos dos brasileiros? Claro que não, pois como vedetes, seria um "absurdo" exigir isso deles. E assim os "pop star" de tatuagens e cabelos tingidos deram e atestaram o vexame brasileiro. Depois choraram pedindo perdão, como se isso os salvasse dos relatos históricos. Mas eles aprenderam, juntamente com os demais brasileiros, que pedir perdão salva a "pele" de políticos, presidentes, atores, cantores, criminosos etc. Até dizer: - Eu não sabia de nada..., não sei o que aconteceu..., salva e perdoa até presidente.
A cultura decadente que teve o presidente mais inculto da história, a presidente guerrilheira e os corruptos mais inescrupulosos, perdeu para os alemães. A Globo culpa o esquema tático, claro, o Felipão vai pagar a conta, conta essa que passa desde o início da contracultura petista até as indecências das novelas "globais". Cultura da compra de voto, das bolsas isso, bolsas aquilo... e nada de concreto, de sadio, de vencedor, de estímulo à ética, ao respeito, ao estudo sério e ao trabalho...
Trabalho, nem pensar, pois estamos virando socialistas, nivelados por baixo. Cultura de um País que quer "copiar" as "pérolas" Chavistas, Castristas, Cristinistas e mais um sem número de sistemas falidos espalhados pelo mundo. Cultura onde fazem filmes enaltecendo Lamarca, Che, e outros traidores e assassinos da história. Será que na Alemanha há filmes enaltecendo a URSS? Hitler? Goebels?
Será que na Alemanha, os criminosos presos continuam a chefiar seus cartéis de dentro dos presídios? Será que direitos humanos só valem para os criminosos e guerrilheiros? Será que usam urnas eletrônicas? Será que satanizam o capitalismo? Será que um Gilberto Gil ou uma Marta seriam ministros da cultura?
OU SERÁ QUE TODOS, DESDE CRIANÇA SÃO ENSINADOS A TRABALHAR E VENCER? A AMAR A ALEMANHA, A TRABALHAR PELA ALEMANHA, E QUE ROUBAR É ERRADO E QUE A CORRUPÇÃO É PUNIDA EXEMPLARMENTE?
Não foi só futebol que apanhamos "de lavada". Pudemos observar e aprender com os alemães o respeito pela cultura de outros povos, o respeito pelo sentimento (afinal, poderiam facilmente ter feito 8, 9 ou quantos gols mais quisessem). Aprendemos que grande mesmo é o vencedor que não se vangloria de ter vencido e não tripudia sobre o adversário, antes, reconhece-lhe os méritos (mesmo quando não os há). O que vimos do nosso lado foi a absoluta incompetência brasileira em pensar, trabalhar, treinar e agir como um vencedor.
O Brasil é o país dos "tadinhos", onde se ouve falar: - "Ah, a Costa Rica é o xodó dos brasileiros!". Claro, o brasileiro sempre se alinha com o perdedor, pois ainda não aprendemos a copiar os vencedores.
7 X 1, o maior vexame futebolístico da história das Copas. Será que agora, o povo dos derrotados irá finalmente copiar os vencedores? Copiar uma cultura vencedora, uma economia vencedora? Uma educação vencedora? Uma saúde vencedora?
Acho que não, afinal somos tão pedantes e "senhores de si" que achamos que "Deus é brasileiro", que o capitalismo é o mal da humanidade.
7 X 1 NÃO É APENAS O RESULTADO DE UM JOGO DE FUTEBOL. 7 X 1 REPRESENTA O MAIOR VEXAME CULTURAL, SOCIAL E ECONÔMICO DE UM POVO APÁTICO E CIRCENSE.
Programa Mais Carimbo: como é a educação à distância do Mais Médicos. Para ajudar o pseudomédico cubano a não errar prescrições, governo dá caixa com carimbos com prescrições padrão. Essa é a saúde petista.
Com toda a tristeza que sinto pelo fato de termos sido derrotados, e com um
escore tão grande, do ponto de vista do interesse nacional, do ponto de vista das
consequências para o futuro, é muito mais grave para o futuro do País o fato de
estarmos perdendo para a Alemanha de 103 a zero, no campeonato de Prêmio Nobel.
