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quarta-feira, 17 de maio de 2006

O GASEODUTO 171º DE CHAVES & LULA

O GASEODUTO 171º DE CHAVES & LULA

Uma das razões de Chves insistir com Evo Morales para que apoie a construção do gaseoduto, Venezuela Brasil, Argentina, se explica no artigo abaixo. Venezuela não tem gaz suficiente sequer para encher o gaseoduto.
Acontece que o Indio cacaueiro, é tudo, menos burro, além de ter um Vice atuante e competente. Muito diferente do Brasil onde o vice e o titular são apedeutas.
Chaves em realidade nunca pensou contruir esse gaseoduto, o objetivo e pegar a grana do Brasil e por tabela da Petrobras, ou seja de seus acionistas, reforçando o caixa da camarilha Comunista, experta latino-america
Caboré
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ECONOMIA JUEVES 9 DE MARZO POLÍTICA DELIRANTE SEM SUSTENTO
EM LA MIRA
Advertem que o Gasoduto entre Venezuela e Argentina não e viável

O gasoduto do Sul seria extremamente largo e caro, o que impede que seja rentável, dizem os especialistas.

Texto original: Carlos Coelho
Especial para: Jornal Tiempos Del Mundo
Tradução: José C. Nascimento.

O Gasoduto do Sul – de mais de 9.000 quilômetros – proposto pelo presidente da Venezuela Hugo Chaves ao Brasil e Argentina é inviável por diversos motivos, especialmente por um fundamental: Venezuela não dispõe de suficiente gás, destacaram especialistas petroleiros locais.
Economicamente (gasoduto) não tem pés nem cabeça”, declarou a TIEMPOS DEL MUNDO o experto petroleiro e ex-membro da Junta Diretiva De Petróleos da Venezuela (Pdvsa) José Toro, que analisou que caso se desenvolva o projeto, o gás que chegaria a Argentina e Brasil teria preços não competitivos.
O Governo venezuelano fala de subsidiar esse gás" Porem Venezuela dispõe de um gás que pode ser vendido nos mercados internacionais a preços rentáveis, que torna desnecessária a construção de um gasoduto, "explicou Toro” Ademais nosso país não tem o suficiente gás para cobrir a demanda de Brasil e Argentina”.
O gasoduto foi proposto o ano passado pelo mandatário venezuelano as seus homólogos da Argentina Nestor Kirchner, e do Brasil Luis Inácio Lula da Silva que o aprovaram. “O importante e sua aprovação política” disse Chaves, que considera que a obra seria essencial para a integração energética regional.
Ainda que não ajá um estudo factível nem de financiamento, Chave estima que seu custo seja na ordem de 25.000 milhões de dólares. Porem no Brasil, o especialista Roberto Smeraldi calcula que o projeto duplicaria essa soma se considerando as normas ambientais deste país.
Toro indicou que o gasoduto deveria cruzar o Orenoco, o Amazonas e dezenas de outros rios, ademais de extensas reservas florestais, o que esta fazendo crescer uma impugnação internacional de sectores ambientalistas. Ademais destacou que todos esses fatores determinam um “custo brutal” do projeto que o milhão de BTU (Unidade Térmica Britânica) do gás venezuelano colocado em Buenos Aires, seria de, mas de 12 dólares. Segundo a Organização especializada local, Veneconomía, um milhão de BTU de gás boliviano vendido em Buenos Aires é de somente 3,5 dólares.
O ex-ministro de energia e ex-presidente da PDVSA, Humberto Calderón, destacou que a exploração petroleira do oriente venezuelano utiliza gás associado, que não esta disponível para ser enviado por um gasoduto, e embora aja reservas galíferas que podem ser comercializadas, o gás existente atualmente se usa na extração a preços de hidrocarburantes.
Luis Giusti, que também foi presidente da PDVAS e atualmente assessora a grandes consórcios petroleiros internacionais, assinalou que os anúncios oficiais indicam que “Venezuela enviará 3.500 milhões de pés cúbicos por dia pelo gasoduto. Se assumindo que esse gasoduto teria uma vida efetiva de uns 40 anos, se requereriam reservas de 52 trilhões de pés cúbicos, sem contar o constante dentro do gasoduto, e Venezuela não dispõe dessa quantidade”, explicou o especialista.
Segundo os cálculos de Giustios preços requeridos para justificar o investimento de 25.000 milhões de dólares elevariam a, mas de 20 dólares por milhão de BTU, impossível de pagar”. Assim mesmo, destacou que devido aos custos , quando se trata de mais de 3.000 quilômetros de distância, os barcos petroleiros, seria o meio, mas indicado para transportar o gás liquido.
Para Giusti, o Gasoduto do Sul “é talvez o melhor expoente da motivação política de todas essas delirantes iniciativas que se anunciam sem que tenham sido feitas diligencias necessárias para avaliar sua viabilidade”.
‘No outro lado da fronteira o Secretário de Energia do Estado do Rio de Janeiro
Wagner Victer, duvidou que o gasoduto fosse competitivo e considerou o projeto poderia ser somente um anuncio de impacto. “A decisão política é importante, porém sem uma base técnica e comercial se converte em uma loucura” sentenciou Victer.
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