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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Por que a PF não busca quem matou Toninho?


José Nêumanne - O Estado de S.Paulo
No sábado passado, enquanto o mundo inteiro se preparava para prantear as quase 3 mil vítimas do terrorismo fundamentalista em Nova York, outra efeméride fúnebre passou em brancas nuvens pelos céus deste nosso Brasil varonil. Os dez anos da execução do então prefeito de Campinas, Antônio da Costa Santos, não foram lembrados com a indignação com que deveriam tê-lo sido, neste momento em que até a presidente Dilma Rousseff definiu como "positiva" (a seu assessor palaciano Gilberto Carvalho) a mobilização popular contra a corrupção, no Dia da Pátria. A omissão passou a ser mais uma evidência acumulada de que os antigos romanos tinham razões de sobra para constatar que sic transit gloria mundi (assim passa a glória mundana).
Afinal, a vítima não era um anônimo qualquer. O compositor e intérprete de sucessos musicais Chico César, seu amigo pessoal e testemunha de muitos dos comícios e outras manifestações de apreço dos campineiros, garante nunca ter visto amor tão genuíno como o que estes demonstravam explicitamente pelo líder, baleado na noite de 10 de setembro de 2001 quando manobrava à saída do estacionamento de um shopping center. A cidade que ele administrava não é propriamente um vilarejo insignificante, o que poderia justificar a lápide fria que foi posta não apenas sobre seu corpo, mas também sobre a obra de um dirigente político que denunciou, com coragem, o banditismo em suas mais diversas formas, entre as quais as da política e da governança pública. É possível até argumentar que seus assassinos se beneficiaram do fato de a execução ter ocorrido justamente na véspera dos atentados contra as torres do World Trade Center. Mas mesmo essa desculpa é pálida, para não dizer amarela, como definia minha avó Nanita, que pontificava do alto de sua vetusta sabedoria doméstica: "Desculpa de cego é feira ruim e saco furado".
O certo é que só o acaso não justificaria ou, em última instância, perdoaria o silêncio de cemitérios que se impôs sobre o assassínio do líder que teria acrescido ao apelido familiar Toninho a expressão "do PT" para não ficar dúvida quanto ao partido a que pertencia o mártir na luta contra o crime. Nem para deixar que os dez anos de negaças e incúria das autoridades públicas os despejem no oblívio.
Toninho 13, assim conhecido por causa do número de suas postulações a cargos no Executivo municipal de sua cidade, não era decerto um militante apreciado e totalmente aprovado pelo comando do partido, como o era outra vítima de morte dada como acidental, nunca devidamente esclarecida, Celso Daniel. O campineiro chegou a ser demitido da Secretaria de Obras de Jacó Bittar, amigo do padim Lula e pai dos sócios do filho do profeta de Garanhuns, a exemplo do que também ocorreu com o ex-guerrilheiro Paulo de Tarso Venceslau, que não chegou a ser morto pelas denúncias que fez, mas sobreviveu a dois atentados na Rodovia do Trabalhador. E não escapou do expurgo partidário por insistir em não compactuar com a omissão cúmplice da direção partidária.
Quando Celso Daniel foi baleado, quatro meses depois de Toninho, tinha saído da prefeitura de Santo André para coordenar o programa presidencial na campanha, que terminaria vitoriosa, de Luiz Inácio Lula da Silva. Com sua morte, o posto foi ocupado por Antônio Palocci, abatido dos mais altos postos da Esplanada dos Ministérios não por balas de pistoleiros, mas por acusações de agressões à ética que iam desde a invasão do sigilo bancário de um pobre caseiro até a multiplicação do patrimônio pessoal sem renda que a justificasse. Só por aí já dá para imaginar o destino glorioso que poderia ter tido o moço do ABC, se não houvesse morrido.
De qualquer maneira, há semelhanças entre as vítimas. O amado e corajoso líder campineiro denunciara grupos poderosos de corruptos públicos e privados na comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investigava o narcotráfico. E o preparado quadro de Santo André também protagonizava um escândalo em que o produto da propina, segundo dois irmãos dele, fora transportado em malas entregues ao mesmo Gilberto Carvalho que acabou de ouvir Dilma elogiar as manifestações contra o esbulho, tendo como destinatário o então presidente nacional petista, José Dirceu. Todos os personagens dos casos citados, é claro, negam envolvimento e este último tem negado muito mais, de vez que é acusado de chefiar um bando organizado que movimentava recursos públicos e privados na compra de apoio parlamentar.
A Polícia Civil, chefiada por adversários do PT no poder no Estado de São Paulo, logo incriminou o sequestrador Andinho, dado como o matador de Toninho. Da mesma forma, concluiu que um menor teria acertado a testa de Daniel a oito metros de distância no escuro da madrugada numa mata em Itapecerica da Serra. Em ambos os casos, o comando petista não discutiu a conclusão dos subordinados de tucanos e contestou familiares dos mortos, indignados com as óbvias falhas nas investigações.
Há pouco tempo, um júri popular começou a condenar alguns participantes da execução do prefeito sequestrado. A promessa feita por Lula, candidato no palanque, em Campinas, em 2002, de mandar a Polícia Federal (PF) investigar o assassinato do prefeito baleado na direção do carro nunca foi cumprida. Márcio Thomaz Bastos, indicado para assessorar juridicamente a família do morto, Tarso Genro, Luiz Paulo Barreto e José Eduardo Martins Cardoso, no comando da pasta à qual está subordinada a PF, não moveram uma palha para cumprir essa vã promessa de seu líder supremo.
O mínimo que se pode questionar neste décimo aniversário da execução de Toninho do PT é por que nunca ninguém das cúpulas petista e federal se interessou em saber se tem razão a polícia paulista, que acusa Andinho, ou o sequestrador, que sempre negou a autoria do crime.
JORNALISTA E ESCRITOR, É EDITORIALISTA DO "JORNAL DA TARDE" 

