O Ministério Público Federal vai entrar na Justiça contra convênio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) com a faculdade de medicina veterinária da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). O convênio prevê vagas para assentados ou filhos de assentados do programa nacional de reforma agrária, indicados pelo próprio instituto. Segundo o Ministério Público, a medida fere o princípio da igualdade previsto na Constituição Federal, uma vez que prevê um processo seletivo exclusivo para esta categoria de trabalhadores rurais. Essa medida é uma demência e um grande escândalo. Os filhos dos acampados e assentados são rigorosamente analfabetos. Quem tiver dúvida sobre isso é só perguntar aos dirigentes da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), criada pelo governo petista de Olívio Dutra, e que assegurou vagas a alunos indicados pelo MST, o que ocorreu com essa gente. No governo Germano Rigotto (PMDB), o reitor precisou conseguir professores para ensinar a ler e escrever para os alunos indicados pelo PT e MST, antes dele prosseguirem o curso.
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http://www.videversus.com.br/default.asp?idcoluna=764#NOT17091
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quarta-feira, 1 de agosto de 2007
terça-feira, 31 de julho de 2007
"QUALQUER COISA QUE VENHA DEPOIS DA DEMOCRÁCIA, É MUITO PIOR"
Horas antes, e no mesmo dia em que se dirigiu ao Povo Brasileiros, via Globo gov., onde entre outras baboseiras de praxe, o exterminador do passado,presente e futuro disse alertando aos brasileiros, "QUALQUER COISA QUE VENHA DEPOIS DA DEMOCRÁCIA, É MUITO PIOR", havia reservado em sua agenda um encontro fraternal com integrantes do famigerado e MR-8 responsavel pelo sequestro do Embaixador Charles Burke Elbrick e outros crimes hediondos, cujo Jornal Hora do Povo, de apoio inconteste ao PT, con sidera todo resto da imprensa como "midia burguesa"
Cabore
VIDEVERSUS assim comentou o evento-----------------------------------------------------------.
LULA RECEBE A LIDERANÇA DO MR-8
Em meio à crise nos aeroportos, o presidente Lula reservou parte da agenda desta segunda-feira para as lideranças do MR-8, um grupo fisiológico e ultra-mamute ideológico, que cultua personalidades bem distintas, do filósofo alemão Karl Marx aos ex-governadores Antony Garotinho e Orestes Quércia. Assessores do Palácio do Planalto disseram que a audiência estava prevista desde o início do governo, em 2003. O MR-8 é um brontossauro ideológico, apoiado por caciques peemedebistas. O Movimento 8 de Outubro, data alusiva à morte de Ernesto Che Guevara, executado na Bolívia, em 1967, edita atualmente o jornal Hora do Povo, de pequena tiragem, que não economiza frases de efeito e elogios para o governo petista, assim como também defende o “humanitarismo” do fundamentalismo islâmico. É claro, o MR-8 já ganhou cotas de petróleo do Iraque, presenteados por Saddam Hussein, que já foi devidamente enforcado por seu povo. A última manchete da delirante Hora do Povo diz: "Lula tenta apaziguar golpistas nomeando Jobim para a Defesa". Os artigos do jornal ressaltam que a "mídia burguesa" quer incriminar o governo no episódio do acidente com o avião da TAM, em Congonhas, no último dia 17. Atualmente com cargos nos gabinetes de prefeituras e Estados administrados pelo PMDB em São Paulo e no Paraná, e PPS (em Porto Alegre), o MR-8 marcou a história da luta armada no País. Em 1969, integrantes do grupo seqüestraram o embaixador Charles Burke Elbrick, forçando a ditadura a tirar presos políticos das cadeias e mandá-los para o Exterior em troca da libertação do diplomata. Um dos líderes do antigo MR-8 foi o hoje ministro da Comunicação Social, Franklin Martins. Também tiveram participação destacada no grupo Stuart Angel, filho da estilista Zuzu Angel, assassinado pelos militares sob tortura na Base Aérea do Galeão (foi amarrado e arrastado por um jipe, com a cabeça próxima do cano de escapamento), e o atual deputado federal Fernando Gabeira, do PV do Rio de Janeiro.Franklin Martins e Fernando Gabeira estiveram envolvidos diretamente na operação de seqüestro do embaixador Charles Burke Elbrick. Por conta disso, até hoje Gabeira é proibido de entrar nos Estados Unidos. Vai ser curioso verificar o que acontecerá na hora em que o ministro Franklin Martins quiser ir aos Estados Unidos. Em Porto Alegre o MR-8 se abriga no gabinete de César Busatto, secretário muncipal da prefeitura da capital gaúcha. Sua chefe de gabinete, Mari Perusso, é a chefe tradicional do MR-8 gaúcho. O partido domina a Fundação Dante Pelacani (um sindicalista que foi grande pelego da época janguista) e por meio dela obtém generosas quantias para realização de cursos profissionalizantes que dão uma excelente renda para o grupelho marxista-capitalista.
Fonte:
http://www.videversus.com.br/default.asp?idcoluna=764#NOT17091
Cabore
VIDEVERSUS assim comentou o evento-----------------------------------------------------------.
