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sexta-feira, 25 de abril de 2014

QUEM TEM MEDO DA ANISTIA?

Do Editor
ANISTIA CANCELADA,  OBRIGARÁ A PF PRENDER TODOS OS MEMBROS DO GOVERNO ENVOLVIDOS NA LUTA ARMADA, APURAÇÃO E PUNIÇÃO SOBRE SEUS CRIMES, ANTES E DEPOIS DA ANISTIA.


LERRER ROSENFIELD (O GLOBO, EM 21-04-2014)

ANISTIA SIM!
A transição democrática no país foi um exemplo para o mundo Chamou particularmente atenção, nas últimas semanas, a profusão de notícias e artigos rememorando o golpe (ou contragolpe, segundo a perspectiva) de 1964. É bem verdade que haveria uma razão para isso, uma vez que se trata de 50 anos daquele evento. Não é menos verdadeiro, porém, que os militares estão sendo objeto de um cerco, onde não está somente em pauta uma melhor apuração da tortura, mas, sobretudo, a instituição militar enquanto tal. Não seria apenas um necessário exercício histórico de memória, mas uma operação política com um alvo determinado: a revogação da Lei da Anistia.

Há, ademais, uma série de iniciativas parlamentares que visa explicitamente a essa revogação, restrita, evidentemente, aos artigos que dizem respeito à violência cometida por alguns grupos militares, nenhuma referência sendo feita à violência praticada pela luta armada empreendida por organizações de esquerda. Vale para uns, não vale para outros.

A transição democrática no país foi um exemplo para o mundo, tendo se realizado sem traumas nem eclosão de violência. São inúmeros os exemplos no planeta em que a saída de regimes autoritários ou ditatoriais se deu pela luta armada e, mesmo, pela guerra civil. Não é o caso do país, que fez uma transição pactuada entre os próprios militares democráticos, a oposição, sobretudo personificada no MDB, e os egressos do partido do governo, a Arena, que vieram a fundar o PFL. O seu instrumento central foi a Lei da Anistia, que alcançou todos os envolvidos em atos de violência anteriores. Tratou-se, naquele então, de um grande acordo nacional, maciçamente apoiado pela sociedade brasileira, aprovado pelo Congresso Nacional e, ainda mais recentemente, validado pelo Supremo Tribunal Federal.

A anistia é uma espécie de pacto que viabiliza um novo começo. Se não há um perdão estendido a todas as partes, elas continuam se envolvendo em toda sorte de disputas, recorrendo à violência enquanto um dos seus instrumentos. O futuro se torna refém de um passado não resolvido e estranhamente presente. A partir do momento em que uma sociedade decide voltar-se para o seu futuro, não sendo mais refém de contenciosos pretéritos, ela deve dar-se uma anistia generalizada, para que todos os que se envolveram em lutas se sintam seguros. A partir daí, a violência deixa de ser um instrumento da luta política, que passa a pautar-se por regras republicanas, produzidas por uma espécie de consenso coletivo que, em nosso país, concretizou-se em uma Assembleia Constituinte. Anistia não significa esquecimento, mas aprendizado do passado visando a um novo começo. Os fatos passados devem ser apurados, seja lá de que lado for. Isso faz parte da história de um país. Quanto mais um país se conheça, melhores serão as condições de um futuro que não repita os erros do passado. Contudo, para que tal aconteça, a história deve ser uma narrativa fiel dos eventos pretéritos, sem escolha ideológica, descartando os fatos que incomodam os que estão realizando tal narrativa. A tortura deve ser apurada, do mesmo modo que os crimes cometidos pela esquerda. O que não pode é que tal narrativa se torne um faroeste ideológico, com os mocinhos da esquerda e os bandidos da direita.

Note-se que a esquerda “revolucionária”, hoje tão decantada, ficou totalmente à margem deste processo. Não apenas isso, ela tinha sido completamente derrotada na luta armada, não tendo tido nenhum apoio popular, sendo uma operação militar de intelectuais e estudantes, despreparados, porém ideologicamente bem apresentados. Atualmente, procura-se envernizar essa esquerda que não tinha nenhum compromisso com a liberdade e a democracia. Hoje, eles posam de combatentes da democracia, quando nada mais eram do que instrumentos de implantação do comunismo/socialismo no país. O seu objetivo consistia em instituir a “ditadura do proletariado” que, enquanto “ditadura”, não pode ser evidentemente democrática! Um dos episódios mais retomados nesses últimos meses, como de desrespeito dos militares com os direitos humanos, consiste na guerrilha do Araguaia. Agora, os atores revolucionários são apresentados como combatentes da democracia. Eles eram maoístas e seguiam as diretrizes dessa forma de marxismo asiático. Seu objetivo consistia claramente em criar no Brasil um Estado totalitário aos moldes de Mao. Alguns eram também albaneses, uma variante ainda mais mortífera do maoísmo.  

