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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

EM DI8LMEZ: BLA BLA BLA MAIS DINHEIRO PARA CUBA VOU LEVAR


POLÍTICA
|  ISTOÉ Online |  27.Jan.14 - 15:22 |  Atualizado em 28.Jan.14 - 00:44

Dilma: "Brasil quer reforçar laços econômicos com Cuba"

Declaração foi durante a cerimônia de inauguração da primeira etapa do Porto de Mariel, a 45 quilômetros de Havana, capital cubana. O porto é a grande aposta do país de regime comunista para mudar sua economia

AE
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A presidente Dilma Rousseff afirmou, nesta segunda-feira, 27, que o Brasil "crê e aposta no potencial econômico de Cuba", durante a cerimônia de inauguração da primeira etapa do Porto de Mariel, a 45 quilômetros de Havana, capital cubana. O porto é a grande aposta do país de regime comunista para mudar sua economia. Custou US$ 957 milhões e, desse total, US$ 682 milhões foram financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

"Mesmo com injusto bloqueio, Cuba tem um dos três maiores fluxos econômicos do Caribe", afirmou Dilma. A presidente disse ainda que o BNDES acordou com o governo cubano que, dos US$ 957 milhões necessários, pelo menos US$ 802 milhões fossem gastos no Brasil na compra de bens e serviços comprovadamente brasileiro. "Na 2ª etapa financiaremos US$ 290 milhões para implantar zona especial de desenvolvimento", afirmou.

Segundo a presidente, o Brasil tem orgulho em se associar a Cuba para a construção do porto, que terá capacidade de movimentar 1 milhão de contêineres. Ela destacou ainda que diversas empresas brasileiras já manifestaram interesse em se instalar na zona especial do porto. "O Brasil quer se tornar parceiro econômico de primeira ordem para Cuba", afirmou. "São enormes as possibilidades de desenvolvimento." Dilma citou ainda a criação, em 2013, de um voo semanal direto entre São Paulo e Havana, que "irá estimular o turismo e os negócios".

A presidente brasileira desembarcou no domingo, 26, em Havana, onde foi recepcionada no aeroporto José Martí pelo ministro de Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, Rodrigo Malmierca. Depois de inaugurar a primeira parte do Porto de Mariel, ela participará da abertura da II Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

Mais Médicos

A presidente Dilma aproveitou para agradecer ao governo e ao povo cubano pela contribuição com o Programa Mais Médicos. Ela fez o agradecimento durante cerimônia de inauguração da primeira fase do Porto de Mariel, a 45 quilômetros de Havana. Voltando-se para o presidente cubano, Raul Castro, e demais autoridades presentes, Dilma disse ainda que a participação de médicos cubanos no programa brasileiro é aprovada pela população brasileira. Para ela, o programa e a participação do Brasil no financiamento do Porto de Mariel foram importantes para a integração latino-americana e caribenha.

"Com Cuba, nossa região estará completa. Esse Porto que hoje inauguramos permanecerá como um símbolo de amizade entre Brasil e Cuba", disse a presidente.

Dilma Rousseff afirmou ainda que o fato de Cuba sediar a II Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) mostra a importância da integração na região.

Alguns comentários de leitores:

MARCONDES
EM 27/01/2014 20:43:18
Um bancário ganha 2 mil por mês X 12= 24 mil. Dilma pagou 26 mil para ficar uma noite em Portugal e com ela estavam mais 45 salafrários gastando o dinheiro público que poderia salvar vidas. Chega de PT, de Dilma, de Lulas e outros crápulas mais. Isso é gente que não presta.Denuncie esse Comentário
MARCONDES
EM 27/01/2014 20:38:41
Pelo amor de Deus militares, tenham um mínimo de amor a pátria e assumam esse país antes que ele vá a bancarrota. Está passando da hora. Ninguém esta interessado em Cuba, a não ser meia dúzia de bandidos que tomaram o poder iludindo o povão. Estamos sem saúde, sem segurança, e etc.Denuncie esse Comentário
PT PODRE
EM 27/01/2014 18:26:55
O dinheiro brasileiro sendo usado pela ratazana Dilma para ajudar os assassinos cubanos. Só podia ser o povo brasileiro pra ser feito de palhaço de maneira tão descarada !Denuncie esse Comentário
FABIO

