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sábado, 30 de agosto de 2014

DISTRAIR PARA ESQUECER MARINA JN

TERREMOTO NO CEARÁ
 
 
 

AOS AMIGOS NORDESTINOS E ADMIRADORES
TERREMOTO NO CEARÁ


O Governo Brasileiro instalou um sistema de medição e controle de abalos sísmicos no
país. 

O Centro Sísmico Nacional, poucos dias após entrar em funcionamento, já detectou que haveria um grande terremoto no Nordeste.


Assim, enviou um telegrama à delegacia de polícia de Icó, no Ceará, com a seguinte mensagem:
"Urgente.
Possível movimento sísmico na zona.
Muito perigoso. 7 na escala Richter.
Epicentro a 3km da cidade. Tomem medidas e informem resultados."



Somente uma semana depois, o Centro Sísmico recebeu um telegrama que dizia:

"Aqui é da Polícia de Icó.
Movimento sísmico totalmente desarticulado..
Richter tentou fugir, mas foi abatido a tiros.
Desativamos a zona. Todas as putas estão presas.
Epicentro, Epifânio, Epicleison e os outros cinco irmãos estão detidos.


Não respondemos antes porque teve um terremoto da porra aqui!!!"

CONTRADIÇÕES DE MARINA - To Be or not To Be JN


MERVAL PEREIRA 
O GLOBO - 29/08/2014

O caso do jato Cessna que vem dando dor de cabeça à direção do PSB por ser, ao que tudo indica, produto de uma obscura transação que envolve laranjas e dinheiro não contabilizado, trouxe para a herdeira política Marina Silva uma questão adicional, que reforça as supostas contradições de sua candidatura.Uma das empresas envolvidas na compra do jato é a Bandeirantes Companhia de Pneus Ltda, que importa pneus usados, negócio considerado como dos mais danosos ao meio-ambiente. A autorização de importação de pneus usados, por sinal, foi uma das muitas brigas que Marina travou à frente do ministério do Meio-Ambiente, e perdeu.Em 2003, foi convencida pelo então ministro da Casa Civil, José Dirceu, a recuar em sua posição contrária à importação de pneus em nome de um “bem maior”, no caso a unidade do Mercosul. Isso por que, apesar de oficialmente proibir a importação de pneus remodelados, o Brasil acata desde 2002 uma decisão do Tribunal Arbitral do Mercosul que obriga o país a aceitar a entrada de pneus vindos do Uruguai.


Essa posição provocou decisões judiciais que trouxeram para o país pneus usados dos Estados Unidos e da União Européia. Marina sempre reclamou que a questão dos pneus era tratada como puramente comercial, sem que fosse levado em conta seu lado ambiental. Seu objetivo, dizia, era fazer com que o Brasil deixasse de ser uma "lata de lixo global" para os pneus usados em outros países.Sabe-se agora que a então denominada Bandeirantes Renovação de Pneus foi beneficiada por um decreto assinado em 2011 pelo governador Eduardo Campos, que ampliou seus benefícios fiscais, eliminando limites de importação fixados anteriormente por decreto do ex-governador e hoje deputado federal Mendonça Filho.

Um dos sócios da hoje denominada Bandeirantes Companhia de Pneus Ltda, Apolo Santana Vieira, responde a processos de sonegação fiscal estimados em cerca de R$ 100 milhões devidos pela importação de pneus pelo porto de Suape, em Pernambuco.Unindo-se a natureza do empreendimento ao fato de que o uso do avião não fora ainda declarado como doação de campanha eleitoral, com forte cheiro de caixa 2, têm-se que a candidata Marina Silva está em uma situação no mínimo delicada. A "nova política" que ela e Eduardo Campos pregavam era transportada para cima e para baixo por um jatinho todo irregular, financiado em última instância por uma atividade comercial que a ambientalista Marina Silva repudia. E que recebeu estímulos fiscais de seu companheiro de luta política anos antes de os dois se juntarem para tentar chegar ao Palácio do Planalto.A essa contradição da dupla anterior soma-se a atual, de ter como companheiro de chapa o deputado Beto Albuquerque, que foi um dos líderes da aprovação do uso de transgênicos no Congresso, derrotando a posição da então senadora Marina Silva. Como a própria Marina explica agora, trabalhar com quem discorda de seus pontos de vista mostra apenas que ela não é uma radical como a acusam, e que sabe conviver com contrários.No caso de Beto Albuquerque é uma verdade, pois trata-se de um político correto que, ao que se sabe, estava em defesa dos agricultores do Rio Grande do Sul no caso dos transgênicos, e não em alguma transação nebulosa. Mas no caso da empresa de pneus usados, não há desculpa para receber doações de campanha fora da legislação e de um empreendimento que considera nocivo ao meio-ambiente.