Para eles, a democracia era burguesa e, portanto, deveria ser completamente destruída. Neste sentido, o que os militares fizeram ao aniquilá-la foi simplesmente evitar que o totalitarismo maoísta se instalasse entre nós. Liberticidas se tornam combatentes da liberdade!

A presidente Dilma, por sua vez, foi dúbia em suas declarações. De um lado, reconhece a importância da Lei da Anistia, considerando-a como irrevogável. De outro, dá liberdade aos seus ministros para que lutem por sua revogação. Ministros deveriam seguir a posição da presidente, não lhes cabendo contrariá-la. Para tanto, podem renunciar às suas funções. Se um parlamentar petista se manifesta contra a Lei da Anistia, isso é um direito seu, em uma sociedade que se caracteriza pela liberdade de expressão. Não é o caso de ministros, que devem seguir orientações.

O grande problema da revisão da Lei da Anistia consiste em que ela seria uma quebra de contrato, uma quebra de contrato institucional, que se encontra na própria raiz da democracia brasileira. Não se pode, 50 anos depois, deixar o dito pelo não dito como se a palavra que uma sociedade engaja consigo mesma nada valesse. Tal medida não apenas produziria instabilidade institucional, como seria uma péssima sinalização para o futuro. Se acordos políticos podem ser arbitrariamente revogados, não há por que fazê-los, nem, muito menos, cumpri-los. Na verdade, é uma volta da vingança sob a forma do politicamente correto. Mais ainda, tal medida constituiria uma ameaça à própria democracia.

Os sinos dobram, por um sodado brasileiro vitima da falta de comando.

Do Editor  
25/04/2014 11,20h

SOLDADO PQD  ALVEJADO EM SERVIÇO  NO RJ, O QUE CONSTITUI DESVIO DE FUNÇÃO
Os sinos dobram, por um sodado brasileiro, forçado pelos inconsequentes comandantes, covardes assalariados pelo governo comunista que se instalou no País com suas complacências, e que recebem a cada dia mais genuflexões  e balançar de carneirinho.  
A Safra já passou da hora,  há de colher as melancias, pois a Fazenda está indo para o brejo.
Breve, espera-se Dilma Robocofre ou Wanda será defenestrada do poder e presa pelo crime de lesa a Pátria praticado contra a Petrobras e o Erário, e então o caus se instalará, ONGs estrangeiras, MST  armado, FARC,  sindicatos infiltrados, artistas bossais e satânicos em especial da Globo e jornalistas  cata-verba, transformarão as ruas das Capitais em campo de guerra.

Conselho já passado da hora.  Ou fação alguma "coisa"  ou se considerem incapazes  de faze-lo e saiam de fininho, como quem não quer nada, desocupem urgente o "vaso". Nem sempre o soneto tem conserto.

Se esse soldado tivesse agido dentro dos ensinamento recebido, de atirar e conferir depois,
pois os inimigos do nosso exercito não são nossos irmão.

Briga de rua e coisa de meganha, PQD não faz prisão. O EB não tem algema, tem bala na agulha.

Um soldado de 700.00 reais, fazendo o serviço de quem ganha 10 vezes mais e recebe risco de vida.    Sabe  o que o PQD vai receber , no máximo uma medalha do Pacificador igual ao que
Genuino  usa na vestimenta de preso na penitenciaria.
Isso só acontecer um pais cujo nome Brasil rima com PQP.

A noticia que possivelmente a mídia não vai fazer circular.


Soldado Pára-quedista do EB é alvejado no RJ em missão de auxílio à PMRJ, mas isso a TV não mostra, nenhum jornal publica, não é notícia.

É para isso que o Forças Armadas servem, para defende-los, até mesmo em época de paz, o que não é nosso caso. Já vivemos uma guerra civil faz algum tempo, principalmente nos grandes centros urbanos.
Mas se morre um vagabundo....
Imprensa caindo de pau, Maria do Rosário destilando seu ódio às FFAA e Polícia, OAB dando declarações de repúdio às UPPs...
Estamos vivendo o caos social que qualquer cartilha de guerra revolucionária explica e, quem viver verá: correrá muito sangue nas ruas brasileiras, e não vai demorar muito.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O desespero pode levar a loucura de uma guerra civil. jn

Sábado, 22 de março de 2014

Dilma teme ser vítima de processos nos EUA como responsável direta por escândalos bilionários na Petrobras

Edição do Alerta Total
Por Jorge Serrão

Dificilmente, a cidadã Dilma Rousseff se livrará de um processo por responsabilidade pelos escândalos na Petrobras. Os próprios dirigentes da estatal de economia mista (agora PTs da vida com a pretensa chefona da Nação) garantem que ela tinha acesso a todos os documentos produzidos sobre a polêmica compra da refinaria Pasadena. O maior medo de Dilma é que, se sobrar para ela, fatalmente, também sobrará para Luiz Inácio Lula da Silva – o Presidentro.

