Translate
domingo, 30 de março de 2014
ST Músico que entende de canhão como ninguem. È casado com um.
terça-feira, 25 de março de 2014
Governo do PT acomoda subtenente músico, marido de Ideli, em missão para avaliar sistema de defesa antiaérea da Rússia.
A nota a seguir é de Lauro Jardim, "De Moscou, com amor", revista Veja que está em circulação:
Marido da Ministra Ideli Salvatti, o subtenente músico do Exército Jeferson da Silva Figueiredo participou em janeiro de sua primeira missão internacional.
Passou duas semanas na Rússia como integrante de uma comissão técnica de compras. Mas o militar músico não desembarcou em Moscou para renovar os instrumentos do Exército. Ele foi escalado pelo Ministro Celso Amorim para avaliar o sistema de defesa antiaérea que o Brasil pretende comprar da Rússia. O Pantsir-S1, a escolha de Amorim, custa quase o triplo dos modelos preferidos pelos militares brasileiros que, ao contrário do marido de Ideli, realmente entendem do assunto.
REFINARIA PASSAGRANA jn
sexta-feira, 28 de março de 2014
Lula, Dilma, diretores e conselheiros da Petrobrás têm de responder por má gestão e corrupção na Petrobras
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Como a Petrobras é uma empresa controlada pela União, o Presidente da República, sua diretoria e conselheiros administrativos e fiscais são os responsáveis diretos por seu sucesso ou fracasso de gestão. Por isso, o Presidentro Luiz Inácio Lula da Silva e a Presidenta Dilma Rousseff, junto com o conselho diretor da estatal de economia mista, têm de responder, individualmente, na Justiça, por prejuízos gerados por tomadas de decisão com característica de má gestão ou comprovada corrupção. A regra é clara – mesmo no Brasil Capimunista da impunidade.
A CPI da Petrobras, que o presidente do Senado, Renan Calheiros, será obrigado a instalar, mesmo a contragosto da base de aliança desgovernista, explodirá a complicada reeleição de Dilma – popular nas pesquisas, porém sem credibilidade perante o poder econômico mundial, que efetivamente decide o jogo
dos negócios privados e públicos no Brasil. É cedo para falar de impeachment, mas o risco existe, porque vale a máxima sobre as Comissões Parlamentares de Inquérito: todos sabem como começam, mas é difícil saber como terminam, mesmo com a costumeira impunidade tupiniquim.
dos negócios privados e públicos no Brasil. É cedo para falar de impeachment, mas o risco existe, porque vale a máxima sobre as Comissões Parlamentares de Inquérito: todos sabem como começam, mas é difícil saber como terminam, mesmo com a costumeira impunidade tupiniquim.
O PT já dá sinais de desespero. Ameaça radicalizar na guerra virtual contra os ataques políticos que lhe serão fatais. Uma ala do partido também já atua na suicida e burra tática de substituir Dilma por Lula na corrida ao Palácio do Planalto. O presidentro seria um alvo mais fácil que a gerentona cujo falsa marketagem de competência desmancha no ar. Mesmo na remota chance de ganhar
a eleição – na base da fraude eleitoral ou contando com os votos dos grotões de ignorância e clientelismo -, o governo do PT já perdeu credibilidade, legitimidade e não tem mais governabilidade para seguir em frente.
a eleição – na base da fraude eleitoral ou contando com os votos dos grotões de ignorância e clientelismo -, o governo do PT já perdeu credibilidade, legitimidade e não tem mais governabilidade para seguir em frente.
Se a CPI não sair, a Petrobras será alvo de ações judiciais aqui dentro e lá fora. O Ministério Público Federal será forçado pelas evidências a abrir inquéritos para investigar a má gestão ou os efeitos da dolosa ou culposa corrupção em vários negócios e parcerias da estatal de economia mista. A Comissão de Valores Mobiliários – que é, mas não deveria ser, um órgão do Ministério da Fazenda - terá de agir conforme a legalidade, como xerife domercado de capitais e não na base da politicagem, com desculpa esfarrapada supostamente técnica, para encobrir os desmandos na Petrobras fartamente denunciados por investidores.
Independentemente do que fizeram (ou não), aqui dentro, o MPF e a CVM, investidores da Petrobras já cansavam de avisar que preparam ações judiciais na Corte de Nova York – na bolsa de cuja cidade a Petrobras negocia ações. Nos EUA, a Security and Exchange Comission, entidade independente de governo, costuma agir com mais rigor contra abusos e atos lesivos aos investimentos no mercado de capitais. Denunciados lá fora, individualmente, dirigentes e conselheiros da Petrobras correm sério risco de sanções duras e multas pesadas, em caso de condenação (o que é nada difícil de acontecer, diante de tanto escândalos com evidências e provas materiais em fartura).
Literalmente, a petralhada e seus aliados políticos e de negociatas cometeu o assassinato da galinha dos ovos de ouro negro. Os dirigentes do governo e da empresa terão de acertar contas, na Justiça daqui ou de Nova York, pelas consequências da incomPTência e da delinquência. A tese é simples: quem manda na Petrobras é o Presidente ou Presidenta da República. Não deveria ser, mas é, no capimunismo tupiniquim. Assim, quem manda responde pelos atos. E PT, saudações...
Nas coxas
O Globo teve acesso a documentos internos da Petrobras confirmando que o processo de compra da refinaria de Pasadena envolveu um prazo “muito curto” de due diligence — espécie de auditoria considerada um dos passos essenciais em processos de fusões e aquisições, na qual são avaliadas questões jurídicas, financeiras e operacionais.
O documento confidencial, datado de 31 de janeiro de 2006, revela que ao todo, o processo de compra levou cerca de 20 dias – quando especialistas ressaltam que essa etapa de análise de informações de uma empresa consome, em média, de dois a três meses.