FABIO
EM 27/01/2014 17:42:07
Na verdade não é em Cuba que estão interessados, senão numa ilha lá ao lado aonde todo o dinheiro sujo está guardado. Existe um esquema de lavagem do dinheiro oriundo das Ilhas Cayman usando Cuba como intermediária. É por isso que o amor a ilha, que andava meio apagado, voltou com tudo ultimamente.Denuncie esse Comentário





UMA PROVA DE QUE O POVO ESTÁ DE SACO CHEIO
E ATÉ APROVARIA AGORA A PENA DE MORTE PARA BANDIDOS, VANDALISMOS E PETISTAS  TRUCULENTOS.

ISTO É   DESTA SEMANA

COMPORTAMENTO
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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014


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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Como explicar?

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Roberto Gotaç

A Presidente Dilma, ao discursar em Davos, num estilo bem diferente daquele, arrogante, que, até recentemente, caracterizou a interação do país com os agentes econômicos internacionais, tentou vender, em foro mundial, com pouco sucesso, a imagem de um porto seguro para os investimentos que busca atrair para uma economia em declínio, com índices medíocres de crescimento. 

Fruto de uma política externa equivocada, com viés ideológico ultrapassado, que vem sendo praticada pelo governo petista, o Brasil se inclinou, ao longo da última década, na direção de parceiros e alianças, como o decadente Mercosul, que pouco têm a oferecer no sentido de consolidar uma posição confiável no cenário global. 

Constatado o erro, a Presidente, como que implora, na Suíça, até de maneira constrangedora, a volta dos investidores, afim de concretizar projetos relacionados, entre outros setores, com a  infraestrutura e a produtividade, que o país necessita desesperadamente para destravar o desenvolvimento. 

Aliado a esse cenário, pairam preocupações ligadas à precariedade dos serviços de saúde pública que vêm penalizando de maneira cruel a população, à segurança que não está sendo garantida ao cidadão de maneira satisfatória pelo estado, ao transporte público de qualidade vergonhosa e à ineficiente gestão da educação, só algumas das mazelas, tudo desaguando em manifestações populares, nem sempre pacíficas, e que colocam os cardeais da FIFA e os políticos encarregados de organizar o megaevento esportivo, em estado de atenção, no que diz respeito à sua realização, um dos produtos vendidos por Dilma em Davos. 

Antes que esse vulcão entre em erupção, é de todo aconselhável tentar explicar à sociedade brasileira, e ela merece uma satisfação convincente, o fato de que a nossa presidente se dirigirá, após o encontro na Europa, a Cuba, para lá inaugurar um porto, revitalizado graças a investimentos, 71% dos quais bancados pelo nosso BNDES, com a promessa de futuras inversões naquele "paraíso" dos direitos humanos, com dinheiro do povo  daqui. 


Paulo Roberto Gotaç é Capitão de Mar e Guerra, reformado.

OS INCOMPTENTES   OU INCOPATENTES ?


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Governo desconfia que Fifa fez ataque coordenado de mídia para denunciar caos pré-Copa

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

A desorganização, por má gestão e evidências de corrupção por excesso de custos, em torno dos projetos para viabilizar a Copa da Fifa no Brasil tende a deixar o governo petista internacionalmente muito mal na fita. Os marketeiros do Palácio do Planalto não sabem como conter os efeitos negativos de uma reportagem da Thompson Reuters, em espanhol, e da entrevista dada pelo coordenador técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, criticando a bagunça e quebra de compromissos na infraestrutura para o mundial de futebol. A venda de peixes podres vai prejudicar Dilma...