LULA RECEBE A LIDERANÇA DO MR-8
Em meio à crise nos aeroportos, o presidente Lula reservou parte da agenda desta segunda-feira para as lideranças do MR-8, um grupo fisiológico e ultra-mamute ideológico, que cultua personalidades bem distintas, do filósofo alemão Karl Marx aos ex-governadores Antony Garotinho e Orestes Quércia. Assessores do Palácio do Planalto disseram que a audiência estava prevista desde o início do governo, em 2003. O MR-8 é um brontossauro ideológico, apoiado por caciques peemedebistas. O Movimento 8 de Outubro, data alusiva à morte de Ernesto Che Guevara, executado na Bolívia, em 1967, edita atualmente o jornal Hora do Povo, de pequena tiragem, que não economiza frases de efeito e elogios para o governo petista, assim como também defende o “humanitarismo” do fundamentalismo islâmico. É claro, o MR-8 já ganhou cotas de petróleo do Iraque, presenteados por Saddam Hussein, que já foi devidamente enforcado por seu povo. A última manchete da delirante Hora do Povo diz: "Lula tenta apaziguar golpistas nomeando Jobim para a Defesa". Os artigos do jornal ressaltam que a "mídia burguesa" quer incriminar o governo no episódio do acidente com o avião da TAM, em Congonhas, no último dia 17. Atualmente com cargos nos gabinetes de prefeituras e Estados administrados pelo PMDB em São Paulo e no Paraná, e PPS (em Porto Alegre), o MR-8 marcou a história da luta armada no País. Em 1969, integrantes do grupo seqüestraram o embaixador Charles Burke Elbrick, forçando a ditadura a tirar presos políticos das cadeias e mandá-los para o Exterior em troca da libertação do diplomata. Um dos líderes do antigo MR-8 foi o hoje ministro da Comunicação Social, Franklin Martins. Também tiveram participação destacada no grupo Stuart Angel, filho da estilista Zuzu Angel, assassinado pelos militares sob tortura na Base Aérea do Galeão (foi amarrado e arrastado por um jipe, com a cabeça próxima do cano de escapamento), e o atual deputado federal Fernando Gabeira, do PV do Rio de Janeiro.Franklin Martins e Fernando Gabeira estiveram envolvidos diretamente na operação de seqüestro do embaixador Charles Burke Elbrick. Por conta disso, até hoje Gabeira é proibido de entrar nos Estados Unidos. Vai ser curioso verificar o que acontecerá na hora em que o ministro Franklin Martins quiser ir aos Estados Unidos. Em Porto Alegre o MR-8 se abriga no gabinete de César Busatto, secretário muncipal da prefeitura da capital gaúcha. Sua chefe de gabinete, Mari Perusso, é a chefe tradicional do MR-8 gaúcho. O partido domina a Fundação Dante Pelacani (um sindicalista que foi grande pelego da época janguista) e por meio dela obtém generosas quantias para realização de cursos profissionalizantes que dão uma excelente renda para o grupelho marxista-capitalista.
Fonte:
http://www.videversus.com.br/default.asp?idcoluna=764#NOT17091
Lungarettti, a "estrela guia" da repressão esta de volta.
"CELSO LUNGARETTI E A ORGANIZAÇÃO DE LAMARCA"
Os administradores do site http://www.averdadesufocada.com/-------------------------------
Em junho, com a indenização da família de Lamarca, e a concessão da pensão de general de brigada à viúva de Carlos Lamarca, Celso Lungaretti escreveu um artigo – “Rescaldo do “caso Lamarca” , onde diz que a sociedade está perdida em meio a “argumentos jurídicos, políticos e éticos, além de muita propaganda enganosa” e que isso “ confunde os cidadãos que querem formar uma opinião com imparcialidade”.
Realmente, está difícil para o povo diferenciar as mentiras da realidade nos chamados “anos de chumbo”. Setores da mídia, comprometidos ideologicamente ou por troca de favores políticos, bombardeiam a opinião dos mais jovens com versões distorcidas.
Texto completo
Em trechos de seu artigo, Celso Lungaretti critica a Lei da Anistia de 1979. Diz “que iguala vítimas e carrascos”. Continua a reforçar a mentira de que a luta armada foi iniciada para resistir à ditadura militar. Sugere que "os agentes de segurança atingidos pelos resistentes” "façam jus à reparações do Estado".
Pede punição para:
- os generais–presidentes,
- os signatários do AI 5, citando nominalmente o Coronel Jarbas Passarinho ,
- os comandantes das Forças Armadas,
- os agentes que atuaram nos Órgãos de Segurança, citando,também nominalmente, o cel Carlos Alberto Brilhante Ustra.
Compara a comissão de Anistia ao Tribunal de Nuremberg. Compara as vítimas do nazismo com os subversivos e terroristas brasileiros.
Considera que "independentemente da reparação a que fazem jus os resistentes (ou seus herdeiros) por terem sido vítimas do arbítrio, aqueles que praticaram violência excessiva ou inútil deveriam ser processados criminalmente". ( Iam sobrar poucos! Só “justiçamentos” foram mais de trinta...)
E, continuando a sua análise da situação, considera lícito assaltar bancos, para sustentar militantes, e, seqüestrar diplomatas, para trocá-los por subversivos e terroristas presos.
Quer parecer imparcial!.... Critica determinadas condutas dos militantes da luta armada, como “ jogar um carro com explosivos ladeira abaixo na direção de um quartel cujo comandante lançara um desafio público aos guerrilheiros. Isso foi responder a uma bravata com outra, ou seja, uma puerilidade inaceitável em combatentes da causa do povo.” Segundo ele, esse tipo de atitude não merecia indenização e sim punição.
Celso Lungareti é incoerente. Se não concorda com atos praticados pela organização, como se filiou a ela? Pois ele era militante de uma das mais violentas organizações terroristas, a Vanguarda Popular Revolucionária – VPR, organização de Carlos Lamarca.
Foi a VPR que planejou e organizou o atentado ao Quartel do II Exército, onde morreu o soldado Kosel e outros ficaram feridos.Não foi pior porque a Kombi, carregada de explosivos, se chocou com um poste e não conseguiu ir adiante. Ele sabia desse atentado bárbaro e, mesmo assim, continuou militando na mesma.
Foi Celso Lungaretti , usando o nome falso de Lauro Pessoa, que ficou encarregado de comprar os dois sítios na região de Registro/SP, no Vale da Ribeira, para Lamarca instalar uma área de treinamento de guerrilha. Posteriormente, ao ser preso, em 16/04/70, nesse mesmo dia, indicou aos Órgãos de Segurança a exata localização desses sítios. Foi nesse episódio que o Tenente Alberto Mendes Júnior, da Polícia Militar do Estado São Paulo, foi assassinado, a coronhadas, depois de se entregar como refém para salvar seus soldados feridos em uma emboscada.
Eis a incoerência! Mesmo achando que determinados criminosos não deveriam ser indenizados, e citando o caso específico de um atentado terrorista praticado pela organização de Lamarca, a qual se filiou, ele vinha pleiteando sua indenização.
