Translate

domingo, 6 de maio de 2012

UMA GRANDE AULA DE SENSATEZ

Meu Prezado Amigo Gobbo:
Por General Marco Felício da Silva
Sou apreciador de seus escritos, principalmente, pelo cavalheirismo que perpassa por todos eles. Confesso que não consigo escrever com o mesmo refinado estilo. Sou, infelizmente, muito direto e, por vezes, contundente.
É com consideração e amizade (e admiração) que me permito apresentar-lhe, publicamente (como o fez), não um melhor juízo, porém, simplesmente, um outro juízo sobre os fatos que elenca em seu documento “Meu Querido Primeiro Chefe”.Sem dúvida, a sua preocupação é a mesma de um sem número de militares que, embora pensem de forma diversa, têm a alma como a sua. Creio que das melhores intenções todos nós estamos imbuídos, inclusive os nossos chefes da Ativa. Entretanto, há que se ter a humildade para reconhecer que nenhum de nós é infalível.

Temos que nos guiar pelos resultados obtidos os quais dependem das decisões de quem está chefiando. E tais resultados atingem a todos nós, Ativa, Reserva e reformados. Daí o foco centrado no Comandante. Certamente é próprio da honrosa e dura missão de comandar a Força.

Diz Você que “imagina”, pois,“ninguém sabe exatamente o que se passa nos corredores palacianos”, ”, que ele se submeta “a constrangimentos que não precisaria mais sofrer e suportar pressões angustiantes.
Meu caro Amigo Gobbo, quanto a constrangimentos não acredito que os passe, pois, se trata do Comandante do Exército e quem convive com Êle sabe que o mesmo não os  aceitaria passivamente, calado. Não é próprio da dignidade militar. Há que se impor e se fazer respeitado. Quanto às pressões, são inerentes ao cargo, o qual, como qualquer outro de importância, tem bônus e ônus respectivos.
Não concordo com o Meu Caro Amigo, quando diz que  
"Por razões absolutamente fora de nosso alcance, a Nação aproou para a esquerda”. 
Eu diria que a maioria da população, aproou à esquerda. A maioria da população sempre foi e será massa de manobra, devidamente manipulada. E está sendo manipulada por aqueles que ocuparam o vácuo de poder que deixamos em aberto com a nossa saída, consentida, da cena política brasileira, em nome de uma profissionalização, inventada pela esquerda (o politicamente correto), e que a nossa “Política de Mudez” e de agrado aos áulicos do poder, aceitando um “low profile”, só faz aumentar.
Transcrevo, abaixo, palavras de um estudioso altamente considerado no meio dos pesquisadores das Ciências Políticas, ensinamento que considero muito valioso para nós militares que vivemos a atualidade brasileira. Ele se refere à estratégia da conquista do poder pelos “socialistas” radicais:
“” De que lado está a maioria da população? Certamente perdida, disponível para quem chegar primeiro. A maioria está confusa, vagando de um lado para o outro, dividida entre visões de mundo conflitantes. Ela pode pender para qualquer lado. Durante suas inúmeras batalhas faccionárias, dentro do movimento marxista, Lênin, certa vez, escreveu que há dois grupos batalhando, cada um deles formado pela minoria da população, sendo que a maioria está no centro e é formada, justamente, pelas pessoas confusas que constituem o que chamou de “O Brejo”. Estas pessoas estão no terreno na qual a maioria das “batalhas” será disputada. E a metáfora é corretamente militar. A batalha iminente é muito mais ampla e profunda do que apenas discutir alíquotas de impostos. Trata-se de batalha de vida e morte pelo formato de nosso futuro. Daí se compreende o frenesi que acomete à esquerda sempre que uma medida “reacionária” parece ser favorecida pela sociedade. Portanto, o combate requer, principalmente, coragem e nervos para não se dobrar perante as totalmente previsíveis reações caluniosas e difamantes dos oponentes. Acima de tudo, o objetivo não deve ser o de se tornar querido e bem aceito pelos progressistas ou pela “Mídia respeitável”. Tal postura irá gerar apenas mais rendição, mais derrotas. Igualmente, o objetivo não é apenas o de fazer retroceder o Estado Leviatã”, sua cultura niilista e estas pessoas que querem se apossar do Estado e impor sua agenda sobre nós. O objetivo tem de ser a eliminação completa e irreversível deste monstruoso sonho de um Perfeito Mundo Socialista, gerido por “pessoas de bem”.” ( Murray N. Rothbard -1926-1995- Decano da Escola Austríaca)
Concordo com Você quando afirma que a missão do gen Enzo é muito difícil debaixo das atuais circunstâncias, circunstâncias essas que vêm se perpetuando ao longo dos anos, pois, proteladas, sob as mesmas razões e sem qualquer solução. Não seria tal protelação originária da maneira pela qual têm se conduzido os diversos comandantes militares, ignorando a forte influência política que poderiam exercer pelo papel que as Forças desempenham no cenário nacional e pela confiabilidade que a Nação deposita nas mesmas?
Qual a causa da “Política de Mudez” permanente, quando a comunicação interativa, no mundo moderno, em todos os setores, é intensa? Tal política faz com que a Nação desconheça o que pensam os altos chefes militares sobre os graves problemas que afetam o País, incluso, quanto à fragilidade das Forças correlacionada às suas responsabilidades constitucionais. 
