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sábado, 2 de março de 2013

PT REATIVA O AUTORITARISMO, O REVIDE É IMPRESCINDIVEL PARA A MANUTENÇÃO DA DEMOCRACIA(JN)

 Cheiro de autoritarismo
 Editorial da Zero Hora
 Porto Alegre

CHEIRO DE AUTORITARISMO

As manifestações agressivas contra a presença da blogueira cubana Yoani Sánchez no país, a intromissão dos embaixadores da Venezuela e de Cuba em assuntos estritamente brasileiros e o virulento ataque de lideranças do PT à imprensa no recente encontro do partido são sinais claros, evidentes e preocupantes da reativação de um radicalismo autoritário que parecia fazer parte do passado no Brasil. 
Pelo jeito, estava apenas adormecido. Por conta da visão exacerbada desta militância anacrônica e de seus representantes no parlamento, até mesmo uma entrevista da dissidente cubana esteve para ser censurada na TV Senado, só indo ao ar por interferência direta do senador Eduardo Suplicy, que vem dando exemplos de sensatez e moderação em meio ao comportamento extremista de seus correligionários.

  Se a iniciativa de impôr ideias e ideologias no grito e no constrangimento partisse apenas de extremistas políticos, poderia ser creditada à normalidade democrática. Num regime de liberdades, todos têm o direito de se manifestar. O preocupante é a constatação de que lideranças políticas do partido que está no poder também comungam deste pensamento único, discricionário e excludente.   Foi o que se viu na reunião da cúpula petista na semana passada, em São Paulo, para celebrar o aniversário da sigla e os 10 anos no comando do país. O evento marcou o lançamento da candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição, mas também foi utilizado pelas principais lideranças da sigla para fustigar a oposição e para ataques à imprensa,especialmente aos veículos de comunicação que atuam com independência e criticam o governo.


 Ao eleger a "grande imprensa" como inimigo, a direção do Partido dos Trabalhadores, respaldada pelo ex-presidente Lula, mostra dificuldade em aceitar o pluralismo e a liberdade de expressão como elementos intrínsecos da democracia.   No ambiente de corporativismo partidário do encontro da última quarta-feira, que contou inclusive com a presença de petistas condenados no processo do mensalão, até mesmo a presidente Dilma Roussef deixou de lado sua histórica posição de apoio à liberdade de imprensa ("O único controle da mídia que eu proponho é o controle remoto na mão do telespectador") para se alinhar ao coro dos insatisfeitos.   Esse clima de patrulhamento, conjugado ao início antecipado da campanha eleitoral para 2014, gera uma situação preocupante para o país, pois tende a legitimar as ações de grupos radicais que não respeitam quem pensa diferente. No momento em que o Brasil registra significativos avanços sociais e se prepara para encarar os desafios do desenvolvimento, seria de todo indesejável um retrocesso nas liberdades democráticas duramente conquistadas e defendidas pela maioria dos brasileiros.  

A GALINHA PINTADINHA DE VERMELHO

QUEM DISSE  QUE GALINHA  NÃO VOA ?




 
 