Nem mesmo dizer que não fora informada de nada. Ao se juntar à campanha de Eduardo Campos, tinha a obrigação de se informar desses detalhes, justamente para não se ver em uma situação delicada como agora. Outra aparente contradição, mas que desta vez trabalha a seu favor, é a nota do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Xapuri (Acre), fundado por Chico Mendes, ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), que não gostou de ver Marina colocá-lo como membro da "elite" brasileira, nem quer vê-lo classificado como um "ambientalista", mas sim como "sindicalista".O sindicato também condena a política ambiental "idealizada pela candidata Marina Silva enquanto Ministra do Meio Ambiente, refém de um modelo santuarista e de grandes Ong's internacionais". Ora, os próprios termos do debate mostram que a ex-seringueira Marina Silva saiu do Acre para ganhar uma dimensão modernizadora, com uma visão mais ampla da disputa política e da própria defesa do meio-ambiente.



Em tempo: reservativa disse

  Marina pede nas redes sociais que as mulheres usem o seu penteado cafona, que em síntese trata-se de puxar o cabelo para traz até esticar as rugas da testa e prende-lo em cima, deixando o rabo em baixo balançando.

Alhures Collor fez um pedidos ao povo sobre decoração do rosto, chamava-se se não me falha a memoria "cara de pau". SIFÚ

Marina segundo Chaves Chaves Chaves é a bruxa do 40.




A CASA CAIU, MAS NÃO SOBRA POLITICO PARA CASSA-LA.. ESTÃO TODOS LAMBUSADOS" JN

Blog do Mino

Exclusivo: Agenda explosiva do ex-diretor
27/04/201423:18
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O ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, deixou rastros no seu escritório na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, que está direcionando as investigações para um grande esquema de pagamentos de propina entre empreiteiras e políticos. A agenda e outros documentos apreendidos pela Polícia Federal indicam planilhas com pagamentos para campanhas eleitorais, nome de empreiteiras como, Odebrecht, Camargo Correa, OAS e outras consideradas empresas mãe que pagam pedágios em época de campanha para abocanhar contratos milionários.


A revista Eletrônica QUIDNOVI, trás hoje com exclusividade toda a agenda com organograma de empresas que lavam dinheiro em paraísos fiscais e contatos com representantes da classe política recebendo propina, também estará publicado a planilha com as empreiteiras que ajudariam nas campanhas politicas de 2014.