Nós não nos traumatizamos, no dia 14 de março de 2013, quando foi divulgado o
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil, que nos deixou em 85º lugar,
entre 106 países analisados. Entre estes países estão alguns dos mais pobres do mundo,
os 106 ficamos em 85º – quase lanterninha –, e não nos traumatizamos. E nós nos
traumatizamos por sermos o quarto ou até o terceiro em futebol, dependendo do
resultado do jogo no próximo sábado. O mundo inteiro disputou para ter seus times na
COPA. Foram selecionados 31 e nós fomos disputar com eles. Apenas 32 foram
selecionados como os melhores. Aos poucos foram sendo eliminados. O nosso chegou
ao último estágio, que são os quatro finalistas. Não chegamos à finalíssima, mas
chegamos à anterior. Na pior das hipóteses, sairemos dessa Copa como a quarta melhor
seleção de futebol do mundo. E o Brasil está de luto, num sofrimento que dói na gente,
sobretudo quando vemos as crianças que choraram no estádio e nas ruas pela derrota
que elas não esperavam. Nem entendem.
Mas não nos traumatizamos no dia 3 de dezembro de 2013, quando foi divulgada
a classificação do Brasil na educação, entre 65 países, e ficamos em 58º. Uma avaliação
que analisa 65 países, feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Econômico, da Europa, deixa-nos em 58º, entre 65 e não houve nenhum trauma naquele
4 de dezembro, dia seguinte à divulgação do resultado. Este campeonato que não gerou
qualquer tristeza, mas suas consequências para o Brasil são muito mais trágicas, do que o
resultado do jogo contra a Alemanha.
Nós não tivemos o menor constrangimento, o menor trauma, a menor tristeza,
quando, no dia 1º de março de 2011, a Unesco divulgou a sua classificação da educação
para 128 países, e nos colocou em 88º. Ou seja, um dos piores.
E, quando falamos em 128 países, estamos incluindo os mais pobres do mundo,
não nos comportamos apenas com países da elite educacional, não foram apenas os
BRICS, nem apenas os emergentes: Temos toda a razão emocional de estarmos tristes
por termos sido excluídos da finalíssima decisão de quem será o campeão deste ano.
Temos toda a razão de estarmos tristes, porque ainda não foi este ano que ganhamos o hexa, mas também precisamos ficar tristes com as outras nossas classificações: na
educação, na saúde publica, na violência, no quadro social.
Todo o direito à tristeza, mas não esqueçamos as outras razões para sofrer
também, até porque são essas outras razões de sofrimento que nos levariam a superar os
nossos problemas e construir um futuro que nos vem sendo negado há séculos.
Precisamos ver, nessa derrota como jogador David Luiz no final do jogo, quando
ainda dentro do campo, pela televisão, chorando, disse o seguinte: “Desculpa, por não
ter feito vocês felizes nesta hora”. Veja a que grandeza: ele não disse que estava triste por
não ser campeão do mundo. Estava triste por não ter feito a nós, os brasileiros, felizes
nessa hora. E continuou “Mas aqui tem um cidadão disposto a ajudar a todos”, Ou seja,
a derrota foi de um jogo, não foi a derrota de uma história. E continua: “Eu só queria
dar alegria para o meu povo que sofre tanto por tanta coisa”. Esse sentimento vindo dele
confesso que me surpreendeu, quando ele lembra: “queria dar uma alegria para esse
povo que sofre tanto por tanta coisa”. E ele diz: “Queria pedir desculpa”, “só queria
fazer meu povo sorrir pelo menos no futebol”.
Veja que sentimento esse rapaz teve. Sair daquela derrota chorando e lembrar-se
do povo, lembrar-se do sofrimento do povo e lembrar-se, como ele diz, de o povo
sorrir, pelo menos no futebol. “Porque já sofre tanto por tanta coisa”
O sofrimento não fica restrito ao futebol mas é o sofrimento do futebol que
traumatiza. Os demais são tolerados, ignorados, por serem banalizados. Por isso não
damos tanta importância aos demais sofrimentos e não fazemos o dever de casa para
consertar o resto ganhar outras copas. Não estamos jogando para sermos campeões
mundiais na educação, para sermos campeões mundiais no saneamento, para sermos
campeões mundiais, por exemplo, na paz das cidades. Embora fracassada, fazemos o
dever de casa, para sermos competitivos no futebol, mas não estamos fazendo o dever
de casa para o Brasil ser melhor, mais eficiente, mais justo, e não percebemos este
fracasso. Por isso não sofremos, diante dos males banalizados. Sofremos porque o Brasil
não é campeão mundial de futebol este ano – já foi cinco vezes –, mas não sofremos
porque não estamos fazendo um Brasil melhor.
