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sexta-feira, 26 de abril de 2013

UMA SELEÇÃO DO BLOG DO LÍCIO MACIEL


POVO COVARDE, TERMINARÁ ESCRAVO

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Quarta-feira, 24 de Abril de 2013
Assunto: Troco meu teclado por um fuzil
Troco meu teclado por um fuzil
Por Humberto de Luna Freire Filho
Sempre cumpri meus deveres constitucionais e há onze anos exerço meus direitos de cidadão criticando e denunciando, em vários jornais e revistas, os podres dessa mega quadrilha que nos governa. Não sou o único, sou parte dos 22% da população civilizada que não quer ver o país ser destroçado. Mas para tudo tem limite e começo a sentir que estou enxugando gelo. A caneta e o teclado não surtem efeitos em país de analfabetos e semi analfabetos.
A bandidagem possui a chave do cofre e, demonstrando uma total falta de caráter, de ética e moral, compra quem quer nos balcões de negócios instalados no poder Legislativo e no poder Judiciário. O Legislativo há muito tornou-se um antro de corrupção. Salvo raríssimas exceções, é composto pelo qua há de pior na já rasteira política nacional. Os ministros da Suprema Corte são escolhidos tendenciosamente pela “presidenta” que, com a orientação do ex presidente mais corrupto que o país já teve, governa para ela e seus asseclas.
Finalmente para sacramentar a nossa desgraça, temos um povo despolitizado e extremamente covarde.
O que hoje acontece no Brasil teria em outro país uma resposta por parte da população totalmente diferente dessa alienação que vemos aqui. Enfim, estamos perdidos. Sou democrata e totalmente contra regimes totalitários, seja de direita ou de esquerda, seja militar ou civil, mas a essa altura não vejo outra saída para acabar com toda essa podridão que assola o país.
E como patriota, não de campo de futebol, tenho todo o direito de perguntar: onde estão as FFAA? Até quando um incompetente esquerdopata continuará dando ordens aos militares de alta patente, como ministro da Defesa? Até quando o pessoal da Marinha será mordomo durante as férias da dona Dilma? Até quando o pessoal do Exército vigiará morros infestados de traficantes? Até quando os oficiais da Aeronáutica serão pilotos particulares de políticos corruptos?
Espero que logo as três armas criem coragem para cumprir seu verdadeiro papel constitucional ou no mínimo, relativizar a suposta obediência. Dá nojo ao cidadão de bem acordar sendo chamado de idiota por essa corja que ocupa o poder. Não merecemos esse tratamento, nem continuarmos vendo em fotos e nas TVs caras impregnadas de cinismo anunciando um Brasil paraíso. Apesar da idade troco meu teclado, que não está dando resultado, por um fuzil.
Humberto de Luna Freire Filho é Médico.