ARTIGO DA FOLHA DE SÃO PAULO EM 06042014 TIRO NO PÉ

50 anos do Golpe de 1964

Tiro no pé

Por que rever a Lei da Anistia é um erro

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RESUMO Julgamento de crimes cometidos pelo Estado ocupa centro do debate nos 50 anos do golpe no Brasil. Para deputado e ex-guerrilheiro, é improvável e incongruente levar à prisão "militares de pijama" por fatos daquela época quando foco deveria ser fazer cessar a tortura, vigente desde antes do regime militar e ainda existente.
*
Foi francamente irônico o resultado da recente pesquisa do Datafolha sobre a Lei da Anistia. Há uma maioria favorável a revê-la para poder julgar os torturadores e uma maioria, maior ainda, para rejulgar a nós, ex-guerrilheiros pelas ações que cometemos.
Por um instante me vi, com meus 63 anos, no tribunal, respondendo pelos dois sequestros de embaixadores dos quais participei, aos 19, e que propiciaram a libertação de 110 presos políticos, alguns eventualmente destinados à Casa da Morte. Na época fui condenado duas vezes à prisão perpétua (com mais 30 anos de lambuja para a encarnação subsequente) pelas auditorias militares.
Costumo dizer que, daquilo tudo, não me orgulho nem me envergonho. Mas já tive pesadelos horrendos: a organização me ordena a executar o embaixador suíço, Giovanni Enrico Bucher -um sujeito boa-praça que não gostava da ditadura- porque tinham se recusado a libertar todos nossos presos. Tenho uma pistola na mão, mas não quero me tornar um assassino. Acordo coberto de suor frio.
Graças a Deus, aquilo terminou bem, e nossos 70 companheiros foram mandados a Santiago do Chile porque consegui convencer nosso comandante, Carlos Lamarca, a aceitar a recusa de alguns dos presos "estratégicos" e negociar a sua substituição por outros que a ditadura Médici aceitava soltar. Hoje vejo num sequestro desse tipo, de um diplomata inocente, ameaçado de execução, mesmo sob uma ditadura, um ato no limite do terrorismo, no que pese o nosso desespero de então. Em alguns casos, esse limite foi ultrapassado. Penso no marinheiro inglês metralhado na praça Mauá, na bomba de Guararapes ou na execução daquele militante que queria deixar uma organização.
BALANÇA
É possível equiparar esse punhado de atos criminosos à tortura generalizada, institucionalizada, sancionada desde o nível presidencial que se abateu não apenas sobre nós, resistentes armados, como sobre opositores sem violência, como no caso do PCB, e milhares de "simpatizantes" e outros, presos por equívoco?
Claro que não; mas essa anistia "recíproca" foi resultado de uma correlação de forças dos idos de 1979, um acordo político que permitiu a libertação dos presos e nossa volta do exílio.
O primeiro problema de rever essa lei para poder julgá-los, 40 e tantos anos depois dos fatos, é a repercussão sobre outros complicados processos de redemocratização pelo mundo afora. Frequentemente, para remover um regime de força, é preciso pactuar com os que ainda ocupam o poder e ainda têm enorme capacidade de fazer dano.
As torturas e execuções na África do Sul e na Espanha não foram menores do que no Brasil -é o mínimo que se pode dizer- mas lá a opção foi não colocar os antigos repressores nos bancos de réus.
Na África do Sul, a lógica da Comissão da Verdade foi reconstituir os fatos e obter dos responsáveis pelo odioso apartheid a confissão, não com vistas à condenação penal, mas à expiação moral e a superação conjunta de tudo aquilo. Também foram colocados na mesa para uma catarse de superação coletiva certos episódios sangrentos dentro da maioria negra.
Confesso que senti satisfação ao ver o general Jorge Rafael Videla terminar a vida numa prisão argentina. Penso, no entanto, que a razão decisiva para julgar (uma parte) dos comandantes daquele regime assassino foi o prosseguimento das conspirações militares já no período democrático, com quarteladas durante os governos de Raul Alfonsín e Carlos Menem.
No Chile, alguns poucos foram julgados, mas o general Augusto Pinochet Ugarte continuou comandando o Exército por um bom tempo na transição e só sofreu embaraço jurídico no Reino Unido, jamais no Chile.
Não há uma formula única, "correta". No que pese o sentimento de busca de justiça das vítimas e seus familiares -que respeito profundamente, à diferença daqueles que querem apenas surfar politicamente na causa- trata-se de uma decisão jurídica, por um lado, e de uma questão política, por outro. Juridicamente, o STF já se pronunciou a esse respeito. Politicamente, vejo a revisão como contraproducente e concordo plenamente com a presidente Dilma Rousseff quando se manifesta contrária à anulação da anistia.
NARRATIVAS
Desde os anos 80, vem prevalecendo, grosso modo, a narrativa da esquerda sobre os "anos de chumbo". Os verdugos dos porões do DOI-Codi viveram vidas existencialmente miseráveis. Uma parte, desproporcional, já morreu de morte morrida; outros tornaram-se criminosos comuns, bicheiros, contrabandistas.
No estamento militar há um sentimento geral de condenação àquela máquina de torturas e execuções -que acabaram inclusive atentando fortemente contra a hierarquia militar e sujando a imagem das Forças Armadas-, embora sem nenhuma propensão a aceitar a narrativa da esquerda. Não iremos convencer os militares a adotar, agora, um maniqueísmo reverso ao deles, na época.
Por todo ordenamento jurídico brasileiro, hoje seria totalmente impossível -a não ser que se viesse a adotar toda uma nova legislação de exceção- condenar esses militares de pijama, na maioria septuagenários ou octogenários, a servir penas na prisão.
Num país onde assassinos abjetos como os que torturaram e mataram o jornalista Tim Lopes saem da prisão por "progressão de pena" em quatro ou cinco anos, fazer um ex-general ou coronel do DOI-Codi ir para a cadeia por crimes cometidos há mais de 40 anos é improvável e incongruente.
Qual o risco político de coloca-los agora no banco do réus?
Tendo prevalecido a nossa narrativa, desde os anos 1980, seria da lógica jornalística agora ouvir a deles, desde o palco e holofotes que agora lhes estão sendo propiciados. Alguns se arrependem. Qual a sinceridade disso? Há os que assumem friamente seus crimes, e aí temos a novidade, o gancho para difundir sua contranarrativa: "Isso mesmo, torturei, cortei dedos, matei, joguei no rio, no mar e daí? Guerra é guerra".
Se há uma maioria de brasileiros que fica compreensivelmente horrorizada, há uma minoria que se identifica e se sente reconfortada em ver, afinal, sua "verdade" difundida agora com todas as letras. "Levanta-se a bola" para figuras como Ustra ou Malhães, propicia-se farta cobertura de mídia para que eles se comuniquem com uma extrema-direita desorganizada, difusa, mas real. Ganham espaço para bulir com aquele sentimento que leva o público do primeiro "Tropa de Elite" -quando José Padilha ainda não pagara tributo ao politicamente correto- a aplaudir as torturas infligidas ao traficante com um saco plástico.
A prioridade no Brasil, em relação à tortura, não é tentar, inutilmente, mediante a revisão da anistia, colocar na cadeia um ou outro torturador do DOI-Codi dos anos 1970, mas fazer cessar aquela tortura que continua ocorrendo hoje, agora, a todo momento, em dezenas de delegacias de roubos e furtos ou destacamentos de policiamento ostensivo, contra marginais pobres e negros.
Aquela velha tortura de sempre, de antes e de depois do Estado Novo e do regime militar, quando ela foi, excepcionalmente, infligida também à classe média intelectualizada e politizada.
Nesse sentido, apesar de todos os bons e altivos argumentos e da justificada indignação de quem sofreu e gostaria de ver punidos aqueles criminosos, a revisão da "anistia recíproca" de 1979 é um erro político cujo maior problema é, na prática, dar uma segunda chance e propiciar um público renovado para uma narrativa que já enterramos nos anos 1980. É, no fundo, um tiro no pé.
ALFREDO SIRKIS, 63, é autor de "Os Carbonários" (Record) e deputado federal pelo PSB-RJ. 

