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domingo, 24 de junho de 2007

GREVE MILITAR

Ternuma RegionalBrasília

Pelo Gen Div Murillo Neves Tavares da Silva

Ouvi, estarrecido, no noticiário da TV GLOBO, que uma medida provisória, com a concessão de uma gratificação para controladores de vôo, estaria pronta. Mas só seria enviada ao Congresso, quando fossem resolvidos os problemas com o pessoal envolvido. Cessados os atrasos, retornando os sargentos ao chão de fábrica, digo, aos consoles de controle considera-se que está tudo bem e o governo lhes concede um abono. Em suma, poder-se-á dizer que a primeira greve militar foi bem sucedida e, por isso, deve-se esperar que outras venham a eclodir. Se, na gloriosa Força Aérea Brasileira, dá-se destaque a uma de suas especialidades, como agir quando outras também resolverem parar de executar suas missões em busca do mesmo aumento salarial? Lembro-me de que, nas manifestações das esposas de militares realizadas na Esplanada dos Ministérios, com vistas a reajustes de vencimentos, havia uma faixa que dizia mais ou menos assim: “Voar é fácil, fazer voar é que é difícil.” Parecia um recado aos senhores oficiais aviadores de seus mecânicos, por meio de suas esposas de orçamentos apertados. E se a coisa se alastra para os também gloriosos Exército Brasileiro e Marinha do Brasi? Assistiremos, então, à instalação da anarquia nas Forças Armadas Brasileiras. A quem interessa essa anarquia é trabalho para os órgãos de inteligência das três forças.

Se fizermos um retrospecto de fatos já consumados, evidencia-se que, desde o governo do marxista arrependido FHC, o desgaste imposto aos militares vem num crescendo indisfarçável a começar pela criação do Ministério da Defesa. Analisem-se os ministros nomeados e chega-se à conclusão de que nenhum deles teria condições mínimas para ocupar a pasta. Passou-se a falar, então, nas nefandas indenizações para notórios criminosos e maus patriotas, que tentaram implantar o regime comunista no Brasil. E, do falar, chegaram aos juristas esquerdinhas, aos caçadores de ossadas, aos interessados em patrocínio de causas milionárias, aos muitos milhares de perseguidos e aos bilhões de reais das indenizações. Houve até um humorista que disse que a comunada não queria fazer revolução, mas investimento, isso sim... Contra elas, ao que me lembre, nenhuma reação oficial das Forças Armadas. A exoneração de um Comandante da Força Aérea por ter dito que, se havia algo contra o Ministro da Defesa, devia ser feita a investigação, foi absorvida sem traumas por sua gente, embora todos soubessem que ele estava certo no que expressara. A absorção também foi tranqüila nas forças irmãs. Sucederam-se inúmeras outras demonstrações de desapreço dos governantes e de seus próximos. Inesquecível foi o bocejo da Sra. Ruth Cardoso, em uma parada de 7 de Setembro, como a retratar seu tédio por estar ali vendo aqueles “gorilas” passarem... Condecorações distribuídas, dentro da linha de “convivência dos contrários”, eram retribuídas como o não comparecimento para recebê-las. O discurso do Presidente da República chamando oficiais-generais de “bando” não causou estranheza a nenhum deles e nem se soube de reação no âmbito das forças. O episódio das falsas fotografias do Herzog, que resultou em determinação para um pedido público de desculpas por parte do Comandante do Exército, é tão deprimente que nem merece comentário longo. Contingenciamento de dotações orçamentárias e até mesmo de recursos descontados dos militares para seus fundos de saúde, causando transtornos à administração e constrangimento ao moral dos efetivos, foram e são constantes. Alimentação, peças de reposição, fardamento, armas e munições, um sem fim de carências. Pálidos discursos para ouvidos deliberadamente moucos... Aí, então, a esquerda canalha e revanchista encastelada no poder deduziu: “Esses caras não são de nada! Vamos em frente.” O primeiro teste foi contra um coronel reformado, heróico combatente de terroristas em São Paulo. Processado para que um tribunal o declare, oficialmente, como torturador, ele apelou para seu Comandante e a resposta é que nada podia ser feito porque a coisa estava na Justiça. Outras agressões e desfeitas, até chegar à suprema desfaçatez de glorificar o desertor assassino Carlos Lamarca. Nem adianta mais comentar, tantas foram as manifestações contrárias nos meios de comunicação e até no Congresso Nacional. Só não as vimos nas Forças Armadas.

Assim, de recuo em recuo, de baixar a cabeça, de aceitar o que vier, em nome de uma disciplina e de uma lealdade incompreendida por desleais, chegamos à indisciplina do motim. Ou alguém acha que os de menor patente não sentem que lhes falta comando. Ou alguém acha que um aspirante-a-oficial do Exército está contente, sabendo, pelas tabelas divulgadas pela Internet, que ganha menos do que um soldado (isso mesmo, um soldado) da Polícia Militar de Brasília. Diga-se de passagem, uma boa polícia e paga pelo Governo Federal, o mesmo que remunera o aspirante. Quando o Presidente da República mandou o Ministro do Planejamento e uma funcionária da Casa Civil negociar com controladores amotinados, o Comandante da FAB devia ter saído. Não o fez. Agora, agüente as conseqüências. Quando o Presidente da República exigiu, em curtíssimo prazo, que lhe apresentassem soluções para que não se repetissem os apagões e ninguém lhe deu bola, ele devia ter saído ou exonerado todos os que não obedeceram. Não o fez. Agora, agüente as conseqüências. E o povo? Como a maioria optou pelo desgoverno e pelos escândalos dos primeiros quatro anos petista, agora agüente as conseqüências.

sábado, 23 de junho de 2007

O ultraje e a vergonha têm de ser repelidos!

Márcio Matos Viana Pereira (*)

