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sexta-feira, 15 de março de 2013

JCUNB

JUVENTUDE CONSERVADORA DA UNIVERSIDADE NACIONAL DE BRASILIA

Por    FELIPE MELO

Lições do Conclave a um mundo materialista


Há pouco mais de um mês, o então Papa Bento XVI pegou o mundo inteiro de surpresa ao anunciar a sua renúncia. Um número exíguo de pessoas conjeturava seriamente essa possibilidade, e um número ainda menor sabia que Bento XVI tinha essa intenção. Em seu anúncio, Bento XVI disse que no dia 28 de fevereiro, às 20h00, a Sé ficaria vacante oficialmente.

Após o choque inicial causado pelo anúncio, começou a corrida da imprensa internacional em especular os “reais motivos” da renúncia de Bento XVI – como se houvesse algum motivo razoável para se duvidar dos motivos elencados pelo Papa Emérito – e cobrir os preparativos para o Conclave que deveria escolher o novo Sumo Pontífice da Igreja Católica. Tivemos a oportunidade de ver uma enxurrada de “especialistas” – muitos deles não pisam numa paróquia há décadas, mas isso parece mero detalhe – sendo entrevistados diariamente pelos mais variados veículos de informação, que buscavam alguma espécie de pista, dica ou evidência do que poderia acontecer na eleição do Papa. Supostos favoritos foram eleitos pela mídia no Brasil e alhures, como os cardeais D. Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, e D. Angelo Scola, arcebispo de Milão. Falou-se muito em “partidos”, arranjos, conversas ao pé do ouvido, enfim, uma série de coisas que estamos acostumados a ver em eleições políticas ao redor do mundo. Um desfile de asneiras e sandices, a bem da verdade. No entanto, a cobertura do Conclave – e sobretudo o próprio – ensinaram muitas coisas preciosas.

Um Conclave não é um evento meramente humano, ao contrário do que se pensa. A comparação sub-reptícia e generalizada com eleições políticas comuns, comparação que se deu pela própria maneira como a reunião dos cardeais foi coberta, foi equivocada por não levar em consideração algumas características bastante especiais do Conclave: não há possibilidade de candidatura ao posto de Sumo Pontífice, ou seja, todos podem ser eleitos; a eleição é anulada se o cardeal eleito tiver votado em si mesmo; o resultado das votações é sempre secreto – o acesso aos nomes dos cardeais votados e ao quantitativo de votos é proibido, e quem divulgá-lo está automaticamente excomungado. As regras foram definidas pela Constituição ApostólicaUniversi Dominici Gregis, do Papa João Paulo II. Para qualquer um que não esteja familiarizado com assuntos eclesiásticos – que é o caso da quase totalidade dos jornais e revistas do mundo, pelo visto, especialmente do jornalO Estado de S. Paulo –, isso tudo pode parecer muito, muito estranho. Afinal, por que tanto segredo? Por que tantas regras? E é aí que reside a grande lição do Conclave.

Vivemos em um mundo em que somos levados a crer que, de alguma forma, somos os senhores supremos de nossas vidas. Podemos ter o controle total de nossas existências, e, se não o temos, é porque alguém o tirou de nós. Todas as doutrinas materialistas que vicejam em nossos dias possuem esse núcleo, e todas elas já se encontram devidamente diluídas em nosso cotidiano, de modo que é difícil identificá-las. Segundo elas, o homem é o senhor de si mesmo e de seu destino, e qualquer crença em contrário tem o objetivo torpe de dominação e manipulação.

No entanto, a lição do Conclave – e da própria Igreja – é diametralmente diferente: o homem não é o senhor supremo de sua própria vida. O homem só alcança a verdadeira plenitude quando seus atos não são empecilho para a ação divina. A existência de tantas regras limitando as possibilidades humanas de ação é o reconhecimento formal de que as esperanças do homem não devem residir em si mesmo, mas em Deus; é a aceitação da imperfeição humana e da perfeição divina; é a manifestação da humildade da criatura diante do Criador, dos filhos diante do Pai. Quando o homem se assume senhor de si mesmo, ele está muito, muito longe da Verdade.

