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terça-feira, 26 de agosto de 2008

UM BABACA COMO PRESIDENTE


Somente em um país de ignorantes, covardes, corruptos e babacas, um presidente pode se comportar assim e nada acontecer.

Nosso "ilustre presidente", conforme já noticiado, qualificou os estudantes que protestam contra sua "revolução educacional" como estudantes babacas: Lula classifica universitários ricos como "babacas" (Jornal Zero Hora).

Um presidente ter este discurso é um verdadeiro absurdo, e a sociedade que permite pacificamente este comportamento já perdeu, definitivamente, a vergonha na cara.

Esta atitude demonstra o nível da imoralidade deste retirante desqualificado que investe pesado na degeneração dos valores de relacionamentos sociais seguindo à risca seu pensamento leninista.

O que este desqualificado está fazendo, de fato, é continuar plantando as sementes de uma luta de classes para promover o Estado Comunista de Direito no país. Vamos ver o que vai acontecer com os ricos babacas quando o petismo não precisar mais deles; já estamos tendo amostras de gente não vinculada ao petismo sendo tratada com o rigor das leis e as "gangs dos quarentas" continuando em suas vidinhas livres, leves e soltas, com a devida proteção do STF. Alguém sabe onde anda o Dirceu, o Valério e outros?

Vamos analisar o significado da palavra babaca para vermos a extensão deste comportamento impensável tratando-se de um presidente.

Babaca significa bobo, tolo, mané, otário, estúpido, escroto entre outros significados.

De uma tacada só, esse energúmeno - indivíduo desprezível, que não merece confiança, boçal, ignorante - vestido de presidente, nos chamou, a todos, de babacas, somente pelo fato de criticamos sua revolução educacional populista-assistencialista, que continua colocando o país como um desclassificado – que nem seu presidente – nas avaliações internacionais.

O "sujeitinho" e sua revolução educacional vão, simplesmente, acabar com o que ainda resta de qualidade no ensino superior público, pois o ensino fundamental e o ensino médio públicos já viraram escolas de comunistas desqualificados e estão consolidando o país no topo da escala da ignorância mundial.

Mas como o mercado sempre tem soluções para as babaquices dos governantes, os "ricos babacas" buscarão universidades privadas de qualidade, deixando as universidades públicas para o deleite da academia comunista e seus cotistas do petismo, cujos diplomas serão rejeitados pelo mercado de trabalho que busca mão-de-obra de qualidade superior, isto é, o destino dessa gente é trabalhar para o petismo, que é sustentado, pelos babacas dos contribuintes.

Agora, onde está a OAB e a UNE que permitem que os estudantes sejam qualificados desta maneira pelo presidente? Resposta: a OAB é conivente e corporativista, e a UNE fica calada, pois foi comprada com verbas públicas e sua estrutura está lotada de comunistas.

Enfim, para continuarmos aceitando um desqualificado nos tratar desta maneira, sem qualquer reação relevante, estamos fazendo por onde merecer o título de BABACAS!

É isso aí babacas! Vamos votar em massa no petismo nas próximas eleições para deixar o terreno pronto para transformarem nosso país em um Estado Comunista de Direito governado por corruptos e prevaricados depois de 2010, e sustentado por babacas que vão continuar trabalhando mais de cinco meses por ano para serem tratados dessa maneira por um presidente que representa o pior viés do hediondo comunismo corrupto, corporativista, prevaricador e assassino.

A propósito, este comportamento estúpido do presidente não mereceu um comentário sequer da Rede Globo de Televisão que se chafurdou na lama da leviandade e da hipocrisia quando enalteceu o "crescimento da classe mérdia do país". O que não se faz para garantir proteção oficial, um emprego e um salário! Vender a própria alma para os comunistas pelo escambo da imoralidade e da covardia de uma imprensa marrom.

Geraldo Almendra

24/agosto/2008


Comente esta corajosa analise sobre o apedeuta, que nos arrasta ladeira abaixo.

O editor

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

SEU GARZÓN, FAÇA O FAVOR...



De me trazer depressa outros torturadores e assassinos que andam soltos pelo planeta para que eu possa acreditar nas suas boas intenções de interferir nos assuntos internos do Brasil. Caso contrário, vamos imaginar que o excelentíssimo magistrado espanhol está serviço da esquerda internacional, vingativa e revanchista.

Texto completo

O doutor Baltazar Garzón que se notabilizou pela defesa da tese sobre as leis de anistia, acredita que “elas devem ser interpretadas de forma subordinada ao caráter e ao tipo de crime e quando se trata de crimes contra a humanidade, entendo que não é possível anistia”. A proposição de Garzón seria perfeita e irretocável se tivesse no seu conteúdo a honestidade de fazê-la valer para um dos principais genocidas ainda vivos, o “comandante” Fidel Castro.

Em 1998, Balatazar Garzón determinou a prisão de Augusto Pinochet, ditador chileno que fora anistiado por uma legislação semelhante à existente no Brasil. Garzón, do alto de sua autoridade, defende que o “direito penal internacional tem primazia sobre o direito local, desde que o país integre o sistema internacional de Justiça, como é o caso do Brasil”.

Certamente, Cuba e seu regime execrável, e outras ditaduras que já caíram de podre, estão fora do alcance do Tribunal Internacional de Justiça, mas, mesmo assim, não valeria uma punição moral para ditadores e serviçais desses regimes de terror? Aquela declaração formal de condenação contra esses criminosos que mataram, torturaram e cujos crimes não entram no regime de prescrição?

“Quando se trata de crimes contra a humanidade, há uma obrigação, não só moral, mas legal de se investigar esses crimes”, disse o doutor Garzón, num encontro recente em São Paulo. Para países como Cuba que não fazem parte do sistema internacional de Justiça, valeria, então, apenas a “obrigação moral” de ter seus crimes investigados, já que Fidel não precisou viajar como Pinochet e ser preso por ordem de Garzón.

O doutor Garzón seria bem mais respeitado se também aproveitasse a oportunidade para pedir ao governo brasileiro que cassasse a anistia e a indenização para a família do ex-capitão Carlos Lamarca, já que ele falava num seminário sobre mortes, torturas e assassinatos. Ou Lamarca quando “julgou” e determinou a morte do jovem tenente Mendes Júnior – executado a golpes de coronha de fuzil na cabeça – estava apenas exercendo a justiça revolucionária dos homens que lutavam contra a ditadura militar?

Esqueceu-se ainda o nobre juiz espanhol que a redemocratização de seu país que viveu décadas sob a ditadura feroz e assassina de Francisco Franco só se consolidou com uma anistia ampla, geral e irrestrita de torturados e torturadores espanhóis. Anistiar a todos os espanhóis envolvidos foi a solução escolhida pela Espanha redemocratizada, assim como ocorreu em Portugal com a queda do salazarismo.