Na pancada dada pela agência de notícias britânica, foi analisado que os sinais de problemas para o mundial de 2014 eram conhecidos desde 2007, quando o Rio de Janeiro se esforçou para realizar os Jogos Pan-Americanos – evento relativamente menor que uma copa do mundo de futebol, em termos esportivos globais. “O excesso de custos, uma obra de metrô que nunca se materializou e constantes atrasos nos locais de competição, muitos dos quais concluídos no último minuto, deviam ter soado o alarme do Zurique”.

No entanto, segundo a matéria, três meses depois do PAN, o Brasil assumiu a organização da Copa do Mundo de 2014, quase sem oposição. A Reuters detona: “Perguntas sobre a infraestrutura do Brasil em ruínas, os problemas sociais, a criminalidade e a violência foram negligenciados no país por meio de elogios por suas realizações no campo. Nos seis anos e meio, desde então, com a organização do Mundial aconteceu o mesmo que com a preparação para o Pan. Incapaz de fazer muito, a FIFA tem visto como os organizadores falharam prazos, ignoraram os orçamentos originais cortados e descumpriram projetos de infraestrutura, que deixaram um legado do torneio”.

A pancada de Parreira pode doer mais, porque a reclamação vem de dentro da seleção. Além disso, a queixa, sincera e baseada em dados reais, pode ser vista como um recado indireto dos gestores da Fifa descontentes com o governo brasileiro. Na entrevista para o programa de rádio CNE Esportes, Parreira foi na mesma linha ofensiva da Reuters: “A gente queria tudo para a Copa, mas para a Copa foi um descaso total. Vejo que os aeroportos vão ser licitados a partir de março, três meses antes. É uma brincadeira, fomos indicados há sete anos e só agora vão licitar os aeroportos?”. Lembrando que o torcedor não vive só de estádio e precisa de infraestrutura, Parreira lamentou: “Perdemos a oportunidade de dar conforto e mostrar um Brasil diferente”.

Releia o artigo de domingo: O Fantasma daFraude Eleitoral

Noite de Tuminha

Vai dar a maior audiência no Palácio do Planalto a entrevista que o delegado aposentado Romeu Tuma Júnior dará ao programa Roda Viva, logo mais à noite.

O Apresentador Augusto Nunes prometeu que não haverá perguntas censuradas...

Luiz Inácio Lula da Silva precisa rezar para Tuminha não contar agora muito mais do que sabe e divulgou em seu livro.

domingo, 26 de janeiro de 2014

POR FAVOR.... ALGUEM AI ARRANQUE OS ANTOLHOS DESSA MINISTRA .DEMISSÃO JÁ jcn


















Protestos contra a Copa acabam em tumulto; ao menos 128 são detidos em SP



WWW.ESTADÃO.COM.BR
O Estado de S. Paulo


SÃO PAULO - Na tarde deste sábado, vários protestos aconteceram nas principais capitais do País. A maioria ocorreu de forma pacífica, exceto em São Paulo e no Rio de Janeiro. Na capital paulista, os manifestantes e a Polícia Militar entraram em confronto na Rua Barão de Itapetininga, na região do Theatro Municipal. 

Veja também: 
 Protesto Anti-Copa em Curitiba reúne cerca de 200 
 Protestos no Rio acabam em confusão em Copacabana 
 Grupos protestam pelo Brasil contra a realização da Copa do Mundo 


No Rio, a confusão começou quando a passeata, até então pacífica, chegou à Rua Francisco Otaviano, que liga Copacabana ao bairro de Ipanema. Os cerca de 30 black blocs que estavam no meio da manifestação provocaram os policiais militares, que ameaçaram prendê-los. Confira as imagens das manifestações

Daniel Teixeira/Estadão

Programa "maus médicos cubanos" jcn

26 jan 2014

O MAIOR INIMIGO DA DEMOCRACIA É ELA PRÓPRIA, PORQUE PERMITE QUE ATÉ MESMO A PRESiIDANTA CONTRIBUA PARA SUA DERROTA.