Providencialmente, a própria cobertura da mídia acerca da eleição do novo Sumo Pontífice é prova desse precioso ensinamento. O cardeal D. Jorge Mario Bergoglio, arcebispo de Buenos Aires, um nome que sequer foi aventado pela esmagadora maioria dos meios de comunicação, foi eleito Papa hoje, 13 de março, escolhendo para si o nome de Francisco. Assim como a renúncia de Bento XVI, esse resultado pegou a todos de surpresa. Por quê? A resposta é, a um só tempo, simples e profunda: o homem só pode compreender a verdade das coisas quando deixa de olhar para si mesmo e põe seus olhos em Deus. E essa lição é especialmente preciosa nos tempos malucos em que vivemos.

ESQUECER 31 DE MARÇO DE 64, É PISAR NA COVA DE NOSSOS MORTOS. (JN)



ESQUECENDO O 31 DE MARÇO DE 1964
Autoridades civis e, pasmem, militares aconselharam (?), determinaram (?) para que esquecêssemos o dia 31 de março de 1964.
Missão impossível.
Como apagar uma magna data?
À época um tsunami de subversão assolava a nossa terra.
Era a débâcle anunciada.
Os comunistas exultavam. Havia um forte mau cheiro de marxismo no ar.
A sociedade estupefata assistia às escandalosas demonstrações de que o caos e a desordem assenhoreavam - se do País.
Contudo, as Forças Armadas estavam atentas e acompanhavam cautelosas um avanço que se apresentava como inexorável através do mundo.
Diversas nações haviam soçobrado pela força das armas, pelas artimanhas políticas, pelos interesses pessoais, e parecia que aqui, a terra brasileira seria engolfada pela ambição ideológica de indivíduos que idolatravam o comunismo.
Adeptos de Marx, adoradores de Trotsky, de Stalin, de Mao, de Fidel julgaram que havia chegado o seu momento. Era a hora de sua nomenklatura apoderar - se do poder.
Os indícios de sua vitória eram gritantes.
Mas eis que de repente, cidadãos e cidadãs emergem nas ruas e uma indignação presa na garganta de pessoas esclarecidas é solta no ar.
Nos quartéis, o silêncio que antecede aos atos de coragem.
Depois, abertamente, opondo - se ao movimento comunista, como uma luz acesa por corajosos revolucionários, resplandece uma revolta, é a contrarrevolução que, gloriosa, imponente, em apoio à sociedade desprotegida, sai às ruas.
Foi em 31 de março de 1964.
Apaguem aquela data, esqueçam aquele dia”, dizem os hipócritas, os coniventes e os abonados pelos dominantes.
Esforçamos - nos para cumprir as ordens recebidas, mas qual, por mais disciplinados que sejamos a data é tão significativa para todos nós, que ela nos vem à lembrança, inesquecível, majestosa, pois sublinha o caráter do Exército Brasileiro, a sua determinação de defender à Pátria.
Portanto, como esquecer?
Esquecer, apagar da memória é ter vergonha, é repudiar, é desprezar.
Certamente, alguns conseguiram.
NÓS, NÃO!
Brasília, DF, 15 de março de 2013
Gen Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

PÃO E CIRCO - POVO FELIZ (JN)


140313
DISPENSA COMENTÁRIO





Gélio Fregapani 160


Comentário 160 - 13 de março de 2013

Assuntos: No Mundo, no Brasil, no Exército e Sem noção 


No Mundo

O mundo está envolto em tendências mal compreendidas e ausentes dos debates econômicos em nosso País. As notícias de viabilidade do gás e óleo do xisto informam que a produção as aproxima da produção de petróleo da Arábia Saudita e que pode tornar os EUA o maior exportador mundial. Isto, por si só, significa o fim da decadência estadunidense, a ruína dos exportadores do Oriente Médio, da América do Sul e da África. A própria China já teria oferecido bilhões de dólares para participar, de forma minoritária, na exploração do xisto americano.

