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domingo, 19 de julho de 2009

Exército, a verdade incontestável

18/07/2009
O Brasil cresceu assustadoramente, de forma planejada e estratégica durante o regime militar, chegando a 60.% ao ano no governo Médici.
Hoje só ganhamos do Haiti, e ele está em guerra civil
Os únicos crimes que existiam na época eram assaltos a bancos, alguns assassinatos de militares, policiais, bancários e seqüestros de embaixadores (todos praticados pelas guerrilhas urbana e rural esquerdista), além de crimes passionais.

Não se tem notícia da existência do narcotráfico, e nem das guerras dos traficantes naquela época. Existiam furtos, mas não assaltos a mão armada que merecessem um mínimo de destaque.

Nunca veríamos policiais serem executados covardemente, de forma sistemática, por membros de partidos de esquerda ou PCC. Aliás, naquela época simplesmente não existiria o PCC, e todos sabem porque.

Os juros bancários eram perfeitamente suportáveis e quem comprou algum bem financiado na época sabe que é verdade.

Entre os projetos estruturais, foi fundado o MOBRAL, O FUNRURAL, o BNH, e implantada a MERENDA ESCOLAR em TODAS as escolas do Brasil e das indústrias no Norte/Nordeste. Não há nenhum outro programa governamental de cunho social nos regimes tidos como democráticos que tenha atingido a tantos milhões de brasileiros como esses, preservando a dignidade do necessitado, sem o cunho humilhante e eleitoreiro de "bolsa-família".

Toda a malha rodoviária que corta o País e o sustenta ainda hoje foi criada nos governos militares. Sem falar em Itaipu, a qual sem ela, hoje, seríamos uma republiqueta de bananas, e na energia nuclear, que nos tornaria soberanos, se o projeto Solimões não tivesse sido sabotado por presidentes traidores; e ainda assim, ela contribuirá para a geração de energia ao País, como vemos agora sendo reativada, pelo atual governo. Mas seguindo o planejamento já feito pelas FFAA no regime militar.

Sem detalharmos a implantação das indústrias de base metalúrgica, da aeroespacial, da aeronáutica, da de armamentos, da petroquímica,do resguardo das jazidas minerais, dos projetos Sivam, MEC e Calha Norte, e da afirmação do Brasil como potência industrial-militar regional.

Tudo obra dos militares no poder.

Enfim, todos que temos consciência e sabemos que os melhores tempos da competência administrativa pró um Brasil soberano se perderam no passado.

Assim como sabemos que o projeto de poder das "esquerdas" brasileiras, na verdade, se resumia a locupletação ilícita pessoal, com assaltos, não mais aos bancos, mas aos cofres públicos (vide primeiro governo Lula e os marginais da cúpula petista).

A citação desses programas de governos do regime militar é apenas uma pequena síntese, já que existiram muitos outros, de igual importância, e quase todos estratégicos ao País.

Os quais posteriormente, através de presidentes ineptos e corruptos, foram desativados por pressão dos EUA, com riscos, inclusive, de perda de soberania territorial, como vemos na Amazônia atualmente.

Em 30 anos de governo militar, qual militar ficou rico?

- Castelo Branco deixou apenas uma modesta casa em Fortaleza e seu soldo de general como herança;

- Costa e Silva deixou o apartamento que já possuía (recebido por herança), no Leblon e seu soldo de general;

- Garrastazu Médici deixou um apartamento no Rio e um sítio no Rio Grande do Sul, que possuía desde antes de 1964, e seu soldo de general. No apartamento recentemente faleceu a sua viúva, prejudicada pelo calor, pois não havia ar- condicionado.

- Ernesto Geisel deixou sua casa em Teresópolis e seu soldo de general, apesar de ter sido também o presidente da Petrobrás;

- J.B. Figueiredo deixou um apartamento no Rio e um sítio em Nogueira, sendo ambos adquiridos antes de 1964.

Todos viveram muito modestamente, e recolhidos ao convívio familiar após os seus mandatos presidenciais.