Está se tornando norma a citação de que há necessidade de um ministro da Defesa civil (veja a última entrevista a “ISTO É” do Ministro Celso Amorim) para que haja uma real interlocução com as mais altas autoridades governamentais de modo que os problemas das  Forças Armadas sejam conhecidos e resolvidos. A adoção do “low profile” levou os comandantes militares a ocuparem um escalão de governo subalterno, sem acesso direto ao Presidente da República e sem terem voz quanto à solução dos problemas nacionais, inclusive, os que afetam a soberania nacional. Cito dois simples exemplos: Demarcação da Reserva Raposa/Serra do Sol e aprovação, na ONU, da “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas”.
 “Cada um pode bem imaginar a seu modo, mas, condenar o Chefe sem esse conhecimento é, no mínimo, uma flagrante injustiça, à qual jamais me associarei.”   
Creio que discordar e criticar positivamente, sem ofender ou menosprezar, não é condenar.  É direito daqueles que, por mais de 40 anos, vivenciaram o Exército com extrema e exclusiva dedicação e querem vê-lo numa melhor situação, compatível com a projeção do Brasil no mundo atual e capacitado a desempenhar suas atribuições. Não somos mais, pela idade, os soldados profissionais de ontem, mas continuamos como soldados cidadãos, tendo a pele como farda. Somos aqueles que têm a consciência dos seus direitos e deveres políticos, que se interessam e se sentem, ainda, responsáveis pelo destino de sua Nação e têm vivo no coração o juramento solene de, por Ela, se for preciso, dar a própria vida. Por tais motivos, ainda temos a capacidade de nos inflamarmos, como o fizemos, recentemente, alertando a Nação para a possibilidade de fratura da sociedade brasileira, por elementos eivados de revanchismo, pleno de viés ideológico, na contramão da conciliação, da paz social e da História.
Não creio que seja a hora de silenciarmos, mesmo discordando, RESPEITOSAMENTE, o que é salutar. Além do mais, podemos falar aquilo que os militares da Ativa, a exceção dos chefes, não o podem dizer. Concordo, entretanto, que não cabem as ofensas gratuitas e que ferem o respeito que todos devem ao Comandante.
Afirmar que as dificuldades são herança do passado explica, porém, não justifica a existência delas no presente. Cabe ao Comandante atual resolvê-las. Pode-se considerar perverso, mas é a realidade, principalmente no Exército, com a qual já lidamos todos nós que fomos comandantes nos diversos escalões.
Como tantos outros, não imagino. Guio-me pelo que muito leio e pesquiso (coloque aí os depoimentos, no Congresso, de comandantes militares), pelo que converso frequentemente com companheiros da Reserva e da Ativa, dos diversos postos e graduações, e pelo que tenho oportunidade de ver de vivenciar. Assim, lamento profundamente estarmos agraciando com medalhas, desvalorizando-as e aos que as têm, gente que jamais fez qualquer coisa pelo Exército a não ser achincalhar o mesmo e os militares. Como concordar que tenhamos, anos a fio, orçamentos ridículos, baixos salários, dificuldades no atendimento pelo Fusex, hospitais com diminutos efetivos médicos e carências materiais? Como aceitar um Exército com carência de munição para formar oficiais e graduados e o combatente no corpo de tropa? Como aceitar a crescente evasão de oficiais e graduados e a diminuição da atratividade da carreira para os jovens? Como aceitar a falta de equipamentos modernos de todos os tipos, incluso sistemas de armas, viaturas, material de comunicações, radares, equipamento individual e outros para que tenhamos uma força de dissuasão? Como compreender os baixíssimos investimentos em ciência e tecnologia, postergando importantes projetos? Os nossos soldados não recebem uniforme de passeio e enxoval adequado as suas necessidades. E somos a sexta economia do mundo! E, assim, la nave va ... 
O que a política de mudez, de agrado e de imposições goela abaixo, como o não comemorar o 31 de Março, rendeu de positivo, todos esses anos, senão promessas não cumpridas, adiadas indefinidamente, e comentário, segundo a Imprensa, extremamente aviltante, no que tange a salários, do ex-Presidente, durante visita à Colombia? Afirmam alguns, como se fosse extremamente positivo, que os orçamentos aumentaram, embora o próprio Ministro da Defesa diga que não são compatíveis, minimamente, com as necessidades atuais.
Creio que estamos pagando um preço muito alto para tão pouco em troca, ainda mais que se trata de responsabilidade do Comandante em Chefe das FFAA provê-las do necessário para o cumprimento de suas missões constitucionais.
Para findar, quero enfatizar que o acima não é uma crítica às suas considerações tão bem colocadas como sempre ocorre. É apenas uma outra visão. Concordo com o meu Amigo que o momento, e sempre o será, é de cerrar fileiras em torno dos chefes, porém, sem abrir mão do direito de opinar e de até mesmo discordar quando necessário.
Um grande abraço do admirador de sempre,
Marco Felicio.
06/05/2012