Na evolução dos acontecimentos o dólar tende a se fortalecer, mas ainda não se sabe o que acontecerá com o “papel pintado” sem lastro que há no mundo todo. Apesar do interesse geral em reaplicar o dinheiro nos EUA, é possível que aquele país resolva se fechar em si mesmo, apenas importando o que lhe falta. É possível também que, novamente com dinheiro com lastro, não tenha aprendido a lição e volte a exportar suas fábricas e seus empregos.

E nós? Pode ser que o pré-sal perca a importância, mesmo assim será necessário para a auto-suficiência. As exportações de “commodities” podem vir a ser reduzidas ou não, mas o Brasil sobreviverá. Contudo, é melhor pensar no assunto.

Com a renúncia do Papa a moda foi falar mal da Igreja. Nenhum católico sério pretende sustentar que os eclesiásticos tenham acertado em todas as decisões que tomaram, mas por preconceito se omite que a Igreja Católica foi que configurou a civilização em que vivemos e o nosso perfil moral. Neste último aspecto ainda não apareceu um substituto a altura.
Agora, com a escolha do novo Papa, reclamarão porque ele é argentino. Ora, ao menos escolham um motivo melhor.

Desarmamento civil. O Chávez distribuía fuzis. Seu sucessor fala em desarmar. Os Estados Unidos, em face dos massacres nas escolas, recomendam que os professores se mantenham armados.  Enquanto o Brasil insiste em desarmar seu povo, lá nos Estados Unidos os parlamentares pensam em obrigar o cidadão a manter uma arma em casa para se defender. Quem está certo?  Os índices de criminalidade é que demonstrarão.

A Coréia do Norte ameaça aos EUA, que ameaçam retaliar – Bobagem. Ninguém atacará ou pressionará demasiadamente um país com armas nucleares, e a Coréia do Norte sabe que elas são mais úteis pela possibilidade de emprego do que quando usadas. Se a Coréia do Norte ainda não as tivesse desenvolvido, aí sim, teria direito a uma “primavera” conduzida pelas Forças Especiais da OTAN.


No Brasil

Separatismo incoerente por casa dos royaties do pré-sal – Foi o País como um todo que investiu e os poços são no mar. Os estados dito produtores já tem o bônus extra da criação de empregos. Mesmo se assim não fosse, o falar em separatismo tira-lhes toda a razão, toda a simpatia que seus argumentos pudessem ter.
Para o bem do Brasil, o governador do Rio deve ser alijado da vida pública, bem como todos que ousarem falar em dividir o nosso País.

Chavez - Grande parte de nossos patrícios interpretou a morte do Chavez como se fosse o desaparecimento de um inimigo. Erro Crasso! Ele foi a principal barreira à independência da área ianomâmi, e era um bom parceiro comercial.
Muitos não gostavam dele porque era um ditador (apesar de eleito), mas não se importavam com as outras ditaduras muito mais caracterizadas. Outros porque ele era (ou se dizia) socialista, mas pouco ligavam para que a China e outros mais se declarassem também socialistas ou até comunistas. Afinal, o que temos com isto? Bom administrador certamente não era, mas visava sempre o interesse de sua pátria. A verdade é que ele pôs fim à indiferença política na Venezuela, cultivada em décadas de dominação econômica e cultural estrangeira, e despertou um orgulho nacional que atingiu desde favelados à classe média e, naturalmente, os militares. Este é seu verdadeiro legado.
      Certo, entre os que sentiam aversão ao venezuelano, haveria alguns que pensavam por si e teriam suas razões, mas reconheçamos que a maioria foi conduzida como carneiros. Vamos ver como é que fica. Certamente será pior do que estava.

Renan - A quase totalidade da nossa população deseja o Renan fora da Presidência do Senado. Motivos não faltam, mas naquele ninho de ratos seria substituído por outro melhor?
Ele começou por cortar salários dos senadores. Se era para agradar, conseguiu. (Ao povo, não aos senadores, claro). Esta atitude fez brotar uma tênue esperança: que na ânsia de neutralizar a aversão popular ele passe a fazer coisas certas. Assim, reza a tradição oral que na Revolução Francesa teria sido escolhido o maior ladrão de Paris para chefe da polícia, e ele, para refazer a sua imagem, acabou com todos os roubos da cidade, tornando-se um herói.
Poderá acontecer com o Renan?  É difícil, mas quem sabe...

