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sexta-feira, 29 de março de 2013

SAUDADES DA DITA DURA QUANDO A MOLEZA NÃO TINHA VEZ(JN)

O BRASIL NUNCA CRESCEU TANTO QUANTO NA                   DITADURA


SALVE 31 DE MARÇO DE 1964


O COMUNISMO É A DISTRIBUIÇÃO EQUITATIVA DA MISÉRIA


O "GOVERNO" DILMA PROMETE COMBATER A MISÉRIA NUM PAIS DE OBESOS, CADA VISITA QUE DILMA FAZ A FIDEL, VOLTA DE CUBA LANÇANDO IDEIAS NOVAS DE COMPRA DE VOTOS , E TOME BOLSA, VIRAMOS O PAIS DO CANGURU, E AQUI NÃO É SÓ A FÊMEA QUE TEM BOLSA O LULÁTICO TAMBÉM .


O COMUNISMO É A DISTRIBUIÇÃO EQUITATIVA DA MISÉRIA

BRASIL POR ZÉ RAMALHO

NA DEFESA DA DEMOCRACIA, DUELA A QUEM DUELA, SOMOS IMBATÍVEIS (JN)

28/03/13 - À NAÇÃO BRASILEIRA : 31 DE MARÇO


 A História do Brasil registra a participação decisiva das Forças Armadas Nacionais em todas as ocasiões em que, por clamor popular ou respeito à legislação vigente, se fizeram necessárias as suas intervenções, para assegurar a integridade da Nação ou restabelecer a ordem, colocada em risco por propostas contrárias à índole ou ao modo de vida do Brasileiro.As Forças Armadas não chegaram agora ao cenário nacional. Estiveram presentes desde o alvorecer da Pátria! Lutaram nas guerras para a consolidação da Independência e garantiram a integridade territorial por ocasião das tentativas separatistas nos primórdios da emancipação! Quando o mundo livre se viu ameaçado pelo totalitarismo nazi-fascista, seus marinheiros, soldados e aviadores souberam combater com dignidade, até o sacrifício, quer na campanha naval do Atlântico Sul, quer nos campos da Itália ou nos céus do Vale do Pó!  Certamente esta é uma das principais razões pela qual a população brasileira atribui às Forças o maior índice de credibilidade, entre todos os segmentos nacionais que lhe são apresentados.Não foi com outro entendimento que o povo brasileiro, no início da década de 1960, em movimento crescente, apelou e levou as Forças Armadas Brasileiras à intervenção, em Março de 1964, num governo que, minado por teorias marxistas-leninistas, instalava e incentivava a desordem administrativa, a quebra da hierarquia e disciplina no meio militar e a cizânia entre os Poderes da República.Das consequências dessa intervenção, em benefício da Nação Brasileira, que é eterna, há evidências em todos os setores: econômico, comunicações, transportes, social, político, além de outros que a História registra e que somente o passar do tempo poderá refinar ou ampliar, como sempre acontece. Não obstante, em desespero de causa, as minorias envolvidas na liderança da baderna que pretendiam instalar no Brasil, tentaram se reorganizar e, com capital estrangeiro, treinamento no exterior e apoio de grupos nacionais que almejavam empalmar o poder para fins escusos, iniciaram ações de terrorismo, com atentados à vida de inocentes que, por acaso ou por simples dever de ofício, estivessem no caminho dos atos delituosos que levaram a cabo.E que não venham, agora, os democratas arrivistas, arautos da mentira, pretender dar lições de democracia. Disfarçados de democratas, continuam a ser os totalitários de sempre. Ao arrepio do que consta da Lei que criou a chamada “Comissão da Verdade”, os titulares designados para compô-la, por meio de uma resolução administrativa interna, alteraram a Lei em questão limitando sua atividade à investigação apenas de atos praticados pelos Agentes do Estado, varrendo “para debaixo do tapete” os crimes hediondos praticados pelos militantes da sua própria ideologia.É PARA AQUELES CUJA MEMÓRIA ORA SE TENTA APAGAR DA NOSSA HISTÓRIA E QUE, NO CUMPRIMENTO DO DEVER OU EM SITUAÇÃO DE TOTAL INOCÊNCIA, MILITARES OU CIVIS, FORAM, CRIMINOSAMENTE ATINGIDOS PELOS INIMIGOS DA NAÇÃO, QUE OS CLUBES NAVAL, MILITAR E DE AERONÁUTICA, REPRESENTANDO SEUS MILHARES DE SÓCIOS, OFICIAIS DA ATIVA E DA RESERVA E SEUS FAMILIARES, RENDEM, NESTA DATA, SUA HOMENAGEM E RESPEITO!Rio de Janeiro, 31 de Março de 2013