É notória a incapacidade da Comissão de Anistia para julgar com isenção e imparcialidade, porém, é reconhecida a sua invulgar habilidade de saquear o erário público, destinando fortunas, sem cerimônia e sem critério jurídico, a familiares dos terroristas que traíram o Brasil, cumprindo ações ditadas pelo Movimento Comunista Internacional (MCI).
O objetivo deste Artigo, entretanto, não é criticar venais, mas fazer uma exortação aos integrantes do Exército, companheiros de farda e de ideal. Dirijo-me a homens conscientes, escravos do dever, dedicados à Pátria e obstinados em servi-la com abnegação e desprendimento. É, então, com pesar e desconforto que abordarei o Caso Lamarca, analisando a postura e a leve reação do Exército, se proporcionada à gravidade do agravo e da afronta recebida.
Não posso entender como chefes, já encanecidos no cumprimento do dever e no culto aos sagrados valores morais, pilares de sustentação da hierarquia, da ética e pundonor militar, possam aceitar, apenas demonstrando inquietude, porém sem coragem de tomar uma atitude firme, desassombrada, suficiente para demarcar limites, o despautério do desfecho dado ao caso Lamarca, que, se me parece, teve o objetivo maior de ferir a honra e o brio militar.
É um escárnio, que salpicará com a lama da vergonha o glorioso Exército de Caxias, aceitar que um traidor da Pátria, desertor do Exército, gatuno de armas, assassino e assaltante de bancos, que foi morto em local público e com a arma ao lado do corpo, em condições de reagir, obtenha promoção como prêmio e reconhecimento pelos crimes praticados. Quanto ao pagamento aos familiares do Lamarca, é outro absurdo, porquanto a sua viúva já recebe a pensão regulamentar a que faz jus, no mesmo valor da que é paga às demais viúvas dos militares do seu posto.
Pergunto aos magistrados de todos os Tribunais, como justificar juridicamente que militares abatidos no cumprimento do dever, cumprindo missões impostas pelo escalão superior e a serviço da Pátria, agredida por ações impatrióticas e inconseqüentes de traidores terroristas, ensandecidos pelo propósito de implantar o comunismo no país, sejam olvidados, enquanto, numa afronta venal, não apenas ao Exército, mas à própria Justiça e aos brasileiros, meliantes ou seus familiares têm sido aquinhoados com fortunas?
Qual a razão de a Justiça admitir que uma confraria de inidôneos substitua os legítimos Tribunais nos julgamentos das indenizações pretendidas? Que autoridade moral têm essas caricatas figuras para promover alguém no âmbito do Exército? A mesma falência de autoridade moral tem o Ministro da Justiça, também ex-integrante de Organização Terrorista, para decidir sobre promoção no âmbito do Ministério da Defesa.
Confiar a reação ao ministro da Defesa é esperar milagre, pois em não sendo militar, não cultua os mesmos valores, não tendo compromisso maior com a ética e o pundonor militar.
Disciplina não é subserviência!
Não conheço pessoalmente o Comandante do Exército, mas o sei líder, por isso ainda acredito que com a mesma têmpera, coragem, obstinação e patriotismo demonstrados pelos Comandantes da Revolução de 64, o General Enzo Martins Peri, em nome da dignidade, do brio e da honra da Instituição que comanda, reaja, informando ao Governo e à Nação que o Exército não aceitará, em hipótese alguma, a humilhação de pagar mais aos familiares de Lamarca, e muito menos de promovê-lo, já que em vida, além dos inúmeros crimes praticados, foi um constante motivo de ultraje à farda e à Instituição.
O Exército tem convivido com revanchismos, restrições e contingenciamentos que provocaram efeitos materiais e operacionais. Circunstância bem diferente é aceitar algo que fira as convicções, a honra, a dignidade, o caráter, o orgulho e a ética, valores enraizados no espírito e na mente de cada militar.
Promover Lamarca é ferir o brio do Exército como Instituição Nacional Permanente. Os homens morrem e a Instituição Exército permanece. O Exército é uma Instituição do Estado e não do Governo. As gerações se sucedem, mas o Exército tem de permanecer sólido, íntegro, moralmente puro, impávido, digno e sem máculas. É dever de nossa geração não permitir que nenhum respingo de lama venha poluir, enodoar ou macular o histórico do Exército de Caxias.
A hora é de ação e não mais de palavras, porquanto essas ainda que duras, verdadeiras, candentes e acusatórias, são apenas palavras, incapazes pois de promover ação. E o momento agora, diante de um ultraje e afronta, exige destemor, e não tolerância; independência, e não conivência; firmeza de atitude, e não omissão.
(*) Márcio Matos Viana Pereira - é coronel da reserva do Exército Brasileiro.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Todos temem a guerra mas sequer reconhecem seu som.

21/06 - A nossa sociedade está em crise?
Por Sérgio Marino Ribeiro Neves Filho

Apesar do bombardeio de mentiras, nosso sangue ainda sabe que nem sempre uma guerra se faz com morteiros, metralhadoras e granadas. De nossas casas o som da guerra já não se escuta, mas sei que estamos em guerra neste exato momento. Aos que não sabem, o terror é falso, os morteiros acabaram nos anos setenta, e a partir daí só ouve-se o som agudo e estridente das lâminas de papel, tinta e palavras, embora haja sempre uma televisão gritando que iremos morrer.
A melodia silenciosa da terceira guerra parece ter aumentado de volume nos últimos anos. Alguns poucos ouvidos aguçados ainda são capazes de escutar o assovio dos morteiros que ainda caem sobre nossas instituições. Nossos infantes famintos e moribundos por falta de atenção de nosso secular falso comando, lamentam, juntamente aos nossos soldados, a falta de suprimentos e incentivo à manterem-se de pé.
Nossos postos de comunicação estão sitiados pela força inimiga, nossos céus estão paralisados, nosso moral escandalizado, nossos suprimentos acabados, e nossa inteligência perturbada. Todavia, nosso olhar altivo enxerga além das linhas inimigas, e enquanto nossos inimigos andam de peito estufado na crista do país, nos escondemos nas crateras que seus próprios morteiros abriram, segurando com nosso braço forte os alicerces da sociedade brasileira.

Nenhuma guerra é ganha com mercenários.

Fonte: www.averdadesufocada.com

quinta-feira, 21 de junho de 2007

ESCLARECENDO O FORO DE SÃO PAULO

ATENDENDO SOLICITAÇÕES
Diante de inúmeras solicitações de leitores/assinantes que pedem esclarecimentos sobre o que é ou representa o perigoso Foro e São Paulo, do qual tenho feito referências em vários artigos, repasso o e-mail que recebi de Graça Salgueiro, com a entrevista concedida à imprensa internacional, por Raúl Reyes, líder guerrilheiro colombiano, que admitiu em visita à Venezuela, que as FARC formam parte do chamado Foro de São Paulo. Vejam a que ele disse e tirem e deduzam como quiserem:


O INÍCIO
Depois da queda do Muro de Berlim, em 1989, e da derrubada do comunismo na ex-União Soviética, Fidel Castro decidiu substituir o apoio que recebia do Bloco Oriental pelo de uma transnacional latino-americana.
Aproveitando o poder parlamentar que tinha o Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil, Fidel Castro convocou em 1990, junto com Luis Inácio “Lula” da Silva, todos os grupos guerrilheiros da América Latina a uma reunião na cidade de São Paulo.


A DENOMINAÇÃO
Além do próprio PT e do Partido Comunista de Cuba, acudiram ao chamado o Exército de Libertação Nacional (ELN) e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC); a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua; a União Revolucionária Nacional da Guatemala (URNG); a Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) de El Salvador; o Partido da Revolução Democrática (PRD) do México; e várias dezenas mais de grupos guerrilheiros e partidos de esquerda da região que iam se juntando ao longo dos anos, como o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) do México. Ali decidiram formar uma organização que se autodenominou Foro de São Paulo.