Quando vi o David Luiz pedindo desculpas, pensei: quem devia estar ali pedindo
desculpas éramos nós os Senadores, os Deputados, os Ministros, os Governadores, a
Presidente da República, porque somos nós que estamos em campo para fazer um Brasil melhor. Nós somos a seleção brasileira da política para a definição dos rumos do País. E
nem ao menos lembramos que o papel do político é eliminar os entulhos que dificultam
o caminho das pessoas à busca de sua felicidade pessoal.
Eles estavam em campo para fazer o Brasil campeão. Nós estamos em campo
para fazer um Brasil melhor e não estamos conseguindo chegar nem ao quarto, nem ao
décimo, nem ao vigésimo, nem ao quinquagésimo lugar. Estamos chegando ao
octogésimo quinto no Índice de Desenvolvimento Humano, octogésimo oitavo na
educação. Estamos perdendo de 103 a zero em Prêmio Nobel para a Alemanha.
O mais importante para o futuro do País não é o campeonato de futebol, embora
esse toque mais na alma da gente, o maior campeonato que estamos perdendo são as
condições sociais, as possibilidades de eficiência na economia, a educação, segurança, a
saúde, a corrupção. Esses são os campeonatos que devem fazer com que nós brasileiros
trabalhemos para superar.
O Davi Luís deu todo o seu esforço e nos colocou primeiro entre as seleções
selecionadas para a Copa, porque muitas ficaram de fora; depois nos fez passar para
oitava, para quarta e agora estamos nas finais, e apesar disso ele nos pede desculpas, “por
não ter feito o povo sorrir, pelo menos no futebol” – como ele disse – pelo menos no
futebol, mas não basta só o futebol. Pelo menos no futebol porque essa é a tarefa dele,
mas aqui, nesta casa no congresso não basta o futebol.
Sofri ontem como qualquer brasileiro, mas eu quero agradecer aos jogadores que
nos colocaram nessa posição.
Quero agradecer, ao David Luiz, quando ele nos deu esta lição: “Eu só queria
fazer meu povo sorrir pelo menos no futebol.” Você não conseguiu, David Luiz, fazer o
povo sorrir plenamente no futebol, mas você conseguiu nos despertar para o fato de que
nós não estamos conseguindo fazer o povo sorrir pelas outras coisas das quais eu sou
um dos responsáveis.
Por isso, desculpa, David Luiz.
Cristovam Buarque, Professor da UnB e Senador pelo PDT-DF.
Henry Kissinger disse uma vez: "Neste mundo muitas vezes é perigoso ser um inimigo dos Estados Unidos, mas para ser um amigo é fatal."
Autoridades militares brasileiras, que fizeram sacrifícios significativos para proteger o Brasil da enorme Soviética, ameaça comunista chinesa e cubana na década de 1960 e 1970, vai saber o que significava Kissinger.
De acordo com o jornal brasileiro O Globo, por uma resolução do presidente Barack Obama, o governo dos EUA criou uma força-tarefa para identificar documentos produzidos entre 1964 e 1984 sobre os "crimes" cometidos pelos militares brasileiros para reprimir o comunismo.
Essa força-tarefa vai ajudar a "Comissão da Verdade" criado por um governo brasileiro carregadas de "ex-" terroristas comunistas com a intenção de vingança contra os militares.
O jornal O Globo relatório desta semana, disse que o vice-Presidente dos EUA, Joseph Biden entregou 43 documentos dos EUA para o governo brasileiro sob marxista Dilma Rousseff, que era membro de um grupo comunista que cometeram massacres, assalto a banco e ataques terroristas nos anos 1960.
As Forças Armadas brasileiras, que durante esse tempo recebeu ajuda dos EUA contra a ameaça comunista, têm sido cada vez mais sob ataque da esquerda dominante. No entanto, ao passo que os seus homólogos de outros países latino-americanos foram condenados e presos, eles mal conseguiram sobreviver ao governo maciço ataque da mídia e da esquerda. Agora, com a ajuda oficial do governo dos EUA, eles serão condenados para salvar o Brasil da soviético, cubano ou chinês "democracia".
As Forças Armadas brasileiras não eram perfeitos, e, definitivamente, não eram representativos de uma verdadeira democracia. Mas sem eles, o Brasil seria hoje um inferno comunista, uma gigantesca Cuba. Não é assim por causa deles e de assistência norte-americana.