VIVA O EXÉRCITO BRASILEIRO


DISCURSO MÁSCULO NO DIA DO EXÉRCITO BRASILEIRO

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Discurso duro, viril, corajoso e atual, lido pelo Deputado Estadual do Ceará pelo PRB (Partido Republicano Brasileiro) Manoel Duca da Silveira Neto
em audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado de Ceará, no dia 17 de Abril de 2013, em homenagem ao Dia do Exército (19 Abr) com a presença dos Cmt da 10ªRM, Capitão dos Portos/CE, Cmt BAeFla, generais e militares da Reserva e civis convidados.
DISCURSO EM HOMENAGEM AO DIA DO EXÉRCITO BRASILEIRO
Exmo. Sr Presidente, prezados deputados desta casa, senhoras e senhores, nobres militares que abrilhantam esta Casa com suas digníssimas presenças nesta sessão solene em homenagem ao Dia do Exército Brasileiro, hoje comemoramos a sua criação, historicamente fixada no dia 19 de Abril do ano de 1648.
Esse foi o dia da primeira batalha dos Guararapes, no estado de Pernambuco. Ali, um grupo de brasileiros, de raças diferentes, mas, com o mesmo espírito patriótico, uniu-se pela primeira vez para combater a dominação holandesa.
Atualmente, o Dia do Exército Brasileiro serve para comemorar essa vitória, enaltecer o espírito patriótico brasileiro, divulgar a importância desta Força secular e, também, seus valiosos integrantes, homens e mulheres vocacionados, devotados e preparados para a defesa de nossa amada pátria.
É com sentimento de profundo respeito e gratidão que a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará se reúne, hoje, em reconhecimento a essa valiosa Força Terrestre, que, juntamente com suas coirmãs, Marinha do Brasil e Força Aérea Brasileira, tem contribuído decisivamente, desde a sua criação em 1648, para a garantia da soberania nacional, dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, salvaguardando os interesses nacionais, e cooperando com o desenvolvimento nacional e o bem-estar social, mantendo-se em permanente estado de prontidão e aprestamento para cumprir seu dever constitucional.
Esta casa legislativa tem a honra e o dever de prestar esta justa homenagem a essa instituição permanente e fundamental na formação da nacionalidade brasileira. Sempre presente nos momentos cruciais de nossa história nacional, que se liga intrinsecamente com sua própria história militar, atuando vitoriosamente na manutenção da unidade nacional, evitando-se a fragmentação política da nação; na demarcação definitiva de nossas fronteiras; na independência da Colônia; no fim da escravidão; na proclamação da República; na preservação da integridade do território brasileiro e da soberania nacional; e na manutenção dos valores democráticos.
Na era contemporânea, o Exército Brasileiro participou bravamente da II Guerra Mundial junto às nações aliadas que venceram o nazi-fascismo, garantindo a vitória da democracia liberal contra um regime ideológico ditatorial, totalitarista e desumano. Esse fato histórico enche de orgulho a todos brasileiros e é um perene marco de liberdade para a humanidade inteira.
Nas eras passadas e no período mais recente, a presença e ações do Exército na construção da história deste país sempre foram em sintonia com os desejos e as aspirações do povo brasileiro. Nunca negou apoio à sociedade brasileira nos momentos de calamidades e, também, quando ela se sentiu ameaçada, em seus valores democráticos, culturais e liberais, por minorias comprometidas com regimes radicais e totalitaristas. No período da guerra fria, o Exército Brasileiro, pertencendo ao bloco das nações que consagraram a democracia e a liberdade como a razão de ser da própria existência dos povos livres do mundo, teve muitos de seus integrantes imolados, em lutas internas fratricidas, na defesa desses valores democráticos ocidentais.
Em alguns momentos circunstanciais da história, o avanço da revolução comunista no mundo e no Brasil obrigou a sociedade civil a contrapor-se a esse inexorável fato, saindo às ruas em passeatas nunca antes vistas, sensibilizando o povo livre a lutar pela preservação da democracia liberal. E o Exército jamais poderia ficar alheio e contra essa vontade popular, porque o Exército e suas forças coirmãs são o próprio povo em armas.
Nesse período de nossa história, alguns grupos radicais, patrocinados por países comunistas ditatoriais, recorreram às armas na luta contra o governo militar. Seu objetivo real, hoje, amplamente e irrefutavelmente comprovado, era tomar o poder pela força e implantar um regime ditatorial marxista, unipartidário, opressor, antiliberal e tirânico, semelhante ao desses países: Cuba, China e ex- União Soviética.
