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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Uma imagem vale mais que mil palavras










frase de Mão SAnta repetida 236 vezez da tribuna.

Uma imagem vale mais que mil palavras

Senadores do PSDB reagem contra autoritarismo na Venezuela

Agência Tucana
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21 Ago 2009 às 11:34:53
Senadores do PSDB reagem contra autoritarismo na Venezuela
Marisa Serrano faz alerta. Flexa Ribeiro aprova voto de repúdio

O PSDB, no Senado, posiciona-se contra a escalada autoritária que ameaça as liberdades democráticas na América do Sul, especialmente na Venezuela. Nesta quinta-feira, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, eles aprovaram um voto de repúdio ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez, proposto pelo senador Flexa Ribeiro (PA).

O requerimento foi aprovado por unanimidade. Para o senador, Hugo Chávez quer sufocar a liberdade de expressão e de imprensa. Era preciso que o Congresso brasileiro manifestasse sua indignação diante da escalada autoritária chavista, comemorou Riberiro.

Segundo o senador, a imprensa começou a ser ameaçada quando o presidente venezuelano decidiu não renovar a licença de funcionamento de um das mais populares emissoras do país e não alinhada à política em implementação na Venezuela.

"Desde então, Chávez intensificou a ação contra a liberdade de imprensa, um dos pilares da democracia, e retirou do ar dezenas de emissoras de rádio. Precisamos dar uma demonstração de apoio à plena democracia na Venezuela, assim como lutamos e defendemos essa liberdade no Brasil", afirmou.

MARISA SERRANO

Em pronunciamento no plenário, a senadora Marisa Serrano também fez críticas ao comportamento do governo venezuelano. Ela atacou a nova regulamentação do ensino no país que estabelece cotas para indicados do governo nas escolas, remove a autonomia de professores e principalmente torna a educação uma ferramenta de propagação do socialismo.

"Essa lei tem um claro viés fascista", disse. A senadora lamentou que outros países da região estejam adotando métodos de governo similares ao da Venezuela, o que acaba por "fomentar um clima de confronto com os setores democráticos da sociedade".

Fonte: Agência Tucana

domingo, 23 de agosto de 2009

Sistema de Segurança inoperante.

Essa triste e deslavada noticia ai em baixo, deveria ser carimbada de SECRETA,CONFIDENCIAL,ULTRA SECRETA, e conter tantos carimbos que ficasse inutilizada para leitura. Realmente é uma vergonha.. Que o Gen. Felix esta caduco já se sabe desde sua nomeação, e foi a razão principal dela, mas o órgão GSI aceitar assinar essa baboseiras, em nome da preservação da ex candidata* Dilma, é de mais. Deviam todos voltar para os bancos da ESNI para reciclagem.
Já não se faz GSI como antigamente. Hoje o "cargo" e o vil metal, encobrem fácil a verdade.

ARE BABA

* è claro que a cumpanheira de viagem vai ter de saltar desse trem. Quem viver verá.


Plantão | Publicada em 21/08/2009 às 19h47m


BRASÍLIA - O Palácio do Planalto não tem mais as imagens das câmeras de segurança que registram o fluxo de entrada e saída da garagem nos meses de janeiro de 2009 e dezembro de 2008 - ocasião em que a ex-secretaria da Receita Federal Lina Maria Vieira afirma ter tido encontro informal com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Segundo nota divulgada hoje pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), o período médio de armazenamento das imagens das câmeras de segurança do Planalto é de 30 dias.
De acordo com o GSI, também não é possível confirmar se Lina esteve no Planalto a partir da identificação da placa do carro oficial que a teria conduzido, pois os veículos que transportam autoridades, após reconhecidos, não têm suas placas anotadas.
Também não foi localizado, nos registros existentes, o nome de Lina Vieira, pois a prática usual não inclui a anotação dos nomes de quem entra pela garagem. Segundo o GSI, no caso de audiências sem agendamento prévio - o que seria o caso do encontro de Lina com Dilma - é feita a identificação dos convidados, os gabinetes das autoridades são consultados e os convidados recebem um adesivo e têm seu ingresso autorizado. Na hipótese de audiências previamente agendadas, os nomes são encaminhados à garagem e a entrada é autorizada após a identificação e a entrega do adesivo.
Já as autoridades relacionadas nas Normas Internas do Planalto - como ministros de Estado, Procurador-Geral da República, ministros de Tribunais Superiores, parlamentares federais e outros - uma vez identificadas, estão dispensadas do uso de qualquer credencial. Este não é o caso da ex-secretaria da Receita, segundo o GSI.
Segundo a nota, não será possível comprovar se Lina Vieira esteve ou não no Palácio do Planalto no período apontado pela ex-secretária.


Créditos a(Agência Brasil)

Mentiras no planalto

O GLOBO

Mentiras no planalto
Luiz Garcia
Se Fulana convoca Beltrana para encontro secreto, à meia-noite, no meio de densa floresta, é perfeitamente possível a qualquer uma das duas dizer depois que realmente estiveram juntas, ou que não houve conversa alguma.