Como síntese do militar brasileiro, podemos citar o general Heleno, que a despeito dos riscos para com sua valorosa carreira, coloca a preocupação com a soberania nacional acima de seus interesses pessoais.

Dá para imaginar algum político desse governo tomando essa atitude?

Hoje, os que maldosamente criticam as Forças Armadas, o fazem a serviço de interesses inconfessáveis, ou por esquecerem que só o podem fazer por possuirem um País onde vivem, cujo território existe, pela ação dissuasiva de nossos militares ao longo de séculos.

Ou alguém acha que o Brasil ainda tem esse tamanho todo, porque nossos vizinhos gostam de nós?

Publicado em 23/06/2008 pelo(a) wiki repórter Cesar , São Paulo-SP

Credito http://www.verdadesufocada.com.br/

REVIVENDO O DESFILE DA VITÓRIA 1945

Amanhã, vamos reviver o Desfile da Vitória, com suas viaturas militares antigas.

Amigo do CVMARJ, bom dia!
Amanhã, domingo, 19/07/2009, teremos nossa exposição mensal no Museu Militar Conde de Linhares.
Revendo o evento do ano passado, identifiquei a foto anexa!

A COBRA CONTINUA FUMANDO!
Sérgio Capella. RP-CVMARJ.


Vivemos em um Brasil, que não tem memória, e que não cultua a sua história, até por que é governado por analfabetos e aproveitadores, corruptos e ladrões! No dia 19 de julho de 1945, foi o dia do desembarque dos nossos Pracinhas, no cais do porto do Rio de Janeiro, quando foram recebidos como heróis nacionais. Amanhã, o CVMARJ, vai reviver o Desfile da Vitória, com suas viaturas militares antigas, em reconhecimento aos soldados que lutaram nos campos de batalha da Itália, durante a IIª Guerra Mundial!
Veja o álbum de fotos do picasa



Amanhã, vamos reviver o Desfile da Vitória, com suas viaturas militares antigas

quarta-feira, 15 de julho de 2009

FARC COMPRA MISSEIS RUSSOS ATRAVÉS DA VENEZUELA

15/07 - Alerta de inteligencia y seguridad en Colombia


15/07 - Alerta de inteligencia y seguridad en Colombia

Farc compraría misiles rusos a través desde Venezuela - Bogotá, julio 12 (El Tiempo de Bogotá)

Fuentes de altísima responsabilidad en el Gobierno colombiano le confirmaron a EL TIEMPO que hay información confiable que señala que las Farc concretó un negocio para adquirir sofisticados lanzacohetes tierra-aire rusos a través de contactos ubicados en territorio de Venezuela.

Este diario conoció los últimos reportes de un grupo especial de Inteligencia que desde el año 2000 tiene la misión de seguir los movimientos que ha hecho esa guerrilla para revertir la desventaja estratégica en la que quedó cuando las Fuerzas Militares completaron sus flotillas de helicópteros y aviones.

En diciembre pasado, ese grupo estableció que tres representantes de las Farc en el exterior empezaron a manejar información de los misiles IGLA-S24, última generación del armamento tierra-aire desarrollado por la industria militar rusa. Varias agencias extranjeras de inteligencia también manejan versiones en el mismo sentido.

Al frente de los contactos estuvo, según los mismos reportes, 'Iván Márquez', integrante del secretariado de las Farc, y del que el propio presidente Alvaro Uribe ha dicho que está en el exterior.

Hasta ahora no se tiene confirmación de que ese material haya entrado a territorio colombiano. Lo cierto es que la potencial amenaza ya fue notificada a los pilotos de la Fuerza Aérea y de la Aviación del Ejército que están asignados a tres zonas del país donde se concentran las mayores operaciones contra las Farc y donde están refugiados al menos tres jefes del secretariado. "En los últimos años hemos lidiado con los rockets (RPG). Muchas veces los hemos visto pasar, como un fogonazo, por el lado de los helicópteros, pero un misil es otra cosa y de eso ya estamos notificados", señala un piloto militar. Una de las fuentes confirmó que las Farc, a través de 'Márquez', estaban detrás de al menos 20 de esos misiles, cuya velocidad supera de lejos la de los aviones y helicópteros militares que cambiaron el curso del conflicto.