Sobre o programa "Maus Médicos postei neste blogue extenso arquivo mostrando os erros médicos praticados por esses "infiltrados" na saúde, que com suas "contribuições" tornaram mais precárias do que já eram.

 Na verdade e bom que se diga que as pessoas por eles atendidas podem facilmente se transformar de cliente em vítima, e a premissa é verdadeira diante de fatos já constatados pelas Associações de Médicos brasileiros, que acompanham e tentam evitar que grosseiros erros médicos levem a óbito, justamente nas classes mais necessitadas.O artigo de Ives Gandra da Silva Marins deve ser lido, meditado e usado como um alerta de que coisas piores acontecem, por traz do programa "Maus médico" como resolvi chama-lo, pelos motivos óbvios.José Conegundes NascimentoEditor de reservativa 



A coerência da presidente

23 de janeiro de 2014 | 2h 08


Ives Gandra da Silva Martins* - O Estado de S.Paulo

Numa real democracia, o respeito às opiniões divergentes é um direito fundamental, pois, no dizer de John Rawls, "teorias não abrangentes" podem conviver, apesar de suas diferenças, o que não ocorre com as "teorias abrangentes" próprias das ditaduras, em que se impõe uma única visão política a ser seguida por todos. Não no seu mais conhecido livro (Uma Teoria da Justiça), mas na obra Direito e Democracia, desenvolveu o tema de que todas as teorias impositivas que não permitem diálogo conformam ideologias totalitárias, não são democráticas.
Respeito, como eleitor e cidadão, as posições da presidente, que na juventude foi guerrilheira na companhia de muitos outros, alguns treinados em Cuba, e mesmo terroristas, pois lançaram bombas em shoppings, matando inocentes. Um de seus amigos mais íntimos e meu amigo, apesar de nossas inconciliáveis divergências, José Dirceu declarou certa vez que se sentia mais cubano que brasileiro. Seu apoio permanente à ditadura cubana é, portanto, coerente com seu passado de lutas políticas, como o fez com relação às semiditaduras da Venezuela e da Bolívia.
O caso de Cuba, todavia, tem conotações extremamente preocupantes, na medida em que o governo brasileiro financia, por meio da campanha Mais Médicos - que poderia também ser intitulada "Mais Médicos Cubanos" -, uma ditadura longeva, que se alicerçou num rio de sangue quando Fidel Castro assassinou, sem julgamento e sem defesa, em seus paredóns, milhares de cidadãos da ilha para instalar sua ditadura. Chegou a ser chamado por estudantes da Faculdade de Direito da USP de "Fidel Paredón Castro". Até hoje seus habitantes não têm direito a circular livremente pelo país e quando conseguem autorização para viajar ao exterior seus familiares permanecem como "reféns" para garantia de seu retorno. E a pretendida abertura econômica para comprar carros comuns por US$ 250 mil é risível para um povo que ganha - mesmo os profissionais habilitados - em média de US$ 20 a US$ 50 por mês. É o país mais atrasado economicamente das Américas.