Não adianta Dilma ter dado a desculpinha esfarrapada de que "documentos falhos" a induziram ao erro ao dar aval à aquisição da Pasadena pelo precinho superfaturado de US$ 1,18 bilhão. Como os processos contra ela, dirigentes e demais conselheiros da Petrobras devem correr no Tribunal de Nova York e na Security and Exchange Comission (a dura guardiã do mercado de capitais dos EUA), dificilmente haverá salvação. Na melhor hipótese, condenações a multas milionárias. Na pior hipótese, risco de penas mais duras, como de prisão.

Dilma já era. O problema é quem vai para o lugar dela... O próximo Presidente terá a governabilidade complicadíssima, se bobear inviabilizada, com a máquina e os poderes aparelhados pelo petralhismo. A previsível derrota de Dilma em outubro pode lançar o Brasil em um clima de grande instabilidade política. Muito mais grave que aquela balbúrdia dos idos de 1964, quando os militares intervieram, e os inimigos reais, da oligarquia financeira transnacional, lhes comeram o governo pelas beiradas, até a entrega para a corrupta “Nova República”, em 1985.

O Alerta Total insiste: Dilma Rousseff só conquista a reeleição pela via milagrosa de uma fraude eletrônica. Seu governo não tem mais credibilidade. A efetiva oposição do poder econômico lhe será fatal. Dilma está fatalmente ferida por crimes bilionários comprovados pelas Operações Lava Jato e Porto Seguro, o repique do Mensalão que não puniu o verdadeiro chefão e vários escândalos ainda por brotar na Petrobrás e Eletrobras, junto com problemas a estourarem no Bolsa Família, no Minha Casa, Minha vida e na desorganização da Copa do Mundo.

É por tudo isso que o Caso Pasadena vai se transformar no futuro episódio “Passadilma”...


Pergunta idiota
O que será que o ex-diretor da Área Internacional da Petrobrás, Nestor Cerveró, foi fazer na Europa, durante as providenciais férias que acabou de tirar, no poderoso cargo de diretor financeiro da BR Distribuidora?

Cerveró foi o grande defensor a compra da Refinaria de Pasadena e foi o responsável pelo "resumo executivo" do tal parecer com “informações incompletas, técnica e juridicamente falho” do qual a Dilma tenta, de forma impossível, fugir da culpa.

Aliás, a "demissão" do Cerveró, supostamente ordenada pela Dilma, é a piada do ano...


Fonte dos horrores
Situação pior que Cerveró só a de Paulo Roberto Costa.

O ex-diretor de abastecimento da Petrobras, preso na Operação Lava Jato, que identificou um esquema de lavagem de pelo menos R$ 10 bilhões, é considerado hoje o homem bomba para implodir o esquema petista.

Além de membro dos conselho de empresas do grupo Petrobras, mesmo que suas empresas privadas tivessem negócios diretos com a estatal, Costa era também conselheiro da Brasken – braço petroquímico do grupo Odebrecht.




UMA RADIO SUSTENTADA PELO GOVERNO QUE, NÃO AGUENTA MASI. jn


Crime de Lesa Patria - Radio Universidad


Atualmente no mundo Dilma é a mulher que mais dá. jn

Dilma garantiu a Mujica o apoio brasileiro. Clique aqui.

SEGUNDA-FEIRA, 21 DE ABRIL DE 2014


O Brasil está em vias de entrar em uma polêmica no Mercosul ao apoiar um superporto no Uruguai que poderá roubar cargas dos terminais brasileiros. O apoio brasileiro, repetindo um financiamento a Cuba, deve ser forte: cerca de US$ 1 bilhão do BNDES, recursos do Orçamento, via Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul (Focem), e conhecimento técnico, segundo fontes que acompanham a negociação. As conversas entre Brasil e Uruguai para a construção de um porto de águas profundas estão a pleno valor.