Naturalmente, uma estará mentindo — mas, como saber? Em muitos casos, isso pode não fazer qualquer diferença. Mas, se o alegado e negado encontro tiver ocorrido no Palácio do Planalto, em hora de expediente, juntando a então secretária da Receita Federal, Lina Vieira, e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a opinião pública pode se considerar diante de um dilema inconcebível; por isso mesmo, inaceitável.

Inevitavelmente, uma das duas está mentindo. E sobre questão de fato, num episódio que não admite erro de interpretação ou falha de memória. Lina afirma que Dilma lhe pediu que agilizasse a investigação da Receita sobre empresas e bens da família Sarney. E diz que, só mais tarde, suspeitou das razões do pedido: mais precisamente, quando se soube que José Sarney se tornaria presidente do Senado com as bênçãos do Palácio do Planalto. No momento do encontro, entendeu que a ministra estava pedindo apenas agilidade no trabalho, não que a Receita limpasse a ficha da tribo dominante no Maranhão.

Sente-se no ar um cheiro de suposta ingenuidade.

Seja como for, a conversa entre as duas senhoras tornou-se fato político importante, provocando o depoimento desta semana da ex-secretária na Comissão de Justiça do Senado. Obviamente, porque, entre conversa e depoimento, estourou o escândalo dos abusos cometidos por senadores: uso de dinheiro público para confortos pessoais e familiares, nomeação de protegidos, aos magotes, para cargos no Legislativo que raros sequer fingiam que exerciam etc. Nessa maré de escândalos, há motivo e espaço para ondas e ondas de abusos contra o fisco.

A ex-secretária da Receita pode ter cometido o pecado de inocência exagerada em relação à convocação ao Planalto. Dilma certamente não precisava chamá-la ao palácio apenas para pedir que trabalhasse direitinho, com agilidade e eficiência. Ou a ministra tinha o direito de supor que, sem cutucadas suas, cara a cara, a turma da Receita não trabalharia como deve? De qualquer forma, as mencionadas cutucadas não deveriam ser dadas pelo ministro da Fazenda? Não está em discussão apenas o conteúdo da suposta conversa entre as duas senhoras. Dilma não se limita a contradizer a versão de Lina: vai bem mais longe, ao afirmar que não houve encontro algum. É a sua palavra contra a da ex-secretária.

Outras duas senhoras também dizem coisas opostas.

Iraneth Weiler, chefe de gabinete de Lina, diz que a secretáriaexecutiva da Casa Civil, Erenice Guerra, foi à sede da Receita confirmar o encontro. O que, claro, Erenice desmente.

De longe, o cidadão comum, por enquanto, tem direito apenas a uma conclusão sem margem ou risco de erro: o pessoal de Brasília continua mentindo à beça.

O ABDUZIDO LOBÂO DIZ QUE DILMA "não é simpatica como JK"

È isso que acontece quando se passa a vida inteira interpretando um personagem politicamente correto, e de repente sofre a abdução ou a metamorfose, de mudar o personagem para apoiador do politicamente envolvido, do mentor da transição social comunista.

A verdade vazou e saltou aos ouvidos de todos, sem chance de conserto. Dilma não tem nada "narine" de simpatia, é a mesma grossa de sempre da ALN, capaz de matar e roubar com a mesma facilidade que mente. Parece que NEZZE governo o mau caratísmo é uma constante, incentivada e premiada pelo epedeuto equilibrista, talvez a ex candidata só perca para os reis da antipatia: em primeiro lugar Almeida Lima, empatado Wellington Salgado, o que usa rédea na cabeça, ainda empatado o nojento Gilvan Borges, seguidos de Renan Galheiro, o grileiro que chegou ao Senado, - e porque não Sarney o rei do MYranhão, -quer mais.." o grande líder" do bem e do mal.JUCÁ. Se y gobierno? Sou líder

O Editor



Dilma 'não é simpática como JK'

Qui, 20 Ago, 09h02

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, acabou cometendo uma gafe ao tentar elogiar a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Comentando sobre sua competência à frente do governo, em discurso durante a posse do novo presidente da BR Distribuidora, o ex-secretário de Petróleo e Gás do Ministério, José Lima de Andrade Neto, o ministro comentou que "Dilma até pode não ter a simpatia de muitos grandes líderes do passado, como o Juscelino (Kubitschek), que era um monumento de simpatia".

"Ela é simpática também, se relaciona bem com as pessoas, não como o Juscelino, que era transbordante de simpatia", afirmou, emendando na seqüências: "Mas ela é de uma competência como poucas vezes vi ao longo de minha caminhada. E o País necessita de pessoas deste gênero para dirigir bem o novo tempo que se abriu para o Brasil".