Fonte: averdadesufocada

CABU NÃO ESTA SÓ. ESSA GUERRA NÃO É SÓ DELE.
JN -Editor

sábado, 5 de maio de 2012

É ladrão? Tem todo apoio do PT.

A CPI DE CACHOEIRA  VAI MOSTRA QUEM É QUEM NA CÂMARA E NO SENADO.
JÁ QUE LADRÃO NÃO´PRENDE LADRÃO .
A   pergunta que não quer calar é: Qual Juiz e por quanto, vai soltar Cachoeira.
A Justiça e a PF erraram em não    confiscar todos os bens de Cachoeira, visto serem produto de crime,  em consequência 15 milhões já estão lavados. A segunda pergunta é: Porque "Tomas" toda essa grana Bastos. A terceira pergunta é com a Receita Federal, de onde saiu a grana para   Thomaz  Bastos
Tá cheirando mal 
Enquanto isso no DF trocaram o coco do DEM pelo não menos coco do PT, formando o PANCOCO.

E Demostenes?  Demostenes sempre foi tratado por nós no blog reservativa como "exceção moral" nesse mundão de políticos corruptos. 
 O que prova que erramos, e que errar é humano....  Colocar a culpa nos outro então.!.. nem se fala.
Mas torcemos para que um "milagre" aconteça e ele prove que é inocente, tanto quanto, assim como Sarney, seus filhos, genros , apadrinhados,e Lula e lulinha, Lobão e Lobinho e por ai vai, ao som dos Mensaleiros e Sangue Sugas do erário e da Previdência que o governo diz que faliu, mas não paga a divida que tem com ela.
Vamos precisar de JUIZ DE_FORA  de preferência os "mãos limpas" da Itália.
JN Editor


AGNELO              X            CACHOEIRA
TIRANDO  DO  PÚBLICO  PARA A  PRIVADA
A VEJA da semana passada trouxe à luz mais um caso escabroso: foi montada uma central de arapongagem no governo do Distrito Fedral, e seu comando está na Casa Militar do governador Agnelo Queiroz, do PT. É… A VEJA é aquela revista de que alguns poucos, muito poucos, não gostam porque beneficiários diretos ou (i)morais de falcatruas.
Agnelo, recorrendo a seus métodos conhecidos, fez de tudo para impedir a instalação de uma CPI na Câmara Distrital para investigar o caso. Nas ações mais amenas, ofereceu cargos para tentar impedir a criação da comissão. Desta vez, não deu certo. Se a CPI vai chegar a algum lugar, vamos ver. Em tese, o governo tem a maioria. Já se sabe que o esquema ilegal investigou adversários, jornalistas e, pasmem!, até aliados do governador…

Leia mais.   deixo de postar o artigo completo para sujar o blog.  


04/05/2012
 às 15:37

Gravação sugere caixa 2 de ex-assessores de Agnelo

Por Gabriel Castro, na VEJA Online:
O gigantesco volume de informações divulgado sobre o bando do contraventor Carlinhos Cachoeira revela que a quadrilha montou uma poderosa rede de cooptação de agentes públicos. Ao que tudo indica, o grau de infiltração do grupo era maior em Goiás do que no Distrito Federal. Talvez por isso, distorcendo as informações, petistas passaram a alardear a inocência do petista Agnelo Queiroz e sua equipe. Mas a verdade não é bem assim: em um dos trechos interceptados pela Polícia Federal, Cachoeira e alguns de seus auxiliares comentam um episódio que pode revelar a existência de caixa dois na campanha da coligação petista na capital do país, em 2010.