El tema es tan delicado que ya ha ameritado dos reuniones entre el alto Gobierno y la cúpula militar. Se han analizado varios escenarios: desde la búsqueda de nuevas tecnologías capaces de conjurar la amenaza, hasta rastrear los seriales de los misiles que estarían en manos de la guerrilla, para determinar quién los compró.

Una fuente de la Casa de Nariño reveló que el asunto estuvo en la agenda del presidente Uribe durante su última visita oficial a Venezuela, en abril pasado. Agregó que el gobierno del presidente Hugo Chávez se comprometió a hacer averiguaciones al respecto.

La intención de las Farc de conseguir misiles tierra-aire está documentada en extenso en los computadores de 'Raúl Reyes' y es ampliamente conocida en el mercado negro de armamento en todo el mundo. Tanto así que el famoso 'Mercader de la Muerte', Víctor Bout -capturado en Tailandia el año pasado en una operación encubierta de la DEA que usó a la guerrilla colombiana como señuelo- ofreció vender entre 700 y 800 lanzacohetes. "El 26 de enero del 2008, durante una reunión en Rumania (...) se informó que Bout tenía 100 misiles IGLA disponibles inmediatamente", se lee en el expediente contra el traficante ruso, al que E.U. pide en extradición.

En promedio, cada lanzacohetes se negociaría por unos 100 mil dólares. En Colombia y en E.U. hay preocupación por el control sobre un lote de misiles de ese tipo que Venezuela le compró recientemente a Rusia para armar su Unidad Antiaérea de Combate a Pie. Es la misma que exhibió 50 cohetes IGLA en el desfile militar del pasado 19 de abril, día de la independencia venezolana.

"Los lanzamisiles antiaéreos portátiles que Venezuela le ha comprado a Rusia son sistemas muy modernos. Es importante que se controlen debidamente para que no terminen en otras manos", dijo en ese momento Sara Mangiaracina, portavoz del Departamento de Estado, citada por el diario The Miami Herald. No es la primera vez que la inteligencia colombiana rastrea este tipo de operaciones de la guerrilla. Una situación similar se vivió a mediados del 2000, cuando altos oficiales del Ejército viajaron por varios países de Europa, América y Africa tras el rastro de traficantes que le iban a vender a las Farc un lote de misiles Sam-7. Hace dos semanas, una corte federal de Estados Unidos condenó a 25 años de prisión a Tareq Mousa al Ghazi, un libanés de 62 años acusado de intentar vender "millones de dólares en armamento" a las Farc. Mousa al Ghazi era, según la justicia estadounidense, uno de los contactos de Monzer al Kassar, un traficante de armas sirio que desde los años 80 era considerado como uno de los enemigos públicos más importantes de Estados Unidos y que por años logró eludir la persecución de Washington. Eso fue así hasta el 2007, cuando al Kassar fue detenido en su mansión de Marbella (España) por intentar venderles fusiles AK-47 y misiles a las Farc. El sirio cayó en una trampa montada por la DEA y otras agencias de inteligencia de E.U. Ellas infiltraron agentes que lo contactaron como supuestos representantes de la guerrilla y lo convencieron de que querían negociar el arsenal. Incluso depositaron miles de dólares en sus cuentas y en el expediente aparece detallada la lista del armamento (con instrucciones sobre el lanzamisiles Strella) y cartas falsas de la Policía de Nicaragua que supuestamente iban a ser la fachada legal del negocio. España lo extraditó a Estados Unidos y allí lo condenaron a 30 años de prisión. El mismo anzuelo lo mordió hace un año Víctor Bout, el ex KGB cuyos negocios con armas inspiraron el libro El Mercader de la Muerte, que terminó en película de Hollywood. Bout, que está en plena batalla legal para evitar su extradición fue contactado por agentes encubiertos que le pidieron misiles para derribar los helicópteros.

Fonte: Jornal EL TIEMPO

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