Em discurso recheado de pérolas nacionalistas - "o Hino Nacional traz não só noção de brasilidade, como elevação espiritual" - o ministro também aproveitou para defender a Petrobras, que hoje é alvo de CPI. "A Petrobras é um símbolo nacional que se confunde com a bandeira brasileira. Temos portanto o dever de não apenas amá-la, mas defende-la. Defende-la dos acidentes e de gestos de mal querença", disse.

Sem citar nominalmente a CPI, Lobão lembrou que hoje a Petrobras está sendo "submetida a olhares por aquilo que seguramente ela não deveria responder". E destacou a administração atual do presidente José Sérgio Gabrielli, dizendo que ao longo de décadas, a companhia "se agigantou não só pela força do Brasil em si mesma, mas também pela boa direção que ela sempre teve".

"O Gabrielli é um administrador que a cada minuto descobrimos uma característica nova no sentido da competência. Homem sério, correto, leal, veraz, e um servidor de grande capacidade de renovação. A sua capacidade parece que não se esgota. É como uma cachoeira que jorra plenamente. É como a fonte de um grande rio", disse.


Comentário:

Para proteger a Petrobas, primeiro deve-se demitir Lobão e prender Gabriel.
Depois buscar resarcimento do dinheiro roubado e sonegado a Receita.
Não esquecer de apurar porque Dilma recebe duas vezes do erário, como ministra e como Conselheira, se a única coisa que ela entende de petrolio e encher o tanque com cartão corporativo.
ARE BABA

Quero apenas o Direito e a Verdade

Caro jornalista Roldão,
Não sou Jurista, Sociólogo,Político,Radialista, Jornalista,muito menos Cientista polítco ou ignorante e imbecil comentarista. Nem pertenço a ONGs, Grupos,Comissões de Direitos Humanos e etc. Fui hoplita. Hoje faço parte de uma Instituição Legalista que só tem Deveres, onde sou querido, respeitado pelos serviços prestados na defesa da Sociedade. Trabalho muito como Delegado de Polícia nos plantões dos Distritos Policiais (Vietnã) recebendo gratificantes elogios das partes e vítimas. Anteriormente como Investigador de Polícia profissional vocacionado o qual tenho muita honra de ter pertencido durante 22 anos, nessa sofrida categoria que me deu muita experiência para o cargo que ocupo hoje.(nunca fui informante) e nem delatei colegas, nunca fui sindicado, indiciado ou réu por maus tratos ou tortura. Nunca trabalhei em qualquer unidade militar.
Trabalhei muito no DOPS, uma familia de respeito onde todos sabiam o que faziam com honradez e dedicação. Muitos usufruiram do prestígio desta sigla. Isso pode ser confirmado pelo nosso mandatário que lá esteve preso. As delações e alcaguetagem ocorriam sim, aconteceu muito entre os bandidos, covardes, subversivos, guerrilheiros, opositores do regime,etc. Bandidos estes que identificaram-se posteriormente como "perseguidos politícos" criando suas leis e recebendo polpudas indenizações em espécies. Isso pode ser comprovado consultando o site do M.J. Li no dia de hoje 23/8/09 as matérias publicas por v.s. e gostaria que voce compreendesse como ajuda, na minha visão.
Tenho certeza que podera usá-las como referências nos seus questionamentos junto essa "comissão" que foi vergonhosamente patrocinada pelo Governo Federal e outras entidades internacionais que tem muito interesse nas nossas riquezas e Influir nos Objetivos Nacionais Permanentes , na nossa Soberania, na Integridade do Territorio Nacional Fisico e Cultutal, na Integração Nacional, na Paz Social, no Desenvolvimento Economico e Social e na verdadeira Democracia que é a segurança do Direito. Se o jornal estiver isento de tendências, se seu editor não estiver comprometido com o Foro de São Paulo, e saber que corre risco de não receber patrocinio das verbas federais, aqui faço como modesto bacharel em direito, algumas considerações para ajudar a Sociedade Brasileira conhecer a verdadeira história e ajudar essa comissão, compostas por ilustres personalidades.(Confirme se seus vistos de entrada no País lhes permitem fazer palestras ou conferências ou estão aqui como turistas que os impedem)

A) No 1º paragrafo:
Os orgãos de segurança nunca reprimiu pessoas que tinham idéias políticas, não da para saber o que tem na cabeça das pessoas, e isso não estava captulados na LSN , C.P.Militar nem no C.Penal. Se alguns covardes se auto exilaram foi porque abandonaram seus "companheiros" deixando-os nessa guerra suja, sem lenço e sem documento, a mercê de seus companheiros delatores. Falo porque estive no meio deles.
A vitória dos movimentos Democraticos é outra inverdade, o que eles queriam e ainda querem é o Comunismo de Cuba, um governo ditatorial como o de Fidel, onde as marcas das execuções de inocentes ainda lá estão nos paredões. Se foram soltos 100 presos, 150 banidos, 2.000 auto exilados, o por quê ultrapassam esses números as indenizações ? Será que continuam nos dias de hoje as " expropriações " ou roubos do dinheiro público? Não sei quem pode apurar, porque o Congresso só tem atos secretos,acordos partidarios,conchavos políticos,esquecimentos,omissões de provas.