"Eleição no Brasil. Mudam as moscas....... jn


QUALQUER DELAS, SE GANHAR O BRASIL VAI AFUNDAR

marina é vegetariana, no Alvorada não vai sobrar nem grama.

Se, e só se, marina ganhar ficara provado que o brasileiro não sabe votar.

Se, e só se, marina ganhar vamos morrer de sede mais não vamos água represar.

Energia  de hidroelétricas  nem pesar.

As Estações de Radio e TVs, goste, cospe ou gospel, vão se multiplicar e no Dial você não encontrar um lugar para se deleitar.

O agronegócio deverá fazer suas plantações há 3 km de qualquer riacho caso contrário suas terras serão declaradas do MST.

Nas fronteiras  fica mais seguro e mais barato ir plantar do outro lado.

Marina é a madrasta da Branca de Neve reecarnada ou seja
uma ré vermelha.

Lembro ter lido em criança uma poesia de Luiz Guimarães que iniciava assim:
 " Eu tive um cão. Chamava-se Veludo: Magro, asqueroso, revoltante, imundo. Para dizer numa palavra tudo.
Foi o mais feio cão que houve no mundo."

Cresci, é já não penso como o autor. 
Hoje conheço  cãodidatos,  que superam Veludo em tudo.

Marina é a viuvá de Eduardo, mas só depois de morto e que ela esta deitando e rolando.

Votem em quem quiser, o voto é livre, mas a Urnas  são como Mate Leão: Já vem queimada.




"CÃO DIDATICO E CANDIDATOS, SÓ ABREM A BOCA QUANDO TÊM CERTEZA". JN


No caso de aborto 4 comunistas são a favor. razão porque sempre se soube que comuna come criancinha.  Atualmente lipoaspiram.
já passou da hora de "abortar" esses comunas.
Descriminalização do aborto


Descriminalização da maconha

Ensino religioso obrigatório
     As iluminações em vermelho são opiniões do Editor do Blog

    Os créditos sobre a matéria são da UOL, em um excelente trabalho.  Leia na integra no  lionk abaixo
http://eleicoes.uol.com.br/2014/noticias/2014/07/14/veja-o-que-pensam-candidatos-a-presidencia-sobre-aborto-maconha-e-religiao.htm