O Brasil se pacificou pela mesma pauta e encontrou o caminho onde hoje se encontra, com os contestadores do regime militar desfrutando de algo –o poder que buscavam pelas armas, ganho pelo voto democrático dos brasileiros - que seria inimaginável se tivessem vencido a luta nos chamados anos de chumbo.

Se os vencedores da luta armada nos anos 70 tivessem derrubado os militares na guerra civil que empreenderam naquela época, certamente ainda estariam decidindo sobre nossas vidas, como Fidel Castro faz por quase 50 anos. E podem crer: o juiz Baltazar Garzón não teria como visitar o Brasil. Seu Garzón, faça-nos um favor. Vá prender genocidas que ainda estão soltos pelo mundo. O Brasil não é um botequim de Noel Rosa.

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Rogério Mendelski pode ser ouvido todos os dias na Rádio Guaíba AM, à partir das 06h da manhã, e aos domingos na Rádio Guaíba FM 101,3 das 10h às 12h. Também aos domingos pode ser lido no Correio do Povo.www.rogeriomendelski.com.br
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domingo, 24 de agosto de 2008

VELHOS GUERRILHEIROS


NIVALDO CORDEIRO: um espectador engajado

21/08/2008

Eu vi: na última terça feira, no Canal Brasil, da TVA, por volta das 23:00 horas eu rodava os canais quando parei para ouvir os últimos depoimentos da mesa-redonda que tinha vários ex-guerrilheiros, entre eles Franklin Martins, rememorando o passado revolucionário. Um clima de confraternização e de comemoração de quem se sabe no comando das coisas políticas no Brasil. Esses homens são o poder agora. Um dos feitos relembrados foi o seqüestro do embaixador norte-americano, idealizado pelo próprio Franklin Martins (tamanha importância que é dada ao fato está no destaque observado na home page do jornalista). Riram-se felizes, o riso dos vitoriosos

O dramático da narrativa foi a absurda justificativa para a ação criminosa, que seria fazer contrapropaganda às comemorações do Dia da Pátria, como se as comemorações do Dia da Pátria fossem meras propagandas governamentais e não algo que tem profundo significado na alma dos brasileiros. Segundo os seqüestradores ali presentes, o ato se justificava porque eles entendiam as referidas comemorações como propaganda em prol da ditadura.

Quero aqui, meu caro leitor, sublinhar o tamanho da imoralidade cometida. Em primeiro lugar, depois de tantos anos não se abateu sobre os autores nenhuma dúvida do seu gesto, que afetou a vida de pessoas inocentes e custou graves seqüelas ao então embaixador Charles Elbrick. A maldade levianamente encomendada não trouxe remorso algum.

Em segundo lugar, aquele diálogo é a prova de que essa gente construiu uma segunda realidade, uma falsificação do real, e nela se manteve até hoje. O surpreendente não é que tenha sido assim, essa perene imersão no sonho maligno, mas que esse sonho tenha seduzido a coletividade brasileira a ponto de tornar essa gente a casta governante. A loucura de um grupo de alucinados tomou conta de todos no Brasil.

Em terceiro lugar, vi a manifestação do Mal Lógico de maneira a mais horripilante. A narrativa de como nasceu a idéia, como se deu o planejamento, o consórcio das forças subversivas para sua execução, tudo explicado no horário nobre da TV pelos seus autores, em meio a risos e gritos de triunfo, foi de um cinismo atroz. Um bando de homens já velhos, sem qualquer sinal de se dar conta da barbaridade do que fizeram. A lógica do Mal esmiuçada deveria chocar. Mas não, vemos nas imagens o seu oposto. A prática do Mal tornou-se motivo de regozijo.

Por fim, impressiona-me que depoimentos desse naipe não sirvam para que lideranças genuínas apareçam para fazer frente a essa gente. O poder político no Brasil foi tomado de assalto por gente moralmente desqualificada e não se vislumbra nenhum tipo de resistência. Não há liderança, sequer há oposição. O processo eleitoral é inútil, troca-se seis por meia dúzia.

O meio empresarial, que deveria gestar essas lideranças, está imerso no sonho de que basta o respeito a algumas regras básicas de mercado para estar tudo bem. Ora, a carga tributária se aproxima célere dos 40% do PIB, a estatização voltou à agenda, inclusive com a recente criação do canal estatal de TV (mais um!) e com a manifesta intenção de se criar mais uma estatal vinculada ao setor de petróleo. E a persistente e recorrente regulação de todos os setores, que pode beneficiar alguns que são amigos dos revolucionários no poder, mas que é a própria negação do livre mercado, o interesse geral da gente brasileira, nada disso serve de aviso.

O empresariado se comporta como se nada estivesse ocorrendo e não tem ouvidos para ouvir a voz da razão. É um espanto. Os grandes empresários, quais cães amestrados, são os mais destacados cabos eleitorais de Lula e do PT. É a rebelião das massas de que nos falou Ortega y Gasset, sem tirar nem o pôr. O triunfo dos mais perfeitos “senhoritos satisfeitos”, gente de alma hermética e incapaz de enxerga o real.

O que esperar? O pior, sem dúvidas. O que é pior, só a história irá nos contar. A angústia de Ortega começou quando estourou a Primeira Guerra mundial. Ele anteviu Hitler, a Guerra Civil espanhola e todo o resto. Exilado por causa de suas idéias, Ortega acabou por conversar com as estátuas de Paris, pois não tinha ouvidos para ouvir o que dizia. Acho que vou começar a fazer discursos para as estátuas de São Paulo, quem sabe meu sentimento de isolamento e solidão se dissipe. E minha angústia também.

A justiça brasileira está virando uma grande família.

Nepotismo: falta proibir a advocacia de filhos de magistrados em causas do papai
A decisão do Supremo de atacar o nepotismo é incompleta. Falta proibir a advocacia de filhos de magistrados em tribunais onde papai é juiz, desembargador ou ministro. Só nos tribunais superiores, em Brasília, há cerca de 500 ações cujos advogados são filhos de ministros

O Supremo Tribunal Federal acaba de tomar uma decisão histórica para a moralização dos usos e costumes públicos. Na quarta-feira 20 de agosto, o Supremo proibiu a contratação de parentes até o terceiro grau, sem concurso, em todos os três poderes. O ataque frontal ao nepotismo merece aplausos. Ainda mais quando lembramos que nosso Estado está constituído em cima de uma base de 500 anos de patrimonialismo, descarado, arraigado. Mas o ato é inclompleto.

A justiça brasileira está virando uma grande família. Virou hábito jovens advogados pegarem causas que correm justamente nos tribunais onde o pai é magistrado. Isso ocorre em todos os Estados, em todas as instâncias. Incluindo os tribunais superiores. Neste exato momento, por exemplo, só no Supremo e no Tribunal Superior de Justiça, STJ, há cerca de 500 causas defendidas por escritórios nos quais trabalham o filho de algum ministro.