OS MENTIROSOS PROFISSIONAIS

Mentira tem pernas curtas, caráter duvidoso, ideologia  alienígena, cunho marxista-leninista e se intitula  “historiador” com fins a antolhar seus incautos alunos

Se o fato abaixo  vociferado pelo “professor” é verdadeiro, porque os adversários e/ou opositores a Contra revolução de 64, se refugiaram em países comunistas e não em democráticos?
 Editor JN

“O historiador e cientista político da Universidade de Brasília (UnB), Octaviano Nogueira, afirmou que o golpe de 1964 resultou no mais duro período de intervenção militar na democracia entre tantos outros desencadeados no decorrer da história republicana. “Entre 1964 e o início dos anos 70 estava em curso o período mais duro da repressão militar”, disse Nogueira.”

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

BONS AMIGOS

ESTAMOS DE LUTO


COMUNICADO DE BAIXA NA LINHA DE FRENTE DA DEMOCRACIA

Nessa madruga de 13 de setembro, um câncer privou-nos do companheirismo e a  presença de um grande amigo, muito mais que isso, um grande brasileiro, um militar   na verdadeira expressão da palavra, um democrata intransigentes, um herói na luta contra aqueles que a solerte tentaram por quatro vezes transformar a Pátria e em homizio do comunismo internacional.

Woney Pedreira de Holandada Coronel do Glorioso Exército Brasileiro,  amigo, irmão, exemplo de vida que ficará para sempre em nossos corações.

Houvessem mais Woney(s) no Exército e sem dúvida nosso Exército seria melhor, menos complacente, menos serviçal, menos subserviente, a ponto de  esquer seus juramentos de defesa incontestável da Democracia.

Parte Wolney, vá com Deus, seus feitos, já foram feito,   e perfeitos. Ficam seus exemplos.
Assim como as arvores, o militar fiel  a seus principios, morre de pé, não se curva, não se verga.

Adeus, amigo.   À família  nosso pêsames, nossa dor.

José Conegundes do Nascimento e familia.
Editor de RESERVATIVA



BONS AMIGOS


Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!








 desempenha algum papel, como herói ou como simples espectador

segunda-feira, 12 de setembro de 2011






Vereador Jose Rainha do PT
Bateu na repórter e a cena não saiu em nenhum jornal, rádio ou canal de TV.
Divulguem, por um Brasil melhor.
Observem, esta é a democracia e a liberdade de Imprensa que o PT conhece e defende.
Vamos divulgar pelo Brasil esta cena COVARDE
Veja o vídeo.

Surpreendido
Por que a surpresa ? A invasão da embaixada brasileira em Cuba quando manifestantes protestavam contra Lula também não foi divulgada. Liberdade de imprensa ??? 
Está tudo normal na democracia petista...