B) No 2º paragrafo:
Qual o objetivo de criar mais uma Comissão, se ja existe outras tantas inclusive oficiais.
A criação da nova "Comissão da Verdade", seria porque as outras ja criadas seriam comissões mentirosas, incompetentes, existem só para tirar vantagens pecuniárias e políticas. A nova comissão irá investigar os perseguidores bandidos subversivos que espalhavam bombas que mataram e feriram inocentes, como o sold.ex. Mario Kozel Filho em 26/6/68 e Orlando Lovecchio, em 19/3/68 que ficou sem uma perna quando passeava. Kurt kriegel, comerciante assassinado em 22/9/69, Samuel Pires, bancario assassinado em 20/9/69, José Getúlio Borba, comerciante assassinado em 3/9/69, o Almirante Nelson Gomes Fernandes e o jornalista Edson Regis de Oliveira mortos em 25/7/66, quando a bomba explodiu no Aeroporto dos Guararapes em Recife .Quando assassinaram seus proprios colegas inocentes,incautos, quando colocavam o explosivo em frente ao conceituado Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, para atingir jornalistas e funcionários.
Será que essa nova comissão é para apurar os "justiçamentos" feitos por eles, como ocorreu com M.L.T que usava o nome falso de Sergio Moura Barbosa ou "Vicente"Pardal"Carlos".
Quanto a Anistia, essa é diferente das outras do Chile, Argentina, Estados Unidos, lá quem comete um crime vai para a cadeia mesmo, seja quem for, ou pena de morte em alguns Estados Americanos. No Brasil o Codigo, Penal. art.107 e 109, diz da prescrição. Os juristas que lá estão sabem disso é só OBA!OBA!
.Bom seria se o governo da época de excessão tivesse aplicado os art.142 e 357 do Cod.Pen.Militar.
Quando na mesma coluna diz o que está em jogo e um trecho do primeiro artigo da lei aprovada em 1979 que diz que a anistia é concedida aos que "cometeram crimes políticos ou conexos com estes" Não sou cientista político, a palavra conexo, colocada pelo sabio legislador no meu entendimento são os assaltos, sequestros, assassinatos, cometidos por eles bandidos e covardes. Porque os hérois nacionais integrantes das Forças Armadas e Orgãos de Segurança, nunca cometeram crimes, estavam no estrito cumprimento do dever e nunca atuaram fora da lei, cumpriram seu dever de defender a Sociedade e a PÁTRIA, eram legalistas, defendiam o Estado. Juraram a Bandeira e se comprometeram com os OBJETIVOS NACIONAIS PERMANENTES.
Caro reporter me referi somente na primeira coluna da folha que escreveu, tenho muito mais a informar, mas sei que o espaço é pequeno,fica para as próximas publicações, caso tenha interesse. No decorrer do seminário vou acompanhando pelos noticiarios e depois se quiser minha opinião terá, mas sem cortes como fez na publicação de hoje. Carlos Alberto Augusto, "Contra a Pátria não há Direitos"

Caro jornalista Roldao, o veredito antecipado do Ministro da Justiça publicado ontem,fez com que esta vítima do passado " contra golpe" e hoje nesse novo sistema em que vivemos "crime organizado legalizado", faz com que ele recue até que consiga sua identidade militar.(+ - 15 dias). Dou meu aval da legitimidade a carta aberta. Estou enviando para quem queira publicá-la. Anselmo de antes e de hoje continua vítima do Sistema de Governo.Obrigado pela atenção e até breve Carlos Alberto Auguto
Subject: carta aberta
Date 8 Aug 2009

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

A falta de liderança na ALN

20/08 - Vasculhando o Orvil - Capítulo XV


"Justiçamento" de Márcio Toledo Leite

Pela editoria do site www.averdadesufocada.com


Após a morte de Joaquim Cãmara Ferreira - "Toledo" -, a ALN, sem liderança, tentou recompor-se através de uma Coordenação Nacional Provisória ( CNP) , reunindo alguns coordenadores regionais da ALN. Passaram a compor a CNP, Yuri Xavier Pereira, Marcio Leite Toledo e Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz - " Clemente" - representando São Paulo , Arnaldo Cardoso Rocha, Minas Gerais e Hélcio Pereira Fortes, a Guanabara.