- VALTE RICARDO ANTONIO DA VEIGA CABRAL= Presidente do Clube Naval

- GEN EX RENATO CESAR TIBAU DA COSTA= Presidente do Clube Militar

- TEN BRIG-DO-AR IVAN MOACYR DA FROTA= Presidente do Clube de Aeronáutica 

"QUEM É VOCÊ QUE NÃO SABE O QUE DIZ "

28/03/13 - Explicando o "dilmês"
Por Merval Pereira 
28 Mar 2013
Fez bem a presidente Dilma Rousseff em explicar sua fala sobre discordar de "políticas de combate à inflação que olhem a questão da redução do crescimento econômico", pois o "dilmês" quase sempre mais confunde do que esclarece. Reafirmar, em nota, que "o combate à inflação é um valor em si mesmo e permanente" do seu governo sinaliza ao mercado financeiro internacional a intenção de manter a inflação sob controle, o que não descarta o aumento da taxa de juros, justamente o contrário da expectativa que a primeira fala da presidente gerou no mercado.  
As taxas de juros tiveram a queda acentuada no mercado futuro na crença de que a presidente havia, talvez por ato falho, explicitado uma política que parece clara a todos: um pouco mais de inflação não faz mal desde que haja crescimento. A acusação de que sua fala fora "manipulada" pela imprensa repete mais do mesmo, ou seja, culpar o mensageiro pela mensagem que repercutiu mal no mercado internacional.
Os jornais mais importantes do mundo, como o "New York Times" e o "Financial Time", vêm publicando nos últimos dias diversas reportagens sobre as dificuldades da economia brasileira, focando especialmente a alta da inflação e a crise da Petrobras, um ícone da pujança da economia brasileira, especialmente depois da descoberta do pré-sal. Os problemas da estatal brasileira são tidos pelo mercado financeiro como exemplares das dificuldades por que passa a nossa economia.
Há a sensação generalizada de que o país vive um ambiente crescentemente complexo de inflação alta e reprimida, com uma economia que ainda dá sinais tênues de recuperação, conforme a definição de um relatório de fundo de investimentos estrangeiro. O problema criado pela fala da presidente, que depois precisou ser retificada no seu sentido, é que o mercado financeiro está se convencendo de que o Banco Central não tem autonomia para aumentar a taxa de juros a fim de combater a inflação.
Os números indicam que a taxa de inflação está sendo segura pelo controle dos preços administrados pelo governo, que estariam com uma inflação de 1,6% devido à ação de retardar aumentos da gasolina ou de transporte público. Se os preços administrados estivessem com uma inflação dentro da meta de 4,5%, a inflação anual já estaria na faixa de 7,15%, que seria, segundo alguns analistas, um índice mais próximo da realidade atual.
A antecipação da campanha eleitoral para presidente também chamou a atenção dos analistas, que consideram que a presidente Dilma deixará para depois da sua provável reeleição uma ação mais forte de combate à inflação, o que faria com que este ano e o da eleição, em 2014, tivessem maiores riscos de perda do controle da inflação devido a medidas populistas que serão tomadas no período. Afinal, como a própria Dilma já disse, faz-se "o diabo" para vencer uma eleição.
Foi necessário ontem que o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, viesse a público assumir uma postura até mesmo de enfrentamento em relação ao Ministério da Fazenda - coisa que não é de seu estilo - para garantir que o BC tem ampla autoridade para agir em caso de necessidade. Há no mercado financeiro a desconfiança de que o Banco Central apenas ganha tempo com declarações como as do último boletim oficial, dando a sensação de que pode aumentar os juros brevemente, para permitir que o governo mantenha uma política econômica mais solta de amarras a fim de aumentar a taxa de crescimento do PIB neste terceiro ano de governo Dilma.
O fato é que declaração que precisa ser explicada por uma nota oficial não ajuda o ambiente econômico, que necessita investimentos pesados para voltar a crescer.
Postado por averdadesufocada 

A MEIA VERDADE É O DISFARCE DA MENTIRA(JN)


28/03/13 -
Meia verdade
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Notícias Comissão da Verdade 
Em 28/03/13 