(Um amigo procurador da República acaba de me telefonar. Conto-lhe sobre o que estou escrevendo neste instante. Ele rebate informando que o assunto é explosivo. Relata que na véspera uma advogada amiga dele tentava falar com um ministro do Supremo sobre uma grande causa que será julgada na próxima semana. Segundo ela, três filhos de ministros ou ex-ministros passaram à sua frente. Foram atendidos na hora. Ela teve que aguardar três horas)

É ilegal? Esses rapazes precisam ganhar o próprio pão? Ora, o nepotismo também não era ilegal até a semana passada?

PARA LER COMPLETO, CLIQUE NO LINK:

http://www.jornalismo.com.br/studart/nepotismo-falta-proibir-a-advocacia-filhos-de-magistrados-em-tribunais-do-papai/post_view?portal_status_message=Changes%20saved.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Seqüestro - Crime Imprescritível



Matéria editada pelo site
www.averdadesufocada.com




Manifesto que os seqüestradores do embaixador dos Estados Unidos Charles Elbrick, entre eles o aual ministro Franklin Martins, divulgaram por ocasião do seqüestro.


"Grupos revolucionários detiveram hoje o Sr. Charles Burke Elbrick, embaixador dos Estados Unidos, levando-o para algum lugar do país, onde o mantêm preso. Este ato não é um episódio isolado. Ele se soma aos inúmeros atos revolucionários já levados a cabo: assaltos a bancos, nos quais se arrecadam fundos para a revolução, tomando de volta o que os banqueiros tomam do povo e de seus empregados; ocupação de quartéis e delegacias, onde se conseguem armas e munições para a luta pela derrubada da ditadura; invasões de presídios, quando se libertam revolucionários, para devolvê-los à luta do povo; explosões de prédios que simbolizam a opressão; e o justiçamento de carrascos e torturadores.

Com o rapto do embaixador, queremos mostrar que é possível vencer a ditadura e a exploração, se nos armarmos e nos organizarmos. Apareceremos onde o inimigo menos nos espera e desapareceremos em seguida, desgastando a ditadura, levando o terror e o medo para os exploradores, a esperança e a certeza de vitória para o meio dos explorados.

O sr. Burke Elbrick representa em nosso país os interesses do imperialismo, que, aliado aos grandes patrões, aos grandes fazendeiros e aos grandes banqueiros nacionais, mantêm o regime de opressão e exploração.

Os interesses desses consórcios, de se enriquecerem cada vez mais, criaram e mantêm o arrocho salarial, a estrutura agrária injusta e a repressão institucionalizada. Portanto, o rapto do embaixador é uma advertência clara de que o povo brasileiro não lhes dará descanso e a todo momento fará desabar sobre eles o peso de sua luta. Saibam todos que esta é uma luta sem tréguas, uma luta longa e dura, que não termina com a troca de um ou outro general no poder, mas que só acaba com o fim do regime dos grandes exploradores e com a constituição de um governo que liberte os trabalhadores de todo o país da situação em que se encontram.
Estamos na Semana da Independência. O povo e a ditadura comemoram de maneiras diferentes. A ditadura promove festas, paradas e desfiles, solta fogos de artifício e prega cartazes. Com isso ela não quer comemorar coisa nenhuma; quer jogar areia nos olhos dos explorados, instalando uma falsa alegria com o objetivo de esconder a vida de miséria, exploração e repressão que vivemos. Pode-se tapar o sol com a peneira? Pode-se esconder do povo a sua miséria, quando ele a sente na carne?

Na Semana da Independência, há duas comemorações: a da elite e a do povo, a dos que promovem paradas e a dos que raptam o embaixador, símbolo da exploração.

A vida e a morte do sr. Embaixador estão nas mãos da ditadura. Se ele atender a duas exigências, o sr. Elbrick será libertado. Caso contrário, seremos obrigados a cumprir a justiça revolucionária. Nossas duas exigências são:

a) A libertação de 15 prisioneiros políticos. São 15 revolucionários entre milhares que sofrem torturas nas prisões-quartéis de todo o país, que são espancados, seviciados, e que amargam as humilhações impostas pelos militares. Não estamos exigindo o impossível. Não estamos exigindo a restituição da vida de inúmeros combatentes assassinados nas prisões. Esses não serão libertados, é lógico. Serão vingados, um dia. Exigimos apenas a libertação desses 15 homens, líderes da luta contra a ditadura. Cada um deles vale cem embaixadores, do ponto de vista do povo. Mas um embaixador dos Estados Unidos também vale muito, do ponto de vista da ditadura e da exploração.

b) A publicação e leitura desta mensagem, na íntegra, nos principais jornais, rádios e televisões de todo o país.

Os 15 prisioneiros políticos devem ser conduzidos em avião especial até um país determinado - Argélia, Chile ou México -, onde lhes seja concedido asilo político. Contra eles não devem ser tentadas quaisquer represálias, sob pena de retaliação.

A ditadura tem 48 horas para responder publicamente se aceita ou rejeita nossa proposta. Se a resposta for positiva, divulgaremos a lista dos 15 líderes revolucionários e esperaremos 24 horas por seu transporte para um país seguro. Se a resposta for negativa, ou se não houver resposta nesse prazo, o sr. Burke Elbrick será justiçado. Os 15 companheiros devem ser libertados, estejam ou não condenados: esta é uma "situação excepcional". Nas "situações excepcionais", os juristas da ditadura sempre arranjam uma fórmula para resolver as coisas, como se viu recentemente, na subida da Junta militar.

As conversações só serão iniciadas a partir de declarações públicas e oficiais da ditadura de que atenderá às exigências.

O método será sempre público por parte das autoridades e sempre imprevisto por nossa parte. Queremos lembrar que os prazos são improrrogáveis e que não vacilaremos em cumprir nossas promessas.

Finalmente, queremos advertir aqueles que torturam, espancam e matam nossos companheiros: não vamos aceitar a continuação dessa prática odiosa. Estamos dando o último aviso. Quem prosseguir torturando, espancando e matando ponha as barbas de molho. Agora é olho por olho, dente por dente.

Ação Libertadora Nacional (ALN)

Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR- 8)"


Na verdade, o rapto do embaixador é apenas mais um ato da guerra revolucionária, que avança a cada dia e que ainda este ano iniciaria sua etapa de guerrilha rural.
E, eles ainda dizem que lutavam pela democracia... Imaginem se eles tivessem vencido a luta armada!...