Maior oferta de frequências marítimas, fretes mais baratos, tempo de deslocamento menor e, principalmente, possibilidade de alcance do mercado asiático pelo Estreito de Magalhães (na extremo sul do continente), em condições de concorrência com o Canal do Panamá, atraem o Brasil. Operadores portuários brasileiros, no entanto, temem uma concorrência com um porto mais moderno, mais capacitado e menos burocrático (e caro) que os nacionais, principalmente no Sul do Brasil.

O empreendimento será construído em Rocha, cidade a 288 quilômetros de Rio Grande (RS), onde está um dos mais importantes portos brasileiros. O projeto uruguaio, segundo os estudos atuais, é ousado: calado (profundidade) de 20 metros, que permite a atracação de navios com capacidade para até 180 mil toneladas. Os portos do Sul do Brasil têm, no máximo, 14 metros de calado e recebem navios com capacidade de até 78 mil toneladas. O porto uruguaio pode sugar cargas da região, afetando Sul e Centro-Oeste do Brasil, Paraguai, Bolívia e Norte e Centro da Argentina.

Caso o empreendimento de fato saia do papel, poderá contar não só com recursos do BNDES e do Focem, como do Programa de Financiamento às Exportações (Proex), que prevê, por exemplo, subsídios para tornar a taxa de juros compatível com as do mercado internacional.

Do tamanho de Paranaguá e Rio Grande juntos

Como os navios no mundo são cada vez maiores, para ganho de escala, o porto deve se consolidar como parte das grandes rotas intercontinentais, deixando os terminais brasileiros de fora. O próprio governo uruguaio publica em sua página na internet algumas estimativas sobre o novo porto, que em 2025 deve movimentar 87,5 milhões de toneladas, mais do que a soma dos terminais de Paranaguá (no Paraná, com 44,7 milhões de toneladas em 2013) e de Rio Grande (com 33,2 milhões de toneladas em 2013) juntos. 

O preço será competitivo no porto uruguaio. Nas rotas para China, Japão e Sudeste Asiático, a tonelada transportada pode ficar entre US$ 12,50 e US$ 22,50 mais barata, enquanto para a Europa a redução de custos pode chegar a US$ 3,50 por tonelada.

A polêmica portuária já existe entre Uruguai e Argentina, que dividem o Rio da Prata, onde estão os principais portos dos dois países. Uruguaios acusam os argentinos de dificultarem os planos de dragagem para os portos do país de Mujica, que seriam mais eficientes que os da terra de Cristina Kirchner. O novo porto de Rocha, contudo, ficará em mar aberto, sem a necessidade de envolvimento com a Argentina para resolver questões do uso comum das águas da Bacia do Prata.O Paraguai, sem mar, exporta 90% de sua soja pela Argentina, mas já está fechando um acordo com o Uruguai. E, agora, o Brasil entra no circuito.

— Este é um projeto quase secreto, não temos informações. No Brasil, o governo não coloca dinheiro nos portos, o setor está travado, mas o governo estuda apoiar um porto no país vizinho que, sem a burocracia brasileira, tende a ser mais competitivo que nossos portos. Vemos empresários com temor de investir em terminais sem saber o que será este projeto — disse Nelson Carlini, presidente do Conselho de Administração da LOGZ Logística Brasil, que investe num terminal em Santa Catarina.

S


Wilen Manteli, presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), afirma que o problema não é o Brasil apoiar um porto do Uruguai, mas a falta de investimentos aqui no país e uma estrutura legal e burocrática que impede que os terminais nacionais sejam competitivos internacionalmente. Ele disse que a secretaria de Portos confirmou que está apoiando tecnicamente os uruguaios.

O BNDES afirma que o projeto não chegou à instituição, mas fontes revelam que há tratativas e que o banco apoiaria o projeto. O financiamento não seria à obra do país vizinho, mas se enquadraria na rubrica de exportações de serviços brasileiros, caso uma empreiteira verde-amarela faça as obras de Rocha, como é esperado. 

É o mesmo modelo do adotado pelo banco para financiar em US$ 685 milhões o porto de Mariel, em Cuba, reformado pela Odebrecht. Caso se confirme o valor de apoio ao projeto estimado por fontes — US$ 1 bilhão — o financiamento seria equivalente ao liberado pelo BNDES ao setor portuário no Brasil em 2012, quando chegou a R$ 2,4 bilhões. Em 2014, o segmento deverá receber mais R$ 1,8 bilhão do banco.