Após a coleta de documentos e reuniões com diretores financeiros da Astra entre os dias 11 e 25 de novembro de 2005, a estatal teve de fazer nova avaliação em apenas cinco dias.
A consultoria contratada pela Petrobras na ocasião, a BDO Seidman, de Los Angeles, nos EUA, chegou a recomendar que, em razão do “tempo limitado”, a estatal deveria buscar sua própria avaliação de dados.
Mangueira do Lava Jato
Curiosamente, batizada de Projeto Mangueira, a compra da refinaria envolveu a reorganização de cinco afiliadas da Astra Trading.
Como todo mundo sabe que, em uma empresa de Lava Jato sempre se tem uma boa mangueira, tudo caminha para um final infeliz.
Releia: PT deseja Paulo Costa como bode expiatório, isolando-o do governo, da Petrobras e da Odebrecht
http://www.alertatotal.net/2014/03/pt-deseja-paulo-costa-como-bode.html
ESCULACHO NA DILMA
Data: 27 de março de 2014 20:12 Assunto: ESCULACHO
Assunto: ESCULACHO
Perfeito Dona Teresa
CARTA ABERTA A PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF
Presidente Dilma, meu nome é Teresa Rosa Lurdes de Souza, tenho 93 anos, e lhe desprezo. Com esforço, redijo esta carta com o verdadeiro desejo de cuspir em sua cara. Tenho nojo de você, sua pilantra, e de seus comparsas criminosos. Seu governo comunista destruiu o Brasil, que tinha um futuro brilhante, mas agora já era. Estamos afundados até o pescoço em um mar de lama. Meus bisnetos irão crescer em um país infestado por marginais, homossexuais, travestis, ladrões, comunistas, bandidos. Sorte deles se conseguirem ir embora desse inferno.
Funk é patrimônio nacional? Que vergonha de morar num país desses, meu Deus. Vocês comunistas incentivam a imbecilização coletiva como forma de manipulação mental. Assim se perpetuam no poder, eleitos por um povo preguiçoso que não gosta de trabalhar, mas que recebe o bolsa-esmola.
Dona Dilma, vivi o bastante para poder dizer que o seu governo é o mais corrupto da história do Brasil. Nunca um governo roubou tanto do povo. Você não tem vergonha? Acredito que não, porque não acredita em Deus. Você não tem nenhum código moral a zelar. Por isso é comunista. E por isso foi terrorista. Quantos você matou? Nem deve lembrar, não é? Aquela metralhadora que você usava deve ter perfurado muita gente inocente.
O seu chefe, Lula, é o maior ladrão da história desse país. Você sabia que ele é bilionário segundo a revista Forbes? Não se faça de tonta, eu sei que você sabe disso tudo. Se o Lula não for preso, que mensagem daremos a nossas crianças? Que roubar vale a pena?
O seu partido é formado por vagabundos que não tem a menor vergonha de meter a mão no dinheiro público. Deus está vendo tudo, e a mão pesada Dele vai esmagar vocês, comunistas de merda. Eu lamento profundamente que nossos militares tenham entregado o poder tão rapidamente. Concordo com O Millôr Fernandes e com o Veríssimo, no tempo dos militares era muito melhor. Bom, posso ter 93 anos, mas a esperança é a última que morre. Quem sabe tenhamos uma nova Revolução como a de 64? É o que o povo clama nas ruas. Despeço-me, dona Dilma, com um novo cuspe em sua cara.
Teresa Rosa Lurdes de Souza Engenheira, CREA-RS n.32189-
Assunto: ESCULACHO
Perfeito Dona Teresa
CARTA ABERTA A PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF
Presidente Dilma, meu nome é Teresa Rosa Lurdes de Souza, tenho 93 anos, e lhe desprezo. Com esforço, redijo esta carta com o verdadeiro desejo de cuspir em sua cara. Tenho nojo de você, sua pilantra, e de seus comparsas criminosos. Seu governo comunista destruiu o Brasil, que tinha um futuro brilhante, mas agora já era. Estamos afundados até o pescoço em um mar de lama. Meus bisnetos irão crescer em um país infestado por marginais, homossexuais, travestis, ladrões, comunistas, bandidos. Sorte deles se conseguirem ir embora desse inferno.
Funk é patrimônio nacional? Que vergonha de morar num país desses, meu Deus. Vocês comunistas incentivam a imbecilização coletiva como forma de manipulação mental. Assim se perpetuam no poder, eleitos por um povo preguiçoso que não gosta de trabalhar, mas que recebe o bolsa-esmola.
Dona Dilma, vivi o bastante para poder dizer que o seu governo é o mais corrupto da história do Brasil. Nunca um governo roubou tanto do povo. Você não tem vergonha? Acredito que não, porque não acredita em Deus. Você não tem nenhum código moral a zelar. Por isso é comunista. E por isso foi terrorista. Quantos você matou? Nem deve lembrar, não é? Aquela metralhadora que você usava deve ter perfurado muita gente inocente.
O seu chefe, Lula, é o maior ladrão da história desse país. Você sabia que ele é bilionário segundo a revista Forbes? Não se faça de tonta, eu sei que você sabe disso tudo. Se o Lula não for preso, que mensagem daremos a nossas crianças? Que roubar vale a pena?
O seu partido é formado por vagabundos que não tem a menor vergonha de meter a mão no dinheiro público. Deus está vendo tudo, e a mão pesada Dele vai esmagar vocês, comunistas de merda. Eu lamento profundamente que nossos militares tenham entregado o poder tão rapidamente. Concordo com O Millôr Fernandes e com o Veríssimo, no tempo dos militares era muito melhor. Bom, posso ter 93 anos, mas a esperança é a última que morre. Quem sabe tenhamos uma nova Revolução como a de 64? É o que o povo clama nas ruas. Despeço-me, dona Dilma, com um novo cuspe em sua cara.
Teresa Rosa Lurdes de Souza Engenheira, CREA-RS n.32189-
ideli salvate, curiosidade, enquanto senadora repetiu compulsivamente a palavra "contundente" 3000 vezes. jc
Postado no blog do LícioMaciel
DIREITOS HUMANOS EM BOAS MÃOS

