Translate
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
A FRASSE!!!!!!!!! VENCEDORA DO SEGUNDO TURNO
O Corordenador trapalhão. Ciro é um Tiririca alfabetizado
Com Jorge Félix e Tales Faria
|
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Comentando a entrevista do novo coordenado de Dilma no Estadão
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Brasil pega empréstimo para pagar Bolsa-família
Vejam só isso.
O governo Lula, que alega ter pago e emprestado dinheiro ao FMI, está pegando dinheiro emprestado no banco Mundial para pagar essa "dentadura" (antigamente os políticos trocavam votos por dentadura, hoje estão mais sofisticados) que sustenta os altos e discutíveis índices de popularidade do presidente.
São R$ 343,8 Milhões para pagar em 30 anos.
Mas não é o primeiro empréstimo. De 2004 a 2009 o Banco Mundial emprestou dinheiro para o Bolsa família através do projeto Project ID: P087713 (veja em http://web.worldbank.org/external/projects/main?pagePK=64283627&piPK=73230&theSitePK=40941&menuPK=228424&Projectid=P087713 ). Se não entendi errado foram US$ 572 Milhões.
Mas "peraí", se estamos tão bem econômica e financeiramente, para quê empréstimo?
Cara, como eles mentem.
O Desgoverno Lula/Dilma, usa o Bolsa Família para comprar votos, mas a conta vai para os futuros Presidentes nos próximos 30 anos pagar.
Clique nos links confira você mesmo.
Essa quadrilha diz uma coisa e faz a solerte outra.
Não votar em Dilma, produto do artífice lularapio feita pelos mesmos metodos que se fabrica charuto em Cuba, é um ato de amor a Patria.
DILMA E SUA DIMENSÃO ELEITORAL
Governador eleito em SC ironiza Lula
o presidente até as 18.00h, - infringiu o artigo 73 da Lei Eleitoral Nº 9.504/2007,
PPS pedirá inquérito contra Lula por reunião na Alvorada
O PPS anunciou no início da tarde de hoje que irá ingressar nesta semana com representação no Ministério Público Eleitoral (MPE) pedindo a abertura de inquérito contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em decorrência de reunião promovida na manhã de hoje no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente. O evento contou com a participação de governadores e senadores eleitos que fazem parte da base de apoio do governo. O objetivo foi discutir estratégias para a campanha da candidata do PT, Dilma Rousseff, no segundo turno.
Na representação, o PPS deve alegar que o presidente infringiu o artigo 73 da Lei Eleitoral Nº 9.504/2007, que veda o uso de imóveis públicos em benefício de candidatos. A sigla oposicionista argumenta ainda que a reunião foi feita em "pleno horário de expediente". "É claramente a utilização de recursos dos cofres públicos para fins eleitorais, o que configura um crime eleitoral", acusa o deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE).
O parlamentar estuda ainda ingressar com representações contra os governadores e senadores presentes no evento, pelo suposto uso de dinheiro público no deslocamento até Brasília, bem como na hospedagem na capital federal. Alguns políticos presentes participaram ontem de encontro com a candidata Dilma e pernoitaram no Distrito Federal.
O primeiro passo para vencer o MAL já foi dado.
Editorial: O mal a evitar 25 de setembro de 2010 | 17h 02
Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.
Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa - iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique - de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.
Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia - a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Os religiosos que compareceram ao encontro com DILMA - Foram enganados
![]() |
| DILMA SAPATÃO |
São elas:
"Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso
não pode ser justificativa para que não haja a legalização.
O aborto é uma questão de saúde pública. Há uma quantidade enorme de mulheres brasileiras que morre porque tenta abortar em condições precárias. Se a gente tratar o assunto de forma séria e respeitosa, evitará toda sorte de preconceitos. Essa é uma questão grave que causa muitos mal-entendidos."
(À revista Marie Claire, edição 217, abril de 2009)
(No debate Folha/UOL, em 18 de agosto de 2010)
"Lembro também minha expectativa de que cabe ao Congresso Nacional a função básica de encontrar o ponto de equilíbrio nas posições que envolvem valores éticos fundamentais, muitas vezes contraditórios, como aborto (...)."
(Na "Carta Aberta aos Povo de Deus", em 24 de agosto