‘Não há transparência’

SE APROXIMA A IMPACIÊNCIA DO POVO COM OS INVASORES GOVERNISTAS jn























Dois momentos da invasão: a chegada da polícia dialogando com osinvasores. Acima o momento em que os cidadãos da comunidade do Rio Vermelho decidiram expulsar os invasores e queimaram a bandeira comunista vermelha . (Fotos do site da RBS/Diário Catarinense/Hora)
Um bando do PT invadiu em dezembro do ano passado um terreno em Florianópolis, num flagrante esbulho possessório. Sob a patrulha da ideologia politicamente o que deveria ser feito imediatamente, ou seja a reintegração de posse, não ocorreu. O bando se intitula "ocupação Amarildo" em alusão a um elemento de favela do Rio de Janeiro, suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas, que desapareceu recentemente e foi o mote, inclusive, para diversos ataques de vandalismo no Rio de Janeiro e São Paulo.

Depois de muitas delongas e "negociações", decidiu abandonar o terreno recentemente, não sem antes ter promovido passeatas e badernas semelhantes nas adjacência da movimentada rodovia SC-405, que liga o centro de Florianópolis às praias do Norte da Ilha. Florianópolis fica em sua maior parte sobre a Ilha de Santa Catarina.

Pois bem. O mesmo bando resolveu voltar a Florianópolis e decidiu nestedomingo de Páscoa invadir um terreno na praia do Rio Vermelho, também no Norte da Ilha. Por obra e graça do jornalismo esquerdista que domina as redações dos veículos, os invasores que agem em Florianópolis já são denominados "amarildos" e o cabeça do bando é seguidamente entrevistado pelas televisões, rádios e jornais catarinenses.

Como ocorreu na primeira invasão, a polícia chegou e decidiu (ou decidiram seus superiores) não fazer nada, o que acabou levando a própria população desse bairro de Florianópolis a agir por conta própria, ou seja, fazer justiça com as próprias mãos, fato que degenerou em confusão e obrigou os invasores a abandonar o local.

E notem que os cidadãos que expulsaram os invasores não eram os donos do terreno, que pertence à União. Todavia, fazer justiça com as próprias mãos é algo intolerável num Estado de Direito Democrático.

Entretanto o episódio serve como um alerta. A maioria dos cidadãos de Florianópolis, como de resto do Brasil inteiro, é constituída de gente que trabalha, que rala no dia a dia, que paga impostos. Muitos conseguiram a duras penas adquirir um imóvel.

A reação desta segunda-feira feriado de Tiradentes, ocorrida no Rio Vermelho, é um aviso claro e evidente. As pessoas de bem não irão tolerar invasão de propriedades privadas de jeito nenhum. Muitas pessoas que reagiram aos invasores sequer possuem propriedades, a mostrar que é apenas uma minoria de gente ligada ao MST, o braço armado do PT, que está sendo acionada dentro do esquema comunista do Foro de São Paulo de promover a agitação e comoção social para abrir o caminho ao que chamam de 'reforma política'. Tal reforma proposta pelo PT, que já noticiei e analisei aqui no blog, prevê a convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte destinada a rasgar a Carta Magna de 1988 e no seu lugar erigir uma nova Constituição de forma a transformar o Brasil numa ditadura comunista que inclui a abolição da propriedade privada. Esta é a verdade!

Repito que fazer justiça com as próprias mãos é inaceitável, mas não tem como esconder uma realidade: a leniênica das autoridades constituídas que se submetem, num ato volitivo tolerante e contrário à Lei, aos ditames da ideologia do pensamento politicamente correto, que constitui o principal estratagema utilizado pelo comunismo do século XXI para subverter os valores em que estão ancoradas a lei e a ordem. Grosseiramente isso é denominado "marxismo cultural" e vem sendo aplicado pelo PT e seus acólitos principalmente nas escolas, universidades e por meio da grande mídia.

Episódios de justiça feita com as próprias mãos têm ocorrido em diversas partes do Brasil recentemente, sendo que o caso emblemático diz respeito ao um ladrão que foi amarrado em um poste no Rio de Janeiro. 

Insisto mais uma vez: justiça pelas próprias mãos é intolerável. Porém, esse fenômeno raro (as invasões) em anos atrás começou a se tornar frequente à medida em que a impunidade foi aumentando depois que o PT chegou ao poder. E mais ainda depois que os Direitos Humanos passaram a ser invocados em favor dos bandidos!

Está na hora das autoridades agirem. Sobretudo as polícias, que têm o dever de defender os cidadãos no que respeita ao direito de propriedade e à segurança sob todos os aspectos. 

O que acaba de ocorrer em Florianópolis é um alerta claro e inequívoco: os cidadãos de bem exigem o respeito à lei e à ordem e deploram a anarquia.