           Belo Monte - Mais do que qualquer outro povo, nossa gente se preocupa com o meio-ambiente. Para poupar a floresta Amazônica em 300 km² reduzimos em Belo Monte a capacidade do reservatório em 80%. Os ambientalistas afirmam que a floresta que seria inundada tira do ar 30 MIL toneladas de CO² ao ano, o que é uma falácia, pois as florestas em seu clímax devolvem ao ar a mesma quantidade de CO² que retiram. Tudo bem, vamos fingir que acreditamos. Não se fala que na seca teremos que ligar quatro termoelétricas a custos dobrados e jogando mais 240 MIL  toneladas de CO² no ar, oito vezes mais do que alegam,mentirosamente, que a floresta poupar ia. Como se pode ver, os ambientalistas não pensam seriamente, mas usam de um arsenal de mentiras e não se importam em prejudicar o Brasil.

Marina - É difícil acreditar que a Marina Silva seja uma pessoa ingênua e de boas intenções, que não tenha optado, conscientemente, por defender os interesses das grandes potências que exercem o domínio econômico do mundo e pretendem o império político sob o comando anglo-americano. Só resta perguntar o porquê desse internacionalismo dela, revestido da mensagem de salvar a natureza.  Talvez seja por ambição de poder, mesmo sem aptidão para exercê-lo. Talvez por desejo de enriquecer, mesmo com corrupção, conforme já aventou o Deputado Aldo Rebelo em público. Talvez ainda chantageada por malfeitos anteriores que não devem vir a público.
Ela se tornou uma figura homenageada pelos grandes do mundo, mas sobretudo, do eixo Washington-Londres. Seus admiradores lembram sua  origem modesta, mas não se pode dizer que ela tenha mantido a “consciência de classe” pois suas alianças são próprias dos aproveitadores. Entretanto, isto pode ter influído no deslumbramento pelos afagos e homenagens que recebe do exterior. Se ela mantivesse a consciência de classe, desconfiaria desses mimos. Para dizer a verdade, bastaria a consciência de Pátria.

Redução dos juros – Enganados ou de má fé os monetaristas afirmam que aumentando os juros da dívida governamental se consegue controlar a inflação por haver menos dinheiro nas mãos da população. Isto é extremamente falacioso, na verdade  aumenta o custo da produção e em consequencia a inflação. Diminui a atividade econômica e isto aumenta o desemprego. É tudo de ruim. Deve-se levar ainda em conta a drenagem de riquezas causada pelos juros de dívidas externas e mesmo das internas quando estrangeiros são proprietários de títulos, como no nosso caso.
A maior parcela do orçamento é para pagar os juros. A redução dos juros imposta pela Presidente Dilma permitiu tocar obras de infra-estrutura, ampliar um assistencialismo já exagerado e até mesmo reduzir alguns impostos. Foi corajosa, mas foi uma medida arriscada. Os rentistas internacionais e mesmo nacionais não a perdoarão. Farão tudo para não dar certo, da propaganda negativa à sabotagem. Se não tiverem chance nas urnas pensarão em como afastá-la.
A baixa dos juros, até agora continua, foi interrompida. Será que deu medinho? 

No Exército

Novo Comando - Em sintonia com a  Estratégia Nacional de Defesa ,  o nosso Exército   adensa a presença  na região amazônica e nas áreas de fronteira. Criará um novo Comando de quatro estrelas,  o  Comando Militar do Norte que cuidará dos estados do Amapá, Maranhão e Pará, uma área de cerca de 1,722 milhão de quilômetros quadrados. O estabelecimento do novo c omando, na Amazônia Oriental, criará melhores condições para as ações de planejamento, gestão e execução das atividades de defesa, segurança e proteção  na região. As unidades do Exército existentes na área - 8ª Região Militar, 8ª Divisão de Exército e 23ª Brigada de Infantaria de Selva, com sedes nas cidades de Belém  e Marabá - passam a se subordinar ao novo Comando.
Não sem razão, aumentou-se o número de caciques, mas é importante aumentar também o número de índios. 