 Honra da Medalha
             Ernesto Caruso, 07/09/2011
            Nobreza de quem concede, glória, honra e continência a quem merece e recebe.
            Não é um gesto gratuito, uma atitude sem caráter, uma moeda de troca; o dando que se recebe, sem o fundamento moral, religioso e legítimo.
Medalha só tem uma face.
            A autoridade em trajes de gala tange os ombros do herói, lhe doura os galardões e as dragonas, magnetiza-se pelo pulsar dos corações que se unem e pelo olhar do cumprimento do dever que se cruza. As vestes da nobreza se transformam no manto que os protege, que lhes dão força na defesa de princípios que juraram defender.
 
Princípios que não se mudam com o tempo, não esmaecem suas cores, nem com a troca de autoridades, às vezes falaciosas e fugazes, sem compromisso com a Nação.
            Medalha só tem uma face, um significado intrínseco, uma alma. Não é a mesma que se compra no balcão, embrulhada para presente e a que se porta na almofada da vitória afiançada por diploma, ao som da banda marcial e dos tiros de salva.
            Não há como premiar os que explodiram o Aeroporto de Guararapes em 25 de julho de 1966, o QG do II Exército em São Paulo, mataram inocentes, sentinelas, como o soldado Mario Kozel Filho, em 26 de junho de 1968, esfacelaram crânios como o do Ten Alberto Mendes da PMSP, 10 de maio de 1970, assassinaram covardemente o Major do Exército José Júlio Toja Martinez, em 04 de abril de 1971,  assaltaram bancos, sequestraram embaixadores, torturaram, metralharam, concedendo-lhes as mesmas medalhas que ornam os peitos dos que os combateram e venceram, que carregaram nos ombros as responsabilidades do dever de servir à Pátria e à democracia, e manter as próprias famílias a salvo das sanhas terroristas do comunismo internacional.
            O passar do tempo perdoa os atos falhos, anistia os excessos, mas não iguala no pódio o mérito dos que estavam a serviço do Brasil e dos que se renderam às imposições da ideologia espúria que virou pó com a queda do Muro de Berlin, lição que muitos brasileiros só aprenderam com os cabelos brancos.
            Parece um desrespeito às autoridades do passado que reconheceram os valores, o sacrifício, os ferimentos e o sangue que marcou o chão, folhas e raízes das florestas, o cimento nas cidades, os campos no interior, e que condecoraram, por exemplo, os coronéis Carlos Alberto Brilhante Ustra e Lício Maciel com a Medalha do Pacificador com Palma e com a Medalha do Mérito Militar, heróis, por se distinguirem por atos pessoais de abnegação, coragem e bravura, com risco de vida.
            Incompreensível a concessão àqueles que perpetraram atos criminosos — já anistiados — ou aos que os apóiam, a citar o ex-guerrilheiro José Genoino, agraciado com a Medalha da Vitória; pasme-se, aquela que glorifica os combatentes da 2ª Guerra Mundial e, recentemente, o governador Tarso Genro e o ex-ministro, Olívio Dutra, agraciados com a medalha da Ordem do Mérito Naval.
            Gente que prega a paz e tem perversidade no coração, proclamando a Comissão da Verdade como se fosse o juízo final e eles, os juízes, com espírito divino. Diz-se que a comissão terá apenas preocupações históricas. Que fiquem com os historiadores e cujos fatos, vistos pelos vermelhos, estão em livros, filmes e repetidas novelas, pregando ranço. O livro do Cel Ustra que é um sucesso venceu barreiras para ser publicado.
            Não há como negar o sabor de fel que percorre as veias dos militares da reserva, que viveram e sofreram aquela época, a exercer um efeito repelente das suas presenças nas festas e comemorações várias, as quais, comparecer é tão relevante como homenagear os mortos de 27 de novembro da Intentona Comunista, que se ousa apagar.
O rótulo que se pretende estampar nos rostos dos militares da reserva, dos reformados e falecidos, como ERRADOS, à semelhança do PROCURA-SE criminoso, não fortalece o traço de união do passado com o presente. Passado de história e de luta.
Medalha só tem uma face. Honra também. Não tem duas caras.
DESMANTELAMENTO DAS FORÇAS ARMADA E REVANCHISMO NÃO É UM CASO ISOLADO NA AMERICA LATINA, E SIM UMA TRAMA URDIDA NO FORO DE SÃO PAULO.