Celso Lungaretti , levou anos para conseguir o seu quinhão na Comissão de Anistia. Sua indenização demorou porque, sempre foi considerado um traidor. Custou para se redimir perante seus companheiros de subversão e perante à Comissão, porque, depois de ser preso, foi à televisão para alertar os jovens do perigo que representava aderir à luta armada. Na época, ele e outro preso fizeram um pronunciamento, exortando os jovens a abandonar a luta armada, pois estavam sendo usados e ,segundo declarações suas, não queriam que outros jovens fossem iludidos.
Não sabemos quando disse a verdade. Se na década de 70, quando falou na TV; se durante o período em que reclamava, na internet, da perseguição que a esquerda lhe fazia; se perante a Comissão de Anistia, para receber indenização; ou, se no artigo que escreveu recentemente "Rescaldo do Caso Lamarca".
( vejam abaixo um resumo do histórico da VPR e algumas de suas ações praticadas no ano 1968, em São Paulo - todas antes da promulgação do AI -5, em 13/12 de 1968)
A Organização de Carlos Lamarca
Vanguarda Popular Revolucionária – VPR
No final de 1967, uma dissidência da Política Operária - POLOP - articulou-se para a formação de uma nova organização subversivo-terrorista, de cunho militarista.
Paralelamente, um grupo de sargentos, do Movimento Nacionalista Revolucionário de Brizola, procurava se reorganizar, seguindo a linha cubana.
Ansiosos para colocar em prática os ensinamentos aprendidos em Cuba, onde muitos haviam feito curso de guerrilha, e para conseguir matéria prima para as ações, um grupo composto por Onofre Pinto, Pedro Lobo de Oliveira, Antônio Raimundo Lucena, José Araújo Nóbrega, José Ronaldo Tavares Lira e Silva e Otacílio Pereira da Silva, assaltou no dia 30/12/1967, o depósito Gato Preto, da Companhia Perus, em Cajamar, São Paulo, roubando 10 caixas de dinamite e 200 detonadores.
Os encontros iniciais entre esses dois grupos começaram em janeiro de 1968, quando passaram a agir em conjunto e planejar a fusão. Em março, foi realizado o 1º Congresso , nascendo a VPR.
Faziam parte da primeira direção da nova organização subversivo-terrorista:
Wilson Egídio Fava, Waldir Carlos Sarapu e João Carlos Kfouri Quartin de Morais (dissidentes da POLOP) e Onofre Pinto, Pedro Lobo de Oliveira e Diógenes José de Carvalho ( remanescentes do grupo de Brizola).
A nova organização ficou estruturada da seguinte maneira:
Comando Nacional, Comandos Regionais e estes divididos em : Setores Logísticos, Urbano e Rural. Ao setor logístico cabia conseguir, com ações armadas meios para a organização.. O setor urbano era encarregado do trabalho de massa e era dividido em setor operário, estudantil e de imprensa. Ao setor rural cabia fazer levantamentos de áreas para instalação de futuros focos de guerrilha no campo.
Em São Paulo a VPR participou das agitações do movimento estudantil, onde recrutou vários jovens para a luta armada e na greve dos metalúrgicos de Osasco com seus militantes José Ibrahim e José Campos Barreto. Mas foi na área militar que a VPR mas se destacou. Mantinha uma célula no 4º Regimento de Infantaria em Quitaúna, liderada pelo então capitão Carlos Lamarca e o sargento Darcy Rodrigues . Essa célula já estava infiltrada na Companhia de Polícia do Exército, em São Paulo.
As atividades da VPR no ano de 1968, em São Paulo, demonstram o grau de violência da organização terrorista. Foram roubos de carros e assaltos a bancos, armas e explosivos, atos terroristas a bomba, assassinatos e “justiçamentos”.
A seguir, algumas das ações realizadas pela VPR, em São Paulo, durante o ano de 1968:
07/03 - assalto ao banco Comércio e Indústria, na Lapa;
19/03 – atentado a bomba contra biblioteca do Consulado norte-americano, onde um estudante perdeu a perna e dois outros ficaram feridos;
05/04 - atentado a bomba na sede do Departamento de Polícia Federal
20/04 - atentadoabombano jornal” O estado de São Paulo, com 3 feridos;
31/05 – assalto ao Banco Bradesco, em Rudge Ramos;
22/06 – assalto ao Hospital Geral de São Paulo, no Cambuci
26/06 - atentado a bomba contra o Quartel General do II Exército, que além dos danos materiais, matou o soldado Mario Kosel Filho e feri diversas pessoas;
28/06 – Roubo, na pedreira Fortaleza, de 19 caixas de dinamite e vários detonadores:
01/08 – assalto ao Banco Mercantil de São Paulo, no Itaim;
20/09 - assalto ao Quartel da Força Pública do Estado de São Paulo, no Barro Branco, quando foi morto o soldado Antonio Carlos Jeferry. Participantes da ação: Pedro Lobo de Oliveira, Onofre Pinto e Diógenes José Carvalho de Oliveira;
12/10 – assassinato do capitão Charles Chandler, na frente de sua esposa e filhos, o mais velho com nove anos. Participantes da ação: Marco Antônio Brás de Carvalho, Pedro Lobo de oliveira e Diógenes José Carvalho de Oliveira;
15/10 – primeiro assalto ao banco do Estado de São Paulo, no bairro de Iguatemi;
27/10 – atentado a bomba contra a loja Sears, da Água Branca;
07/11 – roubo de um carro e assassinato de seu motorista, senhor Estanislau Ignácio Correa. Participantes da Ação: Yoshitame Fujimore, Osvaldo Antonio Santos e Pedro Lobo de Oliveira;
06/12 – segundo assalto ao Banco do Estado de são Paulo, no bairro de Iguatemi;
11/12 – assalto à Casa de Armas Diana, na Rua do Seminário, deixando ferido o senhor Bonifácio Ignori , disparado por José Raimundo da Costa;
Fonte: Projeto Orvil
A Globo cumprimenta com o chapéu alheio
Circula na Internet um e-mail cuja mensagem vem causando arrepios à Rede Globo: Criança Esperança: Você está pagando imposto da Rede Globo! Quando a Rede Globo diz que a campanha Criança Esperança não gera lucro é mentira. Porque no mês de Abril do ano seguinte, ela (TV Globo) entrega o seu imposto de renda com o seguinte desconto: doação feita à (alguma ONG) no valor de... aqui vem o valor arrecadado no Criança Esperança). Ou seja, a Rede Globo já desconta pelo menos 20 e tantos milhões do imposto de renda graças à ingenuidade dos doadores! Agora se você vai colocar no seu imposto de renda que doou 7, 15, 30 ou mais pro Criança Esperança, não pode, sabe por quê? Porque Criança Esperança é uma marca somente e não uma entidade beneficente. Já a doação feita com o seu dinheiro para o Unicef é aceito. E não há crime nenhum. Aí, você doou à Rede Globo um dinheiro que realmente foi entregue à Unicef, porém, por que descontar na Receita Federal como doação da Rede Globo e não na sua? Do jeito que somos tungados pelos impostos, bem que tal prática contábil tributária poderia se chamar de agora em diante de Leão Esperança.