As viagens de Rosemary Noronha

Data         País                     Evento
Dez.2005 Uruguai (Montevidéu) Cúpula do Mercosul
Jul.2006 Argentina (Córdoba) Cúpula do Mercosul
Jun.2007 Portugal (Lisboa) Cimeira União Europeia-Brasil
Jul.2007 Bélgica (Bruxelas) Conferência Internacional de Biocombustíveis
Nov.2007 Chile (Santiago) Cúpula Ibero-americana
Dez.2007 Argentina (Buenos Aires) Posse de Cristina Kirchner
Dez.2007 Venezuela (Caracas) Visita de trabalho
Dez.2007 Bolívia (La Paz) Declaração sobre o Corredor Bioceânico
Dez.2007 Uruguai (Montevidéu) Cúpula do Mercosul
Abr.2008 Gana (Acra) Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento
Mai.2008 Peru (Lima) Cúpula da Alcue (Conferência de Ciência e Tecnologia)
Jul.2008 Portugal (Lisboa) Cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
Out.2008 Espanha (Madri) Visita oficial
Out.2008 El Salvador Cúpula Ibero-americana
Out.2008 Cuba (Havana) Visita oficial
Mar.2009 Qatar (Doha) Cúpula América do Sul-Países Árabes
Mar.2009 França (Paris) Encontro bilateral
Abr.2009 Reino Unido (Londres) Cúpula do G20
Mai.2009 El Salvador Posse presidencial
Mai.2009 Guatemala Encontro bilateral
Mai.2009 Costa Rica (San José) Encontro bilateral
Ago.2009 Paraguai (Assunção) Cúpula do Mercosul
Nov.2009 Venezuela (Caracas) Encontro bilateral
Dez.2009 Ucrânia (Kiev) Visita de Estado
Dez.2009 Portugal (Estoril) Cúpula Ibero-americana
Dez.2009 Alemanha (Berlim) Visita de Estado
Dez.2009 Alemanha (Hamburgo) Encontro empresarial
Mar.2010 México (Cancún) Calc (Cúpula da América Latina e Caribe sobre Integração e Desenvolvimento) e Cúpula G-Rio
Mar.2010 Cuba (Havana) Visita oficial
Mar.2010 El Salvador (San Salvador) Visita oficial
Mai.2010 Rússia (Moscou) Visita oficial
Mai.2010 Portugal (Lisboa) Cimeira Brasil-Portugal
Nov.2010 Moçambique (Maputo) Encontro bilateral
Nov.2010 Coreia do Sul (Seul) Cúpula do G20
 
 Blog  do Políbio Braga
Nota do editor
A lista a seguir corre nas redes sociais. O editor checou tudo e publica porque ela é verdadeira. São as viagens de Rosemary, uma mulher simples, ambiciosa, apanhada em flagrantes malfeitorias, mas companheira de cama do ex-presidente Lula, de onde extraía seu poder.
 

         Blog Reservativa
         
         Meu presado Políbio.   O que mais a galinha voadeira poderia extrair na cama de um pinto bêbado?


  

Reservativa: 03/03/13O que o Ministro esperava de um país onde as Leis são feitas por criminosos?

Os políticos deveriam ser impedidos de fazerem leis, pois, sempre as fazem em beneficio próprio,  o que vem a beneficiar desde  "corriqueiros" corruptos  até criminosos de alta periculosidade.

O número de criminosos já identificados e muitos indiciados, no Congresso Nacional tende a  superar o número de criminosos na Papuda.

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Barbosa prevê prisões do mensalão até julho e chama sistema penal de 'frouxo'

Advogados dos condenados dizem que ministro tem 'ânsia por celeridade' e faz 'futurologia'