Ideli Salvatti nos Direitos Humanos é o mesmo que escalar Beira-Mar para organizar a Cracolândia
(do ucho.info de hoje)
Fio trocado – A falta de imaginação de Dilma Vana Rousseff chega a ser surpreendente. Enfrentando uma crise político-institucional por conta da própria truculência e da incompetência de Ideli Salvatti, a presidente decidiu transferir a ainda ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais para a Secretaria de Direitos Humanos. Essa decisão, nada inteligente, reflete a falta de nomes à altura das necessidades de um país mergulhado na crise. Certamente há no Brasil nomes destacados na área de direitos humanos melhores que Ideli.
Compreender o que se passa na cabeça de Dilma é algo mais difícil e complexo do que vencer o desafio do Cubo Mágico, brinquedo inventado pelo arquiteto húngaro Erno Rubik e que está completando 40 anos. Apenas para lembrar, o Cubo Mágico só tem uma solução entre 43 quintilhões de combinações possíveis. Assim é o raciocínio da primeira mulher a presidir o Brasil.
Indicar Ideli Salvatti para a Secretaria de Direitos Humanos é o mesmo que colocar Fernandinho Beira-Mar para tomar conta de uma clínica de recuperação de dependentes químicos. Lembramos que a comparação em questão não é uma ilação ao caráter criminoso da ministra, mas serve apenas para exemplificar o absurdo cometido por Dilma.
Mas a presidente da República certamente teve os seus motivos para tomar tal decisão, além da conhecida competência de Ideli Salvatti.
Não se deve descartar a possibilidade de Dilma ter levado em consideração o currículo da companheira Ideli, que tem inúmeros e relevantes serviços prestados ao País, muitos dos quais relacionados aos direitos humanos.
Essa expertise de Ideli Salvatti no setor encontra respaldo em muitos pontos da sua trajetória. Ela foi extremamente humana ao empregar o ex-marido como presidente do Banco do Estado de Santa Catarina, o BESC, algo que só foi possível com uma canetada do lobista Lula.
O lado humano de Ideli também aflorou quando a então senadora da República se viu diante do imbróglio envolvendo a empresa New Consulting. O filho de Ideli, Filipe Mescolotto, prestou consultoria para a Eletrosul, estatal federal que à época era é presidida pelo pai, Eurides Mescolotto, que chegou ao cargo por causa do lado humano da ex-mulher.
Filipe teria sido contratado pela própria esposa, Maria Solange Fonseca, que coordenou a consultoria de gestão ministrada pela Newfield na Eletrosul. A mesma Newfield promoveu um curso
do qual participaram Ideli e seu então assessor Paulo Argenta. O curso
foi realizado na Argentina, na Espanha e no México, custou R$ 70 mil e a
conta foi bancada pelo Senado Federal.Mas o lado humano de Ideli Salvatti não para por aí. Até então uma das “super-poderosas” do Palácio do Planalto, Ideli mostrou a sua experiência na área de direitos humanos ao utilizar um helicóptero da Polícia Rodoviária Feral, em Santa Catarina, para assuntos de campanha. A aeronave, segundo consta, é utilizada pela PRF no socorro às vítimas dos acidentes que ocorrem nas rodovias que cortam o estado sulista.
Mesmo com todo esse currículo, Ideli Salvatti consegue destilar sua intimidade com os direitos humanos até mesmo na relação com o atual marido, um músico do Exército que recebeu da Petrobras, a pedida da “patroa”, um convite VIP para acompanhar o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, em novembro de 2013.*
Mas há quem diga que cada povo tem o governante que merece. Será mesmo que os brasileiros merecem esse governo irresponsável e bandoleiro?
*um jornal russo publicou uma foto da comitiva brasileira com ele fardado (vai ver que o verdadeiro general da banda…).
interpreta Ideli e os russos
FELIPE PATURY