Lição: Se a Rede Globo tem o poder de fazer chegar a mensagem dela a tantos milhões de televisores, também nós temos o poder de fazer chegar a nossa mensagem a milhões de computadores! EXERÇAMOS ESTE PODER-DEVER, ENVIANDO ESTE TEXTO À LISTA DE AMIGOS E CONTATOS.
A RECEITA FEDERAL , CUJO CHEFE SUPREMO É O APDEUTA, CALA-SE, POIS É APÉNAS MAIS UMA FORMA DE DESVIO DO ERÁRIO PARA PREMIAR A REDE GLOBO . E como sempre o BC nada vê de atípico. Os coruptos se entendem.
Cabore
=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=
Em tempo: Lula acaba de declarar em entrevista a sua Rede Globo, que " O que vem depois da Democrácia é sempre pior" É de se perguntar, porque fundou então o FORO DE SÃO PAULO, entidade de cunho marxista e trotkista, com finalidade de reunir na américa do Sul, toda corja vermelha que sobrou no mundo, "coincidentemente", tendo como fundadores: Fidel Castro, Lula Inácio da Silva, Marco Aurélio Garcia, Hugo Chaves, FARC e ligações com o PCC, através de seu represente Deputado Boliviano irmão de Marcola.
Será que só agora Lula descobriu isso. O será por causa de Vira Copos.
Lição: Se a Rede Globo tem o poder de fazer chegar a mensagem dela a tantos milhões de televisores, também nós temos o poder de fazer chegar a nossa mensagem a milhões de computadores! EXERÇAMOS ESTE PODER-DEVER, ENVIANDO ESTE TEXTO À LISTA DE AMIGOS E CONTATOS.
A RECEITA FEDERAL , CUJO CHEFE SUPREMO É O APDEUTA, CALA-SE, POIS É APÉNAS MAIS UMA FORMA DE DESVIO DO ERÁRIO PARA PREMIAR A REDE GLOBO . E como sempre o BC nada vê de atípico. Os coruptos se entendem.
Cabore
=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=
Em tempo: Lula acaba de declarar em entrevista a sua Rede Globo, que " O que vem depois da Democrácia é sempre pior" É de se perguntar, porque fundou então o FORO DE SÃO PAULO, entidade de cunho marxista e trotkista, com finalidade de reunir na américa do Sul, toda corja vermelha que sobrou no mundo, "coincidentemente", tendo como fundadores: Fidel Castro, Lula Inácio da Silva, Marco Aurélio Garcia, Hugo Chaves, FARC e ligações com o PCC, através de seu represente Deputado Boliviano irmão de Marcola.
Será que só agora Lula descobriu isso. O será por causa de Vira Copos.
domingo, 29 de julho de 2007
No embalo do PAM
Palavras que valem Medalha de Ouro
"Não quero ser inconveniente, mas é que contra fatos não há argumentos. Sendo assim, é inevitável a comparação entre a performance do presidente Lula no Maracanã lotado e a do Presidente Médici, há mais de 30 anos, no mesmo local, onde esteve não uma nem duas, mas várias vezes - sempre aplaudido. Muito popular, dizem alguns que, ir ao Maracanã, fazia parte de seu “marketing”. Numa das vezes em que lá esteve, “às vésperas do embarque da seleção brasileira de futebol para a Copa do Mundo de 1970, Médici chegou ao estádio muito discretamente, sem grandes comitivas, e com seu radinho de pilha ao pé do ouvido. Sem que fosse anunciado, na ocasião, por nenhum alto-falante (telão não existia) foi notado pelo povo presente que lotava o estádio e começaram os aplausos, que foram engrossando, até que todo o Maracanã estivesse aplaudindo o presidente” (*). Até hoje ninguém disse que os aplausos pudessem ter sido orquestrados"
Cristina Fontelles
"Não quero ser inconveniente, mas é que contra fatos não há argumentos. Sendo assim, é inevitável a comparação entre a performance do presidente Lula no Maracanã lotado e a do Presidente Médici, há mais de 30 anos, no mesmo local, onde esteve não uma nem duas, mas várias vezes - sempre aplaudido. Muito popular, dizem alguns que, ir ao Maracanã, fazia parte de seu “marketing”. Numa das vezes em que lá esteve, “às vésperas do embarque da seleção brasileira de futebol para a Copa do Mundo de 1970, Médici chegou ao estádio muito discretamente, sem grandes comitivas, e com seu radinho de pilha ao pé do ouvido. Sem que fosse anunciado, na ocasião, por nenhum alto-falante (telão não existia) foi notado pelo povo presente que lotava o estádio e começaram os aplausos, que foram engrossando, até que todo o Maracanã estivesse aplaudindo o presidente” (*). Até hoje ninguém disse que os aplausos pudessem ter sido orquestrados"
Cristina Fontelles
HAVERÁ CHORO E RANGER DE DENTES
Ternuma Regional Brasília_____
Pelo Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira------------------------------------------------
Diante de meio copo de água, sou daqueles que juram que a água está acabando (bando dos desanimados e reduzidos EPÂS). Ao contrário da imensa confraria, que satisfeitos (bando dos festivos e eufóricos OBÂS) consideram que ainda temos um bocado de água para consumir.