LIÇÃO DE HONRA E DIGNIDADE! O QUE FALTA EM MUITOS PAÍSES!

Carta dos presos políticos militares argentinos

Diferentes Penitenciárias Federais


Estimados Senhores e camaradas:

Dirigimo-nos aos Senhores pela primeira vez, dizendo-lhes que conformamos um grupo ao redor de 400 Oficiais do Exército Argentino, presos em diferentes Penitenciárias Federais de todo o país há já vários anos (em alguns casos mais de 6 anos), processados e alguns condenados pelas ações da Força na Guerra contra a subversão.

Pertencemos, a grande maioria, à faixa de promoções CMN que vão da 93 à 106, quer dizer, que no ano de 1976 nos encontrávamos desde Subt(s) no 1º ano a Cap(s) no 2º ou 3º ano, isto é, todos Of(s) Subalt(s).

Saibam que entre nós há homens de destacada trajetória posterior em nosso Exército e outros já aposentados, no meio civil, homens condecorados pelo Exército por suas ações na guerra contra a subversão, Veteranos e condecorados das Malvinas, Chefes de Unidades, Adidos Militares, etc., todos hoje nos encontramos processados e/ou condenados basicamente pelos “supostos delitos” de associação ilícita, detenções ilegais agravadas pelo tempo de sua duração e tormento ou tortura. Como podia um Sub-Tenente integrar uma associação ilícita com seu Comandante de Brigada e com seu Chefe de Unidade? Como podia um Tenente ordenar uma detenção ilegal e agravá-la no tempo? Tampouco tem resposta, e assim seguiríamos perguntado e respondendo o mesmo. Juridicamente, tema do qual falaremos, isto não tem nenhuma lógica, e no dizer popular, não tem pés nem cabeça.

Aqui existiu uma guerra e existiram ordens (nem legais nem ilegais), foram ordens. Nunca nos 4 anos de CMN nem nas “Escolas de Regimento” nos ensinaram a analisar as ordens, senão a cumpri-las. Não existe nem nunca existiu no Exército a “teoria Balza”. Nunca nos ensinaram a diferenciar as ordens.

Entre os que nos encontramos nesta situação, há camaradas doentes, alguns com cânceres terminais, doentes psiquiátricos, outros com AVC e seria longa a gama das doenças, isto somado aos já mais de cem (100) camaradas mortos na prisão (o CELS computa 193), alguns diante de nós.

A isto soma-se a dor e a enfermidade de nossas famílias, essa “grande família militar” da qual tanto nos falaram e falamos. A dor não é só a de nos ver presos e tratados como delinqüentes comuns, senão a de ver-nos submetidos ao escárnio e à piada pública em diferentes MCS, nos traslados algemados ou nesses arremedos de julgamentos que são mais um circo romano que outra coisa. Que dizer de nossos filhos já homens e mulheres, alguns Oficiais ou Chefes do EA? Saibam também que nossas mulheres e filhos estão doentes, muitos em tratamento, por esta situação. Devem saber também que há Sub-Oficiais presos conosco, uma verdadeira afronta da qual nos devemos envergonhar. TODOS eram nessa época Cabos, Cabos 1ºs ou Sargentos, também conformavam as “associações ilícitas”? Um verdadeiro disparate. A grande pergunta é: até quando continuará esta vingança contra o Exército (não duvidem jamais que esse é o alvo!)? Por favor, nenhum queira acreditar ou pensar que é Justiça.

E também por favor, não se deixem levar pelos que falam “deste novo Exército”. O Exército Argentino foi e é um só, desde 29 de maio de 1810 até nossos dias. A nenhum de nós se nos ocorreu renegar o Exército Libertador, do da Guerra com o Brasil, do da conquista do Deserto, do da guerra da Tripla Aliança, do de Richieri, do de Perón ou do da Guerra contra a Subversão e a reconquista das Malvinas. Com as virtudes e defeitos de seus condutores, são o mesmo Exército de HOJE.

Não se confundam! Não defendemos nem defenderemos o governo militar de 1976/83, mas sim, nos sentimos orgulhosos de haver sido parte da História do nosso grande Exército, derrotando a subversão, logro reconhecido na ocasião por toda a nossa sociedade (hoje desmemoriada) e por todo o mundo.