Os diálogos são de 11 de janeiro de 2011, dez dias depois da posse de Agnelo. Idalberto Matias Araújo, o Dadá, braço direito do contraventor, conta a Carlinhos Cachoeira que Cláudio Monteiro, então chefe de gabinete do governador, estaria irritado com João Carlos Feitoza, o Zunga - ocupante de cargos de segundo escalão no governo distrital. O motivo: Zunga teria desviado recursos de empresários que doaram para “a campanha”. Agora, eles estariam cobrando uma contrapartida, mas foram informados de que o dinheiro havia sumido.
Dadá afirma: “Três empresários que doou para a campanha (…) botou o dinheiro na mão do Zunga, mas o dinheiro não chegou na mão do Cláudio. Aí que é que o cara falou: ‘Eu vou juntar vocês e vou chamar quem pegou o dinheiro, quer ver pra fazer essa acareação, porque o dinheiro não foi para a minha mão’”. Cachoeira responde, referindo-se a Zunga: “É, mala não tem jeito não, né?”
Além de apontar para a existência de caixa dois, o diálogo revela que os doadores estavam cobrando de Cláudio Monteiro uma contrapartida pelas doações. Dadá diz que os três empresários foram “arrochar o Cláudio, querendo as coisas”. A eles, segundo Dadá, Cláudio Monteiro afirmou: “Você vai ser atendido através de quem você entregou o dinheiro”.
Em uma segunda conversa, com outro integrante da quadrilha, Dadá afirma que Zunga poderia ter evitado o constrangimento se negociasse com Monteiro “Não precisa disso, né? Cara, se ele assina com o cara… ‘ó, Cláudio, o cara tá dando tanto, tem jeito de tirar uma ponta para mim?’, o cara vai autorizar, bicho, são tudo amigo, né, cara?”. A afirmação foi feita a Lenine Araújo de Souza. O parceiro de Dadá concorda: “Exatamente, porque tirar escondido é feio demais, né, Chico?”
Outro diálogo entre Dadá e Cachoeira revela ainda que, depois de saber das acusações contra Zunga, o chefe da quadrilha se preocupou com o destino de doações intermediadas pelo bando ao grupo de Zunga: “Aqueles que o Lenine passava e o Zunga pegava lá, será que ele entregou?” Dadá responde afirmativamente.
BaixasZunga e Monteiro deixaram o governo após o surgimento das primeiras denúncias mostrando a relação deles com o grupo de Cachoeira. Marcelo Lopes, o “Marcelão”, também perdeu o cargo de assessor da Casa Militar do governo do Distrito Federal. Ele é outro personagem citado nas conversas do bando.
Zunga e Monteiro não foram encontrados, mas em ocasiões anteriores sempre negaram ter atuado em conluio com a quadrilha. A Secretaria de Comunicação do governo do Distrito Federal alega que o diálogo não diz respeito à campanha do governador Agnelo Queiroz. O porta-voz do governo, Ugo Braga, afirmou ao site de VEJA que Cláudio Monteiro foi candidato a deputado distrital e que o diálogo diz respeito a essa campanha. Monteiro ficou em 98º lugar na disputa pelas 24 vagas na Câmara Legislativa.