01 de março de 2013 | 2h 05

FELIPE RECONDO, MARIÂNGELA GALLUCCI - O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa disse na quinta-feira, 28, que as penas dos 25 condenados no julgamento do mensalão devem começar a ser cumpridas até 1.º julho deste ano. Ele afirmou, porém, que por causa de um sistema penal "frouxo" boa parte dos condenados deverá ficar na cadeia pouco mais que dois anos.
Para Barbosa, falhas do sistema penal vão reduzir substancialmente as penas dos condenados - Nelson Jr./STF/Divulgação
Nelson Jr./STF/Divulgação
Para Barbosa, falhas do sistema penal vão reduzir substancialmente as penas dos condenados
"Eu espero que até julho (sejam expedidos os mandados de prisão)", disse o ministro em entrevista a correspondentes internacionais. "Mas a minha expectativa é que tudo se encerre antes de 1.º de julho, antes das férias."
Treze dos condenados têm penas superiores a oito anos, o que os levará ao regime fechado de prisão. O restante cumprirá penas diferenciadas, como o regime semiaberto, no qual o condenado apenas dorme na cadeia.
Barbosa afirmou que espera encerrar o julgamento de todos os recursos dos advogados contra a condenação até essa data. Depois, os mandados de prisão poderão ser expedidos. "Os votos de alguns ministros ainda não foram liberados e eles ainda têm um prazo para fazer isso. Assim que todos apresentarem os seus votos, eu vou determinar a publicação, e aí começa a correr o prazo de recursos dos réus", disse. O calendário só não será cumprido, segundo ele, se houver "chicana" dos advogados.
Barbosa criticou as penas impostas pelo tribunal no julgamento do mensalão e afirmou que há um problema sistêmico na Justiça criminal. "Nosso sistema penal é muito frouxo. É um sistema totalmente pró-réu, pró-criminalidade", disse.
"Essas sentenças que o Supremo proferiu aí, de dez anos, 12 anos, no final se converterão em dois anos, dois anos e pouco de prisão, porque há vários mecanismos para ir reduzindo a pena", disse. "E, por outro lado, esse sistema frouxo tem vários mecanismos de contagem de prazo para prescrição que são uma vergonha. São quase um faz de conta. Tornam o sistema penal num verdadeiro faz de conta."
Barbosa chamou o sistema prisional de "caótico". "Isso, no Brasil, infelizmente, é utilizado para afrouxar ainda mais o sistema penal. O que eu acho um absurdo", disse o presidente do STF. "Os governantes brasileiros não dão importância a esse fenômeno que é esse sistema prisional caótico."
Apontado pelo Supremo como figura central no esquema de pagamento de parlamentares em troca de apoio político ao governo Luiz Inácio Lula da Silva entre os anos de 2003 e 2005, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu foi condenado a dez anos e dez meses de reclusão. Já o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, apontado como o operador do mensalão, foi condenado a mais de 40 anos.
O julgamento da ação penal do mensalão terminou em 17 dezembro do ano passado, após mais de 4 meses de sessões e embates entre o relator, ministro Joaquim Barbosa, e o revisor, ministro Ricardo Lewandowski. Mas o acórdão do julgamento ainda não foi publicado, pois depende da liberação de todos os votos e das notas taquigráficas, que estão sendo revisadas pelos ministros. Depois de publicada a decisão, os advogados de defesa terão prazo para recorrer.
Barbosa já antecipou o entendimento de que não serão novamente julgados os casos em que houve quatro votos pela absolvição. Advogados de defesa tentarão refazer o julgamento desses réus por meio de embargos infringentes. Um dos possíveis beneficiários seria Dirceu, condenado pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha.
Reações. O advogado José Luís Oliveira Lima, que defende Dirceu, não comentou as declarações do presidente do STF.
O criminalista Marcelo Leonardo, que defende Marcos Valério, criticou a "futurologia" de Barbosa. "Enquanto o acórdão não for publicado, qualquer previsão não tem sustentação. Se não se souber quais os recursos interpostos e sua fundamentação, não se deve fazer futurologia na Justiça."

Grandes igrejas, grandes negócios (jn)

Ao ignorar o Papa os Cardiais demonstram que estão do lados dos corruptos da Igreja Católica, bem  a exemplo do que fazem a maioria dos "chupa-cabras" do Senado Brasileiro.

Veja vídeo que levou o Papa a renunciar. Prestem a tenção ao Papa e não ao político.

ISSO É UMA VERGONHA.






CNV- Com missão de mentir (jn)

27/02/13 - Revanchismo
Fonte: A Verdade Sufocada - - do Cel Carlos Alberto Brihante Ustra 
  
 A família Teles
. Essa senhora revanchista, Maria Amélia
 Teles,
faz parte da Comissão nacional da
Verdade, que segundo consta na lei  que
a criou, não poderia ter membros emocio-
namente  envolvidos com a "causa".
Como acontece em todos os movimentos onde os comunistas são derrotados, eles iniciam a sua volta lutando pela anistia, que, uma vez conquistada, lhes permite viver usando as liberdades democráticas que queriam destruir. Posteriormente, começam uma virulenta campanha para denegrir os que os combateram, posam de vítimas e de heróis e fazem da mentira e da calúnia o seu discurso. Não descansam enquanto não conseguem, por revanchismo, colocar na prisão aqueles que os combateram e derrotaram. Para isso, mudam as leis e até a própria constituição, o que é feito com a corrupção do Legislativo e com o apoio de simpatizantes, escolhidos a dedo, para as mais altas funções
É preciso continuar a doutrinação da população, e março que se aproxima, é o auge. Matérias requentadas, como  "Dor acompanha filhos de presos torturados", de Thiago Herdy  ,publicada no Globo de 24/02/2013, que pode ser lida AQUI, pipocam em toda mídia.
Já que eles batem e rebatem na mesma tecla, vamos, novamente  transcrever os acontecimentos do caso Janaína e Edson Luis Teles e novamente o despacho que o Juiz deu sobre o caso.