Estamos diante de um novo Ministro da Defesa. Para os OBÂS, agora vai. Para mim, lastimo e profetizo – “Ai dos Vencidos”.
Somente um punhado de renitentes otimistas, que desconhecem a triste figura que irá mandar (é isto mesmo, mandar - em sua essência, bem diferente do comandar, ou mandar com, preconizado nas Instituições Militares), e seu conhecido passado de arbitrariedades, pode julgar que ventos benfazejos, irão soprar doravante.
Ledo e tenebroso engano.
A esquerda nacional tem como objetivo a desconstrução das Forças Armadas. E eles são mestres no assunto. Após seu périplo (próximos vinte ou trinta anos), não sobrará pedra sobre pedra das Instituições Militares.
Várias figuras de triste lembrança foram ungidas ao Ministério da Defesa. Não necessariamente nesta ordem, tivemos o fraco, o confuso, o pusilânime, o beócio, e, agora, um imponente, pedante e espaçoso bobalhão.
Num processo bem planejado de desconstrução, creio que adentramos à 3ª e última fase do Projeto.
Na primeira, o objetivo era o enfraquecimento. Etapa de maior duração e coroada com exemplar êxito pelos magníficos “estrumes” e figuras sem a mínima qualificação para o exercício do honroso cargo que, aleatoriamente, ocuparam.
Na segunda, a de desmoralização, foi o estabelecimento de entidades e organizações paralelas para que ocorressem, como tem ocorrido no setor aéreo, a duplicidade de responsabilidades e a criação de áreas de indefinição, que geraram o caos e a confusão. Algo semelhante deverá ocorrer, oportunamente, em se tratando do Exército e da Força Nacional de Segurança.
Esta fase vai de vento em popa, pois, de repente, o apagão aéreo passou a ser um problema militar ou da Força Aérea e, como ficamos sabendo, somente a mão forte do governo poderá colocar as coisas nos seus devidos trilhos (é ai que entra o novo Ministro, com carta branca para pôr e dispor, ou seja, acabar com a “esculhambação”).
Eis que chegamos à terceira etapa, a da submissão ou do enquadramento. Basta recordar as palavras ou ameaças do novo Ministro, “ ... é assim que vai ser , ... quem quer fica, quem não concordar vai embora ...”. Na verdade, um recado direto de quem vai mandar. Em síntese, um alerta, não dirigido a uma platéia de relapsos e incompetentes, mas pasmem, para as mais altas autoridades militares.
Por isso, “Vai Victis”- “Ai dos Vencidos”.
Brasília/DF, 27 de julho de 2007
Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Pelo Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira------------------------------------------------
Diante de meio copo de água, sou daqueles que juram que a água está acabando (bando dos desanimados e reduzidos EPÂS). Ao contrário da imensa confraria, que satisfeitos (bando dos festivos e eufóricos OBÂS) consideram que ainda temos um bocado de água para consumir.
Estamos diante de um novo Ministro da Defesa. Para os OBÂS, agora vai. Para mim, lastimo e profetizo – “Ai dos Vencidos”.
Somente um punhado de renitentes otimistas, que desconhecem a triste figura que irá mandar (é isto mesmo, mandar - em sua essência, bem diferente do comandar, ou mandar com, preconizado nas Instituições Militares), e seu conhecido passado de arbitrariedades, pode julgar que ventos benfazejos, irão soprar doravante.
Ledo e tenebroso engano.
A esquerda nacional tem como objetivo a desconstrução das Forças Armadas. E eles são mestres no assunto. Após seu périplo (próximos vinte ou trinta anos), não sobrará pedra sobre pedra das Instituições Militares.
Várias figuras de triste lembrança foram ungidas ao Ministério da Defesa. Não necessariamente nesta ordem, tivemos o fraco, o confuso, o pusilânime, o beócio, e, agora, um imponente, pedante e espaçoso bobalhão.
Num processo bem planejado de desconstrução, creio que adentramos à 3ª e última fase do Projeto.
Na primeira, o objetivo era o enfraquecimento. Etapa de maior duração e coroada com exemplar êxito pelos magníficos “estrumes” e figuras sem a mínima qualificação para o exercício do honroso cargo que, aleatoriamente, ocuparam.
Na segunda, a de desmoralização, foi o estabelecimento de entidades e organizações paralelas para que ocorressem, como tem ocorrido no setor aéreo, a duplicidade de responsabilidades e a criação de áreas de indefinição, que geraram o caos e a confusão. Algo semelhante deverá ocorrer, oportunamente, em se tratando do Exército e da Força Nacional de Segurança.
Esta fase vai de vento em popa, pois, de repente, o apagão aéreo passou a ser um problema militar ou da Força Aérea e, como ficamos sabendo, somente a mão forte do governo poderá colocar as coisas nos seus devidos trilhos (é ai que entra o novo Ministro, com carta branca para pôr e dispor, ou seja, acabar com a “esculhambação”).
Eis que chegamos à terceira etapa, a da submissão ou do enquadramento. Basta recordar as palavras ou ameaças do novo Ministro, “ ... é assim que vai ser , ... quem quer fica, quem não concordar vai embora ...”. Na verdade, um recado direto de quem vai mandar. Em síntese, um alerta, não dirigido a uma platéia de relapsos e incompetentes, mas pasmem, para as mais altas autoridades militares.
Por isso, “Vai Victis”- “Ai dos Vencidos”.
Brasília/DF, 27 de julho de 2007
Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Quatro anos para ver o óbvio
FOLHA DE SÃO PAULO . . . . . . . . . . . . . . .