Participaram da ação:

Franklin de Souza Martins (Waldir ) - DI/GB;

Cid Queiroz Benjamin (Vitor) - DI/GB;

Fernando Paulo Nagle Gabeira (Honório) - DI/GB;

Cláudio Torres da Silva (Pedro) - DI/GB;

Sérgio Rubens de AraújoTorres (Rui ou Gusmão) - DI/GB;

Antônio de Freitas Silva (Baiano) - DI/GB;

Joaquim Câmara Ferreira (Toledo) - ALN;

Virgílio Gomes da Silva (Jonas) -ALN;

Manoel Cyrillo de Oliveira Netto (Sérgio) - ALN;

Paulo de Tarso Venceslau (Geraldo) - ALN;

Helena Bocayuva Khair (Mariana) - MR-8;

Vera Silvia Araújo de Magalhães (Marta
ou Dadá) - MR-8;

João Lopes Salgado (Dino) - MR-8;

José Sebastião Rios de Moura (Aníbal) - MR-8.
- Durante a execução do sequestro, no momento do transbordo, como o embaixador ficou indeciso, Manoel Cyrillo deu-lhe violenta coronhada. O embaixador foi jogado no chão de uma kombi e cobeto com uma lona.
O embaixador Charles Elbrik dos Estados Unidos foi escondido dentro de uma caixa de papelão por cinco horas, até ser transferido para o "aparelho" onde foi mantido sob a mira de um revolver apontado para sua cabeça, sendo ameaçado de morte, durante todo período em que ficou seqüestrado.
Isso não é tortura?

Seqüestro foi considerado crime hediondo e imprescritível!...

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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

H E R Ó I S

Por J.C.Nascimento
Publicado em 2007
Repubublicada por fotolog navegação programada em 20-08-2008.

Não nos apraz a revolta militar, a anarquia, e a quebra da hierarquia, principalmente, por ser o pilar mestre de sustentação das organizações militares em todo mundo, sem a qual não haveria disciplina.
Estamos convencidos de que não será pelas armas que os Militares recuperarão sua honra, seu respeito e sua participação em deliberações referentes a Segurança Nacional, cláusula pétrea Constitucional, dentre suas funções e obrigações. Se assim conviesse à Pátria, já o teriam feito. O momento é de reflexão, já que governos semelhantes tem demonstrado em outros países, notadamente na América Latina, a utilização do Povo como escudo, ocasionando que o sangue derramado numa revolta nunca é o dos culpados. As FFAA são parte integrante e constituídas de homens do Povo, em missão de defesa deste Povo, seja qual for o inimigo, interno ou externo. Conseqüentemente nunca contra o Povo.
Essa introdução se faz necessária, para que não se comece a ver em minhas considerações, que sei ser apoiada por considerável parcela de companheiros, como apologia à anarquia.
O que se deseja é simples, e pode ser sintetizada numa frase. Que os três Comandantes dêem um BASTA, tendo a finalidade precípua, de não serem arrastados, no vendaval dos acontecimentos com fins de evitar, que suas mazelas possam refletir-se em cada uma de suas Forças. Esse BASTA dado pelos Comandantes das três Forças, restabeleceria a confiança perdida, a honra maculada dos Militares e o fortalecimento do pressuposto da hierarquia, que se encontra bastante abalada.
Esse BASTA, longe de ser indisciplina, se reveste de ato heróico, de desprendimento, de patriotismo, em favor da Instituição. É, pois um ato inserido no rol dos grandes feitos heróicos do passado, onde o amor à Pátria tudo superava. Nele se incluem como exemplares figuras, homens como o Deodoro, Floriano, Duque de Caxias, Marquês de Tamandaré, Brigadeiro Eduardo Gomes e tantos outros, sem esquecer, por justiça, Getulio Vargas, que optou pela honra, ao confrontá-la com a própria vida. Não se deseja, não se pede e não se quer, que se chegue ao extremo ato de “sair da vida para, entrar na história”.O que se faz mister é encontrar a quantidade de homens capazes desse desprendimento, para que o mesmo se repita, tantas e quantas vezes se fizerem necessárias, para restabelecer o “status quo”, dos Ministérios Militares, por sabido que a criação do Ministério da Defesa, que rebaixou a terceiro escalão a autoridade militar, teve origem, em envolvimento internacional, de conhecidos inimigos da Democracia.

As formas utilizadas pelo Comandante do Exército, para a concessão de Condecorações, fogem aos preceitos da Lei, o que tira dessas concessões a legitimidade, podendo ser cassadas num futuro breve, pelo acionamento da justiça Militar. Entretanto, não há como desculpar o equívoco, na indicação de integrantes da corja comunista, constituída de um “BANDO” de ladrões, traidores da Pátria, “justiceiros”, terroristas e torturadores, com Condecorações honrosas como a Medalha do Pacificador e OMM, Ordem do Mérito Militar. Trazem-nos sentimentos e convicções, tristes, dolorosas, inacreditáveis e inaceitáveis, para a Honra Militar, e nos leva a duas variáveis, sendo difícil concluir, qual a mais terrível.
Primeira variável: a suspeita, da execução, de uma das etapas, do plano de enfraquecimento e aniquilamento das FFAA, na América Latina, escrita e defendida no “Fóro de São Paulo”, sob o patrocínio de Luis Inácio Lula da Silva, minando as bases, da hierarquia e da confiança, abalando as convicções de justiça e reconhecimento da Pátria, aos valores dos agraciados, agora nivelados, de igual, para igual com o próprio inimigo, derrotado no campo de batalha. Essa fase se faz em cumprimento à determinação do Lula dos 40, tendo como, coadjuvante principal Chaves e Fidel Castro, acrescido agora de Daniel Ortega, (o Fidel II), terrorista, candidato da esquerda a Presidência da Nicarágua, simpatizante e amigo de Lula Essa fase se faz em cumprimento à determinação do Lula dos 40, tendo como, coadjuvante principal Chaves e Fidel Castro, acrescido agora de Daniel Ortega, (o Fidel II), terrorista, candidato da esquerda a Presidência da Nicarágua, simpatizante e amigo de Lula, como declarado no Jornal ( El Tiempo Latino 210406 pg. A10,)