O Estado de S. Paulo (11/1, A3) noticiou que o referido programa prevê a "importação" de 10 mil médicos de Cuba - ante pouco mais de 500 de outros países -, os quais ganharão menos que os demais estrangeiros, pois o governo brasileiro paga seu salários diretamente a Cuba, que lhes devolve "alguns tostões", apropriando-se do resto. Impressiona-me que o Ministério Público do Trabalho não tenha tomado, junto aos tribunais superiores, medida para equiparar o pagamento, no Brasil, desses cidadãos cubanos, que atuam rigorosamente da mesma forma que seus colegas de outros países, ganhando incomensuravelmente menos. Causa-me também espanto que uma pequena ilha possa enviar médicos em profusão. Talvez aí esteja a razão para que o governo brasileiro não aceite o Revalida para tais profissionais, deixando fundadas suspeitas de que tema sua reprovação, por não serem tão competentes quanto os médicos brasileiros obrigados a se submeter a esse exame para a avaliação de sua competência.
O que mais me preocupa, contudo, é que, enquanto, para meros efeitos eleitorais, o governo brande a bandeira de "Mais Médicos cubanos" financiadores da ditadura do Caribe, o SUS não é reatualizado há mais de 15 anos. Os médicos brasileiros que atendem a população nesse sistema recebem uma miséria como pagamento por consultas e cirurgias, assim como os hospitais conveniados. A não atualização dos valores pagos pelo SUS, em nível de inflação, por tão longo período tem descompensado as finanças de inúmeras instituições hospitalares privadas vinculadas a seu atendimento.
De tudo, porém, o que me parece mais absurdo é que o financiamento à ditadura cubana, calculado pelo Estado, supera US$ 500 milhões, estando a fortalecer um regime que há muito deveria ter sido combatido por todos os países da América, para que lá se implantasse a democracia. Tal amor à ditadura caribenha demonstra a monumental hipocrisia dos ataques ao Paraguai e a Honduras por terem, constitucional e democraticamente, afastado presidentes incompetentes ou violadores da ordem jurídica dominante. Assim é que o artigo 225 da Constituição paraguaia permite o impeachment por mau desempenho, como nos governos parlamentares, e o artigo 239 da Constituição hondurenha determina a cassação do presidente que pretender defender a reeleição. É que a forma como foram afastados estava prevista no texto constitucional aprovado, nessas nações, democraticamente.
Como presidente do País, Dilma Rousseff merece respeito. Dela divirjo, entretanto, desde sua luta guerrilheira, que atrasou a redemocratização do Brasil, obtida, por nós, advogados, com a melhor das armas, que é a palavra. E considero que seu permanente fascínio pelas ditaduras ou semiditaduras, como as de Cuba, Venezuela e Bolívia, é perigoso para o Brasil, principalmente quando leva à adoção de medidas como a "operação de mais médicos cubanos", pois fora de nossas tradições democráticas.
Valeria a pena a presidente refletir se tais medidas, de nítido objetivo eleitoreiro, não poderão transformar-se ao longo da campanha em arma contra o próprio governo, mormente se os candidatos de oposição se dedicarem a explorar o fato de que o que se objetiva mesmo é financiar aquele regime totalitário. A campanha Mais Médicos poderá tornar-se o mote "mais dinheiro para a ditadura cubana", pondo em evidência não o interesse público do povo brasileiro, mas a coerência da presidente com seu passado guerrilheiro, gerando dúvidas sobre seu apreço aos ideais democráticos.
*Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do CIEE/O Estado de S. Paulo, das escolas de Comando e Estado-maior do Exército e Superior de Guerra, é presidente do Conselho Superior de Direito da FECOMERCIO-SP e fundador e presidente honorário do Centro de Extensão Universitária. 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