Clóvis Rossi--------------------------------------------------------------------------
SÃO PAULO - É formidável a rapidez fulminante com que o presidente Lula tira conclusões. A mais recente delas surgiu na posse de Nelson Jobim como novo ministro da Defesa: "Digo categoricamente que é preciso repensar neste país o Ministério da Defesa. Porque o Ministério da Defesa, tal como está, está aquém daquilo que é a exigência da sociedade brasileira. É preciso que tenhamos um ministério com a força suficiente para fazer o que precisa ser feito. Desde reequipar as Forças Armadas brasileiras até colocar pessoas para tomar conta de tudo o que é pertinente". Quanto tempo mesmo faz que Lula é presidente da República? Quatro anos, seis meses e 25 dias, certo? Caramba, como é que conseguiu em tão pouco tempo descobrir tudo de uma vez só? Aliás, não seria em todo lugar, e não só na Defesa, que é preciso colocar "pessoas para tomar conta de tudo o que é pertinente"? Ficamos, pois, sabendo que, pelo menos no Ministério da Defesa, não havia uma "pessoa para tomar conta de tudo o que é pertinente". Só não se sabe se havia alguém que tomasse conta de "coisas que não são pertinentes". Só lamento ter que discordar de de Lula quando diz que "não é segredo para nenhum brasileiro que temos uma crise no setor aéreo, numa combinação de várias coisas que vêm acontecendo nos últimos meses". Um brasileiro, chamado exatamente Luiz Inácio Lula da Silva, não sabia que havia uma crise, tanto que levou todos esses meses até decidir fazer alguma coisa. Seria bom que o presidente aproveitasse o momento de descoberta do óbvio que viveu ontem para pôr de lado a auto-exaltação em que se tornou campeão para reconhecer que há uma pilha de outros setores que é preciso repensar. Não tem mais quatro anos para enxergar a vida como ela é. crossi@uol.com.br
Clóvis Rossi--------------------------------------------------------------------------
SÃO PAULO - É formidável a rapidez fulminante com que o presidente Lula tira conclusões. A mais recente delas surgiu na posse de Nelson Jobim como novo ministro da Defesa: "Digo categoricamente que é preciso repensar neste país o Ministério da Defesa. Porque o Ministério da Defesa, tal como está, está aquém daquilo que é a exigência da sociedade brasileira. É preciso que tenhamos um ministério com a força suficiente para fazer o que precisa ser feito. Desde reequipar as Forças Armadas brasileiras até colocar pessoas para tomar conta de tudo o que é pertinente". Quanto tempo mesmo faz que Lula é presidente da República? Quatro anos, seis meses e 25 dias, certo? Caramba, como é que conseguiu em tão pouco tempo descobrir tudo de uma vez só? Aliás, não seria em todo lugar, e não só na Defesa, que é preciso colocar "pessoas para tomar conta de tudo o que é pertinente"? Ficamos, pois, sabendo que, pelo menos no Ministério da Defesa, não havia uma "pessoa para tomar conta de tudo o que é pertinente". Só não se sabe se havia alguém que tomasse conta de "coisas que não são pertinentes". Só lamento ter que discordar de de Lula quando diz que "não é segredo para nenhum brasileiro que temos uma crise no setor aéreo, numa combinação de várias coisas que vêm acontecendo nos últimos meses". Um brasileiro, chamado exatamente Luiz Inácio Lula da Silva, não sabia que havia uma crise, tanto que levou todos esses meses até decidir fazer alguma coisa. Seria bom que o presidente aproveitasse o momento de descoberta do óbvio que viveu ontem para pôr de lado a auto-exaltação em que se tornou campeão para reconhecer que há uma pilha de outros setores que é preciso repensar. Não tem mais quatro anos para enxergar a vida como ela é. crossi@uol.com.br
25 DE JULHO DE 2007.
41 anos depois do atentado terrorista no Aeroporto Internacional do Guararapes.+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Por Aluisio Madruga de Moura e Souza
É sempre bom relembrar
Muitos já escreveram em seus livros sobre aquele dia fatídico, dentre eles o Gen. Raymundo Negrão Torres, Gen. Agnaldo Del Nero Augusto e o Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Vou me fixar resumindo o que escreveu o meu amigo já falecido Gen. Negrão.
Estava assaz movimentado o Aeroporto Internacional de Guararapes naquele começo de manhã de 25 de julho de 1966. Além da freqüência normal, muitos ali estavam para recepcionar o general Arthur da Costa e Silva, candidato do partido do governo – ARENA – à Presidência da República. As autoridades legais não sabiam e nem mesmo desconfiavam que as facções comunistas que repudiavam a “coexistência pacífica” pregada por Moscou e aceita pelo PCB de Luís Carlos Prestes estavam dispostas a derrubar o governo à bala, com bomba e outros atos de terrorismo.
Poucos minutos antes das oito chegava a notícia de que houvera uma pane no avião do Presidente e que ele chegaria a Recife por via terrestre. Muitos deixaram, inclusive crianças, o aeroporto. Eis que em ato contínuo, o guarda – civil Sebastião Tomás de Aquino viu, “esquecida” em um canto uma valise escura e a apanhou para entrega-la no balcão de “Achados e Perdidos”. Seguiu-se violenta explosão que, além de grande destruição das instalações, causou pânico e correria, deixando um trágico saldo de 17 vítimas. Ao se dissipar a fumaça da explosão, jaziam no chão o jornalista e Secretário de Governo de Pernambuco, Edson Régis de Carvalho, mortalmente ferido, e morto o almirante da reserva Nelson Gomes Fernandes. O guarda-civil Sebastião - o Paraiba, um antigo e popular jogador de futebol do Santa Cruz teve a perna direita amputada e o tenente-coronel do Exército Silvio Ferreira da Silva, além de ferimentos generalizados, teve amputação traumática de quatro dedos da mão esquerda. Ficaram, ainda, feridos os advogados Haroldo Collares da Cunha Barreto e Antônio Pedro Morais da Cunha, os funcionários públicos Fernando Ferreira Raposo e Ivancir de Castro, os estudantes José Oliveira Silvestre, Amaro Duarte Dias e Laerte Lafaiete, a professora Anita Ferreira de Carvalho, a comerciária Idalina Maia, o guarda-civil José Severino Pessoa Barreto, o deputado federal Luiz Magalhães Melo, Eunice Gomes de Barros e seu filho, Roberto Gomes de Barros, de apenas 6 anos de idade. O acaso, transferindo o local da recepção, impediu que a tragédia fosse maior.