Ao final de dezembro de 1972 o DOI de São Paulo estava preocupado com o trânsito de guerrilheiros que, da capital paulista, eram encaminhados para a área de guerrilha do Araguaia, onde pretendiam estabelecer uma área liberada, semelhante a ocupada, até os dias de hoje, na Colômbia, pelas FARC.

Durante essas investigações a gráfica clandestina do PCdoB foi localizada e estourada”. Os responsáveis por esse “aparelho de imprensa” eram Maria Amélia Teles e seu marido César Augusto Teles. Na ocasião, estavam com eles os dois filhos do casal - Janaína, de 5 anos, e Edson Luis, de 4 anos.
Era contato freqüente do casal, Carlos Nicolau Danielli, membro do Comitê Central do PCdoB, que fizera curso de Guerrilha em Cuba e tinha estreitas ligações com o casal e, principalmente, com Maria Amélia. Toda a matéria que a imprensa clandestina do Partido publicava tinha que ter sua aprovação.

No aparelho, homiziada, encontrava-se Criméia Schimidt de Almeida, irmã de Maria Amélia, que na ocasião se fazia passar por babá das crianças. Criméia era militante do PCdoB e integrava o “Destacamento A” na Guerrilha do Araguaia.
Quando a gráfica foi “estourada” Maria Amélia, César Augusto e Criméia foram presos. As crianças, como não poderiam continuar no local sozinhas, foram encaminhadas ao DOI pela equipe. As máquinas de impressão e as armas foram apreendidas apreendidas.

Ao chegarem, entrevistei o casal e lhes disse que as crianças não poderiam permanecer naquele local. Perguntei se tinham algum parente em São Paulo que pudesse se responsabilizar por elas. Responderam que as crianças tinham tios em  Belo Horizonte/MG.  Pedi o telefone deles para avisá-los do que acontecia e indagar se poderiam vir a São Paulo para receberem os dois filhos do casal. Feito o contato, esses familiares pediram alguns dias de prazo para viajar à capital paulista. Decidi que, enquanto aguardávamos a chegada dos tios, as crianças permaneceriam sob o cuidado do Juizado de Menores.
Nesse momento, Maria Amélia e César Augusto pediram para que seus filhos não fossem para o Juizado. Uma policial militar, que assistia ao diálogo, se ofereceu para ficar com Janaína e Edson Luis até a chegada de seus tios, desde que os pais concordassem com o oferecimento, o que foi aceito na hora pelo casal.

Movido mais pelo coração do que pela razão, achei que essa era a melhor solução. As crianças foram levadas para a casa da agente e para que não sentissem a falta dos pais, diariamente, eram conduzidas ao DOI para ficar algum tempo, aproximadamente duas horas, com eles. Isso se repetiu até a vinda dos parentes. Quando chegaram, Janaína e Edson Luis foram entregues aos seus tios, na presença dos pais.

No 7º mês de gravidez Criméia foi presa, em 28/12/1972, pelo DOI/CODI/IIEx, onde permaneceu por 24 dias, até ser encaminhada para Brasília,
que era a área encarregada de combater a Guerrilha do Araguaia.
Seu filho, João Carlos Schimidt de Almeida Grabois, atualmente com 36 anos, nasceu no Hospital do Exército de Brasília, em 13/02/1973. Em 2005 foi indenizado porque estava no útero de sua mãe quando ela foi presa, segundo consta na sentença.