São esses fatores, claros, explícitos, transparentes, que vem transformando nossos Comandantes, em inocentes úteis. Quanto de útil, e quanto de inocente, só o tempo dirá.
A segunda variável: a transformação de inimigos da Pátria em “amigos da Pátria”, já que ao invés de serem punidos pela Justiça, pelos assassinatos, torturas, seqüestros, assaltos a Bancos, foram anistiados, numa anistia “ampla”, “geral” e “restrita” (a eles), e (perseguições e vinganças, para os outros). Não contentes, aproveitando-se do temporário PODER DA CORJA, se besuntaram, fuçando no erário, em busca de indenizações ao arrepio da decência e das Leis, com fulcro apenas nos pareceres de quem advoga e julga ao mesmo tempo. E assim vão se indenizando mutuamente, revertendo os valores, transformando os militares em algozes, enquanto se apresentam “travestidos de heróis”.
Diante do exposto, as evidências nos empurram olhos adentro uma operação a solerte de infiltração do inimigo, no que há de mais puro, no seio da família militar
A humilhação atinge Bandeiras e Brasões, hoje manchados de vermelho, sob os olhares complacentes e do silêncio das autoridades, apagam-se uma a uma, as grandes batalhas, já não se ouve um canto de amor ao Brasil. Tudo se resume entre o interesse próprio e o político. O vil metal mostra que seu ponto de fusão ocorre em altíssima temperatura, enquanto o patriotismo e os juramentos à Bandeira não suportam um “Banho-Maria”. A honra e a coragem são apenas rimas de cânticos de outrora. O Alferes Tiradentes, recém lembrado, morreu em vão, no que se referem os exemplos para seus “Superiores”. Calam-se os “Tigres” da Infantaria, as “armas ligeiras” da Cavalaria, os “trovões” da Artilharia de Monte Castelo, Os “Senta a Pua” que escreveram com heroísmo Brasil nos céus da Europa, dos Fuzileiros Navais, o “corpo-a-corpo” com o inimigo, ao “Cisne Branco” do mar azul. O símbolo que representa as FFAA, hoje é a CORUJA, verde, amarela e azul, representando, calada e vigilante, com olhos atentos à preocupação de um futuro incerto, a que estamos sendo levados pela incapacidade, subserviência, conivência e desleixos, nas necessidades primárias de seus comandados e de sua instituição.

Faltaram coragem e honorabilidade aos Comandantes que num passado bem recente aceitaram dóceis, o rebaixamento de suas autoridades, e no presente, por agirem como moluscos incrustados nos casco de navios, atrasando a viagem, para o crescimento moral e cívico da Instituição FFAA, apegados que estão a seus postos, privilégios e algumas moedas a mais, que os dificultam abdicar dessas benesses.

Chegamos a um ponto onde não há retorno. O tempo é curto e implacável, os ponteiros se mexem em direção ao final. Ou os Comandantes dão um BASTA, como a muito lhes é sugerido pelos brasileiros, civis e militares, ou estarão fadados, com a queda de Lula, que se aproxima a passos largos, a formarem no rol dos renegados, onde sofrerão, sem dúvida, suas aposentadorias no ostracismo, vergonhosamente, se por “sorte” ou “acordos”, bem a moda tupiniquim, não tiverem de responder num Tribunal Militar, por perjuro á Bandeira, conivência e prevaricação, o que não será difícil de provar, assim como são as evidências de Lula na chefia da “quadrilha organizada”, especialista em estroinices, com o erário, quer roubando-o para fins partidários, quer doando para organização clandestina, com a ajuda, da qual, pretende usurpar mais quatro anos. A dilapidação do erário não para aí, nomeia-se ao arrepio da Lei, trinta e cinco mil militantes e familiares, do Partido da Traição que formarão o grupamento de “cabos eleitorais”, que lutarão por mais quatro anos de benefícios. Espalham-se as di stribuições de brindes, benesses e perdões de dividas, a outros presidentes, afins. Presentes que “voam” e desaparecem, sem consultas ao Congresso, cuja fiscalização deixa a desejar.

Assessorado por terroristas, transvertidos em representantes da ética, permite que a riqueza pública se transfira para a privada, sob a batuta em mãos sujas, do “trabalhador” que nunca trabalhou, do “preso político” (que nunca foi), pois sua prisão pelo DOPS se deu por força de mandado da Justiça trabalhista, por ter, como líder Sindical desobedecido a ordem de suspensão de uma greve por ele instigada (por ironia, a soma dos algarismos, em sua foto de identificação de preso, tem como resultado o 13 do seu famigerado Partido, PT).

Quem não sabe como o filho enriqueceu em três anos, realmente não sabe, mais nada. Não se impõe como Chefe Supremo, nem de Grupo de Escoteiro. Não merece um mínimo de respeito, já que se fez eleito, com uso de contribuições criminosas, inclusive do narcotráfico.
Se cada militar das FFAA e auxiliares forem para as ruas, com suas famílias, na condição de cabos eleitorais, independente de qual seja o candidato, contra Lula e seus 40 chefiados, estará dando o primeiro passo para a não reeleição, deixando o apedeuta na condição de réu à espera do julgamento do Povo e da Justiça. A menos que fuja como planejado, para a Itália, onde toda família de avó a netos, já conseguiu cidadania (preventiva).

Nossa luta não foi por promoção ou indenizações, tanto que, todos fomos prejudicados em nossas promoções, mas nenhum de nós, vivos ou mortos, trocou ou trocará o sabor da vitória contra os serviçais de Fidel Castro e outras porqueiras, que ainda andam por aí espalhadas no desgoverno do Lulalá , lutando por uma promoção ou indenização.


*O autor é R/1 EB, possuidor da Medalha de Caxias, O Pacificador, por elevar o nome do Exercito. Semelhante a que foi dada a Genuíno, mensageiro da Guerrilha do Araguaia (lhe faltou fibra para ser combatente), a quem prendeu, na condição de privilegiado integrante da brava Equipe do CIE.

.- Possuidor da Medalha do Pacificador com Palma, por ato de heroísmo, no Campo de Batalha (não pode, ser dada).
- Condecorado com a OMM, Ordem do Mérito Militar, Semelhante a que agora foi emporcalhada, ao ser dada, a Dilma de tal, uma ladra-terrorista, famosa por ter assaltado e sumido com milhões de dólares do cofre do Ex-Gov de SP, Ademar de Barros, tendo sido militante de organizações terroristas, clandestinas, de cunho esquerdista com ramificações internacionais comunistas e com o narcotráfico, dedicadas ao terrorismo, à assassinatos, roubos, seqüestros e atentados com explosivos. A militante, Dilma de Tal, atualmente é consultora de Lulalá e os 40, para assuntos sujos. Sua indicação se deu pelo “Comandante” do Glorioso Exército Brasileiro, em atendimento a ordem do Lulalá e os 40, com fulcro na subserviência e covardia, já que não tem como
negar o conhecimento dos fatos, documentados em arquivos do CIE e já do conhecimento geral.

.
Deus salve o Brasil.