Contudo, senhoras e senhores, graças ao bom Deus, e sem contar com o apoio popular essa minoria radical foi derrotada. Alguns anos depois, a Lei da Anistia propôs um reencontro da sociedade, uma reconciliação nacional, para que se pudesse construir um novo Brasil, para todos os brasileiros, sem vencidos e vencedores. Essa Lei foi recepcionada pela atual Constituição, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal.
Ainda enfatizando a relevância do vital papel do Exército em nossa história recente leio o que bem escreveu o jornalista Aristóteles Drummond: “O legado dos militares foram vinte anos de segurança, ordem , desenvolvimento econômico e social . Ficou o maior programa social do mundo, o Funrural. Restaram os avanços notáveis na infraestrutura nacional, de transportes e energia, na habitação popular, no saneamento, nas telecomunicações,… alavancados por brasileiros, civis e militares, admiráveis pela competência e dignidade,… todos os homens acima de qualquer suspeita e hoje reconhecidos pelos homens sérios e de caráter do Brasil… O valor de nossos militares não deve sofrer abalos, fruto de julgamentos levianos e de inspiração menor . Não se escreve a história com base em paixões e ódios.”
Apesar deste grandioso passado histórico de lutas e vitórias indeléveis que garantiram a nossa soberania, integração nacional, avanços econômicos e as liberdades democráticas que hoje desfrutamos, o Exército não vive tempos fáceis, são tempos de óbvios revanchismos políticos, desprezos e maus tratos governamentais, assim, de modo insofismável o General José Batista Queiroz, membro da Academia de História Militar Terrestre, expõe claramente esta situação: “O Exército teve, tem e sempre terá um compromisso institucional e afetivo com a liberdade, a democracia, a sociedade brasileira e a justiça social. A Lei da Anistia propôs um reencontro da sociedade, uma reconciliação nacional…Os militares estenderam a mão com a sinceridade que lhes é própria. O que se esperava dos que exercem temporariamente o poder era que estendessem também a mão e que tivessem uma postura de respeito ao Exército e aos militares…”
Prosseguindo em seu texto o General afirma: “ As citações provocativas que setores do Governo Federal vêm fazendo aos militares – que sempre cumpriram e cumprem o seu dever com abnegação e disciplina – estão em completo desacordo com o espírito da Lei da Anistia e em nada contribuem para o fortalecimento de uma reconciliação nacional… É, portanto, inaceitável que Secretários de Governo, falando em nome do Governo, venham a público fazer comentários ofensivos a militares e, ainda, incitar pessoas a desrespeitarem a Lei da Anistia… A Presidente, por ser também o Comandante Supremo das Forças Armadas, tem o dever de zelar pelo fortalecimento das Instituições de Estado e da Constituição, a qual jurou cumprir.”
Senhoras e senhores, infelizmente, um dos mais hipócritas e vil instrumento de revanchismo explícito criado pelo atual governo, e em franca execução para atuar contra os militares brasileiros, àqueles heróis que lutaram contra a comunização do país, e denegrir as instituições militares é a parcial e caolha Comissão Nacional da Verdade, desde que ao arrepio da própria lei que a criou e em afronta a Lei da Anistia, confirmou oficialmente, em Diário Oficial, que limitará suas investigações as ações cometidas somente pelos agentes do Estado. Ou seja, essa imparcial Comissão se dedicará à mentira. De fora das investigações ficarão os crimes cometidos pelos terroristas, guerrilheiros, sequestradores, assaltantes, justiceiros, que violentaram e assassinaram em nome da tirânica ideologia marxista durante o regime militar.
Ao excluir a outra parte, a ilegal à época, a fora da lei, a Comissão dita da Verdade perde a legitimidade, porque não está apurando toda a verdade, então, a verdade histórica, a história que se busca e que se quer revelada, está comprometida, porque a lei estará sendo, parcial, tendenciosa e discriminatória e não estará cumprindo a sua finalidade.
Assim, essa inescrupulosa e infamante imparcialidade da Comissão da Verdade, agindo sem pudor algum, total revanchismo e doentio ódio rancoroso, ao final de seus trabalhos, imporá goela adentro da nação uma vergonhosa mentira de encomenda governamental federal.