O tempo passou e em 1985, Maria Amélia declarou aos organizadores do livro Brasil Nunca Mais, o seguinte:
“Na tarde desse dia (28 de dezembro de 1972), por volta das 7 horas, foram trazidos, seqüestrados, também para a OBAN, meus dois filhos, Janaína de Almeida Teles, de 5 anos, e Edson Luiz de Almeida Teles, de 4 anos, quando fomos mostrados com as vestes rasgadas, sujos, pálidos, cobertos de hematomas. Sofremos ameaças por algumas horas de que nossos filhos seriam molestados.”Em 31/01/1997, segundo depoimento de Janaína à Rose Spina, em matéria sob o título Memória: Filhos da Resistência, publicado no Portal da Fundação Perseu Abramo consta:Posteriormente foram levados, no mesmo Opala azul, para Belo Horizonte, onde vivia boa parte da família, pessoas que estavam longe de aprovar a opção feita por César e Amelinha. Os dois irmãos ficaram aos cuidados de uma tia e de seu marido, um delegado de polícia com relações com o DOPS.Janaína assim se refere aos tios que, a pedido de seus pais, foram a São Paulo apanhá-la, junto com seu irmão, e os acolheram em sua casa.“ Esse infeliz disse que meus pais tinham me abandonado e minha tia me fez sua empregada, me fazia dar mamadeira para meus primos, de 3, 4 e 6 anos, praticamente de minha idade”.Em depoimento de Maria Amélia, publicado no site http://emilianojose.com.br ela assim se refere a esses mesmos tios:“Ficaram na casa de uma policial por um dia e depois foram mandados pra casa de um outro policial parente do pai das crianças.
Ali as crianças sofreram toda a sorte de privações e humilhações.Eram insultadas por serem filhos de “comunistas”, etc. Qualquer desobediência, por parte das crianças, diziam que eram assim porque tinham sido doutrinados pelos pais”

Em 30/10/2005 o jornal “O Globo”, em matéria assinada pelo jornalista Evandro Éboli, publicou:
“Crianças e adolescentes filhos de comunistas também sofreram privações, foram presos, perseguidos, torturados, exilados e eram obrigados, como seus pais, a trocar de identidade para fugir do cerco dos militares. A história dos anos da ditadura mantém quase oculto o que se passou com eles. Mas não era incomum os militares prenderem crianças junto com os pais. Os filhos eram usados durante as sessões de tortura e obrigados assistir essas atrocidades. Era o meio de arrancar confissões dos comunistas”.“Presa pela Operação Bandeirante (Oban) em dezembro de 1972, em São Paulo, a militante do Partido Comunista Maria Amélia Almeida Teles viu seus dois filhos serem levados também pelos militares. Janaína, com 4 anos, e Edson Luiz, com 5 anos, foram parar numa casa cercada de militares, onde ficaram trancados num quarto. Com freqüência, eram levados à cela da mãe para vê-la torturada, no DOI-CODI. Janaína se lembra que os militares diziam que seus pais os abandonaram e que não iriam voltar para buscá-los”.