Somos homens maduros, alguns doentes mas não estamos derrotados, lutamos como podemos por nossa liberdade e por “nosso Exército”, o de hoje e o de sempre. “Na história dos povos há lugares onde o patriotismo e a valentia se dão em uma dimensão maior, como se a terra fosse mais fértil em produzir qualidade humana” (Comandante Huber Matos).

Com toda humildade, tomamos para nós estas palavras de um dos Comandantes da Revolução Cubana, que pagou 20 anos de cárcere por sua discordância com Fidel Castro. Pedimos-lhe, como camaradas mais antigos, na maioria dos casos, que pensem não só em nós, senão em nosso Exército: aonde vamos, para onde nos levam, é este o caminho? Por favor, pensemos nisso. Não nos guiemos pelos “supostos MCS” e naquele “a opinião pública”. Para não falar no ar, encarregamos e pagamos, com a colaboração de muitos amigos, uma pesquisa de opinião (de uma das melhores empresas de pesquisa do mercado e sobre o universo mais amplo possível) que apontou resultados realmente surpreendentes que queremos compartilhar com vocês, para nos responder a todas essas perguntas, das quais damos alguns exemplos:

- O Exército, em matéria de imagem de instituições encontra-se no 3º lugar, depois da Igreja Católica e do jornalismo, ficando muito acima do Governo, dos grêmios, dos partidos políticos, etc.

- Outro dos temas é o do SMO (Serviço Militar Obrigatório), tão caro à sociedade, onde vemos que 60% dos pesquisados opina que deve voltar, duplicando a percentagem dos que se opõem.

- Em relação a nossos julgamentos pela Guerra contra a Subversão, quase 70% se manifesta contra os mesmos, ficando reduzido só a 16% os que estão de acordo.

- Além da polêmica que o tema provoca, 60% estima que seria positivo que as FFAA intervenham para combater o narco-tráfico, contra apenas 21% que se manifesta contrária.

- Surpreendentemente, ante a pergunta se o Governo desarmou e colocou as FFAA em segundo plano, e se não estão equipadas nem em capacidade de defender a República, 68% manifestou-se de acordo com esta opinião.

Estimados camaradas, entendemos que este será o primeiro contato de um diálogo e intercâmbio de idéias que de forma respeitosa pretendemos e esperamos ter com vocês. Solicitamos aos que queiram nos responder de qualquer forma (anônima ou não), o façam chegar à nossa direção eletrônica.

Despedimo-nos de vocês com o forte abraço de soldados que corresponde.

PRESOS DO EXÉRCITO EM PENITENCIÁRIAS FEDERAIS

Nota da tradutora:

Este artigo destina-se sobretudo aos militares brasileiros, para que lembrem-se do seu passado e dos seus camaradas que hoje estão sendo julgados e amanhã poderão passar pelo mesmo que os militares argentinos estão passando hoje. E para melhor ilustrar o texto acima, sugiro que assistam à esta brilhante, corajosa e emocionante alocução do Senhor Coronel Horacio Losito, por ocasião de seu julgamento. Quanta firmeza! Quanta hombridade! Estes heróis da pátria, a maioria na faixa etária entre os 70 e 80 anos de idade, estão sendo julgados com condenações que vão dos 30 anos até prisão perpétua. Enquanto os terroristas assassinos estão todos no poder.

Palavras finais do Coronel “VGM” Horacio Losito



Tradução: Graça Salgueiro





                     
 AS MARGARIDAS
Por JNascimento   12092011




As Margaridas não vieram atoa ao Planalto. O passeio as custas de verbas do Governo Federal e estaduais que rezam pela cartilha da camarilha  da política de lesa a Pátria, acocorada no pico da piramide,  surtiu o efeito desejado e como se trata de "Organização" clandestina nos moldes do MST, as Margaridas as mesmas que invadiram a Ara Cruz destruindo 20 anos de pesquisa e passando o trator em plantações de quem produz, foram recebidas e homenageadas pela governaste substituta temporária do ignóbil lula, com a resultante que se pode observar  no doc. abaixo:


  "Número Convênio: 755887
Objeto: Fortalecer a organizacao produtiva de mulheres rurais por meio da capacitacao, socializacao de informacao e troca de experiencias com vistas a ampliar e consolidar seu papel na construcao do desenvolvimento rural com igualdade genero. O projeto tem abrangencia do(a) Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste, Sul
Órgão Superior: MINISTERIO DO DESENVOLVIMENTO AGRARIO
Convenente: CONFEDERACAO NACIONAL DOS TRABALHADORES NA AGRICULTURA
Valor Total: R$1.923.750,00
Data da Última Liberação: 12/08/2011
Valor da Última Liberação: R$1.923.750,00"