General de Divisão Reformado Roberto Maciel
O que mais revolta um verdadeiro democrata é a meia verdade. A meia verdade contém parte da verdade, assim, é difícil contestá-la. A omissão de dados é a principal ferramenta deste engôdo.
Não duvido das boas intenções do Padre Renzo, ativista da equivocada Teologia da Libertação, tão equivocada que foi reprimida e extirpada da igreja, levando à evasão de teólogos cristãos materialistas (como se isto fosse possível) como Boff, Beto e outros.
O artigo cita, nominalmente, apenas um dos enclausurados apoiados por Renzo, um pobre garoto de 18 anos, chamado Theodomiro. Theodomiro era conduzido preso, sem qualquer possibilidade de fuga, mas, algemado, conseguiu tirar a arma de um dos seus condutores e pelas costas e friamente, assassinou-o. A sua fuga era inviável, havia outros agentes presentes, assim continuou preso. Seus condutores poderiam, com razão, tê-lo matado, mas não o fizeram. Este é o fato.

Fonte:  www.averdadesufocada.com

quarta-feira, 27 de março de 2013

ESSE É O CARA (JN)

O HOMEM QUE CALOU O GOVERNO E O BRASIL.

Do Editor
Sinceramente,  Dilmamata deveria trocar a Ministra da Casa Civil por esse homem.
Esse é o cara.
Pobre, trabalhador porem mais inteligente e honesto que todos os Ministros da Vanda.

VEJA O VÍDEO ATÉ O FIM, E REFLITA SOBRE O QUE ELE DIZ.

terça-feira, 26 de março de 2013

SALVE 31 DE MARÇO 2013, 49 ANOS FAZEM A RENDENTORA (JN)


O Terrorismo “burrocrático”
TERRORISMO NUNCA MAIS (TERNUMA) é o nome de uma nobre organização não governamental criada sob a chama da indignação para defender os heróicos agentes que se defrontaram contra uma súcia de ladravazes, assaltantes e terroristas que procuraram assolar o País, apegados à ideologia marxista.
Apregoam hoje que lutaram contra a Ditadura, quando temos fatos incontestes de que mesmo antes da Contrarrevolução de 31 de março de 1964 eles empregavam a força das armas para conquistar o poder.
Porém, o Ternuma, na ausência de oponentes aos governos escandalosamente esquerdistas que assomaram o poder nas últimas décadas, postou - se bravamente como um baluarte do espírito democrático que vigorou neste País.
Não somos solitários na luta, juntam - se a nós aquelas parcelas da população que leem jornais e revistas, e que esboçam um mínimo de raciocínio sobre o que lhes salta aos olhos, e chegam á brilhante conclusão de que há algo de muito podre no reino da Dilmanarca.
São os indignados que vislumbram que caminhamos para uma ditadura institucionalizada, e percebem que o discurso ideológico é mero embuste para a entronização de uma cúpula que deseja abancar- se no poder por muitos e muitos anos.
O futuro da Nação não lhes interessa desde que os seus objetivos sejam atingidos. Todos os subterfúgios são validos, o pré - sal, o trem - bala, o PAC 1, o PAC 2, a criação e o acirramento de dicotomias, e uma infinidade interminável de medidas altamente prejudiciais ao País.
O que importa é que através do voto recebido em troca de esmolas, e o cenário sinaliza, eles terão o êxito que planejaram.
A esquerda apoia - se em ícones ridículos, em Cuba, na Rússia de outrora, na China de Mao, e, incrivelmente, apesar de sua falta de sustentação, segue em frente, com os votos daqueles que não leem, que não escutam e que não pensam.
É o voto da turma que usa qualquer papel, inclusive um jornal para limpar - se, após fazer as suas necessidades fisiológicas.
Embora firme em seus propósitos, o Ternuma é apenas uma pequena pedra no calcanhar dos canalhas, por isso, é árduo sobreviver, pois a cada dia enfrenta um obstáculo, nas mais simplórias medidas burocráticas da maravilhosa burocracia nacional, e até nas entidades bancárias federais.
Meus leitores, é impressionante, como a todo o momento encontramos barreiras, coisas de estarrecer, elas são pequenas, asquerosas, mas podem obstar, cinicamente, mesmo sem uma base legal, as mais simples providências.
E elas são tantas, que as entendemos como propositais.
Mas seguimos em frente, com dedicação, com obstinação, com fé e com orgulho; por vezes no árduo trato daqueles procedimentos, engolimos em seco, rezamos dez Ave Maria e dez Padre Nosso, e procuramos resolver os mirabolantes contratempos.
Por vezes, diante das incongruências, rimos de tristeza, e ficamos abismados diante dos milhões e bilhões de reais que são desviados, surrupiados, embolsados em transações, contratos e maracutaias, e apesar dos vultosos montantes envolvidos, nenhum controle foi estabelecido, nenhuma fiscalização decente para evitar o espolio.  É impressionante.
Mas se envolver o Ternuma é melhor sair de baixo, pois até para abrir ou fechar uma conta bancaria, até exame de fezes é preciso apresentar.
O site do Ternuma está fechado, provisoriamente, lamentamos e pedimos desculpas aos nossos membros, amigos e simpatizantes, mas não se preocupem, estamos trabalhando e esperamos voltar em breve ao ar.
Lutamos contra o terrorismo e seus adeptos, e vencemos os armados; o duro está sendo enfrentar o terrorismo solerte, disfarçado, enrustido, aquele que matreiramente coloca uma armadilha a nossa frente a cada passo que damos.
O Ternuma hoje é uma comunidade de bravos, de cidadãos cônscios, que apoiada na determinação, na dedicação e na força de cada um de seus membros, prossegue, valentemente.
Brasília, DF, 23 de março de 2013
Gen Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Presidente do Ternuma