Escolha da Arma, na AMAN- Foi noticiado que a Intendência foi a escolha preferida dos novos cadetes. Isto causa estranheza pois, apesar da extrema importância da Intendência, falta-lhe o glamour das armas básicas, e nunca havia sido a preferida anteriormente.
A grande evasão de quadros bem treinados do Exército já acendia um sinal de alerta e o fato era totalmente atribuído a defasagem dos salários em relação aos outros servidores do Estado, mas se julgava que essa evasão ocorreria apenas quando os encargos de família  obrigava, contra a vontade, ao oficial ou ao sargento a procurar uma carreira melhor remunerada do que a dos seus ideais. Agora, com a preferência pela Intendência na escolha da arma, constatou-se que as matérias desse curso facilitavam de muito a aptidão para os concursos públicos melhor remunerados, o que indica, de forma meridiana, que muitos já ingressam na carreira militar visando se preparar para outras melhores. No Curso de Intendência estuda-se muita coisa que cai em concursos- Contabilidade, legislação das licitações, etc.
Nenhuma censura a quem quer progredir na vida, mas isto não interessa ao Exército. A falha talvez esteja no sistema de recrutamento.
Sabemos que o Exército foi o primeiro a instituir concurso público honesto em nosso País. Ótimo, mas um concurso apenas intelectual classifica apenas os mais estudiosos, e que raramente os mais vocacionados para o combate, naquela fase da juventude, serão os mais estudiosos. Não se nega o valor do concurso intelectual, mas insistir em um recrutamento apenas livresco para os que se pretende guerreiros é como comprar um quadro pela moldura ou um brilhante pela armação. O fato é que sem certa índole guerreira em seu pessoal nenhum Exército se dará bem em combate.
Tem solução? Claro! Hoje dispomos de testes psicológicos que traçam com precisão o perfil de qualquer um, inclusive a adequação para as diferentes funções em serviço. É só fazer uma média ponderada entre a avaliação psicológica e o concurso intelectual.


Sem noção

A quase desconhecida “Polícia Legislativa”, criada por Sarney, tem autorização para escutas telefônicas, rastreamento e monitoramento que nem a ABIN, (que deveria ser o órgão maximo de Inteligência), possui.
Já foi flagrada efetuando prisões até fora da área do Legislativo. Alem de fornecer informações ao presidente do Senado. Existe a suspeita que seja usada para resolver os pequenos problemas que envolvam filhos de parlamentares, evitando as dores de cabeça que teriam os cidadãos comuns.

Inocentes úteis? - A maioria das ONGs locais finge não ter conhecimento que trabalham contra o seu país, contra seu povo, como se desconhecessem os objetivos da ONU que é a testa de ferro dos mais poderosos do mundo.  Infelizmente o pior cego é o que aparenta não ver .

 Desarmamento – A violência cresce, de forma alarmante, e já se encontra num patamar insuportavelmente elevado e extremamente preocupante. A impunidade não é o principal motivo, mas sim a política de “não reação” e o desarmamento da população honesta.  Implantado por pressão internacional, sob o pretexto e evitar a violência, conseguiu em pouco tempo dobrar o número de assaltos e aumentar de muito o de homicídios. Motivo: a expectativa de que não haverá reação armada.

Injustiça - Adolfo Esbel, hoje com 86 anos, foi o último a ser expulso da Raposa / Serra do Sol, em 2009. Já passados quase 4 anos, com a garantia de que todos seriam reassentados em áreas de reforma agrária ou de regularização fundiária. Até hoje, claro, não foi. Adolfo nasceu lá e lá passou toda a sua vida.  O chamam de invasor. Já que lhe restava pouco tempo de vida, devia ter resistido até a vitória ou a morte. O mesmo acontecerá com os produtores rurais do Mato Grosso, se não resistirem.

A mania de falar mal de nós mesmos - políticos e analfabetos políticos , inclusive professores não se cansam de repetir que "a nossa desgraça “foi termos sido colonizados pelos portugueses". Ao comparar, não sabem analisar as circunstâncias especiais da colonização norte-americana. Não lhes ocorre olhar a República da Guiana nem o Suriname.

