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sexta-feira, 16 de maio de 2008

Amazônia em perigo. Novos aloprados priorizam o PAC (Plano de Alardear Companheira).

Do Editor
16 05 2008

Com a saída de Marina Silva e o Diretor do IBAMA, ficam abertas as portas dos conchavos, para execuções de obras eleitoreiras, sem preocupações maiores com o meio ambiente, visto que os prejuízos sempre ocorrem a longo e médio prazo, e o que importa a Lula são os efeitos imediato que podem gerar frutos eleitorais.
Para conseguir os objetivos colimados da quadrilha super partidária formada pelo governo, mister se fazia arranjar um nome, que tivesse como qualidades , compromisso com o “partido e com a ideologia social comunista”, com habilidades para burlar as leis e regras de proteção ambiental, sob o comando direto da casa civil, de onde saem os planejamentos do PAC ( Plano de Alardear Companheira), permitindo aos estrategistas de plantão agirem livremente em obras de impacto eleitoral, com livre acesso a balcão de negócio sujo governamental.
O novo “guardião” teria anda que se sujeitar ao papel de laranja, embora com todas as regalias e oportunidades que o cargo de ministro de lula “permite”. (jamais serem demitidos, julgados, presos, investigados, estando portanto acima da s Leis e imunes a polícia) . A priori não deveria ser uma pessoa integra, honesta e capaz, porque isso não coaduna com os princípios palacianos enquanto do lula. Deverá também ter em seu currículo compromissos com o Foro de São Paulo. Não necessita ser um engenheiro florestal ou Engenheiro agrônomo , nem mesmo alfabetizado, poderia ate ser um índio, porem os índios enquanto não patrocinados pela Caixa e Banco do Brasil e Petrobras, são honestos, fugindo totalmente ao perfil necessário ao cargo de “laranja”.afinal o cargo é político, tanto quanto é o cargo de Ministro da Defesa, que não necessita ser um General, muito pelo contrario, para que lula não tenha de se sentir humilhado diante da cultura e saber de um General, com o qual deveria despachar, assim sendo qualquer boçal, sem escrúpulos até mesmo um “ bolinador” da constituição, seria mais que suficiente.
Os dotes necessários, não são difíceis de serem encontrados nos meios políticos, em especial no PT (Partido Trotskista ), e o foram encontrados , na figura de Carlos Minc Baumfeld que já havia atuado na Secretaria do Ambiente no RJ, onde distribuiu( a que preços?) licenciamentos, em áreas de grande impacto ambiental, e de interesse do governo federal, como os manguezais de Guapimirim, ultimo recanto preservado da Baia da Guanabara, onde a Petrobras causará uma perda irreparável para o meio ambiente e o ecossistema da região, construindo o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro. “Tecnicamente”, Carlos Minc , supre as necessidades governamentais . Não temos dúvida de que as afinidades e cumplicidades na organização terrorista VAR-Palmares , onde juntos militaram, Dilma Rossef e Carlos Minc , foi a determinante que a levou a indicação do indigitado "New alopration" .

Vejamos o que diz o Editor de VerdadeSufocada, sobre Carlos Minc, quando faz algumas correções sobre a materia publicada no jornal O Globo de 15-05-2008.

O autor repete parte do artigo de Flavio Vasconcelos, Helena Celestino e Túlio Brandão.

"Líder estudantil, preso pela ditadura e exilado, Carlos Minc nasceu no Rio em 1951. Foi líder estudantil e chegou a ser preso durante a ditadura em 1969. Com a repressão, foi para o exílio na Europa. Em 1979, retornou ao Brasil, beneficiado pela Lei da Anistia. Minc foi professor-adjunto do Departamento de Geografia da UFRJ. Tem mestrado em planejamento urbano e regional pela Universidade Técnica de Lisboa (1978) e doutorado em economia do desenvolvimento pela Universidade de Paris I-Sorbonne (1984).Tem dois filhos."
E ainda: nas palavras do Governador Sérgio Cabral, em entrevista ao mesmo Jornal - perdendo a oportunidade de ficar calado, assim se manifestou, "considerou positiva a atuação do secretário. Classificou Minc como um pragmático. - A bandeira ambiental que ele carrega a vida inteira agora se combina com o pragmatismo, a objetividade e a eficiência. Ele é um exemplo para o Brasil como gestor ambiental "

Observação do site VerdadeSufocada, mostrando que a vida de Carlos Minc ´nada tem de hoonrosa.

"Parece-nos que faltou tempo aos repórteres para uma pesquisa mais profunda, a fim de transmitir aos seus leitores o currículo completo do "lider estudantil". Na realidade, o jovem Carlos Minc Baumfeld , não foi preso pela ditadura por ser líder estudantil, mas sim, por atuar ativamente na luta armada.
Camarada de armas da ministra Dilma Roussef, atuou no Comando de Libertação Nacional – COLINA-, onde participou, juntamente com outros militantes, do assalto ao Banco Andrade Arnaud, na rua Visconde da Gávea, 92, no Rio de Janeiro, de onde foram roubados cerca de R$ 45 milhões de cruzeiros. Na ocasião foi assassinado o comerciante Manoel da Silva Dutra.
Posteriormente, com a fusão do COLINA com a Vanguarda Popular Revolucionária - VPR-, o novo grupo passou a chamar-se Vanguarda Armada-Palmares – VAR-Palmares.
A VAR-Palmares foi uma das responsáveis, entre outros crimes, pelos assassinatos do marinheiro inglês David A. Cuthberg e do delegado de Polícia Octávio Gonçalves Moreira Júnior.
Dentre as principais ações da VAR-Palmares destacamos, além dos brutais e traiçoeiros assassinatos citados.
- A grande ação
Com a finalidade de solidificar a fusão da VPR com o Colina e obter recursos para o novo grupo que surgia, a VAR-Palmares, foi planejado o roubo de um cofre da residência de Ana Capriglione Benchimol, em Santa Teresa, Rio de Janeiro.
Na tarde de 18 de julho de 1969, 13 militantes da VAR-Palmares, entre ele, Carlos Minc Baumfeld, disfarçados de policiais e comandados por Juarez Guimarães de Brito, invadiram o casarão de Anna Benchimol Capriglione, com o pretexto de busca de "documentos subversivos". Após confinarem os presentes numa dependência do térreo da casa, um grupo subiu ao 2º andar e levou, com a ajuda de cordas lançadas pela janela, o cofre de 200 kg, que foi colocado numa Rural Willys. Em menos de trinta minutos consumava-se o maior assalto da subversão no Brasil. Levado para um aparelho localizado próximo da Taquara, Jacarepaguá, o cofre foi aberto, e os assaltantes puderam ver , maravilhados, milhares de cédulas verdes. Ao final, os dois milhões, oitocentos mil e sessenta e quatro dólares atestavam o sucesso da "grande ação ".O destino desses dólares é discutido até hoje. Fala-se em compra de armas, distribuição entre as regionais da VAR-Palmares, pequenas cotas aos militantes e até na remessa de um milhão de dólares para a Argélia. Fala-se, também, em contas na Suíça. Ao certo, jamais houve uma contabilidade dessa fortuna.
Os dois estarão bem à vontade, trabalhando no mesmo governo. Afinal, Dilma Roussef, a companheira Estela, foi o cérebro do Plano de Ação do Cofre, por coincidência – PAC -, e Carlos Minc, o companheiro Jair, Orlando ou José, um dos executantes.