Número Convênio: 755968
Objeto: Divulgar a trajetoria e dar visibilidade a plataforma e luta politica das mulheres trabalhadoras rurais do campo e da floresta, com a producao de material de audio
Órgão Superior: PRESIDENCIA DA REPUBLICA
Convenente: CONFEDERACAO NACIONAL DOS TRABALHADORES NA AGRICULTURA
Valor Total: R$299.925,00
Data da Última Liberação: 09/08/2011
Valor da Última Liberação: R$299.925,00


A manobra é a mesma de sempre a CONFEDERACAO NACIONAL DOS TRABALHADORES NA AGRICULTURA, não faz nada e e como não é fiscalizada repassa a grana para a sustentação da massa de manobra que dá plantão na área Rural, até que "se necessário" se transforme em turba multa e assim, saiam por ai invadindo prédios públicos e privado incluso um quebra-quebra (impuni por ordem do "ignóbil" já identificado, na Câmara dos Deputado.

Como diz o "ignóbil"  o seu partido está "cagando e anidando", muito mais a ´primeira.

domingo, 11 de setembro de 2011

Todos felizes para sempre

Da safra de    Sônia van Dijck
A coisa foi assim: a governanta reuniu os figurões da turma do governo e prometeu soltar os milhões e milhões das emendas dos nobres parlamentares.
A coisa é sempre assim: uma mão lava a outra e é dando que se recebe.
Negócio é negócio. Amizade é outra coisa.
Não teve saída: a cabeça de Rossi foi posta na bandeja. Mais uma ou outra cabeça menos ilustre serviu (serviram) para ilustrar o prato de milhões e milhões das emendas a serem liberadas.
O espetáculo virou notícia e muitos brasileiros começaram a acreditar que estamos ficando sérios.
Enquanto isso, os corpos foram varridos pra debaixo do tapete. Lá encontraram os refugiados dos escândalos anteriores. Embaixo do tapete ninguém reclama da condição de lixo da República pois se trata de uma espécie de quarentena, até a mídia ter novo escândalo e esquecer os nomes dessas recentes celebridades. Essa quarentena é uma espécie de armadura capaz de evitar andamento de qualquer processo e, o mais importante, serve para não exigir desses novíssimos milionários a devolução de nem mesmo 1 centavo ilicitamente guardado no porquinho – aliás, não há tecnicamente o que devolver: não existe moeda de 1 centavo em circulação.
E embaixo do tapete vai ficando território densamente povoado. Mas, tudo bem. Afinal, se a caverna dos quarenta ladrões cabia em um grão de sésamo, embaixo do tapete ainda cabe muita gente.
A coisa ficou acertada assim: troca-se 6 por meia dúzia; liberam-se os milhões e milhões das tais emendas parlamentares; e tudo continua como dantes, no país de Abrantes (Abrantes é um ponto perdido no mapa da corrupção, que só os saqueadores sabem onde fica).
No Brasil político, as capitanias tem novos nomes de donatários.
No Brasil real, os contribuintes vão continuar pagando impostos e lendo sobre os próximos escândalos para saber onde foi parar tudo aquilo que estão pagando. Logo, logo, novas celebridades estarão nas capas das revistas e nas primeiras páginas dos jornais e seus nomes ocuparão os telejornais.
No Brasil do poder, as celebridades do mundo político não são reconhecidas por seu pensamento político; por suas teorias políticas; por suas obras publicadas; por suas ações pelo engrandecimento da Pátria; por sua participação no debate internacional acerca das contradições do mundo contemporâneo. Aqui, as celebridades políticas consagram-se por propinas, desvios de dinheiro público, disputa de cargos e funções, nomeações escandalosas, alianças com déspotas latinos e ditadores africanos, companheirismo com criminosos internacionais julgados e condenados. Até parece que a inteligência política brasileira não sabe escrever um livro; sabe apenas planejar falcatruas, fazer alianças espúrias. O melhor da inteligência política brasileira formulou uma tese que ilumina o pensamento político nacional à luz da moralidade do oportunismo: “dinheiro público não pesa no bolso”, segundo um dos gênios do pensamento político brasileiro.
No Brasil grotesco, políticos tornam-se estrelas quando filmados recebendo propinas; quando o filme custa milhões tirados de patrocinadores graças à legislação de incentivo à cultura, tendo uma celebridade política como protagonista de uma biografia tão banal que nem a indigência cultural quis servir de plateia, relegando as muitas cópias à lata do esquecimento. O mais comum é haver político estrelando em palanques, fazendo discursos inflamados de promessas que nunca, jamais, em tempo algum serão cumpridas – a voz é rouca, os gestos são agressivos na determinação das promessas, a cara estampa o riso hipócrita da conquista dos incautos.
No Brasil dos políticos imortalizados, nosso melhor representante ainda é Odorico Paraguaçu, quase lírico em sua desfaçatez.
No Brasil crítico, a imprensa livre continuará revelando as razões da miséria da saúde pública, da segurança pública, das escolas públicas precárias, a cada escândalo noticiado: aguentem firme, porque o dinheiro sumiu!
No Brasil eleitoreiro, temos um presidente em terceiro mandato, fazendo campanha pela reeleição, abraçando os companheiros de quarentena embaixo do tapete, e uma governanta trocando 6 por meia dúzia, em troca de liberar as milionárias emendas parlamentares da turma do governo, para se manter no poder.
No Brasil histórico, muda tudo para que nada mude. Só a fila anda.
Todos estão felizes para sempre.
Sônia van Dijck
 DELÍRIO  RECORRENTE
Uma constatação feliz de Sônia van Dijck.