YES, NÓS SOMOS DE ESQUERDA

MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA
20/08/2008

Em poucas palavras Jean-François Revel, no prefácio da magistral obra de Carlos Rangel, Do Bom Selvagem ao Bom Revolucionário, mostrou a trajetória de séculos da América Latina: “A história da América Latina prolonga a contradição que lhe deu origem. Oscila entre as falsas revoluções e as ditaduras anárquicas, a corrupção e a miséria, a ineficácia e o nacionalismo exacerbado”.
Sem dúvida, essa apropriada análise feita por Revel, em 1976, não se alterou em essência. E é uma realidade da qual o Brasil, com algumas nuanças e diferenças, também faz parte.
Essa história de fracassos e frustrações é confrontada com uma humilhação adicional: o êxito quase indecente para os latino-americanos, dos Estados Unidos. Acrescente-se que a incapacidade para construir Estados democráticos modernos e economias prósperas conduziu a América Latina à tendências revolucionárias, muitas de cunho esquerdista e capitaneadas por lideranças populistas, que trouxeram a seus países mais fracasso e miséria.
Para citar alguns exemplos lembremo-nos da revolução mexicana de 1911, do socialismo peruano de 1969-1974, do justicialismo peronista que arruinou a então próspera Argentina e a mais marcante de todas: a revolução cubana que destruiu a economia da Ilha e a manteve sob o totalitarismo implacável de Fidel Castro. Este, porém, se tornou o símbolo da desforra contra os Estados Unidos e, apesar das atrocidades que cometeu contra os que ousaram contestar seus métodos soviéticos, encarnou o mito do “bom revolucionário”, a figura que encanta o imaginário coletivo latino-americano, ou seja, uma espécie de D. Quixote do comunismo de terceiro-mundo, enquanto o sanguinário e psicopata Che Guevara é até hoje louvado como um Cristo laico.
Fidel foi e é a desforra contra o sucesso insuportável dos Estados Unidos. Por isso, yes, orgulhosamente somos todos de esquerda, o que inclui o glorioso governo petista. O maldito império norte-americano só serve para fazermos cursos, turismo, tratamento de saúde, compras. Milhões de brasileiros se evadem para lá viver, trabalhar, ganhar em dólar, esse excremento do diabo. Mas não sabemos o porquê disto já que o Brasil de hoje, sob o governo de Lula da Silva, se converteu num paraíso onde o trabalho é abundante, só existem classes alta e média e a Saúde e a Educação são exemplos magníficos para o mundo.
No momento a grande sensação é a Olimpíada de Pequim. Afinal, a China encarna um império de esquerda. A bem da verdade a China é capitalista na economia e comunista na política, modelo sonhado para nós pelo ex-revolucionário teórico, ex-ministro, ex-deputado e ainda todo-poderoso das sombras, José Dirceu. Quem sabe chegamos lá no terceiro mandado.
Portanto, não importa se a China viola direitos humanos com sua tradicional crueldade. Também não interessa se a China, com milhares de execuções por ano, é responsável por mais da metade das execuções que ocorrem em todo planeta, se deixa bebês do sexo feminino morrendo nas sarjetas, se tortura crianças desde bem pequenas para que se tornem os atletas perfeitos das Olimpíadas com um falso sorriso afivelado no rosto.
O trajeto da tocha olímpica pelo mundo foi marcado por protestos, especialmente com relação ao Tibete, o que para brasileiros deve ter soado como algo desconhecido ou sem interesse. Será que algum compatriota se perguntou diante da repressão chinesa aos protestos em prol do Tibete, pelo menos porque diabos aquilo estava acontecendo?
Poucos no Brasil devem saber que no Tibete o genocídio perpetrado pelos chineses foi marcado por requintes de atrocidade sinistra e as mortes violentas atingiram uma proporção mais numerosa do que em qualquer outro território do conjunto chinês. Segundo o Dalai-Lama, “os tibetanos não foram apenas fuzilados, foram espancados até a morte, crucificados, queimados vivos, afogados, mutilados, mortos por inanição, estrangulados, enforcados, cozidos em água fervente, enterrados vivos, esquartejados ou decapitados” (O Livro Negro do Comunismo). Também, centenas de milhares de tibetanos tornaram-se prisioneiros em campos de concentração e mais de 170.000 morreram no cativeiro. Além disto, houve o genocídio cultural com a destruição de templos e de seus manuscritos seculares, afrescos, estátuas, relíquias, tudo destroçados pela brutalidade chinesa.
Os protestos havidos durante a passagem da tocha, que no Brasil não veio, tentaram relembrar ao mundo esses horrores e os infelizes tibetanos que ainda vivem subjugados no seu país de neve e de deuses. Isto, porém, não nos interessa porque, yes, nós somos de esquerda. Sem medo de ser felizes fomos à Pequim e reeditamos nos jogos nossos fracassos e frustrações históricos expressos nos pífios resultados obtidos.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

mlucia@sercomtel.com.br

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Resposta de um "sujeito" à Revista Época

Carlos Alberto Brilhante Ustra – Cel Reformado


O brilhante jornalista Oliveiros S. Ferreira, em recente artigo apresenta os objetivos de membros do governo quando tratam da Lei de Anistia e suas conseqüências. Diz ele:

“Comecemos pelos objetivos. O de Tarso, Oficial da Reserva da Arma de Artilharia, decompõe-se em primário, secundário e final. O primário é expor à execração pública os militares acusados da prática de tortura; o secundário condená-los; o final, reduzir as Forças Armadas a um silêncio ainda mais calado do que o que ostentam hoje, especialmente o Exército. Os objetivos dos que estão contra Tarso, defender o Coronel Ustra, ponto final. Embora com isso defendam indiretamente a razão do Exército — mas isso apenas indiretamente”.



Com seguidas reportagens, a Revista Época, enquadrando-se no primeiro objetivo exposto acima, faz coro com a esquerda no sentido de me expor, especificamente à execração pública. No dia 18 de agosto de 2008, publicou mais uma reportagem intitulada “Porque o trauma persiste”.



Entre outros assuntos diz que:

“O aposentado José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão mais velho de Lula, passou duas semanas como prisioneiro do DOI-CODI, sob o comando do coronel Ustra, em São Paulo. Frei Chico disse a Época: Não quero criar brigas nem conflitos, mas não acho justo o que aconteceu com os torturadores. Eles maltratavam a gente. Éramos humilhados e tratados como animais. Passei por toda a série: fui para o pau–de-arara, tomei choques elétricos, apanhei com um pedaço de pau. Outro dia, encontrei num posto de saúde um médico que me torturou. Não lhe aconteceu nada. Não sei se isso é legal ou não. Eu acho que é errado”.



Mentira. A verdade não é o objetivo da Revista Época. Na realidade, Frei Chico, o aposentado José Ferreira da Silva, irmão do Presidente Lula, foi preso em 1975 e o Cel Ustra passou o comando do DOI em janeiro de 1974. Portanto, é falsa a informação de que ele teria passado por uma série de torturas sob o comando do Cel Ustra.



Isso pode ser comprovado em Folha Online, de 28/10/2002, onde consta:

“Frei Chico conta que, quando foi preso, em 1975, Lula estava no Japão participando de um evento do sindicato."