OS DIRIGENTES
Para dirigi-lo centralizadamente criaram um Estado Maior Civil, dirigido por Fidel Castro, Lula, Tomás Borge e Frei Betto, entre outros. E um Estado Maior Militar, comandado também pelo próprio Fidel Castro, o líder sandinista Daniel Ortega, e no qual tem um papel importante, o argentino Enrique Gorriarán Merlo.


MERLO
Gorriarán Merlo foi fundador do Exército Revolucionário do Povo (ERP) e, posteriormente, do Movimento Todos pela Pátria (MTP). Gorriarán Merlo é o autor do ataque terrorista de janeiro de 1989 ao regimento de infantaria La Tablada, em Buenos Aires, no qual morreram 39 pessoas, e foi quem encabeçou a esquadra que assassinou Anastasio Somoza em Assunção, Paraguai, em setembro de 1980.
Gorriarán Merlo também organizou a maquinaria militar do Movimento Revolucionário Tupac Amaru (MRTA), o mesmo que há três anos e meio tomou a residência do embaixador japonês em Lima.


REVISTA TRIMESTRAL PRÓPRIA
O Foro de São Paulo tem um sistema de comunicação permanente, e até produz uma revista trimestral própria, denominada América Livre. Estabeleceu uma forma sólida e permanente de financiamento, baseada em sequestro, roubo de gado, cobrança de impostos, assaltos a bancos, pirataria, narcotráfico e demais atividades ilegais que rotineiramente praticam os grupos guerrilheiros na América Latina.


DISFARCES
Tendo em vista que o marxismo dos anos sessenta já estava caduco e desprestigiado, os diretores do Foro de São Paulo decidiram adotar formalmente diversos disfarces:
INDIGENISMO -Um deles foi o do indigenismo, ou a suposta luta pelos direitos dos indígenas, para encobrir a formação de grupos guerrilheiros (Exército Zapatista de Libertação Nacional), e também a promoção do separatismo, argumentando que os territórios ocupados pelas tribos indígenas são próprios e não do Estado nacional.
ECOLOGISMO- Outro disfarce foi o do ecologismo radical que, alegando a proteção do meio ambiente, justificou a ação de terroristas que obstaculizaram o avanço do Estado em obras públicas de infra-estrutura como rodovias e tensão elétrica.
TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO- E, finalmente, o de uma versão extremista da chamada Teologia da Libertação (Frei Betto, Leonardo Boff, Paulo Evaristo Arns), com o objetivo de dividir a Igreja Católica e justificar a violência com argumentos supostamente cristãos.
A ENTRADA DE HUGO CHÁVEZ- Segundo um informe da AP, datado em Montevidéu, Hugo Chávez se inscreveu no Foro de São Paulo em 30 de maio de 1995. Isto foi confirmado por Pablo Beltrán, líder do ELN, em uma entrevista realizada pela Globovisión em 17 de novembro de 1999.
FINANÇAS- Há quatro anos o investigador colombiano Jesús E. La Rotta publicou um livro intitulado As Finanças da Subversão Colombiana, no qual revela os resultados de suas investigações sobre as fontes de financiamento das FARC, do ELN e do EPL.
AS SEIS FORMAS DE FINANCIAMENTO- Fazendo uso de numerosos gráficos e tabelas, La Rotta identifica seis formas ou modos gerais por meio dos quais os guerrilheiros colombianos obtêm entrada de dinheiro, a saber:
1- a EXTORSÃO EM MENOR ESCALA, como os impostos, o bilhete e a cobrança de pedágios, de onde obtêm um total de 1.030 milhões de dólares ao ano;
2- - a EXTORSÃO EM GRANDE ESCALA a empresas nacionais e multinacionais nos diversos setores como o petroleiro, agrícola, pecuário, industrial, comercial e financeiro, de onde arrecadam 5.270 milhões de dólares anuais;
3- - o ABIGEATO ou roubo de gado, de onde recolhem 270 milhões de dólares anualmente;
4- os ASSALTOS, por meio dos quais conseguem 400 milhões de dólares ao ano;
5- a PIRATARIA, seja terrestre, fluvial, marítima ou aérea, que lhes rende 150 milhões de dólares em depósitos anuais; e, finalmente
6- o NARCOTRÁFICO, de onde obtêm 1.130 milhões de dólares ao ano. Tudo isso soma U$ 8,250 BILHÕES ao ano, cifra muito superior aos orçamentos de todas as Forças Armadas Nacionais de todos os países andinos.
FECHANDO O CÍRCULO- Todavia, La Rotta admite que se tratam de cifras de 1994, e explica que “os grupos subversivos, em particular as FARC e o ELN, entraram em franco processo de substituição dos cartéis da droga desmantelados e que, cumprido tal processo, se fechará o círculo do enriquecimento quando incorporarem em plenitude o produto global do narcotráfico, que pode representar-lhes depósitos de dinheiro superiores”.
O CARTEL DAS FARC- Poucos meses depois de haver-se publicado o livro de La Rotta, saiu o livro - O Cartel das FARC - , elaborado pelo major colombiano Luis Alberto Villamarín Pulido, o qual alega que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia constituem o terceiro e mais poderoso cartel das drogas.
CAPOS- Embora já existissem provas da vinculação do ELN e das FARC com o narcotráfico, os documentos retidos em 31 de janeiro de 1996 das quadrilhas 14 e 15 das FARC, por tropas da Brigada 12 em Paujil (Caquetá), comprometem ainda mais os guerrilheiros com o tráfico de drogas: aparecem as frequências de VHF e inúmeros telefonemas dos capos do Cartel de Cali, assim como atas de reuniões entre as FARC e os narcotraficantes.
ALÉM FRONTEIRAS- O livro está cheio de afirmações impressionantes, como esta: “A infra-estrutura do cartel das FARC tem todos os elementos de organização e controle próprios dos bandos de mafiosos que inundam o mundo civilizado com o tráfico ilícito de cocaína, com o agravante de que ameaçam camponeses, envolvendo-os com as milícias bolivarianas e o partido comunista clandestino. A ação dos delinqüentes do cartel das FARC ultrapassa as fronteiras nacionais”.
Que tal?