Em janeiro a Coordenação Nacional Provisória expediu o documento " Balanço dos três anos" no qual, através de uma auto crítica, esforçava-se para aproximar-se das posições do "Grupo dos 28" , ( grupo que, na ocasião , fazia curso de guerrilha em Cuba e divergia das atitudes da ALN no Brasil ). A CNP, procurando solução para o impasse, por meio de Carlos Figueiredo de Sá, que se deslocou de Montevidéu para Santiago, recontatou os militantes que haviam sido banidos em troca do embaixador suíço e novas normas de ação foram traçadas. Porém, a falta de liderança continuava e ainda nesse mês, houve problemas no nordeste. A subordinação dos trabalhos daquela área a uma coordenação no sul não era aceita. O grupo que lá atuava foi transformado, à revelia da organização, na Frente de Libertação Norte-Nordeste (FLNN). O problema, no entanto, foi contornado com a liberdade de atuação tática da FLNN, mas, se mantendo estrategicamente ligada à ALN. A CNP tudo fazia no sentido de manter a unidade da organização .

O amadurecimento das dívergências sobre o "desvio esquerdista" da organização, iniciadas com as contestações do "IlI Exército da ALN " em Cuba - "Grupo dos 28",

refletiu no desencanto de Márcio Leite Toledo, que foi destituído da CNP e rebaixado para um grupo de fogo do GTA.

O Assassinato de Márcio Leite Toledo

As posições de Márcio Leite Toledo, contestando a orientação da Coordenação Nacional, teriam consequências trágicas. Ao tentar se desligar da organização, ele seria "justiçado" por um' comando da ALN A manhã de 23 de março de 1971 encontrou o jovem advogado de 26 anos, Sérgio Moura Barbosa, escrevendo uma carta, em seu quarto de pensâo no bairro de Indianópolis, na capital de São Paulo. Os bigodes bem aparados e as longas suíças contrastavam com o aspecto conturbado de seu rosto, que nao conseguia esconder a crise pela qual estava passando.

Três frases foram colocadas em destaque na primeira folha da carta: "A Revolução não tem prazo e nem pressa"; "Não pedimos licença a ninguém para praticar atos revolucionários"; e "Não devemos ter medo de errar. É preferível errar fazendo do que nada fazer". Em torno de cada frase, todas de Carlos Marighela, o jovem tecia ilações próprias tiradas de sua experiência revolucionária como ativo militante da Ação Libertadora Nacional (ALN).

Ao mesmo tempo, lembrava-se das profundas transformações que ocorreram em sua vida e em seu pensamento, desde 1967, quando era militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e estudante de Sociologia Política da Universidade Mackenzie, em São Paulo. Pensava casar-se com Maria Inês e já estava iniciando a montagem de um apartamento na Rua da Consolação.

Naquela época, as concepções militaristas exportadas por Fidel Castro e Che Guevara empolgavam os jovens, e Marighela surgia como o líder comunista que os levaria à tomada do poder através da luta armada.

Impetuoso, desprendido e idealista, largou o PCB e integrou- se ao agrupamento de Marighela, que, no início ,de 1968, daria origem à ALN.

Naquela manhã, a carta servia como repositório de suas dúvidas: "Faço esse comentário a propósito da situação em que nos encontramos, completa defensiva e absoluta falta de imaginação para sairmos dela. O desafio que se nos apresenta no atual momento é dos mais sérios, na medida em que se está em jogo a própria confiança no método de luta que adotamos. O impasse em que nos encontramos ameaça comprometer o movimento revolucionãrio brasileiro, levando-o, no mínimo, à estagnação e , no maximo à extinção."

Esse tom pessimista estava muito longe das esperanças que depositara nos métodos revolucionários cubanos. Lembrava-se de sua prisão, em fins de julho de 1968, quando fora denunciado por estar pretendendo realizar um curso de guerrilha em Cuba.

Conseguindo esconder suas ligaçôes com a ALN, em poucos dias foi liberado. Lembrava-se, também, da sua primeira tentativa para ir a Havana, através de Roma, quando foi detido, em 6 de agosto de 1968, no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Conduzido à Policia do Exército, foi liberado três dias depois. Finalmente, conseguindo o seu intento, permaneceu quase dois anos em Cuba usando o codinome de "Carlos". Aprendeu a lidar com armamentos e explosivos, a executar sabotagens, a realizar assaltos e familiarizou-se com as técnicas de guerrilhas urbana e rural. Em junho de 1970, voltou ao Brasil, clandestinamente, retornando suas ligações com a ALN.

Em face de sua inteligência aguda e dos conhecimentos que trazia de Cuba, rapidamente ascendeu na hierarquia da ALN, passando a trabalhar a nível de sua Coordenação Nacional. Foi quando, em 23 de outubro de 1970, um segundo golpe atingiu duramente a ALN, com a morte de seu líder Joaquim Câmara Ferreira, o "Velho" ou "Toledo", quase um ano após a morte de Marighella, em novembro de 1969.

Lembrava-se que, durante 4 meses, ficou sem ligações com a organização. Premido pela insegurança, não compareceu a vários pontos, sendo destituído da Coordenação Nacional.

Nâo estava concordando com a direçâo empreendida à ALN e escreveu na carta que havia entrado "em entendimentos com outros companheiros igualmente em desacordo com a conducão dada ao nosso movimento."