HOJE ASSIM COMO ONTEM (JN)

26/03/13 -Difamando o Ternuma
Por Olavo de Carvalho
 Embora tendo o mérito de chamar a atenção do público para uma corrente de opinião cuja existência a mídia em peso prefere silenciar, a matéria de Luiz Maklouf Carvalho sobre o Ternuma (O Estado de S. Paulo, 16 de dezembro de 2003) é uma das mais desonestas que tenho lido na imprensa brasileira. Desde logo, apresenta o site www.ternuma.com.br como órgão destinado a “representar interesses da direita militar”. Por que “interesses” e não “ideais”, “convicções” ou “opiniões”? A palavra “interesse” indica postulação devida ou indevida de vantagens, cargos, poderes ou lucros para uma pessoa ou um grupo.
Ora, os mantenedores do site são oficiais aposentados: estão fora de toda atividade político-partidária, de toda concorrência profissional, eleitoral ou comercial. Não têm mais “interesse” nenhum a defender, estando por isso mesmo livres para lutar por suas crenças sem aquele temor que hoje inibe todo porta-voz de “interesses” -- seja corporativos, empresariais ou militares -- e faz dele um virtual bajulador do governo. Os homens do Ternuma não reivindicam absolutamente nada, apenas emitem suas opiniões quanto ao que julgam certo e errado. O termo “interesse”, não servindo para descrever objetivamente as metas do site, só pode portanto ter sido usado em sentido pejorativo, para sugerir a busca de vantagens materiais por trás da defesa de idéias -- uma perfídia que jamais vi o Estadão cometer contra qualquersite esquerdista, por mais obviamente vinculado que estivesse a interesses reais, quer legítimos ou ilegítimos.
Em segundo lugar, o sr. Maklouf diz que o site “qualifica o presidente da República de ‘beócio’ e de ‘sujeito inculto e despreparado’ por ter usado a expressão ‘bando de general’ em discurso”. A frase é calculada para dar à acusação um ar de coisa desproporcional e absurda. Ninguém pode merecer tantos qualificativos ruins só por ter casualmente usado esta ou aquela expressão. A incultura e o despreparo do sr. Lula já eram notórios antes do seu discurso, não dependem deste de maneira alguma e foram assinalados no site pelo menos desde a campanha eleitoral. O sr. Lula é beócio, inculto e despreparado por ser beócio, inculto e despreparado -- e não por ter casualmente usado de um termo infeliz. Ternuma jamais pensou nem disse o contrário.
Em terceiro lugar, a matéria acusa o Ternuma de “atacar com virulência ex-militantes de esquerda que estão no poder”. É verdade que o site critica pesadamente pessoas que estão no poder, mas elas não são “ex-militantes” e sim “militantes” -- sem “ex” nenhum. A partícula descabida só serve para veicular a insinuação de que o site critica essas pessoas no presente pelo que fizeram no passado, e não pelo que estão fazendo exatamente agora. Indivíduos como Lula, José Dirceu e Frei Betto não se desligaram de seu partido nem de seus compromissos com o Foro de São Paulo, coordenação do movimento comunista no continente. Não se afastaram da sua militância para fazer política: sua política de hoje é, ao contrário, a plenitude da sua militância, a realização de tudo quanto sonharam e prometeram fazer em favor de Cuba, em favor do comunismo, contra o Brasil.
Publicado por www.averdadesufocada.com.br
                    www,ternuma.com.br
   Publicação de Olavo de Carvalho em 2003, 10 anos depois nada mudou  ou melhor piorou.
www,reservativa.blogspot.com