Renan ataca EXTRA mas não explica relações promíscuas

"JORNALECO" responde a Renan e cobra que explique a origem de seu patrimônio
Por Mendonça Neto
O senador Renan Calheiros atribuiu as denúncias contra seu comportamento de homem público sub judice, ao jornal EXTRA, declarando, da presidência do Senado: "Por estas inverdades já processei mais de dez vezes um jornaleco local (Maceió) que até foi obrigado a mudar de nome para fugir da justiça".
Da Redação O senador Renan Calheiros Infere-se de tal declaração que o "jornaleco" incomodou o senador sob investigação e incomodou tanto que foi citado em sua defesa, como se se tratasse de um jornal de influencia em todo o país, e nunca um mero panfleto de província. É verdade que o senador passa grande parte de seu tempo tão precioso, maquinando formas de fechar o modesto "jornaleco" que ele não consegue comprar, mesmo com seu patrimônio de mais de R$ 50 milhões, fruto de sua bem sucedida "carreira". Mas, nem tudo o EXTRA pode, no seu poder descoberto pelo senador da Mendes Junior, que o odeia com todas as forças de sua impotência coronelesca em fechá-lo ou submete-lo à sua vontade e a seu talante. O EXTRA não pode, por exemplo, engravidar uma jornalista e com ela ter um filho adulterino, a quem SÓ RECONHECEU E PAGOU DIREITOS DEBAIXO DE VARA , como ele próprio confessa ao citar Ação de Alimentos ajuizada em Brasília. Ora, se o pai responsável tivesse assumido a paternidade, não haveria ação judicial. O EXTRA não pode pedir a amigos donos de construtora que sejam portadores de pensões, até porque se a pensão é fruto de ação judicial, bastaria o depósito em conta bancária, muito menos constrangedor para a mãe do que ter que ir todo o mês a sede de uma empreiteira. O EXTRA não pode indicar Ministros do governo Lula, que tão facilmente se corrompem, e muito menos, por não ser seu irmão, permitir que o deputado Olavo Calheiros levasse DIVERSAS VEZES, e de surpresa, o sr Zuleido de TAL, para audiências onde cobrava a liberação de verbas consignadas no Orçamento pelos srs Renan Calheiros, Olavo Calheiros e outros. O EXTRA não pode comprar uma casa de praia na cidade de Barra de São Miguel, paraíso turístico de Alagoas, por TRES MILHOES DE REAIS e escritura-la por TREZENTOS MIL, porque seria não só falsidade ideológica como sonegação de impostos, e isto o EXTRA não faz. O EXTRA não pode se dizer dono de 10 mil hectares de terra, inclusive devastando Mata Atlântica, na região de Murici, algumas delas pertencentes a massa falida das antigas usinas São Simeão e Bititinga, porque esta área vale cerca de VINTE E CINCO MILHÕES DE REAIS, e só os irmãos Calheiros poderiam tê-la comprado a "preço tão vil".O EXTRA não pode ter comprado apartamento (Edifício Tartana) num bairro nobre de Maceió, porque não possui a importância para paga-lo de cerca de DOIS MILHÕES DE REAIS.O EXTRA não pode freqüentar as mansões luxuosas do sr Zuleido, porque não o conhece, e se o conhecesse, nunca seria convidado, pois o sr Zuleido só confia para a sua intimidade quem tem poder para retribuir-lhe a "gentileza". O EXTRA não conhece lanchas nem iates e nem recebeu brindes do sr Zuleido, tanto quanto o EXTRA, também, não foi citado nos grampos da polícia Federal, como o foram o senador Renan, seu irmão, e seus aliados Teo Vilela, Adeilson Bezerra, Enéas Alencastro e outros. O EXTRA não pode DETERMINAR INVESTIGAÇÃO OU PRISÃO de ninguém a Policia Federal. O Senador sabe que a PF é subordinada ao Ministério da Justiça e ao Presidente da República. O EXTRA não pode DETERMINAR o que a revista Veja ou jornalistas como Fernando Rodrigues, Ricardo Noblat, Clovis Rossi, Jânio de Freitas, e outros homens acima de qualquer suspeita escrevam . Eles não estão na humilde folha de pagamento deste pobre "jornaleco".O EXTRA não pode usar a cadeira de Presidente do Senado para se proteger dos apartes , como o fez o senador, que abusou do poder, pois as acusações a ele atribuídas o foram na condição de senador e não de presidente do Senado. Deveria, pois, por ética, passar a presidência ao vice, e defender-se da tribuna singular de senador da República. Mas o EXTRA das Alagoas pode ser pequeno e - supremo atrevimento - "fitar os Andes", já que Rui Barbosa foi citado, evidentemente pela boca mais imprópria e descabida, porque Rui notabilizou- se com a frase em que dizia que de tanto ver triunfar as nulidades (e os corruptos) o homem sente vergonha de ser "honesto". O poderoso senador não conseguiu explicar suas relações anti republicanas com empreiteiras que navegam no submundo das negociatas do Orçamento, nem porque, como Senador, tem vínculos tão estreitos com empreiteiros e lobistas.Mas o senador prestou a homenagem da ignomínia à decência, ao confessar que processou por mais de dez vezes o EXTRA, em busca de ressarcimento por danos morais (?) mas não dobrou o "jornaleco", que diferente dos seus comensais, não vende sua opinião n em negocia suas denúncias, e por isso, como nesta última edição, esgotou nas bancas de Maceió. Por falta de dinheiro, não tiramos uma segunda. Nem vamos pedir aos Zuleidos que banquem nossas despesas nem que lancem, do fundo de suas vidas criminosas, o seu patrocínio para o nosso modesto jornal. Jornaleco, senador, será o jornal que o defender de tantos crimes, desde tráfico de influência, formação de quadrilha, desvio de dinheiro público e, até, de omissão de paternidade . Não esqueça, mesmo tendo sido um aluno relapso no curso de Direito, que o calote na pensão de alimentos dá cadeia. Pague direitinho à mãe de seu filho e deixe de fora sua família, sua pobre esposa, usadas como chantagem emocional para desviar o foco de suas transgressões como político e como homem.
Fonte: Jornal Extra - Alagoas

RESERVATIVA E UNIDA

ÀS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL - DOC. Nº. 69/2007.