No início de fevereiro de 1971 foi chamado para uma discussâo com a Coordenação Nacional e, na carta, assim descreveu a reunião: "Ao tomarem conhecimento de meu contato paralelo, os companheiros de comando chamaram-me para uma discussão a qual transcorreu num clima pouco amistoso, inclusive como o emprego pelas duas partes de palavras inconvenientes para uma discussão política. Confesso que fiquei surpreso com a reação dos companheiros por não denotarem qualquer senso de auto crítica e somente entenderem a minha conduta como um simples ato de indisciplina."

Não sabia, o jovem, que a ALN suspeitava de que houvesse traído o "Velho".

Com o crescimento de suas indecisões, não aceitou, de pronto, a função que lhe foi oferecida de ser o coordenador da ALN na Guanabara. Ao aceitá-la, após um período de reflexão, a proposta já fora cancelada. Foi, então, integrado a um "Grupo de Fogo" da ALN em São Paulo, no qual participara de diversos assaltos, até aquela manhã. Seu descontentamento, entretanto, era visível: "Fui integrado nesse grupo, esperando que, finalmente pudesse trabalhar dentro de uma certa faixa de autonomia e aplicar meus conhecimentos e técnicas em prol do movimento. Aí permaneci por quase dois meses, e qual não foi minha decepção que aí também estava anulado.... Tive a sensação de castração política".

Não sabia o jovem que a ALN estava considerando o seu trabalho no "Grupo de Fogo como desgastante e "ainda somado à vacilação diante do inimigo".

No final da carta, Sérgio, mantendo a ilusão revolucionária, teceu comentários acerca de sua saída da ALN :"Assim, já não há nenhuma possibilidade de continuar tolerando os erros e omissões políticas de uma direção que já teve a oportunidade de se corrigir e não o fez."

Em sã consciência, jamais poderei ser acusado de arrivista, oportunista ou derrotista.

Não vacilo e nao tenho dúvidas quanto às minhas convicções. Continuarei trabalhando pela Revolução, pois ela é o meu único compromisso.".

"Procurarei onde possa ser efetivamente útil ao movimento e sobre isso conversaremos pessoalmente."

Ao final, assinava "Vicente", o codinome que havia passado a usar depois de.seu regresso de Cuba.

Terminada a redação, pegou o seu revólver calibre .38 e uma lata cheia de balas com um pavio à guisa de bomba caseira e saiu para "cobrir um ponto" com um militante da ALN. Não sabia que seria traído. Não sabia, inclusive, que o descontentamento da ALN era tanto que ele já havia sido submetido a julgamento, e condenado por um "Tribunal Revolucionário".

No final da tarde circulava, pelas ruas do Jardim Europa, tradicional bairro paulistano, procedendo aos costumeiros desvios para despistar possiveis agentes dos órgãos de seguranças.

Na altura do número 405 da Rua Caçapava aproximou-se um Volkswagen grená com dois ocupantes que dispararam mais de 10 tiros de revólver .38 e pistola 9mm. Um Gálaxie, com 3 elementos, dava cobertura à ação. Apesar da reação do jovem, que chegou a descarregar sua arma, foi atingido por 8 disparos. Morto na calçada seus olhos abertos pareciam traduzir a surpresa de ter reconhecido seus assassinos. Da ação faziam parte seus companheiros da direção nacional da organização subversiva Yuri Xavier Pereira e Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz, "Clemente", este último o autor dos disparos fatais. Participaram, ainda, da ação, dando-lhes cobertura,: Antonio Sérgio de Matos, Paulo de Tarso Celestino da Silva e José Milton Barbosa.

Havia sido condenado pelo "Tribunal Revolucionário" e excutado sem direito a defesa. Ao lado do corpo, foram jogados panfletos, nos quais a ALN assumia a autoria do "justíçamento" com o seguinte comunicado:

"A Acão Libertadora Nacional (ALN) executou , no dia 23 de março de 1971, Márcio Leite Toledo. Esta execução teve o fim de resguardar a organização

Uma organização revolucionária , em guerra declarada, não pode permitir a quem tenha uma série de informações como as que possuía, vacilações dessa espécie, muito menos uma defecção deste grau em suas fileiras

Tolerância e conciliação tiveram funestas consequências na revolução brasileira.

Tempera-nos saber compreender o momento que passa a guerra revolucionária e nossa responsabilidade diante dela é nossa palavra de ordem revolucionária.

Ao assumir responsabilidade na organização cada quadro deve analisar sua capacidade e seu preparo. Depois disso não se permite recuo.

A Revolução não admitirá recuos."

O jovem não era "advogado" e nem se chamava "Sérgio Moura Barbosa", "Carlos" ou "Vicente". Seu nome verdadeiro era Márcio Leite Toledo

Enterrado dias depois em Bauru, seu irmão mais velho, então Deputado Federal por São Paulo, declarou saber que ele havia sido morto pelos próprios companheiros comunistas.