América não era perfeito também. John F. Kennedy, por exemplo, era mais focado em suas amantes fornecidos pela máfia do que na União Soviética e do comunismo. Mesmo assim, apoiamos ele, porque a ameaça soviética era muito mais perigoso do que o seu estilo de vida imoral.
De acordo com O Globo, a Embaixada dos EUA no Brasil está em contacto permanente com o governo socialista do Brasil para fornecer mais papéis dos EUA contra "crimes" por parte das Forças Armadas do Brasil contra militantes comunistas.
Consta que, de acordo com o esquerdista New York Times , "Um dos casos mais flagrantes de abuso militar foi a destruição de um grupo de guerrilha rural na região amazônica do Araguaia, em 1972. Um pequeno grupo de 62 combatentes anti-militar foi exterminada- não havia prisioneiros ou sobreviventes; sem qualquer tipo de informação nunca foi fornecido para as suas famílias. "
Em 2009, eu falei com um velho pastor evangélico do Araguaia. Como ele me disse, cerca de 3.000 recrutas havia sido enviado por seu comandante, que deverá enfrentar uma força militar comunista inexperiente. Eles estavam enganados. Os recrutas, principalmente 18 e crianças de 19 anos, foram dizimados. Corroborando narrativa do ministro, um luterano disse-me que um desses recrutas era de sua igreja luterana em Brasília, Brasil. O jovem foi enviado para Araguaia e nunca mais voltou.
O que o Exército Brasileiro não sabia era que os guerrilheiros do Araguaia militantes foram treinados na China e Cuba. Afinal, eles eram membros do Partido Comunista do Brasil. Após o massacre, as forças militares especiais foram enviadas ao Araguaia, e os guerrilheiros comunistas foram tratados da mesma forma brutal como trataram os jovens recrutas.
Hoje, os socialistas brasileiros - incluindo Dilma Rousseff - não apontam para a ameaça comunista para o Brasil. Eles apenas dizem que eles queriam trazer a "democracia" para o Brasil - a mesma decisão tirania ideológica em Cuba e na União Soviética.
Inegavelmente, o Brasil não tem uma democracia, e para a democracia, eu quero dizer o sistema político Fundadores Fundadores da América tinha imaginado - sem a Maçonaria e seus esquemas de Nova Ordem Mundial, é claro. Mas, pelo menos, o Brasil tinha um governo militar que protegia os direitos básicos de seu povo. Minha mãe aceitou a Cristo durante este tempo ouvindo Billy Graham e seguinte, ela foi incentivada espiritualmente pela pregação de Rex Humbard e Pat Robertson. Todos esses pregadores americanos estavam presentes na televisão brasileira, alguns diariamente, enquanto o Exército Brasileiro foi proteger o Brasil de uma ameaça ideológica que teria exterminado a liberdade dos brasileiros para ouvir o Evangelho.
Enquanto o Brasil estava resolvendo o problema guerrilha do Araguaia na década de 1970, Henry Kissinger estava preparando o seu infame NSSM 200 (National Security Study Memorandum 200). De acordo com o Dr. Brian Clowes, que escreveu um excelente ensaio, " A exposição da Agenda Global Controle da População ", o objetivo principal dos enormes esforços de controle da população financiados pelos EUA tem sido a de manter o acesso aos recursos de países menos desenvolvidos, e no Brasil foi incluído no NSSM 200 como especialmente dirigidos.
Dr. Clowes disse: "NSSM 200 é criticamente importante para os trabalhadores pró-vida em todo o mundo, porque ele expõe as motivações completamente desagradáveis e antiéticas e métodos do movimento de controle populacional."
De acordo com Clowes, NSSM 200, também conhecido como o "Relatório Kissinger", foi o resultado da colaboração entre a Agência Central de Inteligência (CIA), a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), e os Departamentos de Estado, em um esforço para reduzir a população mundial, através das Nações Unidas e outras agências internacionais, para atender os interesses estratégicos do governo dos EUA.
Duvido muito que os Fundadores Fundadores tinha imaginado uma nação explorar os outros. Eu duvido que o teria chamado uma democracia.
Kissinger tinha razão: É fatal ser um amigo dos Estados Unidos - isso é, o governo dos EUA. Agora, o governo dos EUA está ajudando o Brasil Comissão da Verdade para condenar os militares brasileiros que, apesar de suas imperfeições, mantiveram a ameaça comunista fora e Billy Graham, Rex Humbard e Pat Robertson no Brasil.