Flautista, o sargento Jeferson
Figueiredo é conhecido no Exército por duas conquistas: a ministra das
Relações Instituticionais, Ideli Salvatti, com quem se casou, e o fato
de ter aprendido russo por conta própria. Tornou-se fluente na língua,
teve sua proficiência reconhecida pelo Ministério da Educação russo e
chegou a estudar na Universidade de Samara, no Sul daquele país. Esse
currículo abriu as portas para que o sargento Figueiredo fosse convocado
para integrar a comitiva do ministro da Defesa, Celso Amorim, que foi a
Moscou no fim de janeiro para negociar a compra de sistemas de defesa
antiaérea de curto e médio alcance (Igla e Pantsir-S1). Figueiredo atuou
como intérprete de Amorim e da comitiva na negociação desses
equipamentos, que serão usados nas Olimpíadas de 2016, no Rio.
ÉPOCA/montedo.com
Na representação, o parlamentar pede que a comissão investigue os ministros com base no Código de Conduta da Alta Administração Federal, que, dentre outros, proíbe que autoridades de alto escalão recebam presentes com valores superiores a R$ 100.
De acordo com matéria publicada na edição desta sexta-feira (28) do jornal “O Estado de S. Paulo”, a Petrobras teria fornecido convites VIP para o GP Brasil de Fórmula 1 a dois filhos de Mantega, à irmã e à sobrinha de Belchior e também ao marido de Ideli Salvatti. Também teriam sido agraciados com os “mimos” da empresa petrolífera o genro da presidente da República, Dilma Rousseff, bem como parlamentares da base aliada e seus familiares, autoridades cuja conduta escapa à competência desta Comissão de Ética.
Ainda de acordo com o Estadão cada ingresso custa em torno de R$ 10 mil, sem contar as despesas com o traslado e hospedagem. Para Rubens Bueno, a postura nada republicana por parte de autoridades tornou-se prática comum no governo do PT.
“Esse pessoal não tem o menor pudor em transgredir o código de conduta pública. Eles infringem porque acham que vão ficar impunes Não têm o menor respeito com o dinheiro do povo. Esses casos precisam se estancados para o bem do país. Esse é o objetivo de nossa representação na Comissão de Ética”, afirmou Bueno.
Além da representação, o líder do PPS ingressará, também na segunda-feira, na Mesa Diretora da Câmara com requerimento de informações dirigido ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. A Petrobrás é subordinada à pasta.
No documento, Rubens Bueno pedirá à presidente da empresa, Maria das Graças Foster, que informe os nomes das pessoas que receberam o tal convite VIP, além de disponibilizar os valores gastos pela petroleira as despesas de viagem e hospedagem dos convidados.
“Queremos também saber do ministro Edison Lobão como ele analisa este tipo de agrado a autoridades do alto escalão. Isso é normal?”, afirmou o parlamentar.
O ST QUE MAIS ENTENDE DE CANHÃO. ATÉ CASOU-SE COM UM.
terça-feira, 25 de março de 2014
Governo do PT acomoda subtenente músico, marido de Ideli, em missão para avaliar sistema de defesa antiaérea da Rússia
A nota a seguir é de Lauro Jardim, "De Moscou, com amor", revista Veja que está em circulação:
Marido da Ministra Ideli Salvatti, o subtenente músico do Exército Jeferson da Silva Figueiredo participou em janeiro de sua primeira missão internacional.
Passou duas semanas na Rússia como integrante de uma comissão técnica de compras. Mas o militar músico não desembarcou em Moscou para renovar os instrumentos do Exército. Ele foi escalado pelo Ministro Celso Amorim para avaliar o sistema de defesa antiaérea que o Brasil pretende comprar da Rússia. O Pantsir-S1, a escolha de Amorim, custa quase o triplo dos modelos preferidos pelos militares brasileiros que, ao contrário do marido de Ideli, realmente entendem do assunto.
13 comentários:
- Anônimo disse...