Não se pode esquecer, propositadamente, como faz a caolha Comissão Nacional da Verdade, que a guerrilha daquela época, impetrada por grupos assassinos como ALN, Var-Palmares, MR-8 e outros, tinha como objetivo implantar no Brasil uma ditadura comunista aos moldes de Cuba, Albânia e União Soviética. Seus métodos eram sanguinários e covardes. Matavam seus próprios companheiros que desistiam, esses companheiros eram julgados sumariamente como traidores, sequestravam inocentes, desviavam aviões de carreira para Cuba, assaltavam bancos e matavam os clientes da hora, explodiam repartições públicas, matando pessoas a esmo. Mataram adidos militares, incendiaram residências, sequestraram o embaixador dos EUA, mataram de todas as formas e por vários métodos bárbaros agentes de estado encarregados de combatê-los. Esses violentos criminosos ideológicos também têm que esclarecer seus crimes hediondos e serem conhecidos pela nação brasileira. Isto sim é agir com isenção de ânimos, com amor à verdade, justiça e espírito verdadeiramente democrático.
Os militares têm afirmado, e com razão, que a irresponsável instalação dessa unilateral e ideologizada comissão provocará perigosas e extemporâneas tensões políticas, radicalizações e sérias desavenças internas ao Brasil, ao trazer para o presente o ranço ideológico de 49 anos atrás, ultrapassado, inoportuno e fracassado em todo o mundo livre, ressuscitando os fatos ocorridos, já anistiados, pacificados e superados. Está se abrindo uma grave ferida no amálgama nacional, que certamente afetará a coesão nacional, a democracia e a paz social, objetivos nacionais permanentes do Brasil. Está muito óbvio, politicamente, o que se está buscando no atual governo que é: promover perseguições, achincalhamentos e retaliações políticas contra aqueles que lutaram e salvaram o país de uma tirânica e cruel ditadura comunista como se vê hoje em Cuba, Coréia do Norte e China.
Não se trata de endossar o que aconteceu, mas de cobrar isenção na investigação da verdade. Esperar essa grandeza de espírito por parte dos terroristas e guerrilheiros, que hoje estão no poder, faz parte dos princípios democráticos. Mas como esperar por isso, se em uma investigação ligeiramente mais apurada não escapariam diversas autoridades que hoje circulam pela Esplanada dos Ministérios sobre o salto alto da soberba e da mentira.
A verdade que está registrada na história nacional, nos documentos e nos tribunais é uma só: O que nós tivemos nos governos militares foi um contragolpe em defesa da verdadeira democracia, uma ação dos militares livres para evitar a tomada do poder pelas esquerdas radicais que levaria à desumana comunicação e ao fim das liberdades democráticas do Brasil.
Lembremos sempre que o maléfico Revanchismo é coisa típica de pessoas de alma apequenada, intolerante e anticristã. Lembremos também que em toda história existem três versões: a de um lado, a do outro lado e a verdadeira. Porém, hoje a mentira está na moda, está no poder.
Nas repúblicas e democracias mais desenvolvidas do mundo, os militares e as Forças Armadas são prestigiados e reconhecidos como meios essenciais para a defesa da pátria, a preservação das instituições e a manutenção da própria democracia.
Do país mais democrático do ocidente, ainda reverberam as palavras do presidente Barack Obama proferidas no Memorial DAY: “É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos a liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público. É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar…” Obviamente, aqui no Brasil, ainda há minorias radicais extemporâneas que não pensam a mesma coisa.
Senhoras e senhores, meus nobres colegas deputados e deputadas, por tudo isso, que o glorioso Exército Brasileiro fez e continua fazendo, em seus 365 anos de existência, por esta nação livre e democrática, garantindo a ordem, o progresso e a paz social, concito a todos se posicionarem em permanente estado de defesa, com a máxima coragem, agindo com veemência e pronta resposta aos constantes ataques deletérios, tratamentos demeritórios e atos de revanchismos infames lançados contra esta secular instituição nacional, digna, honrada e da mais alta credibilidade popular, cuja histórica vocação é com a democracia e a liberdade, e seu compromisso pétreo é com o Brasil.
Vejam os salários pagos dos integrantes de nossas FFAA de hoje e comparem com os de outras instituições, como por exemplo: Justiça, Congresso Nacional, etc.
Vejam também hoje os desmandos existentes na nossa Petrobrás, a maior Estatal Brasileira.
Vejam nos dias de hoje as sentenças proferidas pelo STF em relação aos integrantes do maldito mensalão.
Finalizando, senhoras e senhores, meus nobres pares e dignos militares aqui presentes, no ensejo das homenagens deste 19 de abril, e, principalmente, por dever de justiça e gratidão que reafirmamos nosso respeito, nossa admiração, defesa intransigente e reconhecimento ao Exército Brasileiro, essa instituição permanente, altaneira, nunca derrotada, corajosa, orgulhosa e sempre pronta para atender ao chamado da nação brasileira para sua defesa.
Viva o Exército Brasileiro!
Viva a democracia!
Viva o Brasil!
Muito obrigado.