Mercosul - O governo argentino pretende arrancar mais vantagens do Brasil, em mais uma revisão do acordo automotivo assinado em 2000 para acabar em 2005, mas a partir daí só tem sido prorrogado.
Desde o final dos governos militares que nossos dirigentes pensam que são “cidadãos do mundo”, como se fossem apátridas. Já estava em tempo de nos retirarmos de um Mercosul que só nos prejudica, bem como de qualquer organização internacional que nos prejudicar.

.Desnacionalização - Transnacionais adquirem, num processo crescente, ativos no Brasil e se estabelecem aqui sem nos permitir a absorção de tecnologia e do know-how vitais para o desenvolvimento e ainda contam com financiamentos do BNDES, a juros baixos, ou negativos, e isenção de impostos por vários anos, eainda tem os ‘entendidos’ que ousam dizer que somos a 6ª. ou a 7ª. economia do mundo... parecem não ver que o nosso parque industrial e parte considerável de nossas fazendas de soja, milho, cana e laranja já se encontram na posse, mansa e pacífica, desses 'investidores' alienígenas . Ou aprendemo s com o pragmatismo chinês ou continuaremos a ver aquele país crescer vertiginosamente enquanto, mambembes, engatinhamos, nos reduzindo a uma expressão geográfica.
Que Deus guarde a todos nós

Gelio Fregapani

AS MENTIRAS DA DILMINHA E SEUS PARCEIROS

140313
O Governo do GDF  deita e rola nos trouxas de Brasilia.
Não contente com o asfalto " alca selzer "  que desmancha com água e é aplicado direto no barro, para soltar com facilidades , ainda faz um estadio  inútil para  jogo ,mais que  está enriquecendo os políticos do PT e PMDB.
O Estádio sob de preço como elevador. A cada 25 minutos tudo pode mudar, lá se vão bilhões.
Realmente os PTralhas  roubam pelos 7 lados, não tem por onde escapar.

Depois de descoberto pelo MP que as distribuidoras de eletricidade estavam roubando  o povo cobrando alem do preço e que deveriam devolver alguns bilhões ao consumidor, n Dilmamata  inventou um desconto de 10% nas contas futuras e o  B B K do povo brasileiro que viveu todos esses anos chamando portugues de burro, ficou vibrando e com isso mostrou quem realmente é burro nesse mundo.
Dimamata também quer acabar com a miséria no Brasil, com menos de 30 dias de uma pesquisa que mostra que o povo brasileiro esta obeso, e bem acima da media em gordura.


VEJA esse VIDEO

quinta-feira, 14 de março de 2013

HABEMUS PAPAM HERMANOS

14 03 2013



Pilhéria de católicos bem humorados: “Se Deus é brasileiro, porque o Papa não pode ser argentino?” Só a raínha Cristina Kirchner ficou infernizada com a escolha do cardeal Jorge Mario Bergoglio para o trono de Pedro. Interprete como quiser... A frase de Francisco I, na sacada da basílica de São Pedro, “foram quase até o fim do mundo buscar um Papa”, aceita várias interpretações. No sentido "detonativo" (ops, denotativo), ele quis dizer que a América do Sul fica geograficamente distante do Vaticano. Ou, no sentido conotativo, advertiu que a Argentina parece próxima do juízo final, com a péssima e demagógica gestão de Cristina Kirchner. 

Na opinião de reservativa o que o PAPA quis dizer mesmo, na linguagem
Papal é que a América do Sul fica no anus  do mundo

Habemus de tudo...


AMOR A PÁTRIA É LOROTA, QUEM MANDA É A NOTA


Brasília 14 março 2013

31 de março está chegando.
Hora de referenciarmos nossos mortos
Exaltarmos nosso Heróis.
E repetir as verdades não divulgadas.
Nosso legado em prol da Pátria.
Nossa luta que não acabou, nossos inimigos são os mesmos.
Pôs anistiados, permanecem como promotores de crimes continuados.
Suas vítimas são a Pátria, suas riquezas e suas defesas.
Muitos antolhos, cabeças baixas, olhares no chão, sentimentos confusos, covardia.
Amor a Pátria é lorota, hoje quem manda é a nota.
José Conegundes Nascimento
 
Os 5 Generais Presidentes. Uma verdade não divulgada.