Na ocasião, sem provas conclusivas, este primeiro ato criminoso de terrorismo ideológico foi atribuído a militantes do Partido Comunista Revolucionário(PRC) e do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário(PCBR). Hoje, sabe-se que foi obra dos rumos tomados pelo “maoismo cristão” da Ação Popular(AP). E quem afirma, com base em pesquisas e entrevistas iniciadas em 1979, é Jacob Gorender, um histórico militante de esquerda, em seu livro Combate nas Trevas, cuja primeira edição data de 1988. As páginas 122 e seguintes, entre outras coisas, Gorender afirma:
“Enquanto Herbert de Souza (Betinho) e Jair Ferreira de Sá buscam contato com Brizola em Montevidéu, Paulo Wright e Alípio de Freitas (ex-padre católíco) conseguem sair do Brasil e chegar a Cuba onde realizam curso de guerrilha. De retorno ao Brasil e já em 1965, a Ação Popular, decidida em partir para a Luta Armada, cria uma Comissão Militar incumbida de ministrar cursos de armas e explosivos. Membro da Comissão Militar e dirigente Nacional da AP, padre Alípio encontrava-se em Recife em meados de 1966, quando tomou conhecimento da visita de Costa e Silva e, por conta própria, resolveu aplicar seus conhecimentos sobre a técnica de atentados”.
Um dos executores do atentado, ainda revelado pelas pesquisas de Gorender, foi Raimundo Gonçalves de Figueredo, que mais tarde foi morto pela polícia de Recife em 27 de abril de 1971, já como integrante da VAR-PALMARES, utilizando o nome falso de José Francisco Severo Ferreira, com o qual foi autopsiado e enterrado. São terroristas desta extirpe que hoje são apontados como tendo agido em defesa da Democracia e cujos “feitos” estão sendo recompensados pelo governo, as custas do contribuinte brasileiro, com indenizações e aposentadorias que poucos trabalhadores recebem, recompensa obtida graças ao trabalho faccioso e revanchista da Comissão de Mortos e desaparecidos, instituída pela Lei nº 9140, de 4 de dezembro de 1995.
O fato em si está esquecido pelas autoridades militares, enquanto a esquerda mentem descaradamente valorizando junto a opinião pública os seus. Fico a imaginar o que sentem as vítimas deste ato covarde, que foi o primeiro dentre tantos outros realizados pelos terroristas brasileiros e que graças a Lei de Anistia que lhes foi outorgada pela Contra-Revolução de 1964, ocupam postos chaves do governo e estão levando o País ao caos.
Hoje, 25 de julho de 2007, 41 anos após o atentado do Aeroporto de Guararapes, após os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica engolirem goela abaixo a decisão da Comissão de Direitos Humanos sobre o traidor Lamarca temos um novo Ministro da Justiça. E que ministro!!! Como aceitaram!
General Sílvio Ferreira da Silva e demais vítimas do terrorismo no Brasil, no que pese o esquecimento de quem de direito, nós não nos esquecemos de vocês.
Aluisio Madruga escreveu os livros;
Guerrilha do Araguaia Revanchismo – A Grande Verdade e
Documentário – Desfazendo Mitos da Luta Armada
25 DE JULHO DE 2007.
Por Aluisio Madruga de Moura e Souza
É sempre bom relembrar
Muitos já escreveram em seus livros sobre aquele dia fatídico, dentre eles o Gen. Raymundo Negrão Torres, Gen. Agnaldo Del Nero Augusto e o Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Vou me fixar resumindo o que escreveu o meu amigo já falecido Gen. Negrão.
Estava assaz movimentado o Aeroporto Internacional de Guararapes naquele começo de manhã de 25 de julho de 1966. Além da freqüência normal, muitos ali estavam para recepcionar o general Arthur da Costa e Silva, candidato do partido do governo – ARENA – à Presidência da República. As autoridades legais não sabiam e nem mesmo desconfiavam que as facções comunistas que repudiavam a “coexistência pacífica” pregada por Moscou e aceita pelo PCB de Luís Carlos Prestes estavam dispostas a derrubar o governo à bala, com bomba e outros atos de terrorismo.
Poucos minutos antes das oito chegava a notícia de que houvera uma pane no avião do Presidente e que ele chegaria a Recife por via terrestre. Muitos deixaram, inclusive crianças, o aeroporto. Eis que em ato contínuo, o guarda – civil Sebastião Tomás de Aquino viu, “esquecida” em um canto uma valise escura e a apanhou para entrega-la no balcão de “Achados e Perdidos”. Seguiu-se violenta explosão que, além de grande destruição das instalações, causou pânico e correria, deixando um trágico saldo de 17 vítimas. Ao se dissipar a fumaça da explosão, jaziam no chão o jornalista e Secretário de Governo de Pernambuco, Edson Régis de Carvalho, mortalmente ferido, e morto o almirante da reserva Nelson Gomes Fernandes. O guarda-civil Sebastião - o Paraiba, um antigo e popular jogador de futebol do Santa Cruz teve a perna direita amputada e o tenente-coronel do Exército Silvio Ferreira da Silva, além de ferimentos generalizados, teve amputação traumática de quatro dedos da mão esquerda. Ficaram, ainda, feridos os advogados Haroldo Collares da Cunha Barreto e Antônio Pedro Morais da Cunha, os funcionários públicos Fernando Ferreira Raposo e Ivancir de Castro, os estudantes José Oliveira Silvestre, Amaro Duarte Dias e Laerte Lafaiete, a professora Anita Ferreira de Carvalho, a comerciária Idalina Maia, o guarda-civil José Severino Pessoa Barreto, o deputado federal Luiz Magalhães Melo, Eunice Gomes de Barros e seu filho, Roberto Gomes de Barros, de apenas 6 anos de idade. O acaso, transferindo o local da recepção, impediu que a tragédia fosse maior.