DE VENDAS NOS OLHOS, VAI SER DIFÍCIL ACERTA COM A ESPADA O POTE DE MEL DO PT (JN)

25/ 04/ 2013 às 11:13

“Ameaça à democracia”, análise do Instituto Teotônio Vilela

STF Foto George Gianni PSDBNo mundo da política, nada acontece por acaso. No projeto de poder do PT, menos ainda. Com seus podres cada vez mais expostos, o partido dos mensaleiros está lançando mão de todas as armas para fazer vingar seu projeto de dominação total. A principal vítima é a nossa democracia e o alvo da hora é o Supremo Tribunal Federal.
As iniciativas se sucedem: ao projeto de lei que visa cercear, a todo custo, o espaço político de possíveis adversários da presidente Dilma Rousseff na eleição de 2014 se soma agora a proposta de emenda constitucional que pretende submeter decisões do STF ao Congresso. Onde esta gente vai parar?
Foi só o julgamento do mensalão se aproximar de seu desfecho, avizinhando-se a hora de gente como José Dirceu, Delúbio Soares, João Paulo Cunha, José Genoino e Marcos Valério ser mandada para o xilindró, que o PT lançou nova ordem unida para arrostar as instituições e golpear a democracia.
Bastou órgãos de Estado como a Polícia Federal e o Ministério Público desempenharem regiamente suas funções e começarem a investigar mais a fundo as falcatruas perpetradas no país nos últimos anos, para que o PT se lançasse numa tentativa sem pejo e sem limites para tentar enquadrar todos à sua visão totalitária de mundo.
Para completar, com as revelações de que Luiz Inácio Lula da Silva e gente de sua mais estrita confiança – como os cada vez mais incômodos Rosemary Noronha e Freud Godoy – também podem estar envolvidos no esquema que desviou centenas de milhões de reais dos cofres públicos, o PT tornou-se irascível.
Se antes tentava disfarçar, o partido dos mensaleiros e dos aloprados agora escancara sua ativa participação em iniciativas que ameaçam e golpeiam a democracia.
A proposta de emenda constitucional que a Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) da Câmara aprovou ontem em surdina é de autoria do deputado petista Nazareno Fonteles, do Piauí. Segundo a Folha de S.Paulo, “o texto tem a simpatia do comando do PT, embora não haja uma deliberação do partido. O presidente da sigla, Rui Falcão, apoia a ideia”.
Integrantes da comissão, os mensaleiros José Genoino e João Paulo Cunha – outro membro ilustre da CCJ é Paulo Maluf – não se constrangeram em explicitar seu apoio à proposta, que afronta a mesma corte de Justiça que os condenou à prisão por crimes como formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato.
Pela emenda, decisões do Supremo sobre leis declaradas inconstitucionais e súmulas vinculantes deverão ser ratificadas pelo Congresso para ter validade. É como acontecia na época do Estado Novo de Getulio Vargas, quando a “Polaca”, a Constituição totalitária outorgada pelo ditador, dava ao chefe do Executivo poder para anular decisões do Judiciário.
A emenda representa um atropelo à Constituição vigente no país. “Ao Supremo Tribunal Federal compete interpretar de forma definitiva as normas constitucionais. Procurar restringir esta competência, mesmo que por meio de emenda, fere frontalmente cláusula pétrea, imutável, de nossa Constituição. (…) Padece de evidente inconstitucionalidade”, analisa o professor Pedro Estevam Serrano n’O Estado de S.Paulo.
Juntando todas as partes, há um claro movimento articulado pelo PT para tornar-se absoluto, hegemônico, dominante. Os alvos já foram a imprensa e os órgãos de fiscalização e controle. Agora são as instituições do Judiciário, o Ministério Público, as forças políticas adversárias. Tudo isso denota um flagrante desapreço dos petistas pela democracia e pelo pleno exercício das liberdades.
O momento nunca foi tão propício para uma reação intensa, decidida e enérgica da sociedade. Hoje se completam 29 anos desde que a emenda Dante de Oliveira foi derrotada no plenário da Câmara. Foi o último suspiro da ditadura militar para evitar a volta da democracia ao país e a reconquista do direito dos brasileiros de escolherem seus governantes. Dela nasceu o vigoroso movimento das Diretas Já, que, mesmo frustrado, resultou na eleição de Tancredo Neves em 1985.
Da mesma forma que a resistência política foi fundamental para que o Brasil voltasse a respirar três décadas atrás, a oposição à truculência que o PT – que foi mero coadjuvante naquele momento crucial da história brasileira – tenta agora impor ao país deve ser vigorosa. Os brasileiros lutamos muito para reconquistar a liberdade e a democracia e não será um partido que se inspira em ditaduras como as de Hugo Chávez, Fidel Castro e Kim Jong-un que irá nos tirar este sagrado direito.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

TRÊS PORQUINHOS DA DILMA

    
                                                 
ELES SÃO CONTRA A REDUÇÃO DA IDADE CRIMINAL


Sustentados (e bem) com dinheiro do povo eles podem 

comprar carro blindado. 