Vejamos o que e como acontece.
Vai que, por isso ou por aquilo, o Ministério Público resolve investigar um figurão do poder. De repente, a PF parece ser livre para fazer seu trabalho e começa a investigar. A mídia fica sabendo que tem algo de podre no reino da Dinamarca (a shakespeariana é que está aqui referida) e dá a notícia. Logo, um batalhão de jornalistas começa a fazer contatos, buscar documentos, entrevistar um e outro, e monta a história quase completa. Páginas de revistas e de jornais, minutos e minutos de telejornais trazem o novo escândalo do governo. Aí, o Ministério Público entra em ação, para que tudo seja apurado. Às vezes, acontecem prisões e algemas são usadas para conter os acusados. Mas, como não são algemas de ouro, os envolvidos sentem-se ofendidos e uma bando de sábios politicamente corretos da República falam em desrespeito aos “direitos humanos” e outras coisas assim, porque todos os pensadores consideram indigno que bandido figurão seja algemado, e os bandidos figurões, por outro lado, acham-se ofendidos em suas dignidades banditícias diante de algemas impróprias ao status de banditismo chapa branca.
Aí, no nível manifesto do delírio, a confusão se forma: já não se discute o delito. A atenção é desviada para as algemas; pouco importa o crime; importa que delinquente chapa branca não use algemas. Implicitamente, ninguém protesta (porque nunca houve tal protesto) que algemas sejam usadas para criminosos não participantes do poder.
O protesto se levanta contra o uso de algemas quando se trata de participantes do poder.
Até a governanta sai de seus afazeres mais sérios na organização do serviço da sala de visitas e dos bastidores do poder, para tratar das tais algemas usadas nos figurões.
Está criada a geleia geral, e figurões que ainda não foram algemados começam a falar em criação de uma nova lei que trate do uso de algemas.
Pode até ser que a nova lei sobre as algemas estabeleça um projeto do PAC para a confecção de algemas em ouro, destinadas a bandidos chapa branca (figurões políticos e empresários envolvidos na roda do crime) – pelo preço do ouro no mercado, a coisa vai inviabilizar outros projetos do PAC...
Pois é nesse caldo de cultura, que nenhum jornalista estrangeiro consegue penetrar, pois obedece a códigos restritos à brasilidade, que se instaura a brecha para o delírio recorrente.
Todos os políticos envolvidos em crimes (propina, desvio de verbas, assalto aos cofres públicos, superfaturamento de obras, caronas ilícitas em jatinhos de empresários, farra em motel, nepotismo, uso indevido de cartão corporativo, sonegação de impostos, etc. – o catálogo é extenso uma vez que a inteligência criminosa não tem limites...) afirmam que é tudo mentira e coisa e tal. Todos são as criaturas mais idôneas da República e até dizem liberar sigilo fiscal, bancário e telefônico.
E eis que surge o argumento mais fortemente babaca: tudo não passa de intriga da mídia burguesa, golpista, elitista.
É o seguinte. Um bando de jornalistas pirados se transforma virtualmente em ministros, em secretários executivos, em diretores de estatais, e passa a ocupar cargos e funções no poder, nomeia amigos, companheiros de partido, compadres, churrasqueiros, amantes, faz contratos com empresas de esposas.
Esse bando de jornalistas pirados, ocupando cargos e funções no mundo virtual, começa a exigir propinas, superfaturar obras, etc., etc.
Feito isso, esse bando de jornalistas pirados começa a noticiar que os figurões reais do governo, ocupando os mesmos cargos e funções que eles exercem virtualmente cometem crimes contra a República.