O GRUPO GUARARAPES tem como Objetivos e os persegue sem cessar, a Unidade Nacional com Soberania, Ordem e Progresso, assegurados por Forças Armadas Fortes e Unidas, para a garantia da sobrevivência da Nação.
Veio o novo governo (FHC). Tem início o aumento da CORRUPÇÃO estimulada pela frouxidão das leis e conivência das autoridades. Mais grave do que corrupção foi o início do desmonte das FORÇAS ARMADAS. Criou-se o Ministério da Defesa e nomeou-se para Ministro da pasta um político fracassado. Veio a primeira crise, e de crise em crise foram afastando os Chefes Militares das decisões políticas do País. Foi inculcado na juventude brasileira que o militar era um truculento, um homem sem alma e que só sabia gritar enquanto eles, do novo Poder, eram os salvadores da Pátria. A situação foi invertida. Os brasileiros, que lutaram para salvar a Democracia no Brasil, em 1964, foram eleitos como os vilões e os canalhas e assassinos, que iniciaram a luta armada para a tomada do Poder, em 68, para implantação de uma ditadura comunista, passaram a ser “os santos”. Não é o GRUPO GUARARAPES quem afirma esta verdade. Está no livro “Combate nas Trevas” de JACOB GORENDER, comunista confesso. Hoje, endeusa-se OLGA que era agente secreta da KGB; endeusa-se Prestes que recebia 200 dólares/mês do serviço secreto russo e que veio para o Brasil implantar a revolução, matar brasileiros e, assim, se vai endeusando canalha, ladrão, assassino e a sociedade brasileira assistindo ao descalabro e à derrocada instalar-se no País. Esqueceu-se do grande ensinamento de INDIRA GANDHI:"Com Punho Cerrado Não Se Pode Trocar Um Aperto De Mão".
Muda-se de governo. Sobe o presidente LULA gritando, esbravejando que o Brasil seria novo. Seus asseclas gritavam, ao tempo em que estiveram na oposição, que, com eles no Poder, tudo seria republicano, tudo transparente. Seria o REINO DO CÉU NA TERRA. A corrupção instalou-se nestes últimos cinco anos e assistimos ao dólar ser conduzido em cueca, mala, caixa de whisky e o dinheiro rodando e voando na capital da República, onde o público e o privado chegam a se misturar nas “casas de recursos”. DINHEIRO, SEXO E PODER se entrelaçam de maneiras não republicanas.
Com FHC, teve início a perseguição às Forças Armadas e passou-se a utilizar todas as oportunidades possíveis para premiar aqueles que queriam implantar a ditadura comunista no País, em 35, 64 e 68. Leis que os beneficiavam foram promulgadas e bilhões de reais doados aos que mataram, roubaram, assassinaram, seqüestraram, em nome da “democracia”, com dinheiro público, do contribuinte, com que enchem as suas burras de maneira desavergonhada.
O GRUPO GUARARAPES, durante todo esse tempo, vem chamando a atenção da sociedade brasileira para este assalto aos cofres públicos e alertando que estamos marchando para um regime ditatorial de esquerda, aceleradamente. Vejam que palmas são batidas para o Ditador FIDEL CASTRO, aos criminosos da FARC, e ao ridículo ditador CHÁVEZ; e vejam como se faz, aqui, a perseguição a jornalistas que não rezam por sua cartilha, como Boris Casoy e Arnaldo Jabor; e o apoio a todos os atos que possam desmoralizar as Forças Armadas com o comprometimento da aplicação do Poder Naval, a partir de 2010, o sucateamento da FAB, dela tirando a INFRAERO e o DAC, e o enfraquecimento do Exército, obsoleto, sem condições sequer de defender os tesouros da AMAZÔNIA; e vejam as mais estapafúrdias ações, até implantando a quebra da disciplina e da hierarquia, com o apoio ostensivo e inconseqüente do Presidente da República, no caso do APAGÃO AÉREO; e a criação da tal Força Nacional de Segurança para excluir o Exército da sua missão de manutenção da Lei e da Ordem. Derrama de dinheiro para o MST promover invasões em propriedades privadas. Chegou-se a tal ponto que os escândalos mostram a degradação nos três Poderes da República.
Agora caiu a gota d’água que extravasou o copo. O benefício dado aos familiares do criminoso Carlos Lamarca, criminoso desertor do Exército, assassino frio, ladrão de armas e munições, seqüestrador, assaltante de bancos, inicialmente recebendo proventos do posto de coronel, ao qual foi promovido sem nenhuma base legal, agora com vencimento reajustado de General de Brigada, com pagamento de diferenças atrasadas, e mais 300 mil reais de indenização, Isto é uma BOFETADA na cara das FORÇAS ARMADAS. Aceitar calado a afronta provocativa seria a desmoralização total destas Sagradas Instituições. O GRUPO GUARARAPES pensa como Edmund Burke: “Para que o mal triunfe basta que os bons não façam nada". O mal não pode vencer e é por isso que estamos lutando. Não há nada a temer; só a perda da Honra.
O GRUPO GUARARAPES devolve a BOFETADA aos canalhas no Poder. Temos AMOR PRÓPRIO. O GRUPO GUARARAPES Luta pela dignidade da farda e não aceita que bandidos sejam premiados, dando idéia aos subordinados de que não há mais CHEFES E SIM CHEFETES que se curvam perante mentirosos, traidores como LAMARCA, ladrões e outros nomes que queiram dar.
O GRUPO GUARARAPES não admite aceitar um país onde se endeusa a mentira, se rouba o direito à justiça e se pratica a trapaça. CHEGA!
“A MÁSCARA SÓ SE TIRA NA ÚLTIMA CENA DO ÚLTIMO ATO”! Como afirmou Maquiqvel.
Terminou a comédia. Caiu a máscara! Não temos governo. A anarquia inicia-se dentro do Gabinete da Presidência da República, onde o ocupante maior usa a mentira para se defender. Não é um estadista e sim um medíocre. Um fantoche nas mãos daqueles que desejam implantar um regime de força no País. O caso Lamarca, que fere o PUDONOR E A HONRA MILITAR, é de sua inteira responsabilidade, como o chefe maior, responsável por tudo que se faz ou deixa de fazer no Governo da República, segundo princípio constitucional, e que acoberta seu Ministro da Justiça, um conhecido marxista, leninista e gransmicista. O Presidente Lula não merece mais o nosso respeito, pois o consideramos indigno do cargo que ocupa. Não o consideramos nosso chefe, pois ele não respeita nem cumpre a Lei, não merecendo nossa subordinação.
E ainda, grave é que não temos Ministro da Defesa que defenda as Forças Armadas. É outro inútil, apagado, incompetente, despersonalizado e complexado desde os tempos em que era capacho do Sr. João Goulart. Não merece também respeito, nem consideração, nem nossa subordinação.
COMPANHEIROS DAS FORÇAS ARMADAS! O GRUPO GUARARAPES tem, não só a suposição, mas a consciência de que expressa o pensamento e a revolta da grande maioria dos militares da ativa e da reserva, senão da totalidade. Tem ciência e consciência de que não servimos a homens e sim à Pátria! A declaração do General de Exército Comandante do Leste – Luiz Cesário da Silveira Filho – indica que há uma insatisfação geral e que as BOFETADAS SERÃO DEVOLVIDAS aos que não sabem honrar o cargo que exercem como o Presidente da República, e seus medíocres Ministros da Justiça e da Defesa.
O GRUPO GUARARAPES, EM DEFESA DA HONRA DA NAÇÃO BRASILEIRA, ESPERA QUE AS FORÇAS ARMADAS REVERTAM TAL AFRONTA!
A HONRA OU A MORTE!
Fortaleza, 18 de de junho de 2007

Assinam: Tenente Brigadeiro do Ar Rodopiano de Azevedo Barbalho; General de Exército Domingos Antônio Miguel Gazzineo, General Reformado Francisco Batista Torres de Melo; General de Brigada Reformado Luciano Salgado Campos; General de Brigada Reformado Luis Henrique Domingues; General de Brigada Reformado Manoel Theóphilo Gaspar de Oliveira Neto; Coronel Reformado Flávio Lucinao Costa Lima Gurbel do Amaral, Coronel Reformado Antônio Bastos Gonçalves; Coronel Reformado Francisco Sobreira de Alencar, Coronel Ivo Salvany, Coronel reformado Tarcísio dos Santos Vieira, Coronel Aviador Francisco Bedê, Coronel ReformadoFrancisco Jander de Oliveira, Coronel Reformado José Batista Pinheiro, Coronel PM José Gilson Liberato, Dr. medico Antônio Jorge Acário, Dr. Gregório Valmir de Deus Barros, Coronel Reformado João Bosco Camurça, Major Francisco de Assis Bastos, Dr. José Helder Cordeiro, Glacy Cassou Domingues, pelo Grupo Guararapes Feminino e todos os mais 1.573 companheiros que formam o GRUPO GUARARAPES.