RECORDAR É VALORIZAR HISTORIA (JN)

RELEMBRADO  16 JUN 2012

DO EDITOR
RESERVATIVA


Somos roubados sob o título de imposto, legal mente.

Temos Ex-Terroristas ligados ao comunismo internacional no Governo,

 legal mente.

 Votamos nos que nos apresentam maiores vantagem pecuniárias,

 legal mente, assim acham incultos eleitores. 

Nossa Bandeira , Brasões e Hinos aos poucos, mas ininterruptamente

 são sujados de vermelho, ilegal mente. Entre mentes, os covardes

 não querem ver.

 Nossos Palácios se enchem de lésbicas, concubinas e uma grande

 “plêiade!” de corruptos explícitos, legal mente, numa séria 

competição com Sodoma e Gomorra.

 Nossas FFAA são achincalhadas e desviadas de suas funções,

 ilegal mente e conivente mente.

 Um assassino, ladrão, e/ou estuprador quando preso, vale mais para

 o Governo que um Soldado, pelo revanchismo da derrota,

ilegal mente. O Brasil está carregado de antolhos: Bolsas, cargos, 

DASs, mordomias, prevaricações aceitáveis ,crimes acobertados

 pela República, de forma que em futuro breve metade dos eleitores

 estarão subvencionados, e o comunismo será anunciado 

em O OVO DA SERPENTE


Atualisação 25042013

POR CULPA DO BEBÊ E DE ROSEMARY CRIADO COM MAMADEIRA DE 51


LA BESTA, COM VESTÍGIO DE SANGUE NA CORRENTE ETÍLICA (JN)



TERNO ARMANI      R$  2846.99
 ÓCULOS GLASS      R4     237.99
LENDO LIVRO DE CABEÇA PARA BAIXO -  NÃO TEM PREÇO

MUNDO CÃO- 74% DE APROVAÇÃO - IBOPE OUVIU 2000 PESSOAS
DO GRUPO BOLSA FAMÍLIA.

ACORDANDO O GLOBO(JN)

20/04/13 - Corrupção endêmica ataca Minha Casa
Editorial  DE      O GLOBO   EM 20/ABRIL 2013
No vácuo do crescimento do fisiologismo na vida pública, em que vale tudo no toma lá dá cá para preservar e ampliar poder — inclusive desviar dinheiro público para a compra literal de apoio político, como no mensalão —, multiplicaram-se redes de rapina numa zona cinzenta na fronteira entre a política e a criminalidade.
Malhas de corrupção começaram a ficar mais expostas no início do governo Dilma, naquela fase de “faxina” ministerial, com destaque para a desenvoltura com que o PR do senador Alfredo Nascimento, do mensaleiro Valdemar Costa Neto e Juquinha (José Francisco das Neves) da Valec administraram o bilionário orçamento dos Transportes. “Malfeitos” também foram constatados na Agricultura e Turismo, Pastas ordenhadas pelo PMDB, e no Esporte, sob os cuidados de companheiros do PCdoB de Orlando Silva. 
Ali foram identificados esquemas montados com a finalidade de dragar dinheiro público para legendas — e projetos pessoais, é claro. Engrenagens de corrupção só colocadas em movimento pela conivência de altos escalões nos ministérios. Já o esquema de rapinagem, revelado domingo pelo GLOBO, no programa de habitação popular Minha Casa Minha Vida chama a atenção para desdobramentos dentro da máquina pública da disseminação da prática do roubo do dinheiro do contribuinte. 
Desta vez, são ex-funcionários do Ministério das Cidades, treinados nos meandros burocráticos do programa de habitação, que montam na esfera privada um esquema malandro, para atuar junto a cidades pequenas, de no máximo 50 mil habitantes, onde não transita a Caixa Econômica com seus auditores. Daniel Vital Nolasco, diretor de Produção Habitacional do ministério até 2008, e Fernando Lopes Borges, da Secretaria Nacional de Programas Urbanos, alegado sócio oculto na empreitada, exonerado em 2010 por abandono do cargo, são alguns dos personagens da trama. 
Como costuma acontecer em quadrilhas, a história só emergiu porque quadrilheiros brigaram. Fernando Lopes seria representado na empresa de fachada do grupo, a RCA, pelo irmão Ivo. Com a sua morte, veio o desentendimento em torno de dinheiro e Fernando recorreu à Justiça, onde relata o funcionamento desta máfia habitacional criada para explorar, no pior sentido da palavra, o Minha Casa Minha Vida. Em depoimentos, Fernando, sem apresentar provas, denuncia que o esquema começou com Erenice Guerra, derrubada da Casa Civil por tráfico de influência. Atira, ainda, no PCdoB, ao qual Daniel Vital é filiado. O partido seria beneficiado por desvios feitos por manobras em negócios em que o grupo atua em diversas pontas no Minha Casa — contratante de construtoras, fiscal de obras, agenciador de prefeitos etc. 
A corrupção na máquina pública parece ter entrado num estágio de endemia. É detectada no atacado e no varejo. O mundo dos pequenos negócios municipais, financiados com farto dinheiro federal, se mostra repleto de oportunidades.