Eu poderia acrescentar que é igualmente fatal para ser um amigo do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), que trabalhou por muitos anos para defender comunistas brasileiros e está ajudando a Comissão da Verdade também. O comportamento do CMI, em suas paixões socialistas, é uma traição contra irmãos cristãos e contra o Evangelho.
No entanto, ele nunca foi fatal para ser um amigo de Billy Graham, Rex Humbard, Pat Robertson e outros seguidores americanos de Jesus Cristo. No meu caso, eu tenho sido muito abençoado por minha amizade com os seguidores americanos de Cristo, e eu posso dizer que durante o regime militar, a maior bênção Brasil já experimentou foi a pregação pública e livre de Billy Graham, Rex Humbard, Pat Robertson e muitos outros.
A Comissão Brasil Verdade, agora ajudado pelo governo dos EUA, irá perpetuar a mentira de que os comunistas queriam apenas para trazer a "democracia" - o que significa que agora, para a corrente socialista da Casa Branca, a impor a agenda gay em todo o mundo, e que significa, para o governo socialista em vigor no Brasil, a imitá-los.
Se a Comissão da Verdade foi realmente sobre a verdade, ele iria confirmar que havia uma ameaça comunista. Seria também confirmam que, durante o regime militar no Brasil, diferente de tiranias comunistas, houve total liberdade para o maior Verdade: o Evangelho de Jesus Cristo.
A maior ameaça socialista, hoje, é a imposição do aborto e da agenda gay. Como sempre, a pregação do verdadeiro Evangelho é o maior obstáculo a essa ameaça.
Os seres humanos, até mesmo nações, trair covarde - como demonstrado por Kissinger. Mas Cristo nunca trai.
A traição contra o Brasil não começou com Obama. Na década de 1970, Jimmy Carter estava apoiando CMI, em seus esforços para ajudar os comunistas no Brasil. Alguns deles, inclusive ministros presbiterianos socialistas, foram exilados para Genebra, sede do CMI, outros para os EUA, então foram produzidos por ambos contra as Forças Armadas do Brasil. Agora, a administração Obama está entregando estes e outros materiais como um golpe final.
E, claro, NSSM 200 é a maior traição dos EUA contra o Brasil e outras nações.
Espero que os militares brasileiros que estão sendo tratados como criminosos por parte dos governos socialistas brasileiros e norte-americanos aceitaram a Cristo depois de ouvir Billy Graham, Rex Humbard e Pat Robertson, pois só Cristo pode ajudá-los agora.
Read more at http://barbwire.com/2014/07/24/u-s-betrays-military-men-protected-brazil-communist-threat/#F9wifeM82zrXGoHc.99 COMENTARIO: Editor de RESERVATIVA
Os EEUA podem as vezes esquecer suas vítimas,
mundo á fora, pois não são poucas, podem até por conveniência política, cooperar com os assassinos dessas vitimas, mas... a esposa e filho de CHANDLER jamais o esquecerão.
As Organizações
criminosas de cunho ideológico voltadas para a implantação do comunismo
Internacional no Brasil, com apoio da Rússia, China, Índia, África do sul,
coincidentemente BRICS, que agora recebem o apoio de Dilma (nós) de alguns bilhões
de dólares, para se contrapor aos EEUA, como o fizeram durante a luta armada,
matando indiscriminadamente cidadão Americanos sem nenhum vínculo ou ligação
com a repressão efetuada pelas FFAA Brasileiras.
Vejamos o
que consta do Livro “Tentativas de Tomada do Poder” mais conhecido como ORVILCapitulo 22,
Pag. 308 “O ASSASSINATO DO CAPITÃO CHANDLER”Em 1968, ás
ações de guerrilha urbana perdiam-se no anonimato de seus autores. Muitas vezes,
eram até mesmo confundidas com atividades de simples marginais. De acordo com
os dirigentes de algumas organizações militaristas já chegara o momento do
público tomar conhecimento da luta armada revolucionária em curso, o que
poderia ser feito através de uma ação que repercutisse no Brasil e no exterior. MARCO ANTONIO BRAZ DE CARVALHO, o “Marquito”
era homem de confiança de Marighella, que dirigia o Agrupamento Comunista de
São Paulo e que fazia ligação com a VPR. Em setembro levou para Onofre Pinto,
então coordenador-geral da VPR, a possibilidade de se realizar uma ação,no “justiçamento” do Capitão do Exército
dos Estados Unidos da América, CHARLES RODNEY CHANDLER, aluno bolsista da
Escola de Sociologia e Política da Fundação Álvaro Penteado, e que morava em
São Paulo com a esposa e dois filhos pequenos.