CONFIRAM o que noticiou a imprensa de Florianópolis clicando AQUI,  AQUI e AQUI 

16 comentários:

Anônimo disse...
Parabéns aos moradores nativos do Rio Vermelho, que definiram bem os invasores: VAGABUNDOS! Assim como seus "lideres" mais vagabundos, que deveriam ser enquadrados por vadiagem, incitação à violência e outros delitos.
Chega! Já passou da hora de se eliminar essa praga.
FOGO , MUITO FOGO NELLES!!!
Eduardo.45
Garivaldino Ferraz - Brasília disse...
Reconheço o direito do editor ser de opinião - reiterada várias vezes no texto - contrária à "justiça pelas próprias mãos". Mas no atual estado estado de anomia em que nos encontramos, quando as autoridades constituídas demonstram maior apreço a uma parte da sociedade que em nada contribui para ela, os cidadãos que se esforçam para construir uma Nação devem buscar alguma forma de resguardar seus direitos. Na falta de amparo jurídico conforme as regras estabelecidas, novas regras devem ser impostas! Inclusive a defenestração, pura e simples, dos ocupantes de cargos públicos que a eles não façam jus! Não quero ser pessimista, mas me parece que esse momento se aproxima com celeridade!

A INFAME CARIDADE DO PT

A INFAME CARIDADE
No país tropical, quase que diariamente batem à nossa porta as mais diversificadas entidades de caridade para receber alguma contribuição para suas causas humanitárias.
Em geral, um telefonema anterior apela para a nossa alma caridosa, e lá vamos nós condoídos cumprir a voluntaria missão de ajudar aos desamparados.
As contribuições são destinadas para socorrer uma ou mais crianças em terríveis situações, ou precoces cancerosos e outro tipos de lamentáveis doenças.
Não existe nenhuma possibilidade do caridoso receber em troca de sua colaboração espontânea e silenciosa alguma paga, exceto a consciência de que está agindo com amor ao próximo.
Contudo, quando esbarramos com um comunista de carteirinha, lá está ele ou ela, a bradar aos quatro ventos que devemos apoiar os necessitados.
São os propugnadores de bolsas, de benesses, de auxílios às minorias, de premiar com mais direitos do que aos demais os seus inocentes marginalizados, mas sempre propagandeando o seu amor aos carentes, esperando o seu agradecimento em votos.
Dessa forma, é inegável que os comunistas nacionais são a gente mais humanitária que existe. E olha que, basicamente, são convictos ateus, aplaudem o aborto e renegam as práticas cristãs
No seu amor pelos excluídos estabelecem leis que concedem a qualquer minoria alguma vantagem, e os angelicais comunistas decidem quem receberá as bênçãos e quem irá pagá - las, os outros, é claro.
Como na mente ardilosa dos beatos comunas, a maioria silenciosa é a culpada pelos dissabores dos seus apaniguados, nada mais natural de que ela pague pelo belo gesto da infame caridade deles.
Na prática, sabemos que a bondosa cúpula, uma espécie de Madre Tereza de Calcutá nativa, aguarda um valioso retorno pela sua benemerência, com a aquiescência forçada dos emudecidos trouxas.
Hoje, causa espanto que um grupelho bastante conhecido, se arvore em balança do equilíbrio social da humanidade, e que use o poder para imbecilizar a sociedade.
Eles se tornaram uma espécie de deuses aqui na terra e tacham de serviçais os demais seres, de forma que haja uma distribuição equânime dos bens, e, logicamente, das desgraças, exceto para a cúpula, que sempre estará livre dos dissabores materiais que assolam a humanidade.
Os contratempos morais não os perturbam. Sua ideologia não permite.
A nossa sociedade de imbecil senso esquece que os mesmos magnânimos de hoje, altruístas ao exagero, em passado recente, roubaram, assaltaram, aterrorizaram e mataram.
Sem qualquer piedade, vitimaram os seus inimigos, os então agentes legais da repressão, feriram e mataram inocentes que estavam nas proximidades das suas ações criminosas. Foram os inocentes úteis que estavam nos arredores de suas caridosas tentativas de salvar o Brasil empregando mortíferas armas.
       Apesar de seu passado criminoso, hoje, não foram apenas beatificados e indenizados regiamente, mas promovidos a altruístas distribuidores de infames caridades.      
Na atualidade, no Brasil impera a infame caridade interesseira.
Mas tem gente que não acredita, e este breve texto poderá soar nos ouvidos do submisso povaréu, como uma simplória tentativa de desqualificar os nobres subversivos, aqueles que armados pretenderam impor neste País um regime totalitário, conforme o desejo de seus superiores, Stalin, Mao, Fidel, etc...
É oportuno lembrar dos três macaquinhos que cobrem os ouvidos, a boca e os olhos, e que na terra dos tolos, o mesmo ocorre, com a consciência, com a honestidade, com a cidadania,  e com qualquer resquício de dignidade que possa diferenciar os seres humanos do mais “sacrossanto” comunista.
Brasília, DF, 24 de abril de 2024
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

DEDO DURO E ALCACOETE TEM NOME: "agente BOI" jn

         
                                         
Renato Lemos



"Boi" era o nome usado nos tempos do regime militar para esconder a identidade de um informante.