MPF, ONDE NEM TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI. RUIM COM ELE, PIOR SEM ELE (JN)


João Vinhosa (joaovinhosa@hotmail.com)
24/04/2013
Para: NASCIMENTO DE WASH-DC
terça-feira, 23 de abril de 2013

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por João Vinhosa

Nesta quarta-feira (24), acontecerá a mobilização nacional contra a Proposta de Emenda à Constituição 37/2011, conhecida como a PEC da Impunidade. Entre os eventos que serão realizados, destaca-se o 1° Simpósio Brasileiro Contra a Impunidade, que ocorrerá na cidade de Brasília. Nele, será discutida a importância do poder investigatório criminal do Ministério Público, que referida PEC propõe extinguir.
E qual a melhor maneira de avaliar se o poder investigatório do Ministério Público Federal (MPF) deve, ou não, ser mantido? Indiscutivelmente, é por meio da verificação dos prejuízos ocorridos nos casos em que o Órgão não investigou determinadas denúncias.
Exemplo: o arquivamento, sem investigação, da denúncia de prática de tráfico de influência na Gemini – espúria sociedade por meio da qual o cartório de produção e comercialização de Gás Natural Liquefeito no país foi entregue a uma empresa privada.
Feita em 19 de outubro de 2010, citada denúncia detalha oito fortes evidências da prática de tráfico de influência no caso Gemini. Entre tais evidências, destaca-se o Acordo de Quotistas datado de janeiro de 2004, que, além de deixar a Petrobras refém da sócia majoritária da Gemini, possibilita que tal sócia superfature eternamente contra a Petrobras.

Ao arquivar minha denúncia, o Procurador da República Paulo Roberto Galvão de Carvalho mudou o foco da mesma. Sem nem mesmo comentar qualquer das oito evidências por mim detalhadas, referido Procurador, praticamente, me acusou de estar caluniando a presidenta Dilma, chegando a afirmar que: 1 – “O objeto destas peças informativas é, exclusivamente, o suposto tráfico de influência imputado à Presidenta da República”; 2 – “A alegação de tráfico de influência praticado pela então Ministra das Minas e Energia, Dilma Rousseff, foi mera ilação”; 3 –“Aprovação da formação da sociedade pelo CADE, ilícito este que teria sido praticado pela Presidenta da República, Dilma Rousseff”. 
Na luta para que os fatos fossem apurados, em vão, publiquei diversos artigos sobre o assunto. Finalmente, em 17 de abril de 2013, protocolei carta endereçada à presidenta Dilma, informando que o instigante artigo “Roberto Gurgel, Dilma Rousseff e o tráfico de influência na Petrobras” havia sido postado em um site criado para centralizar denúncias de falcatruas praticadas contra a Petrobras, o www.maracutaiasnapetrobras.com 
E, sem outra saída, recorri à própria Dilma, nos seguintes termos: “diante da total omissão daqueles que deveriam agir, cabe a V. Exª. usando da autoridade de seu cargo, determinar a apuração dos citados fatos, que estão arrasando a credibilidade da Petrobras.”
 Esperando que a luta contra a impunidade seja vencida por aqueles que defendem a manutenção do poder investigatório do Ministério Público, finalizo com uma óbvia constatação: não é por serem inconsistentes que minhas denúncias não são investigadas.