Entretanto, segundo os “guerrilheiros “Chandler era “agente da CIA” e “encontrava-se
no Brasil com a missão de assessorar a ditadura militar na repressão”. No inicio de outubro, um “tribunal
revolucionário”, integrado por três dirigentes
da VPR, ou seja, Onofre Pinto, como
presidente, João Carlos Kfouri Quartim de Moraes e Ladislas Dowbor, como membros, condenou o
Capitão Chandler à morte, Graças a
levantamentos realizados por Dulce de Souza
Maia, sobre a vítima apurou-se os horários habituais de entrada e saída de casa, costumes, roupas
que costumava usar, aspectos da personalidade, dados sobre os familiares e
sobre o local que residia, na casa da Rua Petrópolis nº 375, no tranquilo
bairro do Sumaré, em São Paulo.Escolhido o “grupo de
execução” integrado por Pedro Lobo de Oliveira, Diógenes José Carvalho de
Oliveira e Marco Antônio Braz de Carvalho, nada é mais convincente, para demostrar a frieza do assassinato do que
transcrever trechos do depoimento de Pedro Lobo de Oliveira, um dos criminosos,
publicado no livro “A ESUQERDA ARMADA NO BRASIL”: “Como já relatei,
o grupo executor ficou integrado por três companheiros, um deles levaria uma
pistola-metralhadora INA, com três carregadores de 30 balas cada um, o outro,
um revolver, e eu, que seria o motorista, uma granada e outro revolver. Além disso no carro estaria também uma carabina
M-2, a ser utilizada se fossemos perseguidos pela força repressiva do
regime. Consideramos desnecessária cobertura
armada para aquela ação.Tratava-se de uma
ação simples. Três combatentes revolucionários decididos são suficientes para realizar
uma ação de “justiçamento” nessas condições.
Considerando o nível em que se encontrava a repressão, naquela altura,
entendemos que não era necessária a cobertura armada”A data escolhida foi
o dia 8 de outubro, que assinalava o primeiro aniversário da morte de
Guevara. Entretanto nesse dia Chandler
não saiu de casa, e os três terroristas decidiram suspender a ação.Quatro dias depois,
em 12 de outubro de 1968, chegaram ao local às 7.00 horas. Àa 8horas e quinze minutos,
CHANDLER dirigiu-se para a garagem e retirou seu carro, em marcha a ré . Enquanto seu filho, de 9 anos,
abria o portão, sua esposa aguardava na porta da casa, para lhe dar-lhe adeus.
Não sabia que era o último.Os terroristas
avançaram com o Volkswagen, roubado antes, e bloquearam o caminho do carro de CHANDLER. No relato de PEDRO LOBO, “nesse instante, um
de meus companheiros saltou do Volks, revolver na mão, e disparou contra
CHANDLER “ Era Diógenes José Carvalho de
Oliveira (1) que descarregava , à queima
roupa, os seis tiros de seu Taurus de calibre 38. E prossegue Pedro
Lobo, que dirigia o carro: “Quando o primeiro
companheiro deixou de disparar. O outro aproximou-se com a metralhadora INA e
desferiu uma rajada. A décima quinta não deflagrou, e o mecanismo automático da
metralhadora deixou de funciona.Não havia necessidade
de continuar disparando. CHANDLER já estava morto.Quando recebeu a
rajada de metralhadora, emitiu uma espécie de ronco, um estertor, e então demos
conta de que estava morto” Quem portava a metralhadora era
MARCO ANTONIO BRAZ CARVALHO.A esposa e o filho de
CHANDLER gritaram.
Diógenes apontou o revolver para o menino que apavorado, fugiu correndo para a casa da vizinha.
Após Pedro Lobo ter lançado os panfletos, nos quais era dito que o
assassinato fora cometido em nome da revolução brasileira, os três terroristas
fugiram no volks em desabalada carreira. O destino desses terroristas, alguns
ainda vivos e no Brasil, podem se encontrado no livro TENTATIVA DE TOMADA DO
PODER. PAG. 310 e 311