Leia a transcrição dos diálogos, feita pela Polícia Federal:
11/0112011  18:15:07
DADA: o CHlCÃO, MARCELÃO te contou o negócio do ZUNGA?
CARLINHOS: não, o que é que é?
DADA: três empresários foram atrás do CLAUDIO. Falou que deu “as quantia” na mão do ZUNGA e o dinheiro não apareceu na mão do CLAUDIO. O bicho tá indignado velho.
CARLINHOS: como é que é? Me fala ai de novo.
DADA: três empresários, que doou para a campanha, mas botou o dinheiro na mão do ZUNGA, mas o dinheiro não chegou na mão do CLAUDIO. Aí que é que o cara falou: “eu vou juntar vocês e vou chamar quem pegou o dinheiro, quer ver pra fazer essa acareação, porque o dinheiro não foi para a minha mão”. Falou para os empresários.
CARLINHOS: é, mala não tem jeito não, né?
DADA: rapaz, como é que o cara se suja desse jeito, né bicho? Diz que vai deixar ele lá na Secretaria de … de .. Ele me ligou agora, diz que a … (incompreensível) não está atendendo ele, aí o CLAUDIO falou para o MARCELÃO que vai botar ele na SECRETARIA DE ESPORTES, botar ele lá na assessoria lá. Quer ele bem longe dele. O cara se suja por causa de besteira, nê rapaz? varalzeiro .. não tem jeito não.