- Poderiam ter mandado o Sgarbi... Ele entende tanto quanto disso...
- 25 de março de 2014 10:16
- Anônimo disse...

- Subtenente Melancia: Verde por fora, vermelho...
- 25 de março de 2014 10:59
- Anônimo disse...

- Vai comprar uns bombardinos para assoprar. Ele entende tanto de defesa antiaérea do que eu em fisica quântica.
Aproveita viagem e coloca uma filial da casa da tia Ideli em Moscou. - 25 de março de 2014 11:09
- André disse...

- Sem querer defender o o subtenente músico,mas ele tem plenas condições de valiar o sistema de artilharia.
Afinal é casado com um dos maiores canhões que esta governo possui!
Sabe-se lá o trauma deste rapaz ao acordar todo o santo dia ao lado da Ideli...
Desta forma esta totalmente familiarizado com sistemas de canhões!!!
Assim só dizendo: sub, salva-te!!! - 25 de março de 2014 11:29
- Anônimo disse...

- Além de subtenente, o home é músico. Deve entender uma barbaridade de bateria antiaérea. Em todos os sentidos, em todas as situações, mostra que este governo além de corruPTo é incomPTente.
- 25 de março de 2014 11:35
- Anônimo disse...

- Essa mulher ficou famosa por comprar lanchas aparentemente inúteis, através do Ministério da Pesca. Foram R$31 milhões na compra de 28 lanchas. Acho que a história repetir-se-á (usando um bom português). Talvez os petistas compraram essas lanchas porque previam que o Brasil ia afundar.
- 25 de março de 2014 12:28
- Anônimo disse...

- AFFFee são tantas as barbaridades q tá kda dia mais dificil sobreviver nesse mar de imbecilidades.
- 25 de março de 2014 13:16
- Anônimo disse...

- Cada enxadada uma minhoca.Partido das acomodações.
- 25 de março de 2014 16:07
- Anônimo disse...

- ESSE SUBTEN É MACHO ENCARAR AQUELE CANHÃO TEM QUE TER CORAGEM.
EDUARDO MENEZES - 25 de março de 2014 16:19
- Anônimo disse...

- O "semitenente", pessoa tão gabaritada para o assunto quanto é 9Dedos para jogar na NBA, foi para a Rússia para fugir do Brasil para não ficar vendo a cara da Ideli, até Pitbulls se assustam com ela!
- 25 de março de 2014 16:44
- Luiz Vargas disse...

- Será por que além de entender de canhão ele é um exímio matador de dragão?
- 25 de março de 2014 18:33
- Anônimo disse...

- Achei uma ótima ideia do Amorim! Pessoa inteligente e afinada com Cuba e Putin, mandou um músico cuidar desta ópera bufa !
Se fosse Tchaikovsky, executaria a PATÉTICA ! - 26 de março de 2014 09:29
- Anônimo disse...