@#$%¨¨*&**(&¨%$#@#%$¨&**( jcn

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Etanol – beco sem saída

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Xico Graziano
Pasmem: o Brasil está importando etanol dos Estados Unidos! O país que inventou o Proálcool, pátria dos veículos flex, o maior produtor mundial de cana-de-açúcar, anda de marcha à ré no combustível renovável. Primeiro incentivou, depois maltratou sua destilaria, dando prioridade à poluente gasolina. Um vexame internacional.
Navios carregados de álcool anidro norte-americano começaram a descarregar 100 milhões de litros no Porto de Itaqui (Maranhão). É somente o começo, destinado ao abastecimento do Nordeste. No total, as importações serão bem mais volumosas. Para facilitar, o governo Dilma desonerou de impostos (PIS e Cofins) as compras de etanol no exterior, dando um tapa na cara dos produtores nacionais. Surreal.
Há décadas, na agenda planetária os combustíveis renováveis começaram a se impor nos transportes, preliminarmente, por causa do encarecimento do petróleo. Recentemente, com a ameaça do aquecimento global, nações investiram na busca de energias alternativas, ambientalmente vantajosas diante das de origem fóssil. O sonho dos países desenvolvidos, liderados pela Europa, é esverdear sua matriz energética utilizando fontes solares, eólicas ou oriundas da biomassa. Todos avançaram nas energias chamadas limpas. Aqui andamos para trás.
Tudo caminhava bem. Eleito o PT, no seu primeiro mandato o presidente Lula recebeu George W. Bush usando o boné dos usineiros. Interessado em abastecer o crescente mercado dos Estados Unidos, o setor sucroalcooleiro nacional estava animado. O etanol brasileiro, mais competitivo, ganharia o mundo. Nesse contexto vitorioso, as montadoras lançaram, em 2003, os carros flex, dando mais segurança aos consumidores.
Em cinco anos a quilometragem rodada por veículos movidos a etanol ultrapassou os a gasolina, trazendo grande vantagem ecológica. Segundo Décio Gazzoni (Embrapa), especialista em agroenergia, as emissões líquidas de CO2 equivalente causadas pela queima de um litro de etanol somam apenas 400 gramas, ante 2.220 gramas da gasolina. Além da redução do desmatamento na Amazônia, o País também contribuía para a agenda do clima reduzindo as emissões de CO2 na atmosfera em razão do efeito substituição da gasolina pelo etanol. Show de bola.
A partir de 2009, surpreendentemente, entramos na contramão da História. Uma trágica concepção da política pública levou o governo Lula a dar prioridade à a gasolina da Petrobrás, em detrimento do álcool combustível. Ninguém sabe explicar ao certo os motivos dessa reversão. Houve, isso é patente, uma contenção artificial dos preços da gasolina, impedindo, por tabela, o etanol de remunerar seus custos de produção. Pode ter segurado a inflação. Mas quebrou a Petrobrás e faliu o setor sucroenergético nacional. Ao invés de dominar o mercado exportador, o Brasil tornou-se importador de etanol. De milho.
Influenciados pelo movimento ambientalista, os norte-americanos, na Califórnia especialmente, decidiram apostar no combustível alternativo. Sua acertada escolha, porém, exigiu uma mudança técnica com relação ao Brasil: utilizar o grão de milho, e não o caldo da cana-de-açúcar, nas destilarias. Por que razão? Acontece que o cultivo da cana-de-açúcar é próprio das regiões tropicais, onde as lavouras permanecem no terreno por vários anos, sucessivamente colhidas. Nos países temperados, o frio intenso do inverno interrompe o cultivo contínuo dos campos.
Do Golfo do México para cima, geograficamente, as condições climáticas tornam-se restritivas para as espécies vegetais cultivadas de forma "semipermanente", como a cana. Somente sobrevivem ao período gelado as plantas que perdem as folhas sazonalmente, como as frutíferas, por exemplo. Ou certas árvores adaptadas, como os pinheiros. Basta olhar as recentes tempestades de neve nos EUA para verificar a interrupção do ciclo agrícola. Nenhum canavial resistiria àquelas baixas temperaturas.
Sobrou para os gringos triturarem o milho nas destilarias. Colhidas as lavouras e estocados os grãos, o armazenamento permite estender seu consumo meses afora. Montanhas de milho aguardam a hora de ser moídas e fermentadas nas dornas, produzindo o álcool que o mundo adotou como etanol.
Qualquer matéria-prima contendo açúcares ou carboidratos pode sofrer fermentação. Nesse processo químico-biológico, conduzido por bactérias em condições anaeróbicas, o rendimento final é variável. É aqui que o etanol brasileiro vence de goleada seu similar oriundo do milho. Na média, um hectare plantado com cana gera 7.200 litros de etanol; com milho, a mesma área produz 3.100 litros. Essa maior produtividade energética se reflete nos custos e na contabilidade ambiental. Em 2009 a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos divulgou parecer comprovando que o uso do etanol de cana como substituto da gasolina permitiria uma redução de 44% nas emissões de gases-estufa. Com o milho, cairia para apenas 16%. Tudo conspirou a favor do Brasil.
Mas saiu errado. Após um período de forte expansão, com grandes investimentos, chegou a pasmaceira, seguida da quebradeira. Em vez do sucesso, seguiu-se o desânimo. Os carros flex passaram a encher o tanque com gasolina. No interior do País, entre 385 unidades, 100 encontram-se endividadas, praticamente paralisadas ou fecharam as portas. Dezenas de projetos nem saíram do papel. Frustração total.
Lula, em nome do populismo, destruiu uma das maiores invenções brasileira. As importações de etanol de milho do Brasil configuram o maior fracasso mundial de uma política pública na área da energia renovável. Dilma Rousseff, pregressa ministra de Energia, adota discursos contemporizadores. Está, na verdade, num beco sem saída.
Xico Graziano é agrônomo, foi secretário de Agricultura e secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. E-mail: xicograziano@terra.com.br 