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1105 CIVIS – 32 OFICIAIS GENERAIS – 335 OFICIAIS SUPERIORES E 101 CAP/TEN. TOTAL 1.573 18 DE JUNHO DE 2007
Batistapinheiro@fortalnet.com.br In memoriam 26 militares e 2 civis www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

PAC (Programa de Aceleração da Corrupção)

Por Carlos Alberto Cordella

O PAC deveria ser chamado de “Programa de Aceleração da Corrupção”, pois esta vai de vento em popa. Enquanto o país chafurda na lama, sob o domínio de quadrilhas de todos os matizes e que atuam nos três poderes da república, em favelas e nos movimentos ditos sociais, o Ser Supremo, nosso presidente da república, alheio a tudo, passeia pelo mundo exibindo sua vocação messiânica. Lula é o quinto elemento, aquele que veio para salvar o planeta da autodestruição.
A construção da cidade olímpica destinada a sediar os jogos Pan Americanos, no Rio de Janeiro, deveria ser objeto de mais uma operação da Polícia Federal. Eu sugeriria Operação Malandragem ou Operação Caraca. A conta já ultrapassou em muito o orçamento previsto, algo capaz de deixar o presidente do senado corado. De inveja, não de vergonha.
Enquanto o Rio de Janeiro se prepara para os jogos pan americanos, parte da cidade virou uma praça de guerra, entre a polícia e traficantes. E a situação parece não ter fim, ou seria falta de competência e vontade?
A realização dos jogos no Rio de Janeiro é uma temeridade. Mesmo sabendo do aparato policial militar que será montado, e fará com que a Faixa de Gaza e Bagdá pareçam balneários de veraneio, há o risco da maior confraternização esportiva das Américas transformar-se no inferno astral de Lula o Ser Supremo, e Sérgio Cabral.
Somente num país onde o presidente nada vê e nada sabe e a irresponsabilidade impera a passos largos, poderia se imaginar a realização de tais jogos, justamente no Rio de Janeiro.
Enquanto o PAC (Programa de Aceleração da Corrupção) subtrai dos cofres públicos a bagatela de aproximadamente 40 bilhões de reais por ano, há, no governo, quem defenda e até apresente justificativas convincentes para se manter o salário mísero, digo mínimo, em R$380,00 (trezentos e oitenta reais), sob a caduca e convincente alegação de uma inevitável quebra da previdência.
40 bilhões de reais do orçamento público são, anualmente, escoados, impunemente, através de propinodutos, cuecas, malas, envelopes, depósitos bancários, superfaturamento de licitações arrumadas e “mimos” para contas bancárias e bolsos particulares. Poder-se-ia dizer que é uma PPP (Parceria Pública Privada). Parece que de Pública só mesmo a bufunfa, pois o resto está mais para Privada mesmo.Tudo indica este montante não fazer falta alguma à nação. Nenhum dos envolvidos é condenado. Nenhum centavo retorna ao erário. Enquanto isto verbas são contingenciadas para educação, saúde, segurança e infra-estrutura. Recursos para desenvolver o país e melhorar a qualidade de vida do povo são liberados a conta-gotas, mas para o assistencialismo parasitário estatal e para a corrupção, o ladrão da caixa-d’água jorra dia e noite sem parar. O cofre do governo também parece ter ladrão, só não me arrisco a fazer metáforas.
O PAC (Programa de Aceleração da Corrupção), convenhamos, está sendo extremamente generoso aos amigos e fiéis companheiros, além de propiciar a distribuição do jabaculê de uma forma justa, bem democrática e social.
Até o irmão do Ser Supremo, levou um xeque-mate. Não perdeu tempo o Ministro da Justiça em apregoar que, num estado democrático todos são investigados. Me pergunto, quando será minha vez? Ou ele próprio. Estaria o Sr Ministro já se precavendo de um futuro próximo?
É claro que essa história do irmão do Ser Supremo não vai dar em nada, mas o marketing é óbvio, Duda Mendonça que o diga. Incautos exclamarão: ”Puxa vida, nem o irmão do presidente foi aliviado”. E isto fará do Ser Supremo, ainda mais supremo e único, absoluto. Lula o quinto elemento, o magnânimo que ainda sai em defesa dos acusados mostrando toda sua benevolência. Afinal, são todos companheiros e não inimigos.
Casualmente ou não, o Ser Supremo encontra-se fora do país, portanto está novamente blindado. As instituições apodrecem, mas o Ser Supremo, está acima de qualquer suspeita.
Como disse Mikhail Bukunin, anarquista russo do século XIX:
"O governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Esta minoria, compor-se-á de operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e por-se-ão a observar o mundo proletário de cima do Estado, não mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo".
Quem duvida disso não conhece a natureza humana.

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quarta-feira, 20 de junho de 2007