CASTELO BRANCO, COSTA E SILVA, GARRASTAZU MÉDICI, ERNESTO GEISEL, JOÃO FIGUEIREDO, grandes patriotas cumpriram seu juramento e serviram à Pátria, mesmo com excessos e autoritarismo, mas com a honestidade a toda prova. Os políticos hoje, SERVEM-SE da Pátria.
"Erros foram praticados durante o regime militar, eram tempos difíceis. Claro que, no reverso da medalha, foi promovida ampla modernização das nossas estruturas materiais. Fica para o historiador do futuro emitir a sentença para aqueles tempos bicudos." Mas uma evidência salta aos olhos: a honestidade pessoal de cada um!

Quando Castelo Branco morreu num desastre de avião, verificaram os herdeiros que seu patrimônio limitava-se a um apartamento em Ipanema e umas poucas ações de empresas públicas e privadas.

Costa e Silva, acometido por um derrame cerebral, recebeu de favor o privilégio de permanecer até o desenlace no palácio das Laranjeiras, deixando para a viúva a pensão de marechal e um apartamento em construção, em Copacabana.

Garrastazu Médici dispunha, como herança de família, de uma fazenda de gado em Bagé, mas quando adoeceu precisou ser tratado no Hospital da Aeronáutica, no Galeão.

Ernesto Geisel, antes de assumir a presidência da República, comprou o Sítio dos Cinamomos, em Teresópolis, que a filha vendeu para poder manter-se no apartamento de três quartos e sala, no Rio.

João Figueiredo, depois de deixar o poder, não aguentou as despesas do Sítio do Dragão, em Petrópolis, vendendo primeiro os cavalos e depois a propriedade. Sua viúva, recentemente falecida, deixou um apartamento em São Conrado que os filhos agora colocaram à venda, ao que parece em estado de lamentável conservação.
OBS: foi operado no Hospital dos Servidores do Estado, no Rio.

Não é nada, não é nada, mas os cinco generais-presidentes até podem ter cometido erros, mas não se meteram em negócios, não enriqueceram nem receberam benesses de empreiteiras beneficiadas durante seus governos.
Sequer criaram institutos destinados a preservar seus documentos ou agenciar contratos para consultorias e palestras regiamente remuneradas.
Bem diferente dos tempos atuais, não é?

Pois é.. o pior é que ninguém faz nada !

Acrescento:
Nenhum deles mandou fazer um filme pseud. biográfico, pago com dinheiro público, de auto exaltação e culto à própria personalidade!
Nenhum deles usou dinheiro público para fazer um parque homenageando a própria mãe.
Nenhum deles usou o hospital Sírio e Libanês.
Nenhum deles comprou avião de luxo no exterior.
Nenhum deles enviou nosso dinheiro para "ajudar" outro país.
Nenhum deles saiu de Brasília, ao fim do mandato, acompanhado por 11 caminhões lotados de toda espécie de móveis e objetos roubados.
Nenhum deles exaltou a ignorância.
Nenhum deles falava errado.
Nenhum deles apareceu embriagado em público.
Nenhum deles se mijou em público.
Nenhum deles passou a apoiar notórios desonestos depois de tê-los chamado de ladrões.

Habemos, e como habemos, prostituta, políticos e ladrões (nj)


QUINTA-FEIRA, 14 DE MARÇO DE 2013


Lula pontifica na reforma ministerial, enquanto comemora impunidade no Mensalão e no Rosegate


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Leia também o site Fique Alerta – www.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão – 
serrao@alertatotal.net
Enquanto continua passando a imagem de que é o “Presidente paralelo do Brasil” ou o “Interventor Emérito nos assuntos da Prefeitura de São Paulo”, Luiz Inácio Lula da Silva comemora o sucesso de sua ação de bastidores para apagar dois incêndios que ameaçavam queimá-lo politicamente: o desdobramento do caso Mensalão e o Rosegate. Os dois escândalos, tramitando judicialmente, já estão sob controle – na visão de aliados próximos a Lula – que agora está mais preocupado com a reforma ministerial que Dilma Rouseff fará.