“Janaína, 5 anos, e Edson Luiz, 4 anos, ficaram presos por 15 dias. Eram levados ao Departamento de Ordem Política e Social
(Dops) para ver as marcas de torturas na mãe.”
No programa “Fantástico”, da Rede Globo de TV, de 15/10/2006, Criméia afirmou que 
mesmo grávida não foi poupada. Em Brasília ficou 20 horas em trabalho de parto, na cela, sem qualquer ajuda, até que seu filho nasceu no Hospital do Exército.Nos primeiros dias do mês de abril de 2006, quando a primeira edição deste livro já estava pronta, recebi do Exmo Sr. Dr Juiz de Direito da 23ª
Vara Cível do Foro de São Paulo uma Ação Declaratória, movida por César Augusto Teles, sua esposa Maria Amélia Teles, seus filhos Janaína e Edson Luis de Almeida Teles e sua cunhada Criméia Schmidt de Almeida.
As 46 páginas da Ação Declaratória de ocorrência de danos morais tinham a finalidade de declarar que eu (RÉU), como Comandante do DOI/CODI/II Exército, agi com dolo e cometi ato ilícito passível de reparação, causei danos morais e danos materiais à integridade física dos AUTORES, incluindo seus dois filhos. Estava sendo acusado dos crimes de tortura, seqüestro, cárcere privado dessas crianças e de tortura de seus pais e de sua tia Criméia.
Estou usando a mesma técnica deles:a  repetição
Vejam o despacho do Juiz Gustavo Santini Teodoro sobre o  processo onde o coronel  Ustra é acusado
por Maria Amélia de sequestro, cárcere privado e tortura de seus filhos Edson e Janaína.
" 2.4. Entretanto, a prova testemunhal ficou muito vaga quanto aos autores Janaina de Almeida Teles e Edson Luis de Almeida Teles, então menores de idade, filhos dos autores César Augusto e Maria Amélia. Realmente, as testemunhas não viram Janaina e Edson na prisão. Ninguém soube esclarecer se os então menores realmente viram os pais com as lesões resultantes das torturas. Nada indica que eles teriam recebido ameaças de tortura, ou sido usados como instrumento de tortura de seus pais. Mesmo o relato do réu em seu livro “Rompendo o Silêncio” não corresponde a uma confissão (fls. 17), pois, ainda que por dedução e indução facilmente se possam identificar os nomes das crianças mencionadas na narrativa, não há reconhecimento da prática de tortura contra elas, ou da utilização dos infantes como instrumento de tortura de seus pais. JULGO IMPROCEDENTE o pedido formulado pelos autores Janaina de Almeida Teles e Edson Luis de Almeida Teles, os quais, porque sucumbentes, arcarão com custas, despesas processuais e honorários dos advogados do réu, fixados estes, de acordo com a norma já invocada, em dez mil reais, com atualização monetária pela tabela prática a partir desta sentença. P.R.I. São Paulo, 7 de outubro de 2008. GUSTAVO SANTINI TEODORO Juiz de Direito "
Amanhã abordaremos o caso de  Antonio Raymundo Lucena, que a filha diz que foi morto por um policial que colocou  a arma na cabeça de seu pai e atirou. ..