No DOI-CODI, ele era conhecido por esse nome - "agente Boi" - e em público, com sua verdadeira identidade e falação, procurava ganhar prestígio entre os trabalhadores como líder sindical.

O homem, barbudo e chegado a uma 51, jogava nos dois times. Dava aos militares informações sobre o que acontecia no meio sindical. Muitos companheiros saíram de cena, vítimas desse seu trabalho. Quando reunido com os trabalhadores, tratava de assuntos trabalhistas e sindicais, ao mesmo tempo em que criticava e condenava o regime militar.

Era um pelego a serviço dos militares e usava de todos os recursos no meio sindical para enganar os trabalhadores. Tirou proveito da confiança que conquistou entre os trabalhadores à custa de mentiras e esperteza, enquanto recebia benefícios e vantagens dos militares como pagamento pela sua função de dedo-duro e agente infiltrado entre os trabalhadores.

Foi assim que ele cresceu no meio sindical.

Tudo começou quando os militares se empenharam em eliminar o que ainda restava do populismo getulista depois de 1964. Para conseguir isto, houve um trabalho de doutrinação executado por intelectuais da USP, - alguns deles considerados "esquerdistas" - que, com seus escritos, procuraram desacreditar o trabalhismo getulista e desmoralizar antigos líderes, como Leonel Brizola, Jango Goulart, Almino Afonso e outros.

Para uma ação mais direta no meio sindical, com a finalidade de anular a influência da CGT - Comando Geral dos Trabalhadores, era necessário alguém aceito e ouvido pelos trabalhadores. Quem ajudou a encontrar o homem capaz dessa tarefa foi o empresário Paulo Villares, das Indústrias Villares. Foi ele a ponte que estabeleceu a ligação entre os militares e aquele que atuaria como líder sindical e informante conhecido pela alcunha de "Boi". Ele já havia prestado "favores" a Paulo Villares, que lhe era grato por isso. Promovera a pedido dele uma greve que as Indústrias Villares pretendiam usar, depois, - assim aconteceu, - como pretexto para rescindir um contrato com a COFAP e desta forma evitar prejuízos para a empresa.

Ele foi apresentado ao general Golbery do Couto e Silva num churrasco na casa dele na Granja do Riacho Fundo.

Como era uma figura sem estudo e cultura, os militares decidiram que ele deveria ter uma formação à altura, para poder atuar de forma eficiente como líder sindical. Ele começou como aluno do IADESIL - Instituto Americano de Desenvolvimento do Sindicalismo Livre, escola de doutrinação que funcionava em São Paulo, desde 1963, por iniciativa e às custas dos sindicatos norte-americanos da AFL-CIO.

Em seguida, ele teve viagem e estada pagas pelo regime militar para fazer curso de sindicalismo nos Estados Unidos, em 1972. Lá recebeu aulas sobre a matéria, acompanhado de tradutor, na Johns Hopkins University, em Baltimore, e nos sindicatos norte-americanos, aulas de que saiu com "diploma" de aluno bem aproveitado. E tão bem aproveitado que, pela forma como passou a agir posteriormente, o que se conclui é que aprendeu todo tipo de lições sobre sindicalismo, até mesmo aquelas que mancham a história de algumas dessas organizações norte-americanas, controladas por mafiosos e exploradas por espertalhões e bandidos. Nomes como Jimmy Hoffa, Bugsy Siegel e Lucky Luciano, entre outros, fazem parte dessa história, muito bem retratada em filmes como Sindicato de Ladrões.

De volta ao Brasil, pôs em prática tudo que aprendera. O lícito e o ilícito. Depois de perder um dedinho - sabe-se lá como!... - quando ainda estava na Villares, parou de trabalhar, e desde então nunca mais se interessou pelo assunto. Desta forma, com a vida garantida, ficou com tempo livre para atuar entre os trabalhadores e passar horas nos botecos, onde se distraía com doses generosas de 51.

Nas reuniões, fazia circular várias ideias e propostas entre os trabalhadores e acompanhava com atenção a reação deles, passando a defender a que parecia ter apoio da maioria. Foi assim, à custa deste e de outros recursos, que não excluem a fraude e a mentira, que ele conquistou a simpatia e confiança dos trabalhadores.