Na ocasião, sem provas conclusivas, este primeiro ato criminoso de terrorismo ideológico foi atribuído a militantes do Partido Comunista Revolucionário(PRC) e do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário(PCBR). Hoje, sabe-se que foi obra dos rumos tomados pelo “maoismo cristão” da Ação Popular(AP). E quem afirma, com base em pesquisas e entrevistas iniciadas em 1979, é Jacob Gorender, um histórico militante de esquerda, em seu livro Combate nas Trevas, cuja primeira edição data de 1988. As páginas 122 e seguintes, entre outras coisas, Gorender afirma:
“Enquanto Herbert de Souza (Betinho) e Jair Ferreira de Sá buscam contato com Brizola em Montevidéu, Paulo Wright e Alípio de Freitas (ex-padre católíco) conseguem sair do Brasil e chegar a Cuba onde realizam curso de guerrilha. De retorno ao Brasil e já em 1965, a Ação Popular, decidida em partir para a Luta Armada, cria uma Comissão Militar incumbida de ministrar cursos de armas e explosivos. Membro da Comissão Militar e dirigente Nacional da AP, padre Alípio encontrava-se em Recife em meados de 1966, quando tomou conhecimento da visita de Costa e Silva e, por conta própria, resolveu aplicar seus conhecimentos sobre a técnica de atentados”.
Um dos executores do atentado, ainda revelado pelas pesquisas de Gorender, foi Raimundo Gonçalves de Figueredo, que mais tarde foi morto pela polícia de Recife em 27 de abril de 1971, já como integrante da VAR-PALMARES, utilizando o nome falso de José Francisco Severo Ferreira, com o qual foi autopsiado e enterrado. São terroristas desta extirpe que hoje são apontados como tendo agido em defesa da Democracia e cujos “feitos” estão sendo recompensados pelo governo, as custas do contribuinte brasileiro, com indenizações e aposentadorias que poucos trabalhadores recebem, recompensa obtida graças ao trabalho faccioso e revanchista da Comissão de Mortos e desaparecidos, instituída pela Lei nº 9140, de 4 de dezembro de 1995.
O fato em si está esquecido pelas autoridades militares, enquanto a esquerda mentem descaradamente valorizando junto a opinião pública os seus. Fico a imaginar o que sentem as vítimas deste ato covarde, que foi o primeiro dentre tantos outros realizados pelos terroristas brasileiros e que graças a Lei de Anistia que lhes foi outorgada pela Contra-Revolução de 1964, ocupam postos chaves do governo e estão levando o País ao caos.
Hoje, 25 de julho de 2007, 41 anos após o atentado do Aeroporto de Guararapes, após os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica engolirem goela abaixo a decisão da Comissão de Direitos Humanos sobre o traidor Lamarca temos um novo Ministro da Justiça. E que ministro!!! Como aceitaram!
General Sílvio Ferreira da Silva e demais vítimas do terrorismo no Brasil, no que pese o esquecimento de quem de direito, nós não nos esquecemos de vocês.
Aluisio Madruga escreveu os livros;
Guerrilha do Araguaia Revanchismo – A Grande Verdade e
Documentário – Desfazendo Mitos da Luta Armada
25 DE JULHO DE 2007.
terça-feira, 24 de julho de 2007
PARA QUEM OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS
Segunda-feira, 23 de Julho de 2007____________________________
No primeiro artigo que escrevi sobre a Crise do Apagão (e isso foi em outubro de 2006!), especificamente sobre os problemas com os Controladores de Tráfego Aéreo, eu deixei duas coisas bem claras:
1. O governo não demonstrava capacidade de resolver o problema (e jamais o faria até que conseguisse chegar onde sempre pretendeu), simplesmente porque era ele mesmo que estava por trás do que quer que fosse a "bola da vez" que estivesse causando o tal ou os tais problemas - inclua-se aqui o misteriosamente improvável acidente da "colisão" de um Legacy com o Boeing da Gol, em 29 de setembro de 2006. É isso mesmo: inclua-se o acidente.
2. O objetivo do "Caos" era retirar o controle de tráfego aéreo da Aeronáutica (coisa que já estava sendo milimetricamente arquitetada desde o governo de FHC) e privatizá-lo, por razões entre elas as seguintes: lucrar financieramente com o processo (não o governo, mas seus apadrinhados); aparelhar e sindicalizar mais este setor estratégico nacional; e desmoralizar ainda mais as FFAA, dessa vez através da Aeronáutica (na época, eu ainda disse que os próximos seriam os portos e a segurança marítima - ligados à Marinha. Aguardem).
E eles estão conseguindo. Depois da tragédia que ceifou a vida de mais de 200 brasileiros, vem aí a privatização dos Aeroportos, do Controle de Tráfego Aéreo e da Infraero. Ou algum anjinho está pensando que os problemas com os aparelhos dos centros de controle de tráfego aéreo sejam qualquer coisa diferente de sabotagem?
CONTINUA....http://acidentetam2007.blogspot.com/2007/07/no-primeiro-artigo-que-escrevi-sobre.html -- Christina Fontenelle
No primeiro artigo que escrevi sobre a Crise do Apagão (e isso foi em outubro de 2006!), especificamente sobre os problemas com os Controladores de Tráfego Aéreo, eu deixei duas coisas bem claras:
1. O governo não demonstrava capacidade de resolver o problema (e jamais o faria até que conseguisse chegar onde sempre pretendeu), simplesmente porque era ele mesmo que estava por trás do que quer que fosse a "bola da vez" que estivesse causando o tal ou os tais problemas - inclua-se aqui o misteriosamente improvável acidente da "colisão" de um Legacy com o Boeing da Gol, em 29 de setembro de 2006. É isso mesmo: inclua-se o acidente.
2. O objetivo do "Caos" era retirar o controle de tráfego aéreo da Aeronáutica (coisa que já estava sendo milimetricamente arquitetada desde o governo de FHC) e privatizá-lo, por razões entre elas as seguintes: lucrar financieramente com o processo (não o governo, mas seus apadrinhados); aparelhar e sindicalizar mais este setor estratégico nacional; e desmoralizar ainda mais as FFAA, dessa vez através da Aeronáutica (na época, eu ainda disse que os próximos seriam os portos e a segurança marítima - ligados à Marinha. Aguardem).
E eles estão conseguindo. Depois da tragédia que ceifou a vida de mais de 200 brasileiros, vem aí a privatização dos Aeroportos, do Controle de Tráfego Aéreo e da Infraero. Ou algum anjinho está pensando que os problemas com os aparelhos dos centros de controle de tráfego aéreo sejam qualquer coisa diferente de sabotagem?
CONTINUA....http://acidentetam2007.blogspot.com/2007/07/no-primeiro-artigo-que-escrevi-sobre.html -- Christina Fontenelle
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