- Haja Viagra!kkkkk
- 26 de março de 2014 10:58
UMA PREMONIÇÃO DA FOTO DO EXTERMINADOR DA DEMOCRACIA. JN
ASSIM RASTEJA O BRASIL NA MÃO DA CANALHA COMUNISTA
VIA CAMPESINA – BANDIDAGEM INTERNACIONALCarlos I. S. Azambuja |
|
|
|
|
| “Entendemos que o governo do Brasil deve defender os interesses de seu povo e não do setor agro-exportador. Por isso, exigimos que o governo articule a suspensão das negociações na OMC”.(Trecho de carta aberta, escrita em espanhol, da Via Campesina ao presidente Lula em 11 de março de 2006)
A Via Campesina intitula-se um movimento internacional que coordena organizações camponesas, pequenos e médios produtores, mulheres rurais, comunidades indígenas, gente sem terra, jovens rurais e trabalhadores agrícolas migrantes. Diz-se um movimento autônomo, plural, independente, sem nenhuma filiação política, econômica ou de outro tipo. É composta por 135 organizações de 56 países da Ásia, África, Europa e continente americano, organizadas em 8 regiões: Europa, Leste e Sudeste da Ásia, América do Norte, América Central, Caribe, América do Sul e África. Quatro organizações brasileiras integram a Via Campesina: Articulação Nacional de Mulheres Trabalhadoras Rurais (ANMTR); Movimento de Atingidos por Barragens (MAB); Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA). A idéia da constituição de uma organização mundial teve sua origem em abril de 1992, ocasião em que vários líderes camponeses da América Central, América do Norte e Europa estiveram reunidos em Manágua, Nicarágua, no Congresso da União Nacional de Agricultores e de Criadores de Gado. Em maio de 1993 foi realizada uma Conferência em Mons, Bélgica, ocasião em que foi constituída essa organização mundial que adotou a denominação de Via Campesina. A II Conferência Internacional foi realizada em Tlaxcala, México, em abril de 1996, da qual participaram 69 organizações de 37 países. Quatro anos depois, no ano 2000, a III Conferência foi realizada em Bangalore, Índia. Rafael Alegria, um hondurenho, é o Secretário Internacional da Via Campesina. A IV Conferência, em 14/20 de junho de 2004, foi realizada em Itaici, São Paulo, precedida, no mesmo local, pela II Assembléia de Mulheres e I Assembléia de Jovens. “Organizemos a Luta! Terra, Alimento, Dignidade e Vida!” foi o tema dessa Conferência e as deliberações orientadas no sentido de (www.viacampesina.org): - fortalecer e redefinir as políticas de alianças projetando sua ação no conjunto dos movimentos sociais; - integrar as estratégias e ações internacionais futuras no trabalho das organizações nacionais; - desenvolver mecanismos para a capacitação e formação de líderes internacionais; - promover e fortalecer a participação geral das mulheres e dos jovens na Via Campesina. O presidente Lula e o Ministro Chefe da Casa Civil, José Dirceu, embora convidados, não participaram da IV Conferência, em Itaici. Nesse sentido, com data de 19 de junho, o então ministro José Dirceu enviou uma carta à Via Campesina. Nessa carta, José Dirceu afirmou que: “(…) Quero manifestar que se não estou presente nessa comemoração, a verdade é que estamos juntos nessa luta há muitos anos. Nossas histórias se confundem. A história do MST, do PT, minha história e a história de cada um dos que estão nesse encontro de hoje. (…) Para finalizar, quero dizer que neste momento, somente nossos papéis são distintos, pois continuamos todos do mesmo lado, na mesma luta”. Realmente, nesse momento os papéis da Via Campesina e do Ministro José Dirceu eram distintos: a Via Campesina invadia e destruia empreendimentos florestais e cultivos transgênicos (Aracruz Celulose e Monsanto), e José Dirceu, então, implantava e coordenava o crime público organizado. Na Declaração Final da IV Conferência, a Via Campesina assinalou: “Estamos em oposição total ao modelo neoliberal, que mata e destrói culturas, povos e famílias camponesas no mundo inteiro”. Ora, quem “destrói culturas”, como se viu dia 8 de março de 2006, Dia Internacional da Mulher, no horto florestal da empresa Aracruz Celulose, em Barra do Ribeiro, Rio Grande do Sul, não é “o modelo neoliberal”, mas os internacionalistas da Via Campesina! Mais: essa bandidagem ocorreu durante a realização da II Conferência Internacional da Reforma Agrária e Desenvolvimento Rural que se realizava em Porto Alegre. Antes dessa Conferência, a Via Campesina solicitou recursos ao ministro Rosseto para a realização de um encontro paralelo denominado “Fórum Terra, Território e Dignidade”. No documento remetido ao ministro Rosseto, a Via Campesina afirmou: “Consideramos que é responsabilidade do governo garantir a participação”. O ministro se comprometeu a oferecer esses recursos para o encontro paralelo, pois “vamos assegurar a participação da sociedade”, disse (www.mpabrasil.org.br). Na ocasião, João Pedro Stedile, um boquirroto dirigente do MST e membro da direção da Via Campesina, em um discurso, afirmou que “nas últimas duas décadas enfrentamos uma nova etapa do capitalismo, que se caracteriza pelo domínio do capital financeiro que alcança a todos os países através da globalização, que é o mecanismo que o capital financeiro utiliza para poder atuar nos países e em todos os setores da economia”. Afirmou também que é preciso repensar o papel do Estado: “Por isso nossos movimentos devem defender a soberania nacional e o rol desse outro Estado, que é o único poder do povo que pode fazer mudanças e ajudar a construir uma sociedade menos desigual. E temos que juntarmo-nos para enfrentar os organismos internacionais e os acordos que eles fazem e que representam os interesses do capital” (www.viacampesina.org). Na prática, essas palavras de Stedile não deixam de ser incoerentes, pois o energúmeno não se preocupou em “defender a soberania nacional” quando incitou a bandidagem da Via Campesina composta por estrangeiros e mulheres do Movimento das Mulheres Camponesas, a maioria utilizando capuzes, a depredarem o laboratório e o viveiro da Aracruz Celulose, destruindo todo o material genético resultante de cruzamentos que vinham sendo feitos há 20 anos para melhorar a produtividade das plantações de eucaliptos. Também foram destruídas 4 milhões de mudas. As mulheres usaram armas artesanais para dominar e amarrar dois seguranças e espalharam 500 quilos de sementes pelo chão, inviabilizando as pesquisas. Nessa IV Conferência a Via Campesina declarou seu apoio formal ao governo da Venezuela e se solidarizou com Hugo Chavez, com as organizações e com o povo venezuelano. Fidel Castro também contou com o apoio das organizações vinculadas à Via Campesina, “em virtude do recrudescimento das ofensivas estadunidenses aos cubanos”. Esse apoio foi estendido aos povos árabes, especialmente a iraquianos e palestinos. Além de Stedile, também Egídio Bruneto, um dos dirigentes do MST, integra o grupo de dirigentes da Via Campesina. Após depredarem a Aracruz Celulose, os militantes foram para Porto Alegre onde tentaram invadir uma loja do McDonalds e forçaram a entrada na PUC, onde se realizava a II Conferência Internacional sobre Reforma Agrária e Desenvolvimento Rural, promovida pela FAO e pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. No local, o grupo enfrentou a Brigada Militar e, após uma negociação comandada por uma mulher que falava espanhol, entrou no prédio uma delegação de 50 pessoas para entregar um Manifesto. Pouco antes, em Coqueiros do Sul, a 320 quilômetros de Porto Alegre, cerca de 500 sem-terra tentaram invadir a fazenda Guerra, enfrentaram a Brigada Militar armados com foices, espingardas, coquetéis molotov, usando toucas ninja e escudos de lata e cortaram a energia do alojamento que a Brigada mantém junto à propriedade. Em 11 de março de 2006, segundo a imprensa, durante a desocupação da fazenda, três sem-terra foram presos. O motivo das prisões foram furtos de objetos, danos ao patrimônio público causados pela depredação de uma viatura da Brigada Militar, que teve os quatro pneus cortados, e de cárcere privado de dois policiais no dia da ocupação da área. No mesmo dia, no Pontal do Paranapanema, em São Paulo, diversas propriedades foram invadidas em Presidente Venceslau, Caiuá, Mirante do Paranapanema, Santo Anastácio e Teodoro Sampaio, por cerca de 600 sem-terra, a maioria mulheres comandadas por Deolinda Alves de Souza, mulher de José Rainha. Também em Andradina, São Paulo, a bandidagem se fez sentir: cerca de 400 militantes do MST, a maioria mulheres, no dia 8 de março ocuparam a Fazenda Santa Maria, bloquearam a rodovia vicinal que margeia a propriedade e atearam fogo em duas toneladas de cana retiradas de caminhões e despejadas na estrada, incendiaram 5 hectares da plantação de cana, abateram cabeças de gado e destruíram cercas e o pasto da área. Na mesma semana, em Pernambuco, mais 11 fazendas foram ocupadas, elevando para 30 as propriedades invadidas nos últimos cinco dias. Paralelamente, em Goiás, ainda no Dia Internacional da Mulher, cerca de 500 militantes do MST e de outros movimentos invadiram a fazenda Toca da Raposa, entre as cidades de Planaltina (DF) e Formosa (GO) e, à tarde, o grupo fechou a BR-020, estrada que liga Sobradinho a Planaltina. Foi a terceira invasão em uma semana no Estado de Goiás. No dia seguinte a todos esses acontecimentos, João Pedro Stedile elogiou as ações dos integrantes da Via Campesina que participaram da destruição do horto florestal da empresa Aracruz Celulose. Disse ele: “As mulheres estão de parabéns por fazer um ato que chamou a atenção da sociedade”. Em março de 2005 o diretor do Movimento dos Pequenos Agricultores, Romário Rosseto, primo do então Ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rosseto, que representava a Via Campesina junto ao Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), órgão responsável por traçar as políticas do Fome Zero, em uma carta ao presidente Lula renunciou ao cargo e saiu criticando o governo, afirmando que “mesmo contra a posição do Consea, o governo sancionou a Lei da Biossegurança, que liberou a venda de transgênicos”. Criticou também a lentidão do governo em fazer a reforma agrária e demarcar as terras indígenas e quilombolas. Escreveu que “é desrespeitosa a forma com que o governo tem tratado as questões agrárias”, queixando-se das poucas verbas (sic) a elas destinadas. Todavia, não foram apenas a Monsanto, durante a realização do I Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, em janeiro de 2001, e a Aracruz Celulose em março de 2006, as vítimas da bandidagem da Via Campesina e de sua extensão no Brasil, o MST. Na madrugada de 26 de outubro de 2005, cerca de 1.500 integrantes dessas organizações, transportados de várias cidades do Estado do Rio Grande do Sul, em 29 ônibus fretados, invadiram a distribuidora de alimentos Standard, em Esteio, e saquearam a empresa, levando 400 toneladas de alimentos e causando um prejuízo de dois milhões de reais. Embora os nomes dos passageiros dos 29 ônibus constassem das listas de que obrigatoriamente são exigidas para esse tipo de transporte, ninguém foi preso. Tampouco os alimentos foram recuperados mas, mesmo que o tivessem sido não mais se prestariam para o consumo, pois foram descongelados. “Pobre país, onde as autoridades assistem impassíveis a invasões de propriedade alheia, seguidas de roubo e vandalismo. Será preciso que o palácio seja também invadido e saqueado para que haja uma reação?” (palavras de Roberto Fendt, presidente do Instituto Liberal, no site da entidade). No episódio da depredação da Monsanto, ocorrido em 2001, em uma sexta-feira, o ativista francês José Bové, também dirigente da Via Campesina que chefiou a invasão, foi intimado pela Polícia Federal, na segunda-feira seguinte, a deixar o país. Todavia, permaneceu mais alguns dias, amparado em um habeas-corpus concedido pela Justiça Federal. Antes do embarque para a França, entretanto, afirmou, com arrogância, que “a Polícia Federal está a serviço das multinacionais” após ter sido recebido no Palácio Piratini, juntamente com outros 14 estrangeiros pelo governador Olívio Dutra. Finalizando, alguns trechos de um texto assinado pelo jornalista Reinaldo Azevedo, publicado em O Globo de 11 de março de 2006, com o qual o autor deste artigo concorda: “O lugar de João Pedro Stedile, o líder do movimento fantasma chamado MST, é a cadeia. Em vez disso, recebe verbas do governo para promover o terrorismo e a chantagem. Ele fez a apologia escancarada do crime ao endossar a invasão do laboratório da Aracruz. Endossar? O movimento organizou o assalto e contou com a ajuda oficial. O Incra pagou os ônibus e imobilizou a polícia para que eles não fossem interceptados na estrada. A subversão da ordem, o esbulho constitucional e a agressão de uma penca de leis contam com um general de peso – e não é Miguel Rosseto, o ministro da Reforma Agrária, um empregado moral de Stedile. Refiro-me a Luiz Inácio Lula da Silva. O apedeuta já envergou mais de uma vez o uniforme da guerrilha stediliana: o boné do MST. (…) De onde nasce o poder dessa gente? Do não-cumprimento da lei. E quem promove o esbulho legal? O governo. No caso do crime organizado, as Forças Armadas deveriam ter sido convocadas antes. Não para bater em pobre. Mas para arriar a bandeira do tráfico e hastear a Nacional. É uma guerra por território. No caso do MST, o governo não cumpre a Medida Provisória anti-invasão e repassa a maior parte dos recursos destinados ao setor a uma entidade que nem mesmo tem existência jurídica – que, enfim, não precisa prestar contas a ninguém, o MST. O resultado: Lula assenta menos gente do que FHC, com muito mais mortes. O MST, no entanto, nunca esteve tão forte. E quem comanda essa justiça bastarda? O ministro… da Justiça! Foi ele quem, certa feita, comentando a não-aplicação da MP contra as invasões, pregou o que chamou de ‘acomodação tática’ da Constituição. É o mesmo que, agora, diante da flagrante tentativa do Congresso de fraudar a Constituição para derrubar a verticalização, chamou a exigência contida na Carta (é proibido mudar a regra eleitoral menos de um ano antes do pleito) de ‘fetiche’. Ou seja, para o homem do Executivo encarregado de fazer valer o código legal, o que nele vai escrito não vale. (…) Chegou a hora de Stedile ser corajoso e arrombar a porta de um banco. Invadir o laboratório da Aracruz é para covardes, companheiro!” Nos próximos meses eram esperadas mais manifestações do MST e da Via Campesina, em Belo Horizonte, durante a 47ª Reunião Anual da Assembléia de Governadores do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O inusitado de tudo isso é a naturalidade e a leniência com que este governo que não rouba e não deixa roubar, que veio para implantar a ética na política, aceita e até apóia, como fez o ministro Miguel Rosseto – ele próprio militante de uma organização seção da Quarta Internacional no Brasil -, a atuação de um grupo internacional “neste país”, invadindo propriedades privadas, destruindo empresas, enfrentando e depredando veículos da Brigada Militar e mantendo policiais em cárcere privado, como ocorreu em Coqueiros do Sul. |
Assinar:
Postagens (Atom)



Do Editor Reservativa
O ministro amorim, é um pelego de prontidão usado pelo ex-pr luladrão ( aquele que contrabandeou 25 milhões de euros, para Portugal. Não me perguntem como e onde ele transportou essa grana, mas concomitante o voo os chifres da "mudinha" cresciam assustadoramente.
amorim era o mestre sala do nine fing"
13 comentários:
Aproveita viagem e coloca uma filial da casa da tia Ideli em Moscou.
Afinal é casado com um dos maiores canhões que esta governo possui!
Sabe-se lá o trauma deste rapaz ao acordar todo o santo dia ao lado da Ideli...
Desta forma esta totalmente familiarizado com sistemas de canhões!!!
Assim só dizendo: sub, salva-te!!!
EDUARDO MENEZES
Se fosse Tchaikovsky, executaria a PATÉTICA !