Como torneiro, quando ainda trabalhava, filiou-se ao Sindicato dos Metalúrgicos, em que ocupou cargos importantes até se tornar seu presidente em 1975. Nesta época estava em vigor o AI-5. Por isso muitos asseguram que sua ligação com os militares foi decisiva para ele chegar à presidência do sindicato. Eles têm razão. Todos os sindicatos estavam sob intervenção e ninguém assumiria a presidência, principalmente de um sindicato tão importante como o dos Metalúrgicos, sem aprovação dos militares.

Nesta época, ele dividia o tempo como líder sindical e informante do DOI-CODI. Sem dispensar, naturalmente, os botecos... Sua atividade como líder e dirigente sindical era conhecida de todos os trabalhadores, mas a de informante, apenas da cúpula do DOI-CODI, ou, mais exatamente, do então delegado do DOPS Romeu Tuma. Muitos tentaram obter do antigo delegado dados esclarecedores sobre o informante, mas Tuma, quando senador da República, sempre se mostrou evasivo a respeito do assunto e acabou levando para o túmulo as informações que ajudariam a delinear um perfil bem acabado do "agente Boi". Foi uma pena os trabalhadores não terem sabido desses fatos naquela época. O "Boi" teria morrido de inanição e desaparecido, como resto descartável, jogado no lixo da História!...

Em 1980 ele foi preso. Foi um acontecimento que causou surpresa, pois nessa época já gozava de prestígio como líder sindical. Muitos estranharam isto e perguntavam por que ele havia sido poupado durante as agitações e manifestações dos anos anteriores, quando ainda estava em vigor o AI-5. Pelo que aconteceu depois, a prisão parece ter sido uma manobra para chamar a atenção e colocá-lo em evidência. Na prisão, o "Boi" foi tratado a pão-de-ló. Enganou o público com uma greve de fome sabidamente furada e gozou de regalias de que não desfrutavam os demais presos, tudo graças ao delegado Romeu Tuma.

O resultado do período em que esteve preso é conhecido. Ganhou a auréola de "mártir da ditadura", que lhe foi conferida por amigos, mas, para Leonel Brizola, conhecedor do que escondia o nome "Boi", ele não passava de "filho da ditadura". Com os civis de volta ao poder, fez-se passar por perseguido político, vítima do antigo regime, e isto lhe rendeu, mais tarde, uma gorda indenização coroada com uma aposentadoria vitalícia isenta de imposto de renda. Atualmente recebe mais de R$ 6.000,00 (seis mil reais) mensalmente. Aposentadoria por vagabundagem, se comparada com a de qualquer trabalhador depois de 40 anos de serviço.

Aconselhado e apoiado pelo general Golbery, dentro daquela mesma linha antigetulista, liderou a criação de um partido político a que deu o nome dos trabalhadores. Assim, com o fim do regime militar, deixou de ser o "agente Boi", um título e função que ficaram para trás como parte do passado, perdidos nas sombras e ignorados pelos trabalhadores. Desde então o que se viu foi um homem membro de um sindicato transformado em líder político, com os piores vícios que podem manchar um político. Um político da pior espécie, sem princípios morais e éticos, mentiroso, ardiloso, trapaceiro, desonesto, corrupto, oportunista, que usa as pessoas para chegar ao poder, para "subir sem se elevar", que trai os amigos para salvar a própria pele. Em resumo, um político que se conduz pelo princípio segundo o qual o fim justifica os meios.

A continuação dessa história é o que o Brasil, infelizmente, está vivendo desde 2003!!!

benedita um estorvo politico que ainda legisla. Só dá fóra. jn

Benedita aumenta INSS patronal em relatoria da Lei das Domésticas

Para Mário Avelino, o substitutivo da deputada traz mais prejuízos do que benefícios para as duas partes.

 Outro ponto considerado negativo por Avelino é a retirada do texto do PLP 302/2013 da antecipação do recolhimento de 3,2% mensal para financiar a multa de 40% do FGTS nas demissões sem justa causa. Leiam mais

Após um ano, PEC não muda rotina de domésticas

Sem regulamentação, profissionais têm dificuldade de cobrar direitos como FGTS 
Paara o Sindicato dos Empregadores Domésticos do Estado de São Paulo, a legislação não é viável por ser muito onerosa ao contratante. "Não adianta gerar direitos e mais direitos de uma categoria em detrimento daqueles que os empregam", diz Margareth Galvão, presidente da instituição. Leia mais
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