Isto É- Dinheiro também confirma a inverdade da afirmação da revista: “Filiado ao clandestino PCB desde 1971, Frei Chico queria apresentar ao irmão as idéias de Marx e Lênin. Emprestou um livro comprado em sebo, “O que é a Constituição”, e parou por aí. Lula nunca quis saber de filiações. Sobretudo depois de 1975, quando Frei Chico foi preso por agentes da repressão do governo militar".



Seria conveniente, a bem da verdade, que Frei Chico comprovasse o ano de sua prisão, em que Auditoria Militar foi julgado e qual o resultado desse julgamento.



Continuando a execração, a revista Época publica:

“Envolvido em dois processos na Justiça, Ustra tornou-se um símbolo dessa situação. Para defender-se, ele convocou os atuais chefes do Comando Militar, entre eles o comandante do Exército, Enzo Martins Peri. Com base na experiência do passado, era de imaginar que um recurso desse tipo tivesse acolhida firme e segura na caserna. Hoje, não é mais assim, segundo ÉPOCA apurou em conversas informais com dois integrantes do Alto-Comando do Exército. ‘Não temos o que falar nesse processo’, diz um dos generais. ‘Éramos muito jovens naquele período. É uma perda de tempo absurda. O que o sujeito (Ustra) quer: causar um problema para o país? Os brasileiros não estão preocupados com isso, mas com o futuro.’ Outro general questiona: ‘Como podemos ser testemunhas de coisas que não testemunhamos’”?



Pelo teor das reportagens que Época tem apresentado, pelas acusações que tem me dirigido sem as devidas provas, pelo que conheço da formação dos oficiais do Alto-Comando, custo a crer que tais afirmações possam ser verdadeiras. Além disso, a revista não cita o nome dos dois generais, o que me faz duvidar, mais ainda, da honestidade nesta notícia.



Aos dois jornalistas que assinam a matéria informo que:



Esse "sujeito" a quem os senhores se referem, trata-se do Cel Reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, que, anos idos de 1970, atendendo às ordens recebidas dos seus superiores hierárquicos, deu tudo de si para cumprir com o seu dever de soldado.



Esse "sujeito" era um simples major estagiário da ECEME, servindo no QG do II Exército, quando foi chamado pelo seu comandante, general José Canavarro Pereira, que lhe transmitiu a seguinte ordem; “Major, o senhor foi designado para comandar o DOI/CODI/II Exército. Vá. Assuma e comande com dignidade”.



Esse “sujeito”, dentro de sua capacidade, fez o possível e o impossível para cumprir a ordem recebida. Foi humano e justo. Seus chefes sempre o elogiaram.



Esse "sujeito", senhores, foi condecorado com a Medalha do Pacificador com Palma. Talvez os senhores não saibam o que ela representa.



Esse "sujeito" quase foi seqüestrado por organizações terroristas durante três oportunidades. Nos quase quatro anos do seu comando no DOI, a mulher desse "sujeito" e sua filha, com um ano de idade, eram ameaçadas de seqüestro freqüentemente. A mulher desse "sujeito" não tinha o direito de passear com a filha em uma praça. Esse "sujeito" e sua família viviam sob ameaças de todo o gênero, trocando o número do telefone constantemente.



Esse "sujeito" a quem os senhores aludem, entrou em combate, de arma na mão, e viu seus subordinados se esvaírem em sangue, feridos pelas balas dos terroristas,



Creio, senhores, que quem nunca entrou em combate e nunca teve suas esposas e filhos ameaçados, não saiba imaginar o que é isso.



Deve parecer estranho aos dois jornalistas que no processo que tramita na Vara Federal, da iniciativa de procuradores da República, eu indique como minhas testemunhas de defesa, por ocasião da oitiva, os generais do Exército Brasileiro ocupantes das funções de: Comandante do Exército, Comandante Militar do Sudeste, Chefe do Estado Maior do Sudeste e Chefe do Centro de Inteligência do Exército. Eles hoje são os substitutos legais dos chefes que, na época do meu comando do DOI, deram-me as ordens cumpridas por mim, rigorosamente.



Por isso mesmo, duvido que os dois generais do Alto-Comando tenham afirmado que não têm o que testemunhar, pois não viveram aquela época e que a minha indicação para deporem seria uma perda de tempo absurda.



Todos sabemos que, hoje, o Exército é outro.



Não creio que os generais de hoje, depois de passarem por tantas escolas, tantos comandos, não possam ser testemunhas do que se passou naquele período porque não sabem de nada e não vivenciaram o que se passou.



É inacreditável que não saibam como e por que o major José Toja Martinez foi assassinado; que o tenente Alberto Mendes Júnior tenha sido morto a coronhadas, quando cumpria uma missão dada pelo Exército; que uma bomba destruiu parte do QG do II Exército e estraçalhou o soldado Mário Kozel Filho; que um bomba explodiu no Aeroporto de Guararapes, matou duas pessoas e feriu outras treze, inclusive seu colega, Gen Sylvio, que perdeu todos os dedos de uma das mãos.



É incrível que os senhores generais não saibam que quatro diplomatas foram seqüestrados; que 120 brasileiros foram mortos por atos terroristas; que 8 aviões de carreira foram seqüestrados; que centenas de bancos foram assaltados; que bombas explodiam diariamente; que o inimigo não era composto por estudantes desarmados, mas, sim, por elementos treinados em técnicas de guerrilha no exterior.



É inacreditável que os senhores generais não saibam que, atendendo ao clamor da sociedade, as Forças Armadas, particularmente o Exército, cumprindo uma Diretriz do Presidente da República, assumiram a responsabilidade pelo combate ao terrorismo.



Se for verdadeira a afirmação da Revista Época, o ensino do Exército deve estar cometendo uma falta muito grave ao ignorar um assunto tão importante, em que a participação da Força Terrestre se destacou na luta pela manutenção da democracia.



Caso existam dúvidas sobre o que aconteceu naquele período, leiam o livro do general Del Nero, o livro do Cel Madruga e, se puderem, leiam o meu último livro. Consultem o arquivo do Exército. Disponibilizei, para que possam tomar conhecimento do que se passou naquele tempo, junto ao CComSEx e ao CIEx, as razões da minha defesa no processo.



O "sujeito”, senhores jornalistas, não quer causar problema nenhum ao país. O que ele quer é que a Instituição Exército Brasileiro, que lhe designou para o comando de um órgão de repressão ao terrorismo, seja testemunha do reconhecimento do trabalho por ele prestado. Que declare o que se passou naquela época. Declare que o Exército assumiu o comando do combate ao terrorismo para evitar o caos.

O “sujeito” não quer que os generais o defendam. Quer, apenas, que eles defendam a Instituição Exército Brasileiro.