EU TAMBÉM (JN)


Estou com vergonha do Brasil. Vergonha do governo, com esse impatriótico, antidemocrático e antirrepublicano projeto de poder

MARÇO5
CARTA DE UMA SENHORINHA DE 84 ANOS AO ESTADÃO
A “MAIORIA SILENCIOSA” começa a se levantar.
Ninguém aguenta mais essa esquerda mentirosa, revanchista, oportunista e desqualificada.
Ultrapassaram todos os limites.
Saiamos da inércia, vamos fazer a nossa parte.
Está na hora da virada !!!
Desalento
RUTH MOREIRA
Estou com vergonha do Brasil. Vergonha do governo, com esse impatriótico, antidemocrático e antirrepublicano projeto de poder. Vergonha do Congresso rampeiro que temos, das Câmaras que dão com uma mão para nos surrupiar com a outra, políticos vendidos a quem dá mais. Pensar no bem do País é ser trouxa. Vergonha do dilapidar de nossas grandes empresas estatais, Petrobrás, Eletrobrás e outras, patrimônio de todos os brasileiros, que agora estão a serviço de uma causa só, o poder. Vergonha de juízes vendidos. Vergonha de mensalões, mensalinhos, mensaleiros. Vergonha de termos quase 40 ministros e outro tanto de partidos a mamar nas tetas da viúva, enquanto brasileiros morrem em enchentes, perdendo casa e familiares por desídia de políticos, se não desonestos, então, incompetentes para o cargo. Vergonha de ver a presidente de um país pobre ir mostrar na Europa uma riqueza que não temos (onde está a nossa guerrilheira, era tudo fantasia?). Vergonha da violência que impera e de ver uma turista estuprada durante seis horas por delinquentes fichados e à solta fazendo barbaridades, envergonhando-nos perante o mundo. Vergonha por pagarmos tantos impostos e nada recebermos em troca – nem estradas, nem portos, nem saúde, nem segurança, nem escolas que ensinem para valer, nem creches para atender a população que forçosamente tem de ir à luta. Vergonha de todos esses desmandos que nos trouxeram de volta a famigerada inflação. Agora pergunto: onde estão os homens de bem deste país? Onde estão os que querem lutar por um Brasil melhor? Por que tantos estão calados? Tenho 84 anos e escrevo à espera de um despertar que não se concretiza. Até quando isso vai continuar? Até quando veremos essas nulidades que aí estão sendo eleitas e reeleitas? Estou com muita vergonha do Brasil.
RUTH MOREIRA
ruthmoreira@uol.com.br
São Paulo
Postado no Blog do Lício Maciel
iciomaciel.wordpress.com

COMISSÃO NACIONALERA DE INVERSÃO DA VERDADE (JN)


Diga não a cãovocação (JN)


Do Blog do Lício

MILITARES COVARDES

BandeiraTremulando
De: Magal
Enviada em: quarta-feira, 24 de abril de 2013 12:02
Para: P da C
Assunto: COMPARECIMENTO À COMISSÃO DA MENTIRA
Caro P
Você acha que eles ficarão de “saia justa” só porque comparecemos ? Ora, meu amigo…!
O militar sabe que a principal forma de não sucumbir a uma emboscada é evitá-la.
Não há a mínima chance de um um bom combate quando o inimigo escolhe o local, o momento e tem a iniciativa.
Acho que se enganam os que pensam que essa comissão dará ouvidos àquilo que não deseja ouvir. Pelo contrário, tudo fará para apresentar-lhes armadilhas que venham a possibilitar distorcer e usar os depoimentos contra as Forças Armadas e os próprios depoentes – isto é, para tentar respaldar suas “mentiras”.
Não vejo, pois, qualquer vantagem em comparecer.
O não comparecimento, pelo contrário, demonstra um posicionamento firme dos que ainda estão dispostos a combater. E preserva o depoente e as instituições quanto à manipulação das respostas (não importa que sejam gravadas, pois a comissão só divulgará, ou incluirá em seus relatórios, o que lhe convier e da forma como lhe convier).
Ora, será que algum “anjo” acredita mesmo nessa “heróica” posição: “Isso vai constranger esta CNV, pois ficará claro que não tememos a verdade e o que buscamos é a verdade e não a meia-verdade dos vencidos”? Ora, senhores, convenhamos…
Acho que o comparecimento é um grande passo na direção da rendição.
J M – Cel Inf Ref
Autorizo a divulgação a militares