"Um fato jornalístico". -A CPM F, é só um começo de conversa -

Jornalista Cláudio Humberto A jornalista Mirian Dutra, da Rede Globo, retornou do exterior na quarta-feira dia 30 de maio 2007.
Ainda não se sabe se ela vai contar oporquê do recato e do silêncio nos 12 anos do seu exílio - a maior parte do tempo na Espanha. Revendo meus arquivos, encontrei: -Há alguns anos foi realizado no Fórum da Cidade do Rio de Janeiro o seminário "DEMOCRACIA, IMPRENSA E JUDICIÁRIO" promovido pela Escola de Magistratura do Rio de Janeiro. Eis um registro: "O assunto que rendeu mais controvérsia no Seminário foi a forma como a imprensa brasileira era condescendente com o, então, Presidente daRepública "FHC"... A questão entrou em pauta quando um jurista citou como exemplo de Conivência jornalística o romance do presidente Fernando Henrique Cardoso com a jornalista da TV Globo Miriam Dutra. Muitos advogados presentes ao evento não sabiam do fato e reagiram com surpresa e indignação quando um jornalista afirmou que toda a imprensa brasileira sabia disso. E naqueles oito anos de governo ninguém tocou no assunto. (por que será, não é?). Muito antes de ser presidente, Fernando Henrique sempre foi um conhecido garanhão da política brasileira. As mulheres sempre ficaram encantadas com o seu charme e sua pose de estadista.Em Brasília, o escritório de FHC também era utilizado como garçonière, para usar uma expressão da geração dele.. Era no escritório-garçoniére que o então candidato à Presidência da República mantinha encontros com uma de suas amantes, a correspondente da TV Globo em Brasília Miriam Dutra. Quando FHC cresceu nas pesquisas para presidente, a ambiciosa jornalista, pensando no seu futuro pessoal e profissional aplicou aquele velho golpe que louras oxigenadas costumam dar em pagodeiros e jogadores defutebol. Deu uma "chave" em FHC e engravidou. A jornalista passou a carregar um furo de reportagem em seu próprio ventre. Um filho daquele que seria o próximo presidente da República doBrasil. Ao saber que a amante estava grávida, Fernando Henrique entrou em pânico. Afinal, como diria o outro Fernando, aquilo era nitroglicerina pura. Mas a mídia nacional ficava calada. FHC tentou convencer a amante a fazer um aborto, riu na cara dele. A mulher não ia jogar fora o seu pé de meia, sua caderneta de poupança... Foi aí que entrou em ação a operação abafa. Como ela era correspondente da Globo, imediatamente foi transferida para a Espanha, com um salário milionário, (quem será que financiava tudoisso?) sem obrigação de fazer nada. Apenas ficar calada e quietinha, ganhando seus milhões e cuidando do filho do presidente. (outro enganador). Atualmente a jornalista Miriam Dutra vive na Espanha, com o filho caçula do presidente. Uma funcionária do jornalismo global diz que às vezes ela liga para o Brasil a fim de fazer exigências, tratando a todos como se fossem seus empregados. "Ela se comporta como se fosse a verdadeira primeira dama!" Vejamos o que diz Kika Martins a respeito do caso: "Tomás Dutra Schmidt, filho não assumido de Fernando Henrique Cardosoe Miriam Dutra Schmidt (a Miriam Dutra, ex-repórter do Jornal Nacional em Brasília), nasceu no dia 26 de setembro de 1991, conforme certidão de nascimento do Cartório Marcelo Ribas (Brasília - DF). Vive hoje com sua mãe e tia em um dos mais caros e sofisticados bairros da Europa, em Barcelona na Espanha. Agora se vocês querem saber como isso nunca foi notícia na grande imprensa, leiam Caros Amigos - ano IV número 37 - abril de 2000. A matéria é assinada por Palmério Dória e outros. O título é: "Um fato jornalístico". A pergunta é quanto custou este silêncio? A portaria do Ministério da Fazenda 04/1994, por exemplo, que isentatodos os meios de comunicação "e sua cadeia produtiva" da CPMF, ContribuiçãoProvisória sobre Movimentação Financeira, é só um começo de conversa. E o Proer da Mídia no final do ano 2000 custou US$ 3 bilhões ou US$ 6bilhões, um ajuste de contrato. Agora bom mesmo é procurar no Siafi o quantofoi efetivamente gasto em propaganda no Orçamento Federal de 1994 a 2002".Alguém topa fazer isso? Bom, acho que a conivência está, em parte, explicada. Mas que custoucaro pra todos nós, isso é verdade. É por essa e por outras que acontribuição provisória (CPMF) foi reajustada no governo FHC: para cobririsenções providenciais. Até parece que todos nós, brasileiros, somos pais dessa criança. E agora reaparece na Mídia outra criança despesa escandalosa... cujo Pai é oPresidente do Senado Renan Calheiros. Quem paga tudo isso???? A quem interessa tantos escândalos e corrupção??? Enquanto a mídia pega a sua granaolha só que bacana o que me aconteceu: "Estava jogando sinuca uma nega maluca me apareceu vinha com o filho no colo dizendo: toma que o filho é seu" O nosso cancioneiro popular sempre esteve a frente dos fatos, não?

O RECIBO É UM DIREITO DE QUEM PAGA.

O “lobista” da Mendes Junior, Claudio Contijo, em depoimento no Conselho de ética do Senado, colocou uma pá de cal, nas supostas explicações de Renam, para justificar as formas de pagamento utilizadas, para sustento de Monica Veloso e sua filha. Como amigo Contijo fazia os pagamento de Monica mãe de uma filha, acidente de percurso, de uma relação amorosa extra conjugal, já reconhecida pelo Senador. Contijo, o lobista da Empreiteira Mendes Junior, declarou, questionado por um membro do Conselho, sobre os recibos referentes aos pagamentos por ele efetuados em moeda corrente, que, "por um certo tempo os guardou, depois acabou os perdendo”. A pergunta que não foi feita é porque, sendo o Senador Calheiro o pagador oficial dessa pensão ou ajuda, porque os recibos ficavam com o servidor da MENDES JUNIOR, executora de obras em Alagoas. A quem Claudio Contijo prestava contas?
Paralelamente vem causado um estranheza muito grande, a indignação com que vem atuando o Senador Almeida Lima, desde o início do imbróglio Renam, passando a imagem de indignado e intransigente defensor do Presidente do Senado, que diga-se de passagem tem o desplante de permanecer na qualidade de Presidente do Congresso, atuando nas coxias e intervindo nos trabalhos, em defesa própria.
Essa mudança só poderia ser compreendida pelos perseverantes assistentes da TV Senado se o Senador estives fazendo uma previa auto defesa, o que esperamos não se configure.
A atitude de defesa e acobertamento de seus pares, não é uma novidade no Senado, assim como é, muito mais na Câmara.
Renam responde a muito, processo por grilagem de terra, movido inclusive por um irmão. São terras na área que serão alagadas quando da obra de uma represa em Alagoas, e é claro que a finalidade não será criação de peixes, e sim as indenizações que virão, do sempre vitima, o erário. O certo é que os Três 'Podreres' estão contaminados. O número de autoridades respondendo processos, os mais diversos, acabaram por generalizar a corrupção. O STF de guardião da Justiça, se transformou em guardião de Processo, alguns engavetados a mais de 40 anos. Presos pelo Supremo são em números tão ridículos, que se considerando custo e beneficio sua existência é dispensável, mesmo porque quase sempre nem chega a julgar coisa alguma. Seus membros são nomeado por notável saber jurídico, julgam por notável subserviência ideologia. Não é Graus?
SÓ O EXÉRCITO DÁ SALVAÇÃO
Caboré