sexta-feira, 1 de março de 2013

 BREVE NESTE BLOG

UMA HISTÓRIA COM FINAL FELIZ



NÃO PERCA

"BATMAN"   PRENDE OS INTOCÁVEIS

CARNE FRESCA NA PRISÃO

ANTES DE JUNHO  NESTE ESPAÇO

NESSE BAILE VAI HAVER BUNDA LÊLÊ
Está faltando alguém?



O BÊBADO EQUILIBRISTA
AGORA NÃO FALTA MAS


VALE PARA MEDITAÇÃO
Infiltração e neutralização das Forças Armadas
Carlos I.S. Azambuja
em 27 de janeiro de 2005
Resumo:O trabalho de infiltração nas Forças Armadas também objetiva dividí-las, uma vez que os comunistas supõem que em seu interior, em alguns países, ganham terreno tendências “patrióticas e democráticas”.
© 2005 MidiaSemMascara.org
A infiltração política e ideológica do comunismo nas Forças Armadas objetiva, basicamente, ganhar adeptos e aliados, uma vez que a posição classista e internacionalista dos partidos comunistas só poderá obter verdadeira importância e exercer o papel dirigente que, segundo a doutrina científica, lhes corresponde na revolução, se for ampliada a sua influência entre os setores não proletários da sociedade, entre os quais os componentes das Forças Armadas.
Os comunistas recorrem à infiltração com o objetivo de tirar as Forças Armadas do controle institucional democrático e colocá-las a serviço da luta revolucionária. Afirmam expressamente que partindo da experiência histórica da luta de classes, os marxistas delineiam como uma de suas tarefas primordiais a de arrebatar os exércitos do controle da burguesia.
A experiência histórica dos comunistas remonta à atividade bolchevique para ganhar os militares, a qual contém fórmulas utilizadas até os nossos dias. O professor soviético V. Fomin reafirmou em 1971 que “conserva seu valor e atualidade” a atividade de Lênin e do Partido Bolchevique, que “realizaram um trabalho inflexível e sistemático no Exército para ganhar as tropas, romper o Exército burguês e criar posteriormente as Forças Armadas da revolução socialista” (Revista Internacional, fevereiro de 1971).
De conformidade com os textos marxistas-leninistas são válidas até os dias de hoje as seguintes experiências de infiltração:
- agitação e propaganda no seio das Forças Armadas, fundamentalmente por intermédio da imprensa, que sempre foi considerada pelos comunistas um poderoso instrumento de influência ideológica
- criação de uma aliança revolucionária entre o partido e os militares, condição considerada indispensável para o avanço da revolução
- criação de células do partido dentro das Forças Armadas.
O trabalho de infiltração nas Forças Armadas também objetiva dividí-las, uma vez que os comunistas supõem que em seu interior, em alguns países, ganham terreno tendências “patrióticas e democráticas”. Qualquer que seja o caminho revolucionário que se tome – armado ou não armado –, há necessidade de um trabalho político no interior das Forças Armadas com a finalidade de inclinar parte delas, quando estejam presentes as condições objetivas e subjetivas, para o lado da revolução.
O princípio geral de dividir o adversário e explorar suas contradições para debilitá-lo e, inclusive, utilizar parte de suas forças, sempre foi utilizado pelos comunistas de todo o mundo embora, segundo a doutrina, um aliado desse tipo, seja temporário, vacilante, pouco seguro e condicional.
Outro método comunista de imobilizar as Forças Armadas consiste em sua neutralização. Em inibir seu interesse pelas grandes decisões políticas, seguindo a máxima de que quem não pode ser cooptado, deve ser neutralizado, buscando impedir que prestem ajuda efetiva à “burguesia em sua luta com o proletariado”, no caso de um eventual golpe de Estado ao estilo do ocorrido na Checoslováquia em 1948. Ora, o povo, desarmado e sem proteção armada institucional, render-se-á fatalmente à investida comunista. Desarmado o povo brasileiro já está…
Um outro objetivo da neutralização é o de impedir qualquer ação das Forças Armadas contra a implantação de um regime socialista, lançando palavras-de-ordem “contra o golpe de Estado” e “contra a guerra civil”. A suposta “defesa dos direitos humanos” e a liberação dos arquivos dos Serviços de Inteligência, sob a alegação de que isso levaria à suposta localização de mortos e desaparecidos durante a luta armada dos anos 60 e 70, como ocorre hoje no Brasil, são ações que também objetivam neutralizar as Forças Armadas e mantê-las em uma posição defensiva, como se culpadas fossem de, constitucionalmente, defenderem a Lei e a Ordem, impedindo que o país fosse transformado em uma republiqueta popular democrática.
Em uma outra etapa, na medida em que a socialização avança, os comunistas buscam tranqüilizar as Forças Armadas apoiando e elogiando hipocritamente o seu profissionalismo e a sua neutralidade política. Por outro lado, e finalmente, em um clima de aguda crise econômica, política, moral e social, é imprescindível para os comunistas recorrerem a métodos estritamente políticos para conter e neutralizar qualquer intento intervencionista das Forças Armadas em defender os “interesses das oligarquias”.

Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este sim é um criminoso." ( Bertolt Brecht )