ORVIL NA IMPRENSA


FOLHA DE SÃO PAULO
Domingo 25 março 2013




Livro traz versão de militares sobre ação armada da esquerda
Prefácio de 'Orvil' afirma que revanchistas da esquerda estão no poder e tiveram 'petulância' de criar uma 'comissão da verdade'
O livro não cita as torturas praticadas pelos militares e diz que o país vivia um 'Estado de Direito' na ditadura
RICARDO BONALUME NETODE SÃO PAULO"Orvil" parece nome de remédio, mas é apenas "livro" escrito ao contrário, o nome exótico pelo qual o projeto era conhecido no Exército Brasileiro para ajudar a mantê-lo secreto enquanto uma comissão o escrevia.
O livro ficou pronto em 1985, mas o então ministro do Exército, Leônidas Pires Gonçalves, e o presidente José Sarney optaram por não publicar a obra para não criar constrangimento político.
Disponível na internet há anos, agora surge a primeira edição de papel do "orvil/livro" que conta uma versão de militares do Exército sobre as "tentativas de tomada do poder" pela esquerda no Brasil.
A atual edição, da editora Schoba (R$ 72,90, já disponível nos sites das livrarias), promete ser ainda mais polêmica, embora a publicação não tenha apoio oficial das Forças Armadas.
O texto básico é o mesmo, mas há trechos novos de introdução e conclusão que remetem ao momento presente, quando existe uma Comissão da Verdade com a missão de apurar crimes cometidos por agentes estatais no regime militar.
São mais de 900 páginas detalhando miríades de ações da esquerda armada que o livro rotula de "terroristas".
Três das tentativas de tomada do poder foram "armadas", diz o livro, escrito por uma equipe do antigo Centro de Informações do Exército e assinado por dois dos organizadores, o tenente-coronel Licio Maciel e o tenente José Conegundes do Nascimento.
As três foram a Intentona Comunista de 1935, a crise que terminou no golpe de 1964 e o início da "luta armada" a partir de 1968.
A quarta continuaria em curso hoje: em vez de violência, diz o livro, as esquerdas empregam a infiltração na imprensa, nas universidades, nas instituições culturais em geral para impor suas teses, seguindo os ditames do comunista italiano Antonio Gramsci (1891-1937).
PETULÂNCIA
"Os revanchistas da esquerda que estão no poder -não satisfeitos com as graves restrições de recursos impostas às Forças Armadas e com o tratamento discriminatório dado aos militares, sob todos os aspectos, especialmente o financeiro- tiveram a petulância de criar, com o conluio de um inexpressivo Congresso, o que ousaram chamar de 'comissão da verdade'", diz o general Geraldo Luiz Nery da Silva no prefácio ao livro.
Coordenador de projetos de história oral do Exército, o general de brigada é membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil.
A publicação é pródiga em detalhes sobre os atentados e as tentativas de criação de "focos" de guerrilha, urbana e rural. Muitas fontes são livros e entrevistas de pessoas da esquerda. "Insuspeitos", ironizam.
Um fato que chamou a atenção dos autores é a fragmentação dos grupos de esquerda. Em vez de se unirem contra o inimigo comum, se esfacelaram numa lista interminável de organizações -e o "Orvil" cita detalhes de todas. E isso foi uma das razões do fracasso da "luta armada".
LISTA
O livro dá os nomes de todos os "terroristas" envolvidos em cada atentado, ou no planejamento deles, ou no apoio à sua logística.
A presidente Dilma Rousseff é citada três vezes no texto, numa delas dizendo que tinha sido presa.
O livro não diz em nenhum momento que as forças policiais e militares cometeram torturas (a morte de Vladimir Herzog é considerada suicídio) e diz que eleição de um general à Presidência pelo Congresso era sinal da existência do "Estado de Direito".



EM BRASÍLIA
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Jose Conegundes Nascimento.

    FALOU E DISSE


    26032013
    DISPENSA ENCAMINHAMENTO.