O assassinato de Márcio Leite Toledo gerou uma onda de protestos dentro da organização. A CNP, desgastada, foi modificada com a substituição de Yuri e "Clemente".

Em uma tentativa de apaziguação da CNP com o "III Exército da ALN" , que se preparava para voltar ao Barsil, Yuri Xavier Pereira foi a Havana , em maio, para tentar manter a união da ALN com o chamado "Gupo dos 28," que ameaçava se separar da ALN, o que acabou ocorrendo, ocasionando o surgimento do Movimento de Libertação Popular - MOLIPO, em meados de maio de 1971. Além do grupo , a ALN ainda perdeu a maior parte da Frente De Massa da Coordenação Regional/ SP.

Com o "racha" do "III Exército da ALN " e da Frente de Massas da CR/SP, não se justificava mais o afastamento de Yuri e " Clemente " da Coordenação Nacional, ficando Yuri como responsável pelas ligações da organização com o exterior.

Enquanto os elementos do "Grupo dos 28" que voltavam ao Brasil aglutinavam-se em torno do Molipo, os que permaneceram no exterior, sob a liderança de Rolando Fratti, Argonauta Pacheco da Silva e Ricardo Zarattni - que ainda em Cuba se afastara do "Grupo dos 28"-, propunham reformulaçõesa na linha polltica da organização. Esta facção intitulou-se Tendência Leninista da ALN (TL/ALN) e, sem se afastar da organização, ganharia praticamente todo o esquema da organização no exterior.

Não deixe de conhecer o livro VERDADESUFOCADA

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Sarney diz que Senado voltará ao normal após arquivamento de acusações

Sônia van Dijck

Tradução do título: tudo será como dantes no país de Abrantes..

E o cidadão vai continuar pagando as nomeações dos parentes, dos aderentes, as gratificações, o cabaré no porão, os assessores que residem no estrangeiro, o rico motorista de luxo, o mordomo, os seguranças da mansão da capital da capitania hereditária, as despesas dos atos secretos (que de tão escabrosos precisam ser secretos...) e mais um monte de mordomias aristocráticas e, principalmente, a conta da impunidade da corrupção - conta tão antiga que só se altera no crescimento...

Mais uma vez, nada aconteceu, nada mudou.

Destacando-se uns poucos senadores, o resto é farinha do mesmo saco no Senado: foi tudo arrumado para que, entre mortos e feridos, o contribuinte continue pagando a farra e as instituições republicanas fiquem cada vez mais desmoralizadas.

No próximo episódio, voltaremos a ver a tropa de choque em defesa da corrupção enfrentando os bonecos de mamulengo da oposição - no Senado e/ou na Câmara.

O maestro Lula, interessado apenas em se manter no poder, estará, dos bastidores do Planalto, comandando a cena - sua proposta de poder passou a custar ao contribuinte mais de 1 bilhão de reais por mês para pagar a Bolsa Família.

Seria apenas mais um escândalo no Congresso Nacional, em 2009 (o mensalão já está esquecido no passado e os envolvidos cada vez mais prestigiados no circuito do poder; a grana para comprar o dossiê fajuto de 2006 sumiu no ralo do silêncio; Francenildo continua amargando sua miséria por ter falado a verdade), se a democracia não tivesse sido tão claramente ferida com a censura imposta ao jornal O Estado de S. Paulo. Tendo sido aberta a porta da prepotência, os poderosos voltarão a atacar a liberdade de imprensa, cada que se virem mostrados aos olhos dos cidadãos leitores de jornais e revistas. Ao contrário de Chávez, Lula tem quem faça o trabalho sujo... e pode ficar na moita...

Mas, não deixa de ser interessante ver petistas convictos deixando o histórico Partido dos Trabalhadores e, com ares de neoiluminados..., que acabam de descobrir a falta de ética do PT e começam a buscar outras agremiações, onde possam implementar os ideias socialistas-bolivarianos que sempre defenderam e vão continuar defendendo na forma de ecoinvasões de propriedades privadas, ecoacobertamento dos nacotraficantes das FARC, ecodestruição de laboratórios de pesquisa, ecoassociação com os terroristas do MST, ecossilêncio a respeito de Bruno Maranhão, ecoconcordância em relação `censura de O Estado de S. Paulo, ecocegueira no que se refere aos compadres, aos churrasqueiros, ao uso dos cartões corporativos, às contas bancárias no estrangeiro, à dinheirama gasta para realizar ações de cooperação com o que há de pior no cenário político mundial (Cuba, ditaduras africanas, Bolívia, Argentina e outros mais). Os neoiluminados fazem tábula rasa de sua conivência de ontem e passam a vender a imagem da correção ética e política e dizem que estão saindo do PT. Tenho certeza de que Lula, Berzoini, Zé Dirceu, Palocci, Idelli, Bruno Maranhão, Stédile, Zé Rainha, levam esses dissidentes tão a sério quanto eu: não perderemos um minuto de sono para pensar em suas performances bombásticas. A neoiluminada Marina da Silva ofereceu o espetáculo mais patético da temporada de espertezas: saiu do PT, aconselhando, como catequista por vocação, que seus companheiros de militância continuem no PT - ela só está saindo do PT porque quer se candidatar à presidência da República e, no PT, não dá para disputar a preferência pela neopetista Dilma Russeff. E ainda tem dirigente de partido que leva a sério Marina da Silva, com sua pose de vítima política e ecocandidata. Puro oportunismo do partido que lhe oferece guarda-chuva.