11/01/2011 18:16:50
LENINE:LENINE: oi CHICO
DADA: deixa eu te falar, vou te contar aqui uma do ZUNGA cara. O eLADIO está indignado com ele cara (incompreensível) três empresários foram arroxar o CLAUDIO, querendo as coisas: “meu innão, você não me ajudou .. não.” eu entreguei tanto, tanto na mão do ZUNGA ué”. Ai diz que ele vai fazer uma acareação com os empresários e com o ZUNGA. Porque ele disse “ó … não chegou na minha mão não … você vai ser atendido através de quem você entregou o dinheiro”.
LENINE: é mesmo Chico? Você contou isso para o HOMEM?
DADA: contei, contei para o HOMEM, falei. Rapaz não é possível um trem desse … o cara (incompreensivel) não tem jeito não … pois é.” falou isso para o MARCELÃO. Falou “MARCELÃO, não quero ele perto de mim, tá me enchendo o saco para ser o meu segundo. Não vai ser nunca meu segundo, vou botar ele lá na Secretaria de Esportes, lá na assessoria lá … numa chinelagem para ele ficar lá … não quero ele nem passando na minha porta. Desse jeito CHICO … rapaz como é que um cara se suja num negócio por causa de um negócio desse … os caras, bicho, são tudo louco, né?
LENINE: pois é, como é que faz um trem desse, não é não, cara? rapaz .. é foda … ai queimou, vai ficar queimado agora … mais oito anos.
DADA:pois é rapaz, ele me ligou .. eu to sabendo disso desde ontem à noite, ai ele me ligou agora, né, perguntando pelo HOMEM, né, e tal… ele falou assim “E O CLAUDIO?”" “não .. ele tá muito ocupado, não to nem indo lá para não perturbar ele, tô em casa aguardando ele me chamar”, Aí eu falei: “c…, como é que pode um cara ser cara de pau desse jeito?”
LENINE: como é que queima né rapaz? é f…
DADA: Não precisa disso né … cara se ele assina com o cara .. “ó CLAUDIO, o cara tá dando tanto, tem jeito de tirar uma ponta para mim?”, o cara vai autorizar, bicho, são tudo amigo, né cara?
LENINE: exatamente, exatamente, PORQUE TIRAR ESCONDIDO É FEIO DEMAIS, NÉ CHICO!

11/01/2011 18:33:55
DADA: Fala CHICÃO.
CARLINHOS: até o ZUNGA mexe no que não é dele?
DADA: pois é rapaz, fiquei “de cara” com o negócio, rapaz, fiquei “de cara”, entendeu? Aí hoje ele me liga, né e aí eu falei assim:”po bicho, e o CLAUDIO”? … : “não … ele tá muito ocupado, to ficando em casa, eu to esperando ele me chamar”, “mas e aí? você vai ser o que lá no GABINETE?”… “não não sei, acho que não vou ficar lá não. Acho que vou ficar em outro lugar” .. “ah .. então tá bom”. Mas ele desabafou ontem com O MARCELÃO, assim que o CLAUDIO saiu da sala, ele desabafou, bicho … falou pra caramba, falou tudo, bicho, falou até o nome,dos empresários que procurou lá…
CARLINHOS: aqueles que o LENINE passava e o ZUNGA pegava lá, será que ele entregou? Entregou né, porque … ele sabia né … ?
DADA: não … aquele entregou … porque, por três vezes, eu fui lá com o LENINE e o LENINE falou na frente do CLÁUDIO: ”deixei lá pro ZUNGA”. E a última vez, a última parcela, fui eu que entreguei. Aí eu fui lá, o CLÁUDIO tava lá, entendeu? aí, entreguei para ele para o ZUNGA e falei para o CLÁUDIO: “ó CLAUDIO, a última lá lá com o ZUNGA … agora não, lá beleza … e o ZUNGA junto, entendeu? Aí, essa aí ele não deu chapéu não, mas essas outras ele deu.
CARLINHOS: Ah… então lá bom. Excelente.
DADA: Não … ele sabe … o CLAUDIO sabe que aquela lá tá tranquilo … o problema é (incompreensível) … aquela ali foi f…,  bicho, po .. como é que faz um negócio desses, cara? O cara é varalzeiro mesmo, se sujar por causa de bobagem,cara. Na realidade o cara não tem que se sujar por p… nenhuma, nem com pouco nem por muito, mas p… o cara é foda … e amigo, se ele chega pro cara e pede pra tirar a ponta pra ele, o cara ia deixar .. como é que faz um negócio desse.
Por Reinaldo Azevedo
30/04/2012
 às 7:41