Imediatamente, os ministros reais, os secretários executivos, os diretores, os peões do poder, os oportunistas reais começam a dizer que tudo não passa de invenção da mídia golpista, elitista, burguesa.
E aparecem entrevistas, declarações, notas oficiais, para dizer que a imprensa e as TVs mentem. Tem até figurão que vai ao Congresso fazer o teatro aguardado por seus companheiros, para dizer: “é mentira!”, em solene arrogância protegida pela impunidade. Tem até figurão que declara solenemente, para impor o delírio como realidade real : “Só um político brasileiro tem capacidade de pautar ’Veja’ e ‘Folha’ e de acumular tantas maldades fazendo com que reiterem e requentem mentiras e matérias que não se sustentam por tantos dias.” (ex- ministro Rossi).
Todos os figurões da roda do crime dizem-se probos, honestos, impolutos, idôneos, angelicais – e a redundância serve para o faz de conta de verdade verdadeira.
A imprensa inventa crimes contra a República. Os jornalistas travestem-se de figurões do poder para inventar e noticiar crimes que os políticos jamais cometem.
Surreal??!! Com certeza! É o Brasil de hoje.
Figurão brasileiro participante do poder jamais comete crime. No Brasil, é a imprensa quem comete os crimes e, depois, joga tudo na conta dos poderosos políticos.
O pior é que essa complexa engenharia do nível manifesto do delírio é tão bem montada e tão repetida que é bem possível que os corruptos acreditem que o delírio seja realidade real, capaz de convencer os brasileiros que o que eles fizeram e fazem no mau uso dos cargos e funções públicos é perfeitamente normal. A maldade está só na cabeça dos que publicam a notícia.
Nas entrelinhas das notas oficiais e das declarações ao Congresso, o que se tem é que os brasileiros não devem ler jornais e revistas e nem assistir aos telejornais, pois todos mentem e os poderosos são honestíssimos.
Em um país de baixo nível de escolaridade e de paupérrimo interesse pelas questões da política nacional, o discurso delirante recorrente dos figurões envolvidos em corrupção acaba se tornando convincente, incentivando a falta de leitura de jornais e revistas e o pouco interesse pelos telejornais de conteúdo político.
Tomando como possibilidade que a mentira repetida possa ser interpretada como verdade, esse discurso recorrente do delírio que instaura um noticiário mentiroso em oposição a políticos e empresários idôneos pode ser aceito como verdadeiro por incautos. O resultado será uma sociedade civil a serviço da corrupção.
Continuo sem entender o fato de Fernandinho Beira-Mar não ter feito carreira política. Hoje, está amargando uma pena severa, enquanto tantos outros assaltam a República e fazem pose de honestos.
E no delírio recorrente dos políticos acusados de corrupção o que acontece com os personagens? Bem... De repente o Ministério Público fica em silêncio. A PF abandona as investigações. Um ou outro mais acuado pede demissão e vai pra debaixo do tapete em quarentena para fugir da mídia. Ninguém fala em devolução aos cofres púbicos da dinheirama roubada.
O que acontece com as personagens do delírio?
Os acusados de corrupção ficarão impunes.
Os contribuintes continuarão sabendo que seus impostos estão em paraísos ficais ou em coberturas de edifícios residenciais de luxo ou se transformaram em fazendas.
As peças do xadrez se movimentam para ocupar a casa vaga – a fila anda e com fome de grana...
Basta esperar o novo escândalo e seguir o roteiro recorrente.
Os brasileiros perderam a capacidade de reação.


terça-feira, 30 de agosto de 2011