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Destaques da semana

 EDITORA SCHOBA

Orvil tentativas de tomada do poder

O movimento armado de 31 de março de 1964, que depôs João Goulart do cargo de Presidente da República, impediu um golpe que os comunistas planejavam desencadear naquela conjuntura que julgavam oportuna, em face dos desmandos de toda ordem, sobretudo políticos e econômicos, bem como da falta de autoridade que o País mal suportava. Salomão Malina, antigo Secretário-Geral do Partido Comunista Brasileiro, em entrevista à imprensa, reconheceu que setores do PCB, com a aprovação de Luiz Carlos Prestes, conspiravam com aquele propósito, por isso que, ardilosamente, iriam aproveitar-se do clima de agitação reinante, na maior parte, provocado pelo próprio governo. O Brasil caminhava, aceleradamente, para um desfecho imprevisível, em virtude do ambiente de desordem generalizada que se agravara a partir de 1961. Entretanto, os golpistas do “partidão” e seus aliados, mais uma vez, como já acontecera em investidas anteriores, que a história registra em cores fortes, não souberam identificar, na sociedade, a inquestionável repulsa a seus intentos de subversão da ordem e extremada violência. Dessa forma, entende-se o movimento armado de 31 de março, sem qualquer dúvida, como uma contrarrevolução que veio em socorro do povo brasileiro ameaçado seriamente pela baderna e pelo caos. Hoje, os integrantes da frente de esquerda, que se apresenta solidamente enquistada no Poder, fiéis doutrinariamente à máxima de que os fins justificam os meios, voltam-se, especialmente, para as novas gerações, cujas mentes buscam envenenar com argumentação falaciosa, repetida à exaustão. Servem-se, largamente, de inocentes úteis, de vítimas da ignorância e de mentes corrompidas. Seus sequazes incentivam revisões da história que passam a narrar de forma distorcida, onde preponderam a mentira e a felonia. Nos postos de mando alinham-se, despudoradamente, terroristas, sequestradores, assaltantes de banco, criminosos todos, que se locupletam gulosamente de bolsas fartamente endinheiradas. Mas, o que é sumamente grave, novas urdiduras estão em marcha acelerada, pois a partir dos anos 1980, a revolução comunista no Brasil ganhou uma nova vertente inspirada na revolução gramsciana de transição para o socialismo. Sua convivência com pensamento e a práxis política marxista-leninista de alguns partidos caracteriza uma postura tática de pluralismo das esquerdas. O êxito, já alcançado na penetração intelectual e moral do corpo social, é inegável. Chega a um estágio que se teme possa ser irreversível. Gen Aricildes de Morais Motta

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Editora Schoba


Orvil tentativas de tomada do poder

O movimento armado de 31 de março de 1964, que depôs João Goulart do cargo de Presidente da República, impediu um golpe que os comunistas planejavam desencadear naquela conjuntura que julgavam oportuna, em face dos desmandos de toda ordem, sobretudo políticos e econômicos, bem como da falta de autoridade que o País mal suportava. Salomão Malina, antigo Secretário-Geral do Partido Comunista Brasileiro, em entrevista à imprensa, reconheceu que setores do PCB, com a aprovação de Luiz Carlos Prestes, conspiravam com aquele propósito, por isso que, ardilosamente, iriam aproveitar-se do clima de agitação reinante, na maior parte, provocado pelo próprio governo. O Brasil caminhava, aceleradamente, para um desfecho imprevisível, em virtude do ambiente de desordem generalizada que se agravara a partir de 1961. Entretanto, os golpistas do “partidão” e seus aliados, mais uma vez, como já acontecera em investidas anteriores, que a história registra em cores fortes, não souberam identificar, na sociedade, a inquestionável repulsa a seus intentos de subversão da ordem e extremada violência. Dessa forma, entende-se o movimento armado de 31 de março, sem qualquer dúvida, como uma contrarrevolução que veio em socorro do povo brasileiro ameaçado seriamente pela baderna e pelo caos. Hoje, os integrantes da frente de esquerda, que se apresenta solidamente enquistada no Poder, fiéis doutrinariamente à máxima de que os fins justificam os meios, voltam-se, especialmente, para as novas gerações, cujas mentes buscam envenenar com argumentação falaciosa, repetida à exaustão. Servem-se, largamente, de inocentes úteis, de vítimas da ignorância e de mentes corrompidas. Seus sequazes incentivam revisões da história que passam a narrar de forma distorcida, onde preponderam a mentira e a felonia. Nos postos de mando alinham-se, despudoradamente, terroristas, sequestradores, assaltantes de banco, criminosos todos, que se locupletam gulosamente de bolsas fartamente endinheiradas. Mas, o que é sumamente grave, novas urdiduras estão em marcha acelerada, pois a partir dos anos 1980, a revolução comunista no Brasil ganhou uma nova vertente inspirada na revolução gramsciana de transição para o socialismo. Sua convivência com pensamento e a práxis política marxista-leninista de alguns partidos caracteriza uma postura tática de pluralismo das esquerdas. O êxito, já alcançado na penetração intelectual e moral do corpo social, é inegável. Chega a um estágio que se teme possa ser irreversível. Gen Aricildes de Morais Motta