Governo opera para restringir CPI a Perillo e tirar empreiteira Delta do foco

Por Eugênia Lopes,  no Estadão:
Centralizar tudo nas mãos de poucos para evitar eventuais vazamentos de documentos sigilosos, poupar a Delta Construções, limitar a apuração aos funcionários da empreiteira com participação no esquema do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e tentar pôr o foco das investigações em cima do governador de Goiás, o tucano Marconi Perillo. Esta é a estratégia que começou a ser montada pelos partidos aliados do governo, em especial o PT, na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cachoeira.
Incentivados pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os petistas buscarão tirar o foco das investigações de cima da Delta Construções, principal empreiteira do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. A ideia é impedir a convocação de empregados da empresa que não têm relação com o esquema de Cachoeira, como defende a oposição. A oposição estuda elaborar requerimentos, que os governistas tentarão derrubar, propondo a convocação dos diretores e gerentes da Delta dos 23 Estados onde existem obras da empresa.
Ao mesmo tempo em que tentam restringir as investigações em torno da Delta, a orientação é procurar incriminar o governador tucano no esquema ilegal de Carlinhos Cachoeira. A tática dos governistas é verbalizada pelo líder do partido na Câmara, Jilmar Tatto (SP), e será posta em prática tão logo sejam analisados os documentos das operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal.
Parlamentares do PT estão convencidos de que a atividade criminosa em Goiás tinha como parceira a Segurança Pública do Estado. Ou seja, em última instância, contava com o aval do governador Marconi Perillo. Em relação ao governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), que teve seu nome citado por integrantes do esquema de Cachoeira, os petistas tentarão poupá-lo neste primeiro momento de trabalhos da CPI.
Porém, nos bastidores já avisaram que, se for necessário, não vão titubear em entregar a “cabeça de Agnelo”. “O envolvimento neste momento é muito maior do governador do PSDB”, diz Tatto, para quem está claro que Perillo tem uma “relação muito próxima com Cachoeira”.
Controle. Para conseguir manter as rédeas da CPI, os governistas também já decidiram que não vão ceder ao apelo da oposição para criar sub-relatorias por temas dentro da comissão. Dessa forma, estão certos de que evitaram vazamentos de informações e o esvaziamento do relator Odair Cunha (PT-MG). O temor é que as sub-relatorias ganhem “vida própria” e acabem se tornando mais importantes do que o trabalho do relator.
A blindagem da CPI tem a anuência do presidente da comissão, Vital do Rego (PMDB-PB), que já avisou ser contrário às sub-relatorias.
Reticente em relação à criação da CPI, o PMDB participa da comissão com parcimônia, com nomes apontados como de “segundo escalão” dentro da hierarquia partidária. Bem diferente do PT que reforçou a CPI com suas estrelas partidárias.
(…)
Por Reinaldo Azevedo

sexta-feira, 4 de maio de 2012


Brasilia 04-05-2012  02:30 h
Jose Nascimento
Editor




Já dizia o Ex- Senador Rolando Lero, digo, Mão Santa que uma imagem fala mais que 1000 palavras,

Entretanto parece que os militares estão sofrendo de daltonismo.

Não viram no tempo do Lulatico a letra "L" colocada no final do nome BRASIL.

Não viram quando mostrei aqui no Blogue, no começo do governo Dilma que o losango do selo do governo estava com os ângulos horizontais ligeiramente avermelhados.
E Naturalmente não estão vendo agora, ou não sabem o significado dele estar  totalmente vermelho.

E não duvidem se os PeTralhas justificarem a troca, pelo fato de que não há mais ouro a ser representado no losango da Bandeira, visto o enorme número de "autoridades" roubando acintosamente e compulsivamente, fato que se reveste de grande preocupação devido algumas "coincidência": Os pegos em fragrante são exonerados após exaustivas maracutaias politico administrativas, no sentido de poupa-los, e quando não resistindo ao escancaro da verdade se lhes é dado  o direito de " pedido de demissão", com direto a "choro"  e "declarações amorosas".
Não se tem noticia desde  2002 que algum desses ladroes tenha devolvido um centavo  aos cofres,  nunca  tão "publicos" como agora.
JN   Editor