Aos brasileiros, resta a náusea, o tédio diante do noticiário (enquanto houver o que ser lido ou visto nos telejornais). A náusea, o tédio nos fazem diferentes do atual plantel de políticos. Portanto, alimentemos a náusea e cultivemos o tédio, como armas contra a falência da República.

Sônia van Dijck

19/08/2009 - 19h19

Comentario

O presidente do Senado José Sarney disse nesta quarta-feira que está satisfeito com o arquivamento das ações contra ele no Conselho de Ética. Sarney disse que espera que a Casa volte à normalidade.

"Acho que vai normalizar a Casa", afirmou Sarney ao ser questionado se a crise estava superada. "Acho que todos estamos [satisfeitos] porque ultrapassamos uma fase", disse.

Veja como votou cada senador que integra o Conselho de Ética:

Titulares:

Demóstenes Torres (DEM-GO) - Sim (a favor das denúncias contra Sarney)

Heráclito Fortes (DEM-PI) - ausente

Eliseu Resende (DEM-MG) - Sim

Marisa Serrano (PSDB-MS) - Sim

Sérgio Guerra (PSDB-PE) - Sim

Wellington Salgado (PMDB-MG) - Não (contra as denúncias que envolvem Sarney)

Almeida Lima (PMDB-SE) - Não

Gilvam Borges (PMDB-AP) - Não

João Pedro (PT-AM) - Não

Inácio Arruda (PC do B-CE) - Não

Gim Argelllo (PTB-DF) - Não

João Durval (PDT-BA) - ausente

Romeu Tuma (PTB-SP) - Não (vota como corregedor do Senado, que tem assento no Conselho de Ética)

Paulo Duque (PMDB-RJ) - como presidente do conselho, ele só votaria no caso de empate

Suplentes:

ACM Júnior (DEM-BA) - ausente amarelou

Rosalba Ciarlini (DEM-RN) - Sim

Delcídio Amaral (PT-MS) - Não

Ideli Salvatti (PT-SC) - Não

Jefferson Praia (PDT-AM) - Sim

PDT LAVA AS MÃOS E SALVA BARRABAS

De tanto lavar as mãos, o PDT entope a pia da corrupção, e em especial a do roubo, aumentando considerávelmente os seguidores do " RATON" *.
JN

11/07/2008 às 11h12

Vereador ganha liberdade após passar 35 dias preso em Novo Horizonte


Luciana Roberty
Redação Folha Vitória

Após 35 dias detido no presídio de Novo Horizonte, na Serra, o vereador de Vitória, Gilmário da Costa, o Passarinho, teve a prisão preventiva revogada pelo juiz William Silva, da 6ª Vara Criminal de Vitória. O político é acusado pelo Ministério Público Estadual (MPE) de se apropriar de parte dos salários dos funcionários que trabalhavam no gabinete dele.

Ao ser liberado, Passarinho seguiu para casa, no bairro Santa Martha, em Vitória, onde foi recepcionado por fogos de artifício e diversos amigos, além do presidente municipal do PDT, o deputado federal Carlos Mannato. Chorando muito o vereador agradeceu a recepção de todos.

De acordo com o advogado do réu, Carlos Zaganelli, a parte de instrução do processo foi concluída. Todas as testemunhas do processo que investiga se o político ficava com parte dos salários já foram ouvidas. "A Justiça determinou que Gilmário ficasse preso porque poderia atrapalhar nas investigações, mas como a instrução acabou, todas as pessoas já foram ouvidas, a Justiça entendeu que não há motivos para mantê-lo preso", afirmou.

Para recarregar as energias, já que Passarinho vai disputar as próximas eleições, o vereador preferiu ficar em casa durante toda esta sexta-feira, descansando com a família. Ele não quer falar com a imprensa.

O deputado Manatto declarou que foi o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que liberou a participação de candidatos com "ficha suja" na disputa e que o processo com Passarinho ainda não foi concluído. "Se o TSE liberou a participação dele, o partido não iria se opor para que ele dispute as eleições. Ele pode ser cassado ou não. Não queremos ser o juiz desse processo", finalizou.

* "RATON" apelido de leonel de moura brizola, colocado por.....FIDEL CASTRO, o moribundo
pelos óbivios motivos.