terça-feira, 19 de junho de 2007

A ELITE BRASILEIRA ESTÁ NA UTI


Promoção de Carlos Lamarca e indenizações a seus familiares

Ternuma Regional Brasília

Pelo Cel R1 Aluísio Madruga de Moura e Souza

Não tenho dúvidas que já nos idos de 1985, portanto ainda no século passado, as elites brasileiras já se encontravam gravemente enfermas. E de lá até os dias atuais esta enfermidade se agravou, sendo certo que não estamos falando de moléstia, achaque ou doença física. Daí a gravidade da afirmação, pelo fato de que a enfermidade da qual falamos atingiu índices alarmantes. Afirmo, sem medo de errar, que atingiu índices insuportáveis para a população brasileira. Também não falo de enfermidade econômica e sim daquela que a história tem demonstrado, em determinados momentos da vida da humanidade, ter se apoderado de várias civilizações destruindo-as. É isto que a elite brasileira está fazendo com o nosso Brasil, ou seja, destruindo-o. Atingida como um todo pela enfermidade moral, as nossas elites já não se envergonham de nada, com destaque para as nossas elites políticas. Com sua desfaçatez, imoralidade e irresponsabilidade, estão produzindo uma “cultura de lixo atômico” que já contaminou toda a sociedade e, em particular os mais jovens.
Constituída pelo mundo das máquinas e da tecnologia sem alma, impregnada dos erros do passado, e totalmente dividida, a sociedade moderna e em particular a brasileira, desagrega-se, dia após dia, como resultado da desvalorização e, muitas das vezes, do rompimento com as regras tradicionais que dão consistência à vida. O seu elemento básico, o ser humano, está dominado de vícios e defeitos que estão impedindo o desenvolvimento da personalidade das pessoas para as formas superiores de vida, tornando os indivíduos e sobretudo os que formam hoje as nossas elites, indivíduos mesquinhos, avarentos, desumanos, corruptos e, acima de tudo, odiosos entre sí.
No passado, Aléxis Carel, francês prêmio Nobel de Medicina, autor dentre outros da famosa obra “O Homem, Este desconhecido” fez a seguinte declaração: “Este mundo será o que dele nós fizermos. Temos que escolher: ou o caos, a ruína, a escravidão, ou o duro trabalho de reconstrução de nós próprios; ou a satisfação de nossos apetites e de nossos caprichos, ou a obediência estrita às regras da conduta racional da vida; ou o bem, ou o mal”.
Hoje, um dia de junho de 2007, afirmamos com toda convicção que a enfermidade moral feriu de morte as elites brasileiras, que estão no poder e essas com suas ações deletérias contaminaram nossa sociedade como um todo. O Brasil está na UTI e de lá dificilmente sairá. A solução seria pela via da educação do povo como um todo, o que levaria muitos anos. E para esta solução já não há tempo. A injustiça e a fome, para a grande maioria, aí estão, enquanto uma pequena minoria, que tudo pode, beneficia-se sendo corrompida e corrompendo. Basta estar acompanhando a mídia para constatar o que afirmo.
Nossas elites já não representam os anseios da Nação. Representam, isto sim, seus interesses próprios, de seus parentes e comparsas, visando benefícios imediatos, sem nenhum tipo de preocupação com os problemas do País . Por outro lado, os governos pós 1985, também não estão interessados em detectar os verdadeiros anseios da Nação e em elaborar planos e projetos que atendam às aspirações populares. Agissem as elites como seria o normal, não estaríamos assistindo exemplos lastimáveis de corrupção, falta de decoro parlamentar e de segurança que atingiram índices intoleráveis. A saúde pública está um caos, com alguns hospitais universitários correndo o risco de fecharem. Centenas e centenas de doentes de baixa renda não conseguem ser atendidos, o que chega ser uma desumanidade. Mas nossas autoridades governamentais, em todos os níveis, ou seja, Federais, Estaduais e Municipais estão muito pouco preocupadas com estes fatos já que elas não enfrentam estes problemas.
Enquanto isto, as atuais autoridades que compõem a cúpula das Forças Armadas estão em estado de lassidão. E o exemplo mais gritante e recente desta situação diz respeito ao julgamento e concessão de anistia, além do aumento de pensão vitalícia à Maria Pavan Lamarca, viúva do desertor do Exército Brasileiro, ex-capitão Carlos Lamarca, pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça. Inclusive, com o voto de um representante das Forças Armadas.
Será que esse representante, tinha o direito de desconhecer que Lamarca foi um traidor, desertor, ladrão de material bélico do Exército, seqüestrador, terrorista e assassino? Será que ele desconhece que Lamarca optou por entrar em combate com companheiros de farda? Ou ele conhece a vergonhosa história de Lamarca e assim mesmo foi favorável?
A conclusão e julgamento desta Comissão é uma mentira cínica e desavergonhada!
Agora Lamarca não é mais um desertor! Passou a ser um homem que foi injustiçado. Foi promovido ao posto de coronel sem nem mesmo ter cursado a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO), por opção própria, já que desertou.
Será que a Comissão desconhecia que cursar a EsAO sempre foi condição básica para o militar ser promovido a oficial superior ?
Será que o Alto-Comando tentou esclarecer à Comissão sobre os pré-requisitos para um capitão chegar à coronel ou nem sequer foi avisado ?
Será que os órgãos de Inteligência do Exército não alertaram as autoridades competentes sobre esse detalhe de nossa carreira?
Será que essa Comissão tem autoridade para promover oficiais das Forças Armadas?
Será que vamos ter que engolir mais um sapo na crença ingênua da possibilidade de uma “ convivência sadia entre contrários”? Esqueceram-se da composição deste atual desgoverno?
Agora estamos, nós das Forças Armadas , não com um sapo, mas com um elefante atravessado na garganta.
A Comissão que é composta de notórios comunistas e terroristas colocou a opção nas mãos das Forças Armadas - aceitar ou não tal afronta às leis, compete aos Senhores Oficiais que fazem parte do Alto-Comando das três Forças, mas em particular, ao Alto- Comando do Exército.
Senhores Comandantes das três Forças, trata-se da honra do Exército e de todos nós militares. Não existe outro caminho a não ser dizer! Não! Não! e Não! Entrem com uma ação na Justiça. A promoção é competência da Força a que Lamarca pertencia, antes de desertar!
Afinal de contas, todos os senhores, como nós, fizeram um juramento que não pode ser esquecido. É só dizer a quem de direito com muita firmeza: basta! Esse elefante não passa pela nossa garganta porque contraria as leis vigentes neste País. Trata-se de provocação inaceitável e um insulto a população brasileira. Lamarca foi um desertor das fileiras do Exército. Abandonou posto, função e emprego. Roubou o armamento pertencente a Nação que estava sobre sua responsabilidade, assassinou em mais de uma oportunidade e realizou vários atos de terrorismo, em nome de uma ideologia contrária aos nossos princípios democráticos.
E porque indenizar sua família , que, fugiu para Cuba, voluntariamente, no dia em que Lamarca traiu seu juramento, seus colegas de farda e desertou do quartel levando as armas que o Brasil lhe confiou.
Ele não foi expulso, ele desertou!!!

O autor publicou os livros:
Guerrilha do Araguaia – Revanchismo – A grande Verdade e
Documentário – Desfazendo Mitos da Luta Armada.