No final do artigo, a revista diz que:

“Pode-se apostar que o Exército nada fará para incriminar Ustra. Mas estabeleceu um limite para protegê-lo”.

O Exército atual nunca me defendeu e nem me protegeu. Nunca me procurou para saber se poderia me ajudar em alguma coisa

. O “sujeito” não quer e jamais quis trazer problemas para o Exército. Entretanto ficar calado e omisso quando é injustamente acusado não é do seu feitio e, enquanto tiver forças, lutará e enfrentará essa esquerda revanchista.


Felizmente, tenho tido o apoio dos companheiros da reserva e de inúmeros oficiais da ativa, muito mais do que enxerga esse jornalismo mentiroso e caolho.

A TIRANIA DA IRRESPONSABILIDADE

A TIRANIA DA IRRESPONSABILIDADE

Ternuma Regional Brasília

Gen. Bda RI Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira.





A máquina do desgoverno está ligada.



A continuidade da imensa Reserva Indígena Raposa Serra do Sol é sua mais recente obsessão. Tudo, conforme sacramentado pelo seu “bufão - mor”, que em 15 de abril homologou aquela Terra Indígena (TI), um mega - latifúndio de 1, 747 milhão de hectares para cerca de 16 mil índios.

O sinistro foi perpetrado após, relembremos disso, o STF ter extinguido por decisão unânime de seu plenário todos os processos e liminares que questionavam a demarcação da TI.

Estava aberto o caminho para mais uma insana decisão do “molusco”, que seguia passo - a - passo as entreguistas homologações do magnífico embuste, o famigerado FHC, assinadas sem o menor rubor nos seus oito anos de incompetência governamental. Ambos, devidamente emprenhados pelos ouvidos por intelectuais indigenistas de plantão do Partido, “antropólogos de qualificações reconhecidas”, retaliaram e doaram o território nacional, principalmente a rica região amazônica, sem o mais remoto prurido, como um mero e sem importância pedaço de terra.

Acima de qualquer alerta acerca da tremenda e inconseqüente imbecilidade, eles seguem intimoratos, em frente. Nenhum argumento, de leve, estremece a besta.

Podemos acenar com os comprovados perigos à Soberania Nacional, com o despropósito e a inutilidade daquele novo mega - latifúndio indígena, além do já existente na colossal Reserva Ianomâmi, com o visível aniquilamento de Roraima como estado (esbulhado em 46,74 % de seu território) e o gritante prejuízo para a sua economia, pela diminuição da produção de arroz, dos perigos advindos do desemprego e de outras conseqüências negativas, mais ou menos visíveis, como a cooptação dos indígenas por entidades alienígenas, nada, nada os demoverá.

Incautos, mas maquiavélicos, montam um custoso e grandioso esquema para influenciar os Ministros do STJ.

Infelizmente, não estão a sós. ONGs nacionais e estrangeiras com vultosos recursos e nebulosos interesses, setores barulhentos da igreja vermelha, entidades com a máscara de preservação dos direitos humanos e congêneres e mesmo índios, despudoradamente, apegam - se ao loteamento do território nacional.

Desfazem com os pés, o que o valoroso Caxias conseguiu - a Manutenção da Unidade Territorial Brasileira. Prosseguem a executar a política de lesa - pátria, cujo delfim foi o “benevolente” FHC. Parcimonioso em distribuir, com uma canetada, o que não era seu, mas de todo o povo brasileiro.

Cínicos, não se abalam. Se for preciso, fomentam o dissídio entre os brasileiros.

Promovem passeatas de pressão e de espetacularização até Brasília, saúdam com urros de satisfação a vinda do emissário da ONU, o norte – americano Mr. James Anaya, que já tem opinião formada e, certamente, será favorável à manutenção da Reserva como foi sacralizada pelo desgoverno. Eis a montagem de um circo para mostrar a força do partido governista.

Eles assim o querem e sua insana falta de civismo e amor à pátria deverá ser enfiada por nossa goela abaixo. Doa a quem doer. A geração atual, ou as futuras, que receberão no colo esta “maravilhosa” herança.

O emissário da ONU, segundo consta, fará um relatório acerca da situação dos índios da Reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima e na região de Dourados. O Relator Especial deverá ficar horrorizado. Deverá endossar as palavras do Gen. Heleno sobre a total ineficácia e ineficiência da FUNAI. E observemos que ela independe da existência ou não de reservas indígenas. Sejam elas um simples sítio ou um mega - latifúndio.

Os índios são, de fato, um instrumento e não uma causa. Os pobres silvícolas, como os não – índios e outros grupos e minorias formam conjuntos, que fazem parte de uma massa de manobra. Grupos criados, alimentados e incentivados com um único propósito – dividir, para levar à desordem e ao caos uma sociedade permissiva, o que convenhamos, não é difícil.

Quanto a nós, temos ao nosso lado, um real respeito aos índios, porém e acima de tudo, um acendrado Civismo e um arraigado Amor à Pátria. Temos uma incondicional admiração aos heróis nacionais que conquistaram e preservaram a Amazônia. Recordamos com respeito profundo os bravos que dedicaram as suas vidas e verteram o seu sangue, no distante Forte de São Joaquim, baluarte na defesa de Roraima.

Não temos recursos, não temos os poderes e os parciais instrumentos usados à larga pelos falsos brasileiros. Não temos o despudor de prender, vingativamente, o prefeito Quartiero, que teve suas terras invadidas pelos índios, nem de ameaçar os pobres agricultores não - índios com o aparato da Polícia Federal e a truculência da Força Nacional de Segurança

Realmente, desolados, concluímos que não temos nada. Ou melhor, temos a razão.

Mas será o suficiente?

BRASILIA, DF, 18 de agosto de 2008

Gen. Bda RI Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira.

Ex - Comandante da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, sediada em Tefé/AM

Um nacionalista meio - branco, meio - negro e, provavelmente, meio- índio.

domingo, 17 de agosto de 2008

A POVA DO COMPROMETIMENTO DO CONGRESSO COM A CORRUPÇÃO






Congresso "congela" 68 propostas de combate à corrupção

Diversos projetos de lei que tratam da prevenção e punição à corrupção chegam a esperar quase 15 anos para serem votados. Mesmo classificados como prioritários – que dispensam exigências regimentais para serem incluídos na "Ordem do Dia" – eles são preteridos. É o que aponta levantamento do site Contas Abertas.

Se fossem aprovadas, essas propostas criariam mais de 68 instrumentos legais de controle do desvio do dinheiro público.
Apenas em 2007 foram apresentadas 31 propostas neste sentido. Em 2008, foram mais cinco projetos de lei colocados à apreciação dos parlamentares. Todos versam sobre ações preventivas diretas e indiretas contra a corrupção, mas acabaram passado para o final da fila das votações.




Fonte: siti casagrande.com.br e Contas Abertas