Ontem ficou evidente que dará em nada a denúncia feita pelo empresário Marcos Valério, para tentar diminuir suas penas de mais de 40 anos de prisão no Mensalão, em troca de revelar supostos novos detalhes sobre o nunca comprovado (só o diabo sabe como) envolvimento pessoal de Luiz Inácio Lula da Silva nos esquemas de compra de votos de parlamentares. A Procuradoria da República em Minas Gerais simplesmente enviou o caso para o Ministério Público no Distrito Federal – local onde teriam ocorrido os fatos “denunciados” por Valério.

A Polícia Federal (sabe-se lá qual de seus cinco grupos internos) está escalada para investigar se são verídicas as informações de que Lula levou grana oriunda dos esquemas do Mensalão para custear suas despesas pessoais. A denúncia sobre tal benefício foi feita por Valério, no dia 24 de setembro, à Procuradoria Geral da República. O caso já foi enviado pelo Procurador-Geral Roberto Gurgel para MG. Agora retorna à Brasília, por decisão do procurador regional Leonardo Augusto Santos Melo. O jogo de empurra sinaliza que o caso vai dar em nada contra Lula – como tradicionalmente acontece.

No Rosegate, a coisa anda mais lenta ainda. Nem se cogita colher algum depoimento de Luiz Inácio da Silva sobre o escândalo de corrupção em que sua assessora direta e amiga pessoal Rosemary Nóvoa Noronha foi indiciada por tráfico de influência, corrupção passiva, falsidade ideológica e formação de quadrilha. E agora, como o Alerta Total revelou ontem, em primeira mão, Lula e seu companheiro José Dirceu preparam o lançamento da candidatura de Rose a deputada Federal pelo PT, em 2014. Eleita, Rosemary ganharia a chamada “impunidade” (ops) imunidade parlamentar e teria direito a foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal – em algum dia quando o caso chegar entrar na fase de processo judicial.

Mesmo indiciada no inquérito da Operação Porto Seguro por corrupção passiva, falsidade ideológica, tráfico de influência e formação de quadrilha, Rosemary Nóvoa Noronha já se apresentou à cúpula do PT como pretendente a disputar o cargo de deputada federal por São Paulo, na eleição de 2014. A candidatura de Rose já conta com o apoio de seu melhor amigo e padrinho Luiz Inácio Lula da Silva. Só vai faltar ele escalar Marisa Letícia como principal cabo eleitoral da ex-secretária do escritório paulista da Presidência da República. José Dirceu também aposta na velha amiga Rose.


Reservativa disse:
Rose não tem de se preocupar. Os PTralhas já estão preparando uma MP (medida politica) para transformar prostituição e garotos de programa em profissão, com direito a INSS e FGTS. Como a Lei sempre retrocede, e dessa forma "retro age" para beneficiar, Rose estará protegida.
Plano "B" dp PT:
Se a MP não passar
Bastará em uma eleição chapa branca eleger Rose  sendo fácil a transformação. Apenas acrescentando ao seu  nome  "DE" e "DA" .
O nome do meio ela já tem.

SALVE BOLSONARO (jn)


BOLSONARO E A NOVA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS








Eis porque é importante ter uma bancada Militar no congresso.

O militar em  época de Eleição, age como uma porção de caranguejos dentro de uma panela.
Enquanto a água está fria, eles se acomodam, quando a água começa a esquentar  alguns tentam sair e puxar outros, mas a desconfiança, inveja,  burrice  falta de visão política   faz com que os que ficam puxe os que tentam sair o que resulta a morte de todos.
Até quando ?
 NÃO É O SEU VOTO QUE FAZ DO POLITICO EM LADRÃO, MAS É ELE QUE FAZ DO LADRÃO UM POLITICO.
José Conegundes Nascimento

quarta-feira, 13 de março de 2013

Vidio - A prova real -1


ISSO É A GOTA D'ÁGUA ...COMO PODE ??