Eleições no Clube Militar


                                   

                    

                           Gen Marco Antonio Felicio da Silva

 

       “A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos

         aqueles que não pensam, não questionam,  não se importam, não se manifestam!”   

 

Como candidato à Presidência do Clube Militar, envio, em consideração aos sócios, principalmente àqueles com os quais não tive a oportunidade de conviver, breve currículo de minha vida profissional:

Sou oriundo da Arma de Artilharia, Aspirante a Oficial pertencente à Turma Real Academia Militar, ano de 1961, tendo cursado a EsAO, a ECEME e o Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército.

Na área de Inteligência, tenho o Curso de Informações do Campo Externo/EsNI. Fui Assessor de Informações do Gabinete do Ministro do Exército, servindo no CIEx.

Desempenhei a função de Instrutor do Curso de Artilharia/AMAN e comandei o 31 GAC, o Grupo Escola de Artilharia.

Nos Estados Unidos, servi como Oficial Adjunto ao Comando de Armas Combinadas e à Escola de Comando e Estado Maior daquele País. Fui, também, Editor da Military Review, edição em Português.

Servi no EME na Sub-Chefia de Estudos Estratégicos e na Sub-Chefia de Inteligência e comandei a AD3.

Sou formado em Administração de Empresas com especialização em “Gerenciamento da Excelência”. Na área civil, sou empresário, voltado para o desenvolvimento de projetos de natureza científica-tecnológica em parceria com centros de pesquisas, universidades e empresas.

Sou pós-graduado em Ciência Política.

Sou atual candidato à Presidência do Clube Militar pela chapa “TRADIÇÃO, COESÃO e AÇÃO”, cujo objetivo maior, dentre outros constantes do Programa de Ação de nossa Chapa, é o de resgatar as tradições do Clube Militar, “A Casa da República”, tornando-o, paralelamente ao Clube de lazer, protagonista político de âmbito nacional, com ênfase na defesa dos interesses dos militares, das Forças Armadas e da Nação.

Meu pensamento, para que não haja dúvidas quanto à minha ação à frente do Clube, caso eleito, está traduzido em dezenas de palestras e seminários e em centenas de artigos, de minha própria lavra, publicados em jornais e revistas diversos e, também, difundidos na WEB.

Em 2012, fui o autor do manifesto ALERTA À NAÇÃO (ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!) motivado por interferência indevida do Ministro da Defesa no Clube Militar. O manifesto teve o respaldo de cerca de 4000 assinaturas, a grande maioria de oficiais, PROVA INCONTESTE DE COESÃO E UNIDADE DE PENSAMENTO como há muito não se via.

A todos os Sócios, forte abraço do Marco Felicio.

 

Dúvidas, sugestões e críticas, faça contato:

e-mail:marco.felicio@yahoo.com


Residências:

-Rua Timóteo da Costa 1001/Bl3/Apto 206, LEBLON,

RIO de JANEIRO, RJ. CEP 22450-130.

-Rua Vitória 169, Parque Jardim da Serra,

Juiz de Fora, MG. CEP 36039-040

Tel: (